Archive for abril, 2010

COISAS DO FUTEBOL (João Cunha)

No próximo sábado, 01/05, teremos a última rodada do Parazão 2010. O Águia de Marabá, com 15 pontos e o Remo com 13 já estão garantidos nas semifinais, com um jogo de antecipação.  Paysandu, Cametá e São Raimundo disputam as duas vagas restantes.

O Águia de Marabá, para quem não se lembra, foi o lanterna do turno, com apenas 6 pontos e somente uma vitória. Graças a uma atitude firme de seu Presidente, Ferreirinha, manteve  João Galvão como técnico da equipe e, no returno, “mudou da água para o vinho”. Está com 5 vitórias e uma derrota, precisando apenas de um empate diante do Remo para manter a 1ª colocação e ir para a semifinal com todas as vantagens. Forte candidato ao titulo do returno.

O Remo, líder de todo o 1º turno quando venceu 5 jogos e empatou dois, na hora H vacilou feio. Ficou sem o título após perder para o Paysandu por 4 x 2 e empatar em 3 x 3 os dois jogos finais.  Giba assumiu com pouco tempo para trabalhar, alguns problemas sérios de jogadores sem rendimento na equipe, fez mudanças e culpou as chuteiras. Mesmo assim, aos trancos e barrancos, fortaleceu a defesa, apostou no ataque. Se vencer o Águia na última rodada terminará na 1ª colocação, novamente, em vantagem. Pelo menos demonstra coragem de experimentar e buscar o melhor. A nação azul está animada!

O Paysandu, depois de contratações e dispensas no atacado e no varejo, idas e vindas, altos e baixos, trocas no comando técnico, efetivou meio que sem querer Charles Guerreiro. Achou um time nas semifinais do turno, virou o jogo e levou o título com louvor e merecimento. Quando parecia que tudo seriam flores para o Bicolor paraense no returno, há uma recaída, talvez uma acomodação e, por isso vai precisar fazer conta na última rodada para se garantir nas semifinais. Como é a única equipe pré-classificada para a final do campeonato deveria ter mais tranqüilidade que as outras, até porque depende de um simples empate diante do São Raimundo de Santarém, em casa, para firmar-se nas semifinais do returno.

O Cametá fez altos investimentos para a competição, mas decepcionou no turno fazendo apenas 7 pontos com uma vitoria somente. Dispensou o Rei Artur, contratou Vitor Jaime e conseguiu chegar a última rodada sem depender  de ninguém para estar na semifinal. Para isso basta vencer o já desclassificado Ananindeua atuando diante da sua torcida. Possui time e motivação para tanto. Precisa confiar no seu potencial e apostar no ataque.

Já para o São Raimundo a parada é um pouco mais indigesta. Terá que vencer do Paysandu dentro da Curuzu. No turno, atuando em Santarem, além de vencer ainda dependeria de outros resultados. Conseguiu o seu intento  naquela ocasião, mas o Papão podia perder, pois já estava classificado. Agora a derrota poderá deixá-lo de fora da semifinal. A situação é difícil, porem não impossível. 

Das cinco equipes ainda na disputa somente o Águia mantém o mesmo técnico. Remo, Paysandu e Cametá estão no segundo e o São Raimundo, para não perder o habito, já está no terceiro. Valtinho terá uma semana para colocar o Campeão Brasileiro da serie D em mais uma decisão. Vida de treinador é isso mesmo com ou sem tempo precisa “fazer milagre”: se vence é genial, se perde é bestial. Fazer o que? São coisas do futebol!

