PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 30.03.15

VITÓRIA DO TIME MAIS ORGANIZADO

Mais um clássico RE X PA, de número 730, e o Paysandu foi logo marcando aos dois minutos. De cara a torcida remista sabia que iria continuar vendo como já viu as seguidas falhas da sua retaguarda, pois depois de Dão fazer de cabeça, o Bruno Veiga mandou na trave de Fabiano e depois Igor João quase entrega o ouro. O Remo conseguiu equilibrar um pouco, mas sem incomodar muito o Emerson. Na segunda etapa, Zé Teodoro colocou Flávio Caça Rato e Rony em campo, mas o juiz marcou um pênalti a favor do Paysandu e aí Yago Pikachu fez 2×0. Daí pra frente bastaria o Paysandu administrar a vantagem e levar a vitória pra casa. O Remo trocou ainda o Bismark pelo Rafael Paty, mas a coisa não mudou muito e só uma bola na trave do Caça Rato acordou a torcida. Mas aos 39, outro pênalti duvidoso, a favor do Remo, e Paty cobrou com êxito, dando ânimo para a torcida azul. Mas Bruno Veiga, com a participação de Souza, que fez sua estréia, deu cifras finais. Vitória mais que merecida do Paysandu. Alguém tem dúvidas?

ALTA TEMPERATURA

Remo e Paysandu tem que entender que, unidos fora de campo, podem ganhar muito mais. Essa história de rivalidade terá sempre que existir quando a bola estiver rolando. A divisão de renda do clássico, aprovada pelos mandatários dos dois clubes no meio da semana, foi a decisão mais acertada. Se os dois soubessem a força que tem, estariam ambos na 1ª divisão do futebol brasileiro, como os clubes de Santa Catarina.

BAIXA TEMPERATURA

Esse foi o segundo clássico de 2015 e o público ainda não foi aquele esperado pelos dirigentes, não chegando aos vinte mil pagantes. Naquele primeiro, que o Leão venceu nos penais, a motivação não era tão grande e o torneio foi uma negação. Mas ontem, valendo três pontos, esperava-se um grande público e vimos muitos claros no Mangueirão. Estava fácil chegar ao estádio. Vamos ter agora dois clássicos pela Copa Verde e será que vai melhorar? Que o valor do ingresso seja igual ao futebol que ambos apresentem.

NO TERMÔMETRO

Nota dez para a organização do clássico, com destaque para a Polícia Militar, com seus 1.030 homens. A grande maioria da torcida chegou sem dificuldades ao Mangueirão. Que fique a lição. /// Emerson fez sua estréia no gol do Papão logo no clássico rei; não poderia ser um teste melhor pra ele. Outra estréia foi do atacante Dão, que foi logo mostrando ao que veio, pois aos dois minutos fez o gol dele de cabeça, em outra falha geral da zaga azulina. /// Mangueirinho, Manguinho, são nomes que já estão surgindo para denominar o novo Ginásio de Esportes de Belém (já era tempo). O desportista Paulo Seráfico não é contra, mas prefere que o nome do novo Ginásio de Esportes leve o nome de um grande desportista do passado. A conferir. /// Zé Teodoro, após essa derrota ainda fica? Ou alguns jogadores do Remo colaboraram para a derrota? Ciro Sena declarou que o técnico pediu uma coisa e os jogadores fizeram outra. /// Agora o Paysandu troca o chip e vai encarar a Copa do Brasil, enfrentando o Águia Negra. Ganhava por 2×0 no jogo de ida, cedeu o empate e agora terá vencer em casa, mas empate de 0x0 ou 1×1 serve para o Papão. /// Já o Remo na quinta enfrentará o Atlético do Paraná e a torcida espera que o time acorde de vez. /// O Leão depende só de si, diferente do 1 º turno, para conquistar a vaga na semifinal do 2º turno. Chegando aos dez pontos, se acontecer uma vitória contra o Paragominas lá fora, o Remo garante sua vaga. /// Zé Teodoro foi consciente na sua entrevista de final de jogo e declarou que o Paysandu mereceu a vitória, principalmente pelo 1º tempo que fez. Culpou o cansaço do time pela maratona de jogos, elegendo Cametá como a cidade que mais detonou sua equipe. Deviam ter lhe perguntado porque não entrou com Rony desde o começo!? /// Uma boa semana a todos e viva Jesus.
E-mails: rporto@supridados.com.br

