BOLA PRA FRENTE – Claudio Guimarães – 26.4.15

Entrevista com ex-meia esquerda Purifica do Clube Júlio Cesar e Paysandu.

Onde começou?

No Clube Júlio Cesar, fui juvenil, aspirante e chegando ao profissional. Em time pequeno quando se tinha condição logo ia para o time principal.

Quanto tempo no Clube Júlio Cesar e técnico?

De 1960 a 1962 ao comando de Arleto Guedes.

Como chegou ao Paysandu?

Eu como meia, Nonato volante e Vila atacante tinhamos nos destacado no Júlio Cesar, em 1962, e o técnico Gentil Cardoso, do Paysandu, recomendou nossa contratação.

Como foi a passagem pelo Paysandu?

Joguei lá temporadas de 1962-63, ganhando algum destaque, mas sem chance de barrar Quarentinha, o dono da posição. Interessante é que eu e ele chegamos a ser convocados juntos para Seleção Paraense.

Melhor técnico que conheceu?

Cito quatro: Arleto Guedes, Aloísio Brasil, Arlindo Louchards e Gentil Cardoso.

Melhores jogadores do Pará no seu tempo?

Alfredo Bolão (Júlio Cesar), Vila, Quarentinha, Maurício, Carlos Alberto Urubu e Ercio (Paysandu), Isaias, Socó, Neves e Chaminha (Remo).

Lembra do time base do Júlio Cesar?

Apinagés, Zé Maria, Rafael, Daniel e Nato, Nonato e Eu, Tavor, Vila, Alfredo Bolão e Sinhô.

E o Paysandu daquela época?

Jorge Baleia, Oliveira, Zé Ferreira, Maurício e Edilson, Mangaba e Quarentinha ou Eu, Nhoca ou Catote, Vila, Carlos Alberto Urubu e Ércio.

Melhores atualmente no Pará, Brasil e no Mundo?

Pikachu, William (Cruzeiro-MG), Messi e Neymar.

Diferença do futebol de ontem para hoje?

Absurda. Hoje corre muito dinheiro, há muito preparo físico e psicológico, além da boa estrutura na maioria dos clubes. No meu tempo se trabalhava, treinava menos e o diretor completava com salário mínimo.

E que fez ou faz depois que parou com futebol?

Fui bancário 14 anos, inclusive Vice- Campeão Brasileiro Bancário com a Seleção Paraense, em Santa Catarina. Sou funcionário do CREA-PA há 23 anos.

Ainda vai aos estádios?

Algumas vezes. Futebol de hoje não tem mais o romantismo e a tecnica apurada de antes. Prefiro curtir minha querida Ilza Pereira, mulher e companheira de 50 anos.

26 de abril de 2015 at 6:26 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 26.04.15

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Vamos falar da Decisão do Returno do Parazão
Entre Remo e Paysandu. Guerreirão no comando e as
participações dos companheiros Valmir Rodrigues, Gerson
Nogueira, o convidado será do Time Campeão do Returno,
Volante Ilailson do Remo ou Lateral Pikachu do Paysandu.
Quem será? Mande sua participação pelo @bolanatorre.
NOVO REMO…

Assim como no Paysandu o Clube do Remo precisa de renovação e mentalidade moderna visando o crescimento administrativo da instituição. E pra ser novo tem que renovar. Anotem estes nomes: André Cavalcante, Fábio Salgado, Fábio Cebolão, Paulo Mota Filho, Carlo Teixeira, João Moscoso, Raimundo Sodré entre outros. Remistas do bem e que em breve serão lançados ao Conselho Diretor azulino. Isso é renovar…

CONSELHO…

Independente do resultado no clássico de hoje contra o Paysandu, muita coisa pode mudar na diretoria azulina. Comissão formada no Conselho Deliberativo que apura as denuncias contra o Presidente Pedro Minowa pode dar o parecer final. Vários integrantes do referido Conselho foram ouvidos em depoimento e confirmaram as irregularidades, entre elas o contrato da Nação Azul. Venda do atacante Rony também foi questionada, pois havia um documento proibindo a venda de qualquer atleta sem aprovação do Conselho. Batata do Presidente Pedro Minowa e seu Vice Henrique Custódio ta assando…
CONEXÃO PAPÃO…

Programa apresentado pelo jornalista Jorge Luiz Rodrigues (Toti) neste domingo na Radio Clube do Pará, irá ao ar de 9 as 9:45 da manha. Participação da TV Papão, entrevistas ao Vivo na Concentração Bicolor e a presença de uma das novas contratações do Paysandu para a Serie B. Produção do Departamento de Marketing Bicolor…Na sequencia a Maior e Melhor Cobertura pra RexPa com o Timão Campeão. Todo mundo ligado…