28 de abril de 2010 at 1:43 pm Deixe um comentário

FUTEBOL COMO ANTIGAMENTE (João Cunha)

É o que o Santos de Ganso e Neymar está jogando. Um futebol alegre, pra frente e destemido. Está fazendo valer a velha máxima: o ataque é a melhor defesa. Uma verdadeira profusão de gols. Se repararmos bem, veremos que a defesa santista nem é tão boa assim. Pra quê se o jogo é todo lá na frente?  Os adversários são obrigados a se preocupar tanto em defender-se que não têm tempo de atacar. O Santos parece até predestinado. Primeiro com a felicidade de ter possuído nos seus quadros o maior jogador de futebol de todos os tempos, Pelé. Depois, contou com aquela geração de Robinho & Cia e, agora, com os chamados “meninos da Vila”. Dá gosto ver! Ainda bem que o técnico Dorival Junior não é daqueles que querem aparecer mais que o time. Deixa os meninos soltos, livres para voar, se quiserem. Joga num 4x3x3 brilhante. Cadê o chamado “futebol moderno”? O que é isso? Onde estão os agourentos de plantão para “chorar as pitangas”? Ave Santos Futebol clube! Eu, que ficava até encabulado com o meu “romantismo antigo”, minha saudade do futebol bem jogado, estou de alma lavada. Tomara Deus isso esteja apenas começando e outros Clubes, com o mesmo estilo de jogo, apareçam Brasil a fora. Aqui em Belém, salvando as devidas proporções, fiquei animado com o Paysandu de Sandro, Thiago Potiguar, Fabrício, Moisés, Bruno Rangel, somado a Claudio Alax, solto pela direita e Edinaldo, pela esquerda. Se Charles Guerreiro quiser, poderá ser uma boa “imitação nortista”. Os 6×1 sobre o Águia me deram muita esperança. Será que isso é pedir demais a Deus? Creio que não. O Brasil, o Pará e o mundo merecem ver outra vez esse encantamento no futebol brasileiro. Como a esperança é a ultima que morre… Estamos ai!

22 de abril de 2010 at 1:44 am Deixe um comentário

ENCANTOS, CONCEITOS E PRECONCEITOS (João Cunha)

Não há paixão mais arrebatadora que a dos torcedores de futebol por seu time do coração. Ela os cega e cria um encantamento cheio de conceitos e preconceitos. Se já notamos esse fenômeno, em cidades aonde a população divide suas preferências entre três ou mais clubes grandes e tradicionais, imagine então naquelas, em que se dividem ao meio, por apenas duas grandes forças, caso particular de Belém. Ai o bicho pega pra valer e o que se vê, é o mais delirante exercício de imaginação da massa torcedora que aposta e briga por suas idéias. Por exemplo, ainda que sem convivência pessoal com os profissionais da imprensa, a maioria adora defini-los “torcedor”, para poder ufanar-se, no caso de o elegerem do seu time ou para acusá-lo, caso o elejam do time contrario. Na tentativa de validar sua irrealidade, tornam-se Sherlock em busca de informações desde a infância do individuo. Invadem privacidades, desprezam o conceito de seres humanos, imprensa ou não, como produtos do meio em que vivem: educação, cultura, caráter, profissionalismo, família, condição financeira, conveniência, além naturalmente das diferenças que nos torna único. Isso chega às raias do absurdo, às vésperas de um jogo de futebol entre os dois maiores rivais.  Embora todos saibam das características que envolvem um clássico, independente da condição técnica momentânea ou certo favoritismo, há perspectiva de jogo duro, truncado, de resultado indefinido. Na hora H, a situação tende a mudar de figura e tudo pode acontecer. Contudo, o apaixonado torcedor, sempre é capaz de imaginar algum tipo de “armação”. No Pararão 2010 já tivemos quatro clássicos: três no turno e um no returno. No 1º turno o Remo parecia melhor. Havia formado seu grupo há mais tempo e, apesar de ter um time instável, se mantinha a frente na tabela. Nas semifinais, o Paysandu “achou” um técnico, Charles Guerreiro, e um time. Tivemos uma expulsão aqui outra ali; empate de 1×1 no primeiro jogo; Vitória do Papão por 4×2 no segundo e novo empate por 3×3 no terceiro jogo.  Equilíbrio total e Paysandu Campeão do Turno. No Remo, cai Sinomar, chega Giba e mesmo assim, a situação azul só piora. Muito antes do primeiro clássico do returno, vários torcedores bicolores, “prevendo algum arranjo”, para justificar uma possível derrota, afirmavam que o Remo ganharia o jogo, em função de novos REPAs, uma vez que derrotado, o Leão ficaria fora do G4, e aquele seria o ultimo clássico da competição. Todos perderiam dinheiro. O mesmo falou-se do jogo Botafogo x Flamengo, que vencido pelo rubro negro teríamos mais dois clássicos, dois Maracanãs lotados. Haja grana para ambos. Lá deu Fogão e a festa acabou. Por aqui, bem ou mal, o Remo ganhou por 2 x 1 e a disputa continua. Até hoje se pode ouvir o eco bicolor falando em conchavo, num preconceito que certamente seria azul, caso o Remo estivesse na mesma situação. Como o futebol não é nenhum carnaval, considero impossível ou, pelo menos, improvável tais combinações acontecerem, pois tudo se dá em 90 minutos, ao vivo, com solução imediata, em uma atividade que envolve dois times incluindo reservas, comissão técnica, arbitragem, torcedores, imprensa falada, escrita e televisada, etc. Todos sabem que nada mudará tais conceitos ou preconceitos, porque assim são os torcedores com sua paixão sem limites envolvendo o futebol. Resta-nos, como analistas desse esporte, continuar trabalhando da melhor maneira possível, visando agradar a Gregos e Troianos. Sempre ao lado da realidade. Assim é a vida, assim é a nossa profissão, cheia de encantamentos, conceitos e preconceitos. Graças a Deus! (JOÃO CUNHA)