30 de março de 2015 at 3:18 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 30.03.15

Um passeio alviceleste

Foi pouco. Pelo que o Papão produziu durante o primeiro tempo, o placar deveria ter sido bem mais dilatado. O 3 a 1 retrata a tranquila superioridade no jogo, mas não é revelador do que foi a pressão avassaladora dos primeiros 20 minutos, quando o ataque alviceleste fez um gol e perdeu três. No segundo tempo, o Remo voltou a sofrer gol logo de cara e se perdeu de vez. Ainda descontou, mas levou o terceiro logo em seguida.
A tarde foi inteiramente favorável ao Papão no Mangueirão. A vitória se desenhou logo nos primeiros instantes, fato raro em clássicos. Não pelo placar de 1 a 0, plenamente reversível, mas pelo espírito vencedor que o Papão trouxe para o confronto.
Enquanto o Remo parecia hesitar até nos arremessos laterais, o Papão verticalizava o jogo. Os volantes Augusto Recife, Ricardo Capanema e Jonathan participavam intensamente das ações de bloqueio e não permitiam qualquer esboço de reação por parte dos remistas, que só deram o primeiro chute aos 19 minutos, com Val Barreto.
Antes disso, Bruno Veiga e Aylon já tinham aprontado o diabo na defesa azulina, incluindo uma bola na trave logo depois do gol de Dão. Com volantes menos participativos do que os do adversário, o Remo encontrava imensas dificuldades para se estabilizar em campo.
Eduardo Ramos, o mais lúcido, sofria de isolamento crônico, retendo a bola excessivamente por falta de opção de tabelas ou triangulações. Val Barreto mal pegava na bola entre os zagueiros do Papão e era obrigado a cair pela esquerda, deixando o ataque despovoado.
Do lado bicolor, Bruno Veiga e Aylon não entrava na área, mas puxavam o jogo pelos lados, atraindo a marcação dos zagueiros e abrindo espaço para que Rogerinho, Pikachu e Marlon se arriscassem no ataque.
Dado Cavalcanti deu mostras de que observou muito bem o Remo e seus muitos defeitos. Notou, por exemplo, que o time de Zé Teodoro costuma entrar desplugado e apático. Ao longo do campeonato, o Remo cansou de evidenciar esse déficit de atenção. O Papão entrou preparado para explorar isso e se deu bem.
O reinício da partida no segundo tempo premiaria a capacidade de observação do técnico do Papão, pois na primeira incursão bicolor rumo à área nasceu o penal infantil cometido por Jadilson. Pikachu converteu e o time passou a administrar inteligentemente o 2 a 0, tocando a bola e exasperando um atabalhoado Remo.
Sem encontrar um lugar para Bismarck, perdido entre os marcadores, e com Eduardo Ramos sobrecarregado com a dupla função de armador e atacante, o Remo mal trocava três passes. Expostos, os laterais Levy e Jadilson eram constantemente envolvidos pelas manobras de Pikachu, Jonathan, Veiga e Aylon. No centro da área, Ciro Sena e Igor João não escondiam a insegurança.
Imperturbável, o Papão conduzia a bola com passes curtos e rápidos, envolvendo todos os jogadores de meio e encontrando sempre alternativas pelos lados. O desenho de jogo, simples e óbvio, não era percebido por Zé Teodoro, que trouxe Flávio Caça-Rato para o lugar de Barreto. Rony substituiu Dadá. Como o time estava encaixotado pela melhor distribuição dos bicolores, nenhuma mudança de jogadores tinha como dar certo.
Quase ao final, Rafael Paty entrou no lugar de Bismarck para tentar o tradicional abafa. O Papão, acomodado, tocava a bola para os lados, deixando o tempo passar. Minutos depois, Levy foi empurrado por Romário e Paty bateu o pênalti, reanimando o combalido esquadrão azul.
O gol reanimou o Remo. Havia tempo para pressionar em busca do empate imerecido. Ocorre que quem chegou ao gol foi o Papão. Aproveitando-se de seguidos erros de passe nas laterais, Bruno Veiga, Pikachu e Jonathan voltaram a rondar com perigo a área.
Em jogada nascida de um arremesso lateral, a zaga hesitou na marcação, Jonathan foi mais rápido e a bola chegou a Bruno Veiga, que bateu rasteiro no canto direito de Fabiano. Festa da torcida do Papão, feliz com a partida impecável de seu time e as mexidas certas de seu técnico.

