Archive for março, 2013

Coluna do Gerson Nogueira – 25.03.13

Crise técnica ou emocional?

O que leva um time a cair no despenhadeiro a cada gol tomado? Quem conseguir uma resposta para esse enigma terá desvendado o mistério que envolve a derrocada do Remo no returno do Campeonato Paraense. Ontem, em Santarém, pela terceira vez consecutiva, o time desabou ao sofrer gol – no caso, o segundo do São Francisco, aos 35 minutos de bola rolando.

Como já havia acontecido anteriormente contra o Paissandu e o Paragominas, o time de Flávio Araújo acusou o impacto do gol e se desnorteou por completo. Passou a errar passes como um time de garotos e a se atrapalhar na marcação, permitindo que o São Francisco tomasse as rédeas da partida.

O ponto de desequilíbrio parece ser a insegurança que tomou conta de todos os jogadores. Não se sabe o que ocorreu internamente, mas o fato é que o Remo perdeu o bonde no último Re-Pa. As circunstâncias daquela derrota, que se desenhou depois de um gol surgido quando o jogo ainda era equilibrado, tiraram a tranquilidade e a força emocional do elenco.

No gramado do estádio Barbalhão, a crise de identidade ficou patente na volta para o segundo tempo. O São Francisco vencia por 2 a 1 e mostrava-se à vontade em campo, embora não fosse uma partida exuberante. Qual a vacina para conter um time em ascensão no jogo? Óbvio: tentar interromper o processo, através de mudança de jogadores ou de posicionamento.

O Remo não fez nenhuma das duas coisas. Entregou-se ao nervosismo. Seus zagueiros exprimiam esse sentimento, cometendo faltas desnecessárias e falhando seguidamente. Logo aos 4 minutos, em cruzamento que atravessou a área, o zagueiro Aldair cabeceou a bola na trave. Cinco minutos depois, Jefferson, o melhor do jogo, invadiu a área e foi chutar na cara do gol. Fabiano saiu com os pés e salvou.

A confusão que dominava o time não era percebida pelo técnico, que deixou o barco correr. Veio o terceiro gol, após cobrança de falta pelo lateral Levy. Como em lances anteriores, a bola passou pelos zagueiros e foi desviada pelo meia Mário Augusto.

Só então, com a derrota desenhada, o técnico resolveu partir para mudanças. Entraram Diogo Capela e Val Barreto. Saíram Carlinhos Rech e Fábio Paulista. Val pouco acrescentou, mas Capela botou ordem na meia-cancha, lançando e aparecendo para finalizações. Participou dos três lances mais agudos do Remo na etapa final. Pelo que mostrou fica ainda mais difícil entender sua condição de reserva num time tão carente de qualidade na criação.

O São Francisco, sempre seguro e superior, acabou perdendo mais duas oportunidades e Berg apareceu em campo aos 46 minutos, disparando um chute no travessão. O Leão santareno estava sem vencer há nove rodadas e conquistou seus primeiros pontos no returno. Depois do vexame, o meia Tiago Galhardo repetiu a frase do goleiro Evandro e disse que era um absurdo perder para o pior time do campeonato. Faltou completar que quem perde não tem o direito de desqualificar o vencedor.

Águia guerreira mata na hora

O lado emocional parece ter tido papel decisivo também no clássico de sábado entre Tuna e Paissandu, disputado no Mangueirão. Depois de estabelecer vantagem de 2 a 0, os bicolores relaxaram e acabaram por permitir a reação cruzmaltina. Foi o segundo empate do Papão depois do Re-Pa.

É claro que a ausência de Eduardo Ramos, principal destaque do time, pesou na balança. Mas não explica como a equipe deixou escapar uma vitória que parecia líquida e certa até 42 minutos do segundo tempo. Não foi a primeira vez no campeonato que o Paissandu permitiu a um oponente tirar diferença nos instantes finais, mas desta vez exagerou na dose.

O resultado reforçou a posição da Tuna na briga por uma vaga nas semifinais e deixou o Paissandu dependente de um bom resultado contra o Santa Cruz, fora de casa.

Paragominas confirma grande fase

O Paragominas confirmou o bom momento conquistando a segunda vitória seguida em circunstâncias desfavoráveis. Na quinta-feira havia derrotado o Remo na Arena Verde completamente alagada. Ontem, também sob forte chuva, superou o Águia no Zinho Oliveira.

As duas vitórias asseguraram ao time de Charles Guerreiro a classificação antecipada às semifinais, com excelentes possibilidades de conquistar vantagem no cruzamento. Na última rodada, enfrentará a Tuna em Paragominas e em caso de vitória ficará em primeiro lugar.