21 de abril de 2010 at 1:01 am Deixe um comentário

FUTEBOL: UMA PAIXÃO SEM LIMITES (João Cunha)

Não há como negar que o futebol é uma atividade apaixonante. Mesmo com todo o apelo tecnológico, meninos e meninas ainda gostam é de correr atrás de uma bola. A Inglaterra inventou o futebol e o Brasil o aprimorou como bem diz Cláudio Guimarães. Depois disso, o futebol velho de guerra “ganhou o mundo”. A principio, no afã de vencer da Seleção Brasileira, foram inventados esquemas táticos que privilegiavam o físico, no afã de superar nossa técnica. Em grande parte com sucesso uma vez que até os times nacionais passaram a jogar naqueles moldes, chamados por todos de “futebol moderno”. Apesar de tudo, aplaudimos quando  surge um time que joga como antigamente, tipo o Santos de Robinho & Cia e agora o de Ganso e Neymar – os meninos da vila. Os  amantes do bom futebol, onde me incluo, lamentam também que esse profissionalismo exacerbado do esporte o tenha transformado num grande  investimento, atraindo empresários de todo o planeta que o vêem tão somente como negócio. Aquele divertimento apaixonante passou a conviver com tudo o que envolve “grandes negócios”: a ganância, a falta de ética, o vale tudo pelo sucesso, pela vitoria e pelo poder. O Brasil, nesse contexto, fica somente com o ônus. Veja-se Flamengo e Corinthians, as duas maiores torcidas do Brasil e, apesar disso, vivem cheios de dividas. Além do mais, muitos Clubes Brasileiros, nas mãos de dirigentes/torcedores, esquecem a  razão  e agem somente com o coração. Pior ainda, aqueles que,  em vez de trabalhar para o beneficio da entidade, usam-na  em proveito próprio, buscando poder, dinheiro e  holofotes. Tornam-se fanáticos radicais que vêem os adversários como inimigos. Infelizmente, esse desvio da função, acontece também entre Dirigentes de Federações e até integrantes da Imprensa Esportiva, dos quais se esperaria comportamento bem diferente. O ideal seria que todos cumprissem com o seu dever de oficio, tendo zelo por seus cargos e respeito aos oponentes e as leis. Isso raramente acontece, culpa da  impunidade que grassa em nosso País. Hoje mais do que nunca, nota-se que os valores éticos e morais são banalizados. Em nome de uma Paixão sem limites há muita gente “metendo os pés pelas mãos”, atropelando regras de bem viver,  posturas e muito mais. O que já vimos de invasão do gramado no Parazão 2010 é uma festa! Começou por Tucurui, onde um Deputado Estadual fez valer à máxima “você sabe com quem está falando?” Nada “pegou” com ele. No Baenão,  dirigentes do Águia de Marabá, por  acharem que o árbitro prejudicou seu time, resolveram fazer justiça com as próprias mãos. No julgamento foram absolvidos. No último domingo em Santarém,  3 dirigentes do São Raimundo com o apoio do Presidente da Liga, resolveram peitar a arbitragem, em função de um apito vindo da arquibancada,  com o agravante da ausência do policiamento que “saiu para lanchar” e  deixou o arbitro do jogo entregue a  própria sorte. Em  Belém, como se não bastassem os ataques do Presidente do Paysandu à Imprensa, na última reunião do CD Bicolor, um conselheiro/radialista, num impulso de torcedor fanático, desancou a própria classe, culpando-a pelos problemas do seu time do coração. Segundo ele a Imprensa “seca” sua agremiação. Consultado sobre o assunto, o Presidente da ACLEP alegou desconhecimento e mostrou-se mais preocupado com uma referência minha ao arranjo feito no Estatuto da ACLEP viabilizando seu 3º mandato, um tema mais que batido na época. Se somos contra  as eternas reeleições na CBF & FPF, como omitir-nos na nossa própria Associação?  São por essas e outras que o nosso futebol continua na serie C e D ou até “sem serie”. Até quando?(JOÃO CUNHA)

