Bola pro Matos – Clayton Matos – 27.08.2011

27 de agosto de 2011 at 11:52 am Deixe um comentário

Vai uma  oxigenada aí?

Pelo histórico, não dá para levar fé no aproveitamento de sequer um jogador campeão sub-20 no México na seleção de Mano Menezes, mas por justiça pelo menos uns três deveriam ser aproveitados ao menos para pegar cancha e experiência. Aí, quem sabe, dariam belos trunfos no banco em 2014. Oscar (meia do Inter), Henrique e Bruno Uvini (atacante e zagueiro do São Paulo) seriam boas indicações.

Boa parte dessa tropa poderá ser vista em ação em Londres, ano que vem, nos Jogos Olímpicos. Um baita vestibular, e aí sim poderemos ver se essa galera tem ou não condições de barrar Fernandinho, Luis Gustavo, Lucas Leiva e outras bombas que sempre estão nas listas do ex-treinador do Timão.

 A história não recomenda apostar alto na presença de um ou outro em 2014. Nas quatro conquistas anteriores, pela categoria, pouca gente vingou. No primeiro título, em 1983, os destaques daquele time eram Dunga, Bebeto e Jorginho. Por coincidência, todos foram campeões nos Estados Unidos na Copa de 1994, 11 anos depois. Em 85, na segunda conquista, brilharam Taffarel e Muller, ambos também campeões do mundo em 94. Nota-se um hiato gigantesco, tempo talvez suficiente para o amadurecimento de quem daria bons frutos.

No tri, em 93, pontificaram promessas como o goleiro Dida, o meia Adriano e os vascaínos Gian e Yan. O primeiro chegou à seleção principal, já os demais ficaram pelo meio do caminho. Yan sumiu e Gian só conseguiu ser ídolo aqui, no futebol paraense. Os atacantes Jardel e Catê eram outras grandes apostas. O cearense fez um senhor sucesso na Europa, mas nunca na seleção, e Catê deu uma enganada aqui no Remo já no final da carreira. Em 2003 a coisa mais feia. Jefferson, Kerlon Foca, Nilmar e Dagoberto eram os astros do tetracampeonato. Um ou outro foi lembrado para a seleção principal.

O tempo vai dizer se a geração campeã na Colômbia vai dar caldo. Valeria muito a pena arriscar. No mínimo são ótimas opções para quem chegou prometendo renovação total a partir do fiasco na África do Sul.

 

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Essa de jogar toda a culpa no gramado como desculpa para a surra que levou em Marabá não desce nem com 10 litros de água. Para uma Série C, o campo do Zinho Oliveira é considerado um tapete, e os alvicelestes deviam era baixar a bola e reconhecer os méritos do adversário. E hoje não se admite sequer um placar magro diante do Luverdense na Curuzu. Qualquer vitória por 3 gols de vantagem é mais do que a obrigação. O mínimo que a torcida espera de um time montado para ser o campeão da Terceirona, e não simplesmente um dos 4 que irão para a Série B ano que vem.



Clayton Matos
Editor executivo do DIÁRIO
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