Veiga e Jonathan em tarde inspirada

O Papão jogou muito, fez por merecer o triunfo e isso deve ser atribuído ao excelente desempenho do conjunto, que se mostrou afiado e atento às orientações do técnico Dado Cavalcanti. Alguns jogadores, porém, estiveram em plano ligeiramente acima dos demais. Casos de Bruno Veiga, incansável nas investidas sobre a defesa remista; Augusto Recife, seguro como rocha em frente à zaga; e Jonathan, voltando aos bons tempos de quase meia-armador, esbanjando habilidade.
Veiga não perdeu uma disputa sequer com Levy e Alberto, seus marcadores mais constantes. Quase ao final, aplicou uma finta que fez Levy perder o equilíbrio e sair de campo. Marcou um gol em lance que combina bom posicionamento e perícia no arremate.
Jonathan foi quase perfeito atuando pelo lado direito do ataque, sem se descuidar do combate ao lado de Augusto Recife e Capanema, este mais dedicado a acompanhar Eduardo Ramos. No final da partida, antecipou-se aos dois beques do Remo e deu o passe para o gol de Veiga.
Augusto Recife fez o mais do mesmo. Quase não erra passes, mantém um estilo sóbrio e econômico, evitando se desgastar e ainda assim conseguindo impor marcação eficiente.
Do lado azulino, os melhores foram Fabiano, fazendo três excelentes intervenções; Bismarck, enquanto teve fôlego; e Eduardo Ramos, que, mesmo vigiado por Capanema e jogando sozinho, demonstrou lucidez e capacidade de organização.

Papão renasce e Leão corre perigo

Em termos de campeonato, a vitória renasce todas as esperanças do Papão, que agora só precisará se impor dentro da Curuzu contra São Francisco e Parauapebas para chegar à semifinal do returno. Mais que isso: tira a equipe da desconfortável rabeira na classificação geral.
Por ironia, todos os demais resultados da rodada favoreceram o Remo, que não conseguiu se ajudar e agora se encontra em situação aflitiva, pois terá que decidir sua classificação dentro da Arena Verde, em Paragominas. Não precisa ir muito longe para descobrir o quanto o Remo se atrapalha jogando lá, ainda mais tendo Charles Guerreiro no comando do PFC.
Com sete pontos, o Remo precisa vencer para ir à semifinal. Um empate pode até servir, dependendo dos outros jogos, mas a derrota praticamente decreta a eliminação e o fim do sonho de chegar à Série D.

30 de março de 2015 at 3:15 pm Deixe um comentário

CHUMBO GROSSO – Paulo Fernando – 27.03.15

- DESCULPAS E POTOCAS – Seja qual for o resultado do re x pa de domingo o certo é que os discursos já estão prontos, se o Paysandu ganhar o jogo rapidamente o técnico do Remo irá falar que a pressão dentro do elenco foi muito forte e que os salários atrasados e o extracampo prejudicou o desenvolvimento da equipe na partida pois a cabeça dos jogadores não estava boa, em contra partida se o Remo vencer o jogo o técnico do Paysandu vai dizer que as viagens e o cansaço do elenco influenciou dentro de campo, pois os jogadores estão com a cabeça divida em varias competições por isso o resultado negativo diante do seu maior rival, SERÁ QUE ELES NOS PARAENSES SOMOS BURROS, É BRINCADEIRA ESSES ROLANDOS LEROS.