14 de abril de 2010 at 5:15 pm Deixe um comentário

ENTRE A CRUZ E A ESPADA (João Cunha)

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

É como tenho me sentido, profissionalmente falando, ante a paixão cega de uma minoria de torcedores remistas e bicolores, inconformados com minhas freqüentes  declarações de amor às duas maiores bandeiras do futebol paraense. Para eles isso é impossível, pois nesse universo só admitem afeição por Um em contrapartida ao ódio pelo Outro. Imagine então o que deve se passar na cabeça de um fanático torcedor, que me ouviu na terça feira trabalhando pela Rádio Clube num jogo do Paysandu e na 4ª pela TV Cultura, num jogo do Clube do Remo, ambas emissoras de grande audiência com “a bola rolando”. Existem até, torcedores que “vêem o jogo ouvindo a Clube” e “ouvem o jogo vendo a TV”. Some-se a minha formação como árbitro, como treinador de futebol e o destemor que me acompanha até hoje vida afora, o que me possibilita falar ao ouvinte de acordo com o meu pensamento  e minhas observações, com paixão, sem pretensão de agradar a maioria, doa em quem doer. É certo  que “sofro” com isso mais do que ninguém. Neste ano padeci um bocado com os desacertos iniciais do Paysandu e agora, estou penando com os desencontros no Clube do Remo,  sem poder festejar, como qualquer torcedor comum, os sucessos de um ou do outro para não parecer que tripudio o oponente.

Toda a sorte é a apaixonada torcida paraense, seja azul ou bicolor,  entender  que a Imprensa Esportiva tem a obrigação de falar a verdade, sempre em busca de contribuir para a melhoria do nosso futebol. E saber que não existem  donos da verdade. Cada um tem o direito de achar a “sua” verdade mais verdadeira que a dos outros, mas que ela seja analisada exaustivamente e isenta de paixões antes de se criar confusão por causa disso. Por exemplo, discutir regra de futebol sem estudá-la ou entendê-la é leviandade, ainda mais quando se pretende achar  culpados para o time que joga mal e perde os jogos. Antes de fechar qualquer afirmação é  preciso ter-se em conta  o postulado da física que diz “é impossível a dois corpos ocuparem, ao mesmo tempo, o mesmo lugar no espaço” ou “a posição do observador e do objeto observado são importantíssimas para a conclusão do raciocínio”

Agradeço aos que têm dado apoio a meus posicionamentos e atuações, como também aqueles que, com todo o direito, discordam sem radicalismos porque precisamos conviver com as nossas diferenças. O que não admito são imposições de ambos os lados, do meu como profissional de imprensa e o dos apaixonados torcedores. Por uma questão de princípios penso que o meu direito termina onde começa o do outro e pontos de vista sobre um mesmo assunto, são resultados  da preparação, da educação de cada um, da coragem de reconhecermos nossos limites, portanto é normal que coexistam apesar de suas diferenças.  Afinal, bom mesmo é respeitar para ser respeitado.  JOÃO CUNHA