26 de abril de 2015 at 6:20 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 26.04.15

A batalha final

Bruno Veiga brilhou nos dois clássicos vencidos pelo Papão. Roni foi fundamental no Re-Pa da redenção azulina, sábado retrasado. Por motivos diferentes, ambos estão fora do jogo deste domingo, válido pela decisão do returno do Parazão. Sem seus mais agudos homens de frente, os técnicos Dado Cavalcanti e Cacaio reorientam sua programação tática e devem concentrar forças na meia-cancha de seus times.
Com isso, cresce naturalmente a importância de meias-armadores criativos. No Papão, Jonathan e Carlinhos devem assumir essas funções. Do lado azulino, a dupla já está definida: Eduardo Ramos e Ratinho. Nos últimos jogos, Ramos e Ratinho têm mostrado bom entrosamento, o que tem rendido ao Remo boas atuações a partir do meio-de-campo.
O Re-Pa, porém, como todo grande clássico, se pauta por regras não escritas. E isso vem de longe. Inúmeros confrontos foram decididos de maneira contrária ao que as projeções indicavam. O fato de a meiúca azulina parecer mais consistente hoje não é garantia de êxito pleno quando a bola rolar. É, quando muito, um indicador.
Sofre um pouco mais Dado Cavalcanti na readequação das peças ofensivas porque, sem Veiga, poderá ser obrigado a escalar uma dupla que ainda não entrou jogando no Parazão. Caso, por exemplo, de Souza e Leandro Carvalho ou Souza e Érico Jr. Daí a possibilidade maior de utilização de Aylon, tendo Souza ou Leandro como parceiro.
Cacaio, curiosamente, tem todos os titulares à disposição, fato rato nas semanas recentes. Sua maior dor de cabeça, em tese, está na lateral-direita. Por ali já atuaram o titular Levy e os improvisados Dadá e Ilaílson. A princípio, Levy deve ser o escolhido, embora no último Re-Pa o técnico tenha deslocado Ilaílson para fechar a passagem para Bruno Veiga.
Sem Veiga do outro lado, Ilaílson talvez seja designado para outra tarefa de natureza estratégica, como vigiar Pikachu de perto. Pela esquerda, Alex Ruan também é o preferido, mas Jadilson pode ser lançado de última hora ou no decorrer da partida.
Quanto ao sistema defensivo, a dúvida de Dado Cavalcanti se concentra na lateral-esquerda, onde a instabilidade de Marlon deve abrir lugar para Caio ou o improvisado Romário. À frente da zaga, Augusto Recife será a peça de referência, como sempre. Ricardo Capanema estará por ali também, mas se ocupando de policiar Eduardo Ramos, como aconteceu sempre que os dois times se enfrentaram desde o ano passado.
Promessa de um jogo mais tático do que os anteriores. O Remo, que cresceu em vibração e garra sob o comando de Cacaio, deve ser mais contido desta vez. Com o seu calendário de segundo semestre em jogo, dificilmente usará da mesma fúria ofensiva mostrada no último Re-Pa. Como é improvável que o Papão também se lance agressivamente ao ataque, a tendência é de um confronto morno, pelo menos no primeiro tempo.
Diante desse quadro, resta esperar que as audácias individuais superem os excessos de cuidados dos esquemas.

Investigação avança sobre máfia dos ingressos

A eterna caixa-preta da venda de ingressos nos jogos de futebol em Belém pode estar em vias de ser aberta através de investigações puxadas pelo Ministério Público Estadual. As primeiras conclusões indicam o envolvimento de funcionários e até dirigentes da dupla Re-Pa com o esquema.
Promotores que estão à frente das apurações avaliam que as duas diretorias precisarão agir, tomando providências drásticas, caso queiram de fato estancar a sangria nas finanças. Como bilheteria de jogos ainda responde por mais da metade da receita dos dois velhos rivais, é fundamental frear a ação dos envolvidos na tramoia.
Vale aqui o dito consagrado por Don Vitor Corleone em “O Poderoso Chefão”: é preciso manter os amigos por perto e os inimigos mais perto ainda. O aparato de vigilância e fiscalização só será eficiente se considerar os agentes internos, que há tempos solapam os lucros dos clubes, desviando ingressos e permitindo também a distribuição de bilhetes falsificados.
É uma grande oportunidade que se abre para a moralização do sistema de comercialização de ingressos, área que há tempos desperta desconfianças e sofre reiteradas denúncias por parte dos torcedores. O problema é saber se o propósito moralizador da investigação terá força capaz de dobrar os bolsões de resistência que se mantém fortes nos dois lados da Almirante Barroso.

