LINHA DE PASSE

21 de julho de 2010 at 2:40 pm Deixe um comentário

Dias atrás, ouvi de um companheiro de imprensa a afirmação de que éramos muito exigentes para
com Paysandu e Remo no que concerne a suas equipes de futebol. Com todo o respeito, permita-
me discordar da opinião e explicar que: A análise feita, cobrando melhores atuações dos dois
grandes, é em função do potencial que avaliamos ter os elencos. Ninguém jamais iria exigir que
fosse tirado “leite de pedra” e quando cobramos é porque achamos ser possível. Essa postura, aliás,
não é privilégio nosso. Qualquer cronista responsável não pode e não deve se calar diante de uma
situação desse tipo. A crônica cearense chegou a considerar o resultado do jogo do Fortaleza diante
do Águia um vexame. Na avaliação deles, o time alencarino foi formado para ser campeão da série
C e um empate dentro de casa não pode ser aceito pacificamente. Paysandu e Remo iniciaram bem,
ninguém pode negar, suas participações no certame brasileiro. Contudo, podem melhorar. Essa
melhora vai levar o torcedor ao estádio, os adversários a mais cautelas e os próprios jogadores a
maior confiança no próprio taco. Para ficar claro: torcemos pelo bem do nosso futebol, nada mais.
Está causando buchicho o fato do jogo do Paysandu não ter passado pela televisão para Belém e o
do Remo sim. A explicação da Funtelpa é que o papão procurou entendimentos e pediu para que a
transmissão não fosse realizada e o Remo não. Vírgula. Se a Funtelpa estava certa de passar o jogo,
porque não anunciou a seus telespectadores com antecedência? De todo modo é um alerta para o
Remo não dormir de touca.
Não entendi as proporções dos dois jogos do final de semana em relação a renda e público pagante.
No jogo de sábado, a renda foi de R$ -101.194 e o público pagantes de 5.633 (média de 17,96).
No jogo do Remo, renda de R$ -69.028 para 4.443 pagantes (15,54). Por que diferença tão grande?
Com a palavra a Federação. Aliás, os clubes agora são os grandes responsáveis pela parte financeira
dos eventos nacionais. No jogo de sábado na curuzu, tinha muito mais gente do que a quantidade
anunciada.
Águia e Cametá, nossos representantes do interior que já estrearam no brasileiro, deixaram ótima
impressão. O Águia foi prá lá da conta. O empate em Fortaleza apenas ratificou a fama de jogar
bem fora de casa e credencia o time de Galvão a uma campanha de alto nível. O Cametá perdeu,
mas teve momentos de domínio do jogo. As chances agora no próximo final de semana são maiores
ainda. O Águia joga dentro de casa contra o São Raimundo e o Cametá, também em casa, diante do
América de Manaus. É a hora de todos se ajudarem.
Todos sabemos da competência que os médicos que compõem os departamentos de Remo e
Paysandu possuem. Há, contudo, dois casos recentes que não foram muito bem esclarecidos e que
deixam dúvidas no torcedor. A situação de Raul do Clube do Remo, é ou não hérnia? Precisa ou
não de cirurgia? Moisés no Paysandu, poderá jogar na próxima partida ou a fissura que sofreu v ai
lhe tomar mais tempo. São dois valores importantes de nossos grandes e estão fazendo falta.
Rui Guimarães

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