10 de abril de 2010 at 2:39 am Deixe um comentário

UM REPÁ MAIS QUE DECISIVO! (João Cunha)

É o que teremos no próximo domingo, no Mangueirão, valendo pela 4ª rodada do returno do Parazão 2010. O Paysandu, campeão do turno, que hoje enfrentará o Ananindeua, atuará em busca do título da competição. Já o Clube do Remo, que amanhã  jogará com o Santa Rosa, dependendo do resultado, tanto poderá  chegar ao clássico no G4, como ficar fora dele, apostando todas as suas fichas em busca  das semifinais do 2º turno, num enredo que o torcedor azulino, a esta altura do campeonato, não quer nem  pensar.

Contra  o Ananindeua, Charles Guerreiro, que precisa esquecer o jogo de São Paulo, está entre a cruz e a espada pelo grande número de atletas contundidos, vetados, “pendurados” ou até poupados para o REPÁ. O capitão Sandro e o artilheiro Moisés ficam de fora, mas estão garantidos no domingo. Já Alexandre Carioca, Bruno Rangel e Luciano Dias, terão a grande chance de aparecer aos olhos da comissão técnica bicolor que assim, pode  aumentar suas observações num jogo valendo pontos, visando o restante do campeonato e a serie “c” que se aproxima.

O Remo, que fará o 2º jogo ao comando de Giba, muda até o sistema, visando uma melhoria mais que necessária, sob pena de ficar fora do G4, com sério risco de perder a vaga na serie “d”. No 3x5x2 utilizado no jogo de amanhã e testado para o REPÁ, a maior novidade é a presença de Jorge Santos e Raul ao lado de Pedro Paulo na zaga, bem como Patrick na ala direita.  Gian continua como única opção de criação. Landu terá mais uma chance de mostrar a que veio, provavelmente ao lado de Heliton, que em função de uma contusão de Marciano, terá a oportunidade de mostrar porque é o  vice-artilheiro do Parazão.

Como se pode notar, Ananindeua e Santa Rosa, os últimos colocados tanto no returno como no geral da competição, podem ser a redenção ou o “prego na chuteira” de Paysandu e Remo às vésperas do jogo decisivo. No domingo, cada um a seu modo,  irá pro jogo com tudo seja na técnica, na força ou na empolgação, num clássico mais que decisivo. Quem viver verá!

6 de abril de 2010 at 9:51 pm 5 comentários

Um caso a pensar (João Cunha)

O Águia de Marabá, líder do returno do Parazão 2010, vem sendo muito criticado pela ousadia de, num momento em que não atuava tão bem, vetar a arbitragem local, exigindo “trio FIFA” para seus jogos. Embora eu também ache essa atitude precipitada e onerosa aos cofres marabaenses, não devo crucificar seus dirigentes, uma vez que essa prática é comum em se  tratando dos dois grandes da capital. O Águia não está fazendo nada de novo. Basta vermos quanto  tempo um dos nossos apitadores não comanda um REPÁ no nosso campeonato. Recentemente,  o Sr. Ricardo Resende, dirigente bicolor, chegou ao cúmulo de “queimar”, sem nenhum motivo aparente,  o melhor  árbitro que temos no momento, Sr. Andrei da Silva e Silva, chegando a dizer que utilizaria “quinteto de fora” nos jogos do Paysandu. Como se pode notar, o Águia de Marabá simplesmente segue maus exemplos. Até porque todo mundo sabe que “gato escaldado tem medo até de água fria”. Hoje, o Águia, quase garantido nas semi finais do returno e com as mudanças na direção da arbitragem na FPF, está disposto a aceitar apitadores daqui  no comando de seus jogos. Há quem afirme que os altos custos das importações pesaram muito nessa decisão, mas isso já é outra história…

6 de abril de 2010 at 8:56 pm Deixe um comentário

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