Jobson e a misteriosa coincidência

Como nada acontece por acaso, quis o destino que os passos do Botafogo fossem atrapalhados na reta final da disputa do Campeonato Carioca. De repente, a Fifa anuncia a suspensão sumária do atacante Jobson por quatro anos, por ter se recusado a fazer o exame antidoping quando jogava ainda no futebol árabe.
Todo mundo sabe – até o Manequinho lá de General Severiano – que Jobson é useiro e vezeiro em complicações do gênero. O que causa certo espanto é a sentença sair justamente a dois dias da primeira partida decisiva do título estadual no Rio.
Há uma grande distância entre os tribunais da Fifa e as montanhas da Cidade Maravilhosa, mas é sempre bom lembrar que o futebol brasileiro tem se especializado em desmentir a lógica, principalmente no que diz respeito a malandragens de bastidores.

Bola na Torre

Guerreiro comanda a atração esportiva campeã de audiência nas noites de domingo. Na bancada, Giuseppe Tommaso, Valmir Rodrigues e este escriba de Baião. Como convidado, um jogador do time campeão do returno. Se for o Papão, Pikachu. Se der Leão, Ilaílson.
O Bola na Torre começa por volta de 00h10, logo depois do Pânico na Band.

26 de abril de 2015 at 6:12 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 25.04.15

Gestão para estancar a crise

Uma comissão de conselheiros foi montada para executar um plano de emergência, a fim de garantir o pagamento dos salários aos jogadores, comissão técnica e funcionários do Remo. A medida foi anunciada ontem à tarde em reunião no estádio Baenão. A “intervenção branca” dos conselheiros visa solucionar o grave problema da ausência da diretoria e o sucessivo descumprimento de acordos financeiros com os jogadores.

Às vésperas do Re-Pa que decidirá a sorte do Remo no restante da temporada, o Condel decidiu sair do imobilismo e partiu para a ação concreta. Antes tarde do que nunca. A ideia de intervir já havia sido aprovada, por unanimidade, antes do Re-Pa do segundo turno, vencido pelo Papão por 3 a 1.

Diante dos últimos acontecimentos, o próprio presidente do Conselho Deliberativo, Manoel Ribeiro, tomou a iniciativa de repassar ao Conselho Fiscal a responsabilidade pela renda do jogo de domingo.

Ribeiro tomou a frente dos entendimentos com os jogadores. A presença dos conselheiros no Baenão sufocou uma nova crise envolvendo o elenco. Havia sido prometido pela diretoria o pagamento dos salários de março, mas os dirigentes sumiram do clube nos últimos dias, irritando atletas e comissão técnica.

Pelo que ficou acertado no encontro, a comissão de gestão financeira (com a participação do advogado e conselheiro André Cavalcante) ficará responsável pelo recolhimento das rendas que o clube conseguir nos próximos jogos. Em seguida, repassará os valores devidos aos jogadores, mediante recibos.

Além de Ribeiro e os demais conselheiros, a reunião teve a participação do do ex-presidente Zeca Pirão, derrotado nas últimas eleições. Pirão compareceu à reunião, prontificando-se a ajudar também.

Segundo um conselheiro que manteve contato com a coluna ontem à noite, a essa altura qualquer ajuda é bem-vinda. Isso inclui também a participação dos torcedores, que vêm organizando coletas em dias de jogos do Remo e já efetuaram dois pagamentos a funcionários que estavam com salários atrasados.

A comissão instituída para administrar a crise financeira já dispõe de R$ 160 mil para pagar os salários. Os valores foram obtidos junto a abnegados do clube e da parte inicial da venda de ingressos para o clássico.

Enquanto os conselheiros conversavam com os jogadores, o presidente Pedro Minowa acompanhava o sorteio da arbitragem para o Re-Pa, função que não lhe cabe.

Há no Baenão quem garanta que o presidente irá renunciar ao cargo nas próximas horas. A conferir.

Bandeirinha desfalca o clássico-rei

Em cima da hora, a bandeirinha Nadine Bastos saiu da escala de arbitragem para o Re-Pa. Loira e badalada pelo visual sexy, a assistente foi designada para bandeirar em Coruripe. Uma pena. Seria uma atração a mais no jogo. Segundo a interpretação de alguns experts, é baixa mais grave que as ausências de Bruno Veiga e Roni.

