LINHA DE PASSE – Rui Guimarães – 23.03.2011

23 de março de 2011 at 3:14 pm Deixe um comentário

Não está perfeitamente compreensível a posição do Departamento de Futebol do Clube do Remo no que concerne à preparação para o segundo turno do campeonato. A equipe precisa vencer o segundo turno e, portanto, se preparar melhor do que no primeiro. Ocorre que o reforço desejado até o momento não surgiu, apesar de treinador e supervisor estarem há cinco dias procurando um fora do estado. Enquanto isso em Belém quem está preparando a equipe para o segundo turno é o auxiliar técnico. Das duas uma: ou o time está agradando aos dirigentes azuis ou Comelli está desmotivado para continuar. E o Centro Avante ainda não foi encontrado.
 
Aliás, sobre esse assunto, a Diretoria do Remo parece querer reinventar a roda. Há centroavantes conhecidos e que podem ser contratados, dependendo da habilidade do negociador e Comelli e Bracalli estão procurando descobrir talentos. Não é hora para isso, me parece. 
 
A polêmica criada pelas declarações do Presidente Camarinha do Cametá poderia ser evitada. Até é aceito o argumento de que, no calor do final do jogo onde as coisas não foram como o Mapará esperava, uma declaração mais açodada é compreensível.  Contudo, após as coisas esfriarem, dos “replays” e da cabeça mais fria, não se pode admitir um destempero como o que ocorreu. Essa história de telefonema oferecendo facilidades em nome do árbitro é esdrúxula para dirigentes mais tarimbados. Talvez seja isso que esteja atrapalhando o Presidente Camarinha e sua equipe.     
 
Para encerrar a discussão: o que o Bahia e a CBF fizeram com o Paysandu, transferindo o jogo da Curuzu para o Mangueirão deixa tanta diferença para o que Paysandu e FPF fizeram como Cametá na antecipação do jogo para quinta feira? Então…
 
O que o papão precisa providenciar é uma segurança maior para o seu torcedor no retorno do jogo que terá início às 21h45min horas e se preparar bem para enfrentar uma equipe forte e sedenta de um resultado que lhe classifique em um único jogo.
 
Se houvesse transparência total nos clubes grandes do Pará – falo de Remo e Paysandu, poderíamos ter a ideia exata sobre o arrecadado em dois meses de atividades no futebol. Não se sabe o certo de quanto rendem os patrocinadores dos dois clubes, mas faz-se uma especulação de algo em torno de 350 mil reais já que são 4 patrocinadores. Ressalte-se que o Governo do Estado participa com dois patrocínios que são Banpará e Funtelpa algo em torno de 120 mil/mês.
 
Nas bilheterias, o Remo arrecadou em cinco jogos nos dois meses, 635 mil 874 reais. O Paysandu em seis jogos no mesmo espaço de tempo amealhou 547 mil e 607 reais. Se somados aos 350 mil mensais, o Remo tem para gastar com o futebol aproximadamente 700 mil reais/mês e o Papão 620 mil. Esses cálculos são por baixo e se houver alteração é para mais.
 
Não gosto de trazer para este espaço discussões de assuntos de fora do estado, mas o Milton Neves pisou na bola no caso Ganso. Ninguém discute a competência e a audiência que tem o apresentador, mas bem que poderia separa as coisas, não?
 
Rui Guimarães

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