– DEPRIMENTE E SOFRÍVEL – Que pelada ridícula aquela de ontem no mangueirão, deu sono o fraco futebol apresentado por Remo e Gavião valendo pelo parazão, as duas equipes conseguiram irritar os quase 4 mil pagantes que compareceram ao estadio olímpico na noite de ontem, foi duro identificar quem foi o pior.

– PAPÃO CONTRATA MAIS UM – Paysandu anunciou na noite de ontem a contratação do zagueiro que estava no Palmeiras. Thiago Martins já está em Belém e fará exames médicos antes de ser apresentado oficialmente no clube. Jogador foi campeão da Série B pelo Verdão em 2013, são os bicolores já se reforçando para série B.

– A PROMESSA É PARA HOJE – O APALERMADO presidente azulino prometeu pagar hoje os salários atrasados dos jogadores e funcionários do Clube do Remo, aqui vai um conselho ao APALERMADO que hoje infelizmente comanda os destinos do clube PAGA OS JOGADORES, QUEM AVISA AMIGO É.

– O CIRCO – Aconteceu na ultima quinta-feira uma reunião entre os envolvidos na organização do RE X PA, Ministério Publico, Federação, Torcidas Organizadas, Policia Militar, para definir a segurança do Clássico rei, SÓ QUEREM APARECER, TODO O RE X PA ESTE CIRCO É ARMADO E NADA É RESOLVIDO, PODEM ESPERAR, ASSALTOS, PORRADAS ENTRE OS DE SEMPRE, DESORGANIZAÇÃO TOTAL.

– NEM MELHOR NEM PIOR, APENAS DIFERENTE.

27 de março de 2015 at 2:48 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 27.03.15

Invencibilidade e sofrimento

Quem chegasse ao Mangueirão sem conhecer direito os times iria imaginar que o mandante era o Gavião, pois era quem tomava a iniciativa de atacar na maior parte do tempo. Como se fosse um time pequeno, o Remo tinha domínio, mas preferia ficar segurando o jogo atrás, à espera de um contra-ataque, estratégia normalmente de times visitantes e menos qualificados.
Depois que estabeleceu a vantagem, a situação piorou ainda mais para os quatro mil torcedores presentes, pois o Remo passou a se preocupar em segurar o resultado. E o que já era feio se tornou horroroso, com excesso de faltas, troca de passes a esmo e chutes tortos de lado a lado.
Vale observar que organização tática é algo que passa longe do desenho de jogo do atual time azulino. Há apenas uma concentração de jogadores à frente da defesa e um meio-campo que busca se movimentar, mas sem planejamento ou articulação. A única opção de chegada é o avanço de Eduardo Ramos e Bismarck com a bola dominada.
Por sorte, como ambos jogaram bem nos primeiros 45 minutos, o Remo estabeleceu a vantagem necessária para vencer a partida, acumular sete pontos no returno e se manter com boas chances de ir à semifinal. Fica a dúvida: se os dois meias-atacantes estivessem em noite pouca inspirada a vitória seria conquistada? Improvável.
No começo, o Remo foi superior. Reteve mais a bola e, como de costume, comportou-se bem do meio para a frente. Na defesa, porém, a história era sempre aflitiva. O mau posicionamento da zaga, principalmente da dupla central, inquietava o time inteiro. Os seguidos cruzamentos causavam um pandemônio.
Apesar disso, o Remo marcou logo aos 11 minutos, com Bismarck, seu mais desembaraçado homem de frente. Três minutos depois, cedeu o empate. Monga, aproveitando buraco deixado por Levy na marcação, marcou o gol do Gavião.
O jogo se desenrolava com boas chances para o Remo, mas a finalização deixava a desejar e a defesa sempre provocando sustos, mesmo depois que Yan substituiu Rafael Andrade, lesionado. Dois penais foram cometidos pela zaga do Gavião e o árbitro marcou o segundo, mas Eduardo Ramos perdeu – na verdade, o goleiro Urías fez grande defesa.
O Remo continuou em cima, mas se atrapalhava na má condução por Alex Ruan, que embolava no meio e visivelmente não conseguia dar conta da improvisação como meio-campista. Dadá então passou a acompanhar Ricardinho de perto, anulando o velocista que incomodava a defesa.
Pela insistência, o Remo acabou chegando ao segundo gol. Aos 38 minutos, Bismarck voltou a balançar as redes tranquilizando as coisas momentaneamente. Mesmo atuando com cautela exagerada, o time desperdiçou duas boas chances de definir o jogo.
Quando a bola rolou para o segundo tempo, a defesa remista voltou a aprontar das suas. Erros seguidos, pouca combatividade e muita sorte no cruzamento que passou por todo mundo e explodiu na trave de Fabiano.
Os minutos finais mostraram um Gavião aguerrido e confiante, procurando se aproveitar da timidez ofensiva do Remo. Às duras penas, a vitória (importantíssima) foi conquistada, a invencibilidade chegou a nove jogos, mas o torcedor tem motivos para ficar preocupado com o que viu.