Direto do blog

“Sobre Roni, basta lembrar o caso Moisés e da forma que ele saiu, mas não é exatamente sobre o fracasso da sua saída que quero chamar a atenção e sim ao fato de que nossa torcida e os nossos cartolas esquecem esses fatos, pois Moisés foi chamado ainda assim de volta ao Papão. (…)

Caso mais recente é o do Rogerinho que este envolvido na vergonhosa goleada que o Paysandu levou, e cá está ele de novo, tudo indica que torcedor e Dirigentes tem memória curta, se der errado lá fora logo logo Roni está em Remo ou até mesmo no Papão.

Quando ao Pedro Minowa estão pegando ele pra Cristo, pois no Remo nunca gostaram dele, por que não expulsaram o Amaro Klautau enquanto este era presidente e queria vender o estádio? E o dinheiro da reforma do Baenão por que ninguém tá cobrando o Pirão, que deixou o estádio em estado deplorável? Minowa tem seus erros, só que esse é mais um caso da justiça dos homens, que condena uns e perdoa outros”.

João Pablo, sobre a novela Roni e o cerco a Minowa.

Reunião celebra o efeito Vampeta

As “organizadas” mostraram de novo sua força perante as autoridades da área de segurança. Em patética reunião realizada na tarde de ontem, cerca de 30 representantes de facções de Remo e Paissandu foram recebidos e ouvidos (a sério!) pelos comandantes do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE) acerca das orientações definidas para a segurança no clássico de amanhã, no estádio Jornalista Edgard Proença.

Pura perda de tempo. Marketing para efeito externo. Efeito Vampeta: PM finge que orienta, “organizados” fingem que obedecem.

Reuniões dessa natureza já se mostram improdutivas há anos, pois os líderes das gangues não controlam seus “soldados” mais radicais, que agem criminosamente antes, durante e depois dos jogos.

O comando fala em campanha pela paz, mas o discurso é tão desgastado que nem os próprios militares levam isso a sério. A principal consequência do encontro é que os próprios “organizados” ficaram inteirados dos planos montados pela PM para policiar a área em torno do estádio.

Seria cômico se não fosse trágico.

Papão importa mais um veterano

Fahel, que atormentou a torcida do Botafogo durante anos e depois defendeu o Bahia, é o novo reforço do Papão para a Série B. Vai se juntar a Souza e Radamés, dois outros veteranos com alta quilometragem. Aos 33 anos, Fahel tem o mesmo nível de vários volantes medianos do nosso futebol, com a desvantagem de custar bem mais caro. A conferir.

25 de abril de 2015 at 5:41 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 24.04.15

Roni e as muitas raposas

Como o carnaval, toda a marola em torno da saída de Roni e sua transferência para o Cruzeiro terminou na quarta-feira. A novela se arrastava há semanas, com desmentidos sucessivos por parte do jogador e dos dirigentes, mas acabou desvendada – da pior maneira – com a recusa do atleta em jogar a semifinal do returno contra o Paragominas, na terça.
O desgaste poderia ter sido evitado se houvesse um mínimo de profissionalismo de parte a parte. Tanto o staff de Roni quanto a diretoria do Remo, esta bem mais, saíram perdendo na história.
Ao decidir deixar o clube, direito inalienável seu diante do não cumprimento de acordos celebrados em fevereiro, Roni podia ter escolhido o caminho da transparência, anunciando publicamente o que estava ocorrendo (inclusive as lambanças da cúpula remista).
Abandonar o barco horas antes de um jogo importante foi atitude inadequada e antipática, que pode ter consequências ruins lá na frente. O futebol é pródigo em idas e vindas. Negócios que parecem maravilhosos se desmancham em questão de meses e tudo pode voltar ao ponto de partida.
Roni tem apenas 21 anos. Tem todo o direito de aproveitar a oportunidade surgida, que nem sempre se repete nesse ofício tão difícil, mas devia se preocupar com a torcida. Tinha razões para estar aborrecido com os cartolas, porém devia avaliar que dirigentes não são definitivos – a paixão do torcedor, sim.
Pelo lado dos dirigentes, a negociação com o Cruzeiro foi conduzida de forma desastrosa e quase amadora. Encaminhar a negociação e tratar com os dirigentes mineiros sem dar ciência aos pares de diretoria e aos conselheiros configura total menosprezo pelas regras democráticas de convivência dentro do clube.
Não se discute os valores da transação – irrisórios para os padrões nacionais, aceitáveis para a prática local –, mas a maneira como o negócio foi feito. Pelo novo estatuto azulino, cabe ao presidente informar ao Condel sobre qualquer assunto que represente risco de perda (financeira ou patrimonial) para o clube.
Pedro Minowa ofereceu ainda mais combustível aos seus detratores e ajudou a fortalecer a posição dos que defendem seu afastamento da presidência. É pouco provável que isso ocorra de imediato, até para não tumultuar a vida do clube em momentos decisivos no Campeonato Paraense e na Copa Verde. Mas, pelo clima de indignação reinante entre os conselheiros, é certo que corre sérios riscos de não completar o mandato.
Quanto à carreira de Roni, a mudança para um grande clube já era esperada. Ele se destacou nos últimos dois campeonatos estaduais, após ganhar chance pelas mãos de Agnaldo de Jesus. No Cruzeiro, terá condições de aperfeiçoar fundamentos que ainda não domina, como a finalização, e contará com o suporte adequado para reforço de musculatura e consolidação das potencialidades físicas.
Mesmo com os erros de condução no desligamento do clube e o pouco cuidado com a própria imagem, Roni merece a chance que caiu do céu. Permanecer no deficitário futebol paraense seria um atestado de burrice. Que ganhe chances de mostrar o bom futebol que já conhecemos e que tenha muita sorte.