Já o Santa Cruz percorre caminho menos tranquilo. O empate em Cametá deixa a equipe sob risco de exclusão do G4 na última rodada, pois cruza com o Paissandu na última rodada.

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25 de março de 2013 at 1:48 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 25.03.13

ACORDA LEÃO, O CIRCO PODE FECHAR!

Se perder o clássico foi ruim e perder para o Paragominas foi pior, o que dizer da derrota para o São Francisco ontem? O Leão da capital se continuar assim vai ficar desempregado porque o circo vai fechar. O Remo precisa da vitória contra o Águia para conquistar uma das vagas ao G4, e os entendidos em cálculos dizem que basta essa vitória e é fácil calcular pelos números atuais. Se os mandantes vencerem é a Tuna quem dança; se acontecerem empates entre Santa Cruz e Paysandu e Paragominas e Tuna, quem dança é o Santa cruz pelo saldo; se os visitantes ganharem, o mesmo Santa Cruz cai fora por número de pontos; se Santa Cruz e Tuna vencerem, o Paysandu fica fora pelo número de vitórias; se Paysandu e Paragominas ganharem, novamente o Santa Cruz ou Tuna dançam pelo saldo de gols. Mas para que tudo isso aconteça, será necessário que o Remo vença o Águia no Baenão, senão, o Leão pode desmontar a lona e fechar o circo. Espero ter calculado certo.

ALTA TEMPERATURA

Dois destaques no final de semana. Primeiro a Tuna empatou um jogo perdido, até porque dançava por 2 x 0 e estava com um homem a menos e em quatro minutos se manteve viva na Taça Estado do Pará, o que merece elogios. Foi quase uma vitória. O Paysandu ficou meio “frouxo” no final. Depois, a ressureição do São Francisco, que após de apanhar por quase dez rodadas, resolveu aprontar em cima do Remo dentro de casa. Vitória mais que merecida, frente à um Remo desnorteado.

BAIXA TEMPERATURA

Três jogos seguidos e três derrotas. O que será que está acontecendo com o Remo? Retirada da premiação? Mudança de sistema de jogo? Praga dos funcionários que estão com salários atrasados? Queda de produção mesmo ou ruindade de alguns do plantel? Thiago Galhardo disse ontem no microfone do timão que isso vai mudar e pediu a confiança da torcida. Resta esperar a quarta-feira.

NO TERMÔMETRO

Remo não pode mais obter vantagem para uma possível semifinal; em caso de vitória e qualquer combinação de resultados dos outros, o Leão Azul será terceiro ou quarto. Talvez na desvantagem seja mais eficiente. /// Quem é esse paraibano que chegou a Santarém e mesmo comandando um time que não enxergava vitória quase dez jogos e tendo o Clube do Remo pela frente não tomou conhecimento disso? Ele é Joacyr Moura, um “cabra” bom de trabalho, segundo ele mesmo. Se vencer o Cametá na quarta, salvará a vida do Leão Santareno. /// Fábio Paulista, entrevistado pelo Paulo Caxiado depois da partida de ontem, disse que não tinha palavras para explicar o que está acontecendo com o Remo e o choro foi a melhor forma de expressar a sua decepção. Pediu desculpas pelos gols perdidos e prometeu dar a vida na quarta feira. /// Enquanto isso, Flávio Araújo se aborreceu antes da partida, pois descobriu que divulgaram a formação do Remo em Santarém bem antes da hora. Disse que a informação partiu lá de dentro. Será que tem gente dentro do Remo lutando contra as próprias cores? /// Djalma, o bom número 9 do Paysandu, foi infeliz demais na saída de campo no sábado quando o seu time entregou o ouro no final, declarando que agora a torcida “encheria o saco” a partir de hoje; desculpou-se depois no microfone do Dinho Menezes e acho que a torcida entendeu. Garoto novo merece o perdão. /// Paysandu e Tuna levariam uma boa quantia pela venda de Ganso ao São Paulo, só que o Santos quer pagar os quase 400 mil do Paysandu e os quase 100 mil da Tuna em módicas parcelas mensais. Se fosse ao contrário, o Peixe iria aceitar a proposta? /// A única possibilidade do Remo se classificar com empate diante do Águia na quarta, é acontecer uma derrota por dois gols de diferença do Santa Cruz e/ou uma derrota da Tuna para o Paragominas por seis gols de diferença. Remistas, máquinas de calcular na mão, ou vitória na quarta. /// Enquanto isso Tuna e Águia, pela péssima campanha no 1º turno, necessitam da vitória na quarta fora de casa para não disputar a famigerada 1ª fase do Parazão 2014. Ainda correm um sério perigo. /// Uma boa semana a todos, máquinas de calcular na mão, e viva Jesus!!!