Papão: um tropeço que não estava nos planos

Com apenas três pontos no returno, o Papão elegeu o confronto contra o Independente como prioritário para encaminhar a arrancada rumo à classificação para a semifinal. Pela firme resistência do time interiorano, esses planos acabaram frustrados no estádio Navegantão.
O começo lembrou o jogo de Castanhal, quando o Papão teve ampla superioridade enquanto o campo estava seco e permitia a troca de passes em velocidade. Na ocasião, o gol saiu logo e a reação do adversário na etapa final não foi suficiente para impedir a vitória.
Anteontem, porém, a coisa foi bem até a paralisação em função da falta de energia. Depois, veio o sufoco. O Papão não tinha estabelecido vantagem e enfrentou imensas dificuldades em conter a empolgação do Independente nos instantes finais do primeiro tempo.
O Independente voltou para o segundo tempo com o mesmo ímpeto e fez seu gol logo aos 9 minutos, em cabeceio de Dudu entre os zagueiros do Papão. Logo depois, outro gol em cruzamento vindo da linha de fundo. Joãozinho, sozinho na pequena área, tocou para as redes.
Em menos de 20 minutos, o Galo conseguiu desmontar o sistema defensivo do Papão e poderia ter feito mais dois gols, em lances com Douglas e Daniel Piauí. O primeiro forçou um erro do zagueiro Willian Alves, que desviou a bola na trave de Andrey. Depois, Piauí mandou bola perigosíssima que o goleiro Emerson espalmou para escanteio.
O Papão só conseguiu se reequilibrar nos 15 minutos finais, quando o Galo recuou, cedendo espaços no meio-campo. Só então Carlinhos, Jonathan e Djalma (que substituiu a Radamés) conseguiram jogar. Pikachu e Jonathan quase marcaram, mas não havia muito tempo para engatar uma reação.
Uma atuação ruim dos bicolores, prejudicada pelo estado do gramado e complicada pelo aplicado desempenho do Independente, sempre determinado a garantir os três pontos.

Viagem valoriza conforto e faz bom uso do marketing

A derrota impediu que se valorizasse adequadamente a iniciativa da diretoria do Papão, que mandou a delegação para Tucuruí em voo fretado. Além da ousadia, uma decisão acertada, pois livra os jogadores de uma viagem normalmente cansativa.
Mais que isso: o gesto revela boa estratégia de marketing e sinaliza para a modernização dos procedimentos, colocando o representante paraense na Série B no patamar dos grandes clubes, que se utilizam do mesmo expediente para garantir mais conforto aos seus atletas. Este é o caminho.

Vitória segura e merecida sobre a França

Apesar da dependência (ainda) excessiva de Neymar em muitos momentos, o Brasil de Dunga venceu a França no melhor amistoso da fase preparatória para as eliminatórias. Com jogadores bem ajustados ao esquema, o time equilibrou o primeiro tempo e se soltou no segundo. Neymar, Marcelo, Felipe Luís e Oscar foram os melhores, juntamente com o paredão Jefferson lá atrás.

27 de março de 2015 at 2:32 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 26.3.15

POSITIVO – Impressionante a temporada 2015 do Independente-Tucurui: invicto em casa, já ganhou 1º turno do Parazão, vivo no 2º turno e lider geral do certame com 16 pontos. Mérito para Lecheva e Deley Santos!

NEGATIVO – Descabida rejeição da dupla RE-PA ao árbitro Dewson Freitas. E ele será 4º árbitro domingo (o 1º dos dois substitutos) e qualquer mal-estar de Raphael Claus-FIFA-SP, ele assume a partida. Interessante!

Lá e Cá

Alberto, volante do Remo, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo; no Bola na Torre (RBA HD TV e Rádio Clube), Guilherme Guerreiro, Gérson Nogueira, Giuseppe Tomaso e o convidado Ronaldo Porto.

Pra variar ingressos do Leão Azul do RE x PA só hoje à tarde; bicolor Radamés só tem dos cartões no Parazão (outro foi na CopaVerde) e pronto para domingo.

Ex- basquetebolista de renome Paulo Seráfico aceita apelido Manguerinho, mas recomenda um destes três nomes para novo ginásio estadual: João Braga Farias Jr (basquetebol), João Pires Texeira (voleibol) e Oscar Videira (futsal).

Repetimos: ano que teve mais RE x PA foi em 1967, num total de 17; Ascom-SEEL confirma que nos 37 anos de Mangueirão, Remo venceu 67 super clássicos, Paysandu 51 e 74 empates, num total de 192 partidas.

Atacante Rony, que ganhou carro e aumento salarial é dono de 35% do seu passe. Os outros 65% são do Remo; Castanhal deve ter cuidado com seu patrimônio (CT), pois rebaixado perigo é pipocar ação trabalhista.

Meia Cariri e atacante Wegno de volta ao Independente no jogo fundamental de amanhã quando visita o Paragominas. Depois terá duas partidas em casa diante do Tapajós e Gavião.

Goleiro Emerson já merece o aposto de Andrey (se contunde muito) no Paysandu e não será novidade se isso acontecer domingo, com o garoto Paulo Vitor (17 anos) no banco de reservas.

Média de público do Remo na Copa Verde é de 6.976, do Paysandu 5.589 e dos dois 6.282. Já dos outros semifinalistas, Luverdense registra 525, Cuiabá 707 e a dupla 616. Viva o torcedor paraense!

Será o RE x PA número 730, 253 triunfos azulinos (940 gols), 229 do Paysandu (935 tentos) e 247 empates. Clássico mais jogado no mundo!

HOMENAGEM – José Augusto da Silva, o Ita, ex- goleiro do Vasco, Remo (1965, inclusive na antiga Taça Brasil), América-RJ e Ceará nos anos 60. Aposentado, 76 anos, mora na Ilha do Goverador, no RJ.

27 de março de 2015 at 2:27 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.3.15

POSITIVO – Grêmio Literário Portiguês quebrou hegemonia da Assembleia Paraense e seu atleta Mateus Rosa ganhou a Taça Cidade de Belém de Boliche. Viva o Grêmio! Alô, presidente Mário Paiva!

NEGATIVO – Na revitalização do Baenão para o 2º semestre não será contemplado o setor das cadeiras e camarotes prometidos pelo ex-presidente Zeca Pirão. E como ficam os adquirentes? Apelar pra quem?

Lá e Cá

Paysandu e Independente se enfrentarão hoje pea 15ª vez. São 7 vitórias bicolores (32 gols), 5 empates e 2 triunfos do Galo (26 tentos). Time da Energia não terá Cariri e Wegno, entrando Daniel Piauí e Douglas Tandu.

Dewson Freitas apitará hoje clássico santareno S. Francisco x Tapajós, que se enfrentarão pela 1ª vez. Técnico do Leão Mocorongo anuncia 4 atacantes e do Boto nada menos que 5. Pago pra ver!

Por sinal, Dewson Freitas apitrá 1º jogo da semifinal da Copa Verde, Luverdense x Cuiabá, dia 5.4, equanto o Wagner Reway-MS estará no RE x PA. Na volta, dia 19.4, tudo indica arbitragem invertida. Aguardemos!

Em 2014, foram 10 RE x PA, 3 vitórios do Papão (12 gols), 1 do Leão Azul (10 gols) e 6 empates. Média de público de 16.632, tendo o azulinos apurado líquidos R$ 2.052.883 e o bicolores R$ 1.616.739,00.

Como cada um cuida da sua venda, média remista foi 8.960 expectadores e alviazul 7.672. Joelson Cardoso e Dewson Freitas apitaram duas das 10 partidas. Para domingo cada qual terá 17.500 ingressos à venda.

Tomara as fortes chuvas de ontem em Belém e Tucuruí não voltem hoje para atrapalhar voo fretado do Paysandu. Seria prudente sair um pouco mais cedo. Bruno Veiga poupado e ataque deverá ser Aylon-Souza.

Antes do RE x PA de domingo, Futebol Americano sábado de manhã no Mangueirão (8h) com a seletiva do Outlan Soldiers. Desperta curiosidade!

Vânderson a atração do Cametá hoje em sua terra, Castanhal; repito que Rony-Val Barreto é o melhor ataque para o Remo, que amanhã não terá Alberto e Ciro Sena frente ao Gavião.

Mosqueiro ainda festeja conquista por equipe da Associação Carlos Trindade do Campeonato de Estreantes de Boxe Olímpico disputado no Mormaço, em Belém. Foi a 1ª vez que isso ocorreu para “Bucólica”.

HOMENAGEM – Roberto da Costa Maués, o Beto, ex- meia direita do Remo, Paysandu, Tuna, Ceará, Guarani-SP e Botafogo-RJ nos anos 80-90. É funcionário da Agência Presidente Vargas de Banco Federal em Belém.

25 de março de 2015 at 4:40 pm Deixe um comentário

CHUMBO GROSSO – Paulo Fernando – 24.03.15

- UM VERDADEIRO DESASTRE – Quem te viu Japiin da estrada, quem não lembra do Castanhal velho de guerra brigando e dando trabalho no parazão, para os considerados grandes do nosso futebol, hoje a equipe de castanhal esta praticamente rebaixada para segundinha do paraense, QUE VERGONHA.

– CACHIMBO DA PAZ FOI FUMADO – Nada que uma boa conversa não resolva, o Presidente azulino com seu estilo meio PALERMA de ser esteve no baenão na tarde de ontem e conversou com o elenco azulino sobre atrasos de salários e despejos de alguns jogadores, mesmo LENTO e ainda falando que se deu certo não concentrar para o jogo contra o Princesa e que o clube poderá até adotar isso como medida natural para um futuro, O PALERMA prometeu pagar os jogadores na próxima sexta-feira que antecede o clássico REI, QUEM AVISA AMIGO É PINÓQUIO LISO PAGA OS JOGADORES.

– LECHEVA TEM PROBLEMAS – O técnico do galo elétrico tem problemas para enfrentar o time bicolor, a equipe de Tucuruí não vai poder contar com o meia Cariri e com o atacante Wegno ambos estão suspensos com três cartões amarelos, agora Lecheva tenta a todo custo achar dentro do seu elenco peças de reposição que não deixem a peteca cair, TÁ PEGANDO PRETO.

– MEDIDA ACERTADA – A diretoria bicolor anunciou na tarde noite de ontem que o grupo que irá a Marabá nesta quarta-feira, fará a viagem de avião fretado para o sul do Pará, bela medida tomada pelos dirigentes alvi-celeste, já que o Paysandu vem em uma verdadeira matona de viagens entre Paraense, Copa Verde e Copa do Brasil, É O QUE SEMPRE FALO QUANDO MERECEM ESTAMOS AQUI PARA ELOGIAR, PARABÉNS.

– E AGORA – O Paysandu entrou com um documento ontem na FPF vetando o nome do arbitro FIFA do estado do Pará para o RE X PA do Parazão no domingo, até ai tudo bem, agora só quero ver se na Copa Verde a CBF escalar o Dewson Silva, como vai ficar a cara dos dirigentes que querem mandar até na arbitragem.

– NEM MELHOR, NEM PIOR APENAS APENAS DIFERENTE.

24 de março de 2015 at 7:26 pm Deixe um comentário

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