Papão renasce para uma final épica

Foi por um triz. O jogo em 0 a 0 se arrastou nervosamente, Bruno Veiga perdeu a elegância e Célio Codó saiu prematuramente. Com ambos em campo talvez o placar tivesse sido movimentado. Papão voltou a mostrar insegurança. Nem mesmo as presenças de Pikachu e Jonathan foram suficientes para recuperar a confiança perdida.
A vitória veio nas penalidades, com mais tensão e nervosismo para a pequena torcida que compareceu ao Mangueirão. O triunfo foi comemorado por ter tirado um peso das costas de toda a equipe, agora focada na decisão de domingo contra o maior rival.
O Papão, que segue sem marcar gols desde aquele 9 a 0 sobre o São Francisco, tem a grande chance de se reabilitar e fazer a Fiel esquecer o dissabor da eliminação na Copa Verde.

Uma dúvida que jamais será respondida

Quando o árbitro puniu Bruno Veiga com o cartão vermelho, corretamente, depois de acintosas reclamações, foi inevitável pensar em Dewson Freitas, que tinha sido sorteado inicialmente para a partida e depois foi chamado pela Conmebol para trabalhar em jogo da Sul-Americana.
Caso ele expulsasse Veiga, nas mesmas circunstâncias, será que a decisão seria respeitada e acatada como foi a do goiano Wilton Sampaio? Nunca saberemos, mas tenho cá minhas dúvidas.

Direto do blog

“Sempre defendi a posição que o Remo é maior que tudo. Não somos partidos políticos que querem o poder a qualquer custo. Quem perde a eleição no Clube deve obrigatoriamente unir-se aos eleitos. Para mim, pouco me importa quem é o presidente. Quero que ele sempre brilhe, pois nós, parte do Fenômeno Azul, é que ganhamos com as alegrias que merecemos. E o pior é que a intriga impera e prospera dentro das hostes vencedoras, como acontece presentemente”.

Ronaldo Passarinho, grande benemérito do Remo, em entrevista ao blog campeão.

24 de abril de 2015 at 3:04 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Claudio Guimarães – 24.4.15

POSITIVO – Hoje, 30 anos da conquista da Série B (Taça de Prata) pela Tuna (1º título nacional do Pará). Também 12 anos da vitória do Paysandu em La Bombonera sobre o Boca (1×0-Iarley). Bons tempos!

NEGATIVO – Presidente do Paysandu declarou na Rádio Clube que vai avaliar a permanência de Leandro Cearense, por ter sido aposta sua. Isso não é função do técnico? São essas coisas que eu não entendo!

Lá e Cá

Purifica, ex- meia esquerda do Clube Júlio Cesar e Paysandu nos anos 60 meu entrevistado Bola Pra Frente do domingo. Convidado do Bola na Torre, Ilailson ou Pikachu, dependendo de quem ganhar o RE x PA.

Foi o 1º empate do Paysandu no camponato contra o Parauapebas. Já o Trem de Ferro, alé da maior pontuação (22), foi quem mais jogou (12), perdeu menos (2) e tem melhor defesa (9 gols).