E-mails: rporto@supridados.com.br

25 de março de 2013 at 1:45 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 24.03.13

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. O Parazão com destaque para a 6ª Rodada do
Segundo Turno, os Gols e muito mais. Estarei no comando
com Gerson Nogueira e Ronaldo Porto. Os convidados
são Paulo Wanzeler do Paysandu e o Técnico da Tuna
Cacaio. Tem prêmios pra galera. Partícipe pelo Twitter
@bolanatorre

NOMEAÇÃO…

Advogado Jorge Borba foi nomeado vice-presidente da
Comissão Nacional de Direito Desportivo órgão vinculado ao
Ministério do Desporto. Jorge Borba, que já foi presidente do
TJD do Pará, foi nomeado pelo presidente do Conselho
Federal da OAB, Marcos Vinicius Furtado Coelho.

CT BICOLOR…

Promessa de campanha do presidente Vandik Lima, a
construção do CT Bicolor é prioridade na atual gestão. Tanto
que os colaboradores Armando Couceiro (Arquiteto) e Tony
Couceiro (Engenheiro) estiveram visitando vários CT’s pelo
Brasil, foram a Toca da Raposa, Cidade do Galo em BH, Caju
do Atlético Paranaense e os CT’s do São Paulo e Palmeiras.
O projeto vai começar a ser elaborado.

BRONCA…

O ex-presidente do Paysandu, Luís Omar Pinheiro, foi
acionado na Justiça do Trabalho pelo ex-jogador bicolor,
Sandro Goiano, que cobra R$ 1,5 mi do clube. Sob a
acusação de responsabilidade solidária, Luís Omar esteve
quinta-feira que passou , perante o juiz da 13ª Vara do
Trabalho em Belém do Pará. Advogado Henrique Lobato
fez a defesa do ex-presidente bicolor, que pensa em
voltar ao futebol paraense como presidente da Federação
Paraense de Futebol. Luis Omar já tem apoio do
presidente do Santa Cruz de Cuiarana para chegar à
presidência da FPF. É mole ?

PROIBIÇÃO…

O empresário de futebol Emerson Dias foi proibido de transitar
nas dependências do Baenão. É o mesmo que ajudou o Remo
a contratar o Técnico Flávio Araújo e alguns jogadores como o
Fábio Paulista. Fofocas a parte é por isso que no Remo tudo
é confuso. Existem coisas mais importantes para serem
resolvidas. Emerson virou Persona Non Grata…

ELEIÇÃO UNIMED…

A Unimed Belém vai trocar de diretoria. A eleição dos novos dirigentes será amanhã, dia 25. Depois de dois mandatos como presidente, o neurocirurgião Antônio Cesar Neves deixa a direção da cooperativa que hoje assiste a 350 mil pessoas da Grande Belém. Cesar assumiu a presidência em 2005 e foi reeleito em 2009, depois de ter ocupado o cargo de diretor financeiro. Foram necessários dez anos para sanar as dívidas. Hoje, a cooperativa é líder do setor e modelo em Gestão. Cesar Neves apoia a chapa 1 – Unimed Pra Frente, liderada por Gonçalo Brandão, que até amanhã é o vice e disputa a presidência, em eleição tendo como você o também médico José Takao Yamaki. Escrutínio começa a partir das 8 da manhã no Hangar. Então – Unimed Pra Frente!!!

24 de março de 2013 at 11:58 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 22.03.13

No chutão, PFC foi superior

A rigor, não houve futebol em Paragominas, ontem. No máximo, um duelo aquático. Mas, em meio aos chutões para driblar as poças, o PFC foi indiscutivelmente o time que mais lutou, chutou e tomou iniciativa. Por isso, venceu. Fez um gol logo no começo do segundo tempo, em chute de fora de área como tantos outros que seu ataque disparou ao longo da partida, segurando a vantagem até o final. É verdade que faltou técnica, mas sobrou vontade ao time de Aleílson. Justamente o que não se viu do lado remista, que aceitou a pressão do adversário desde os primeiros movimentos e em nenhum momento se mostrou adaptado às precárias condições do campo.
Era mais ou menos previsível que o pior jogo do campeonato seria decidido num lance isolado. O PFC levou a melhor porque compreendeu que era um confronto atípico, sem condições de explorar toque de bola ou passes curtos. Charles posicionou