Tanta zoada e o Parauapebas terminou ficando mesmo com metade da renda líquida (R$ 12.261,50) da mini arrecadação de 4ª feira.

Ingressos confeccionados aqui mesmo em Belem e já à venda desde hoje para o RE x PA aos preços convidativos de 40 reais arquibancada e 80reais a cadeira. Renda passará de 1 milhão!

Nos 3 super-clássicos oficiais já jogados (2 da Copa Verde e 1 do Parazão), Paysandu colocou 31.859 pagantes, 8.164 a mais que o Remo (23.695). Domingo reverte? Média de público nas 3 partidas 18.518 e de renda R$ 437.518,00.

Advogado André Meira de volta ao Remo para cuidar só das causas trabalhistas. Vai procurar centralizar as demandas numa mesma vara.

Paysandu contratou mais um lateral esquerdo, João Lucas, 23 anos, ex-Penapolense e nada de lateral direito para fazer sombra a Pikachu. Elanardo acertou tudo e já se mandou. Outros tomarão seu rumo!

Domingo o RE x PA número 733, 254 vitórias do Remo (943 gols), 231 do Paysandu (937 tentos) e 247 empates.

Pedro Minowa poderá de transformar no Remo no primeiro presidente cassado, mas Campeão da Copa Verde e do Parazão. Aguardemos!

HOMENAGEM – Clayson Rubens Dantas Queiroz, o Clayson Rato, ex- atacante do Sport Belém, Tuna, Paysandu, Marília, Sport-PE, Joinville, Gama, CSA, Canadá, Peru, Rio Branco-SP, Mixto-MT, Murici-AL e Tocantinópolis-TO. Começa projeto de escolinha em ex-jogador Jayme.

24 de abril de 2015 at 3:00 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Claudio Guimarães – 23.4.15

NEGATIVO – Quando noticiei nesta coluna que destino de Rony era o Cruzeiro-MG fanáticos azulinos me bombarderam; do ex-diretor Miléo: “saio decepcionado com o nojento mundo do futebol”. É podre mesmo!

Lá e Cá

Rony é leite derramado no Baenão e o correto é valorizar Sílvio, velocista e de tanto potencial quanto o atacante, agora cruzeirense. Os 321 mil a entrar servirão para pagar jogadores.

Cuidado agora dos azulinos tem de ser com as jóias Igor João, Ameixa (nem tem procurador) e Silvio. Apresentação oficial de Rony, no Cruzeiro, na sexta e contrato de 3 anos. Empresário Hércules Jr, que investiu nele, acha chegará à Seleção Brasileira.

Independente esperando adversário para decidir o Parazão no dia 3.5, desde 12.4. Isso não é bom, porque já dizia o consagrado craque Didi que “treino é treino, jogo é jogo”.

Adiado para 29.4 lançamento dos novos uniformes do futsal do Remo com a presença de Gracyane Barbosa.

Diretoria do Paysandu esperando momento oportuno para anunciar mais três contratações. Urge um goleiro de respeito para Série B!

ABC, adversário do Paysandu na Copa BR mantendo base que ganhou 2º turno potiguar: Saulo, Reginaldo, Suéliton, Leandro Amaro e Lima, Fábio Bahia, Michel e Erivélton, Cichelete, Felipe Alves e Kayke. Tec. Josué Teixeira.

Goiás, na final do Goianão domingo contra Aparecidense e que pegará o Independente: Renan, Everton, Felipe Macedo, Alex Alves e Juliano, Rodrigo, David, Esquerdinha e Felipe Menezes, Érik e Ruan. Tec. Helio dos Anjos.

Cuiabá vem jogando estadual do MT com time misto esperando final da Copa Verde frente ao Remo. Base: Wiliam Alves, Gean, Ricardo Braz, Egon e Maninho, Bogé, Felipe Blau e Raphael Luz, Caique, Felipe Alves e Nino Guerreiro. Tec. Fernando Marchiori.

Artur Oliveira convidado para técncio do Vasco-AC e promover reviravolta no estadual; presidente da FPTM empolgado com o sucesso da 1ª fase do campeonato em Barcarena. Destaque para David Gabriel (CMB).

HOMENAGEM – Adalberto Martins Moraes, o Beto, ex- goleiro do futsal do Paysandu de 1973-81. Antes jogou no juvenil de campo bicolor. É diretor de Tecnologia de Informática do Tribunal de Contas do Amapá.

23 de abril de 2015 at 1:03 pm Deixe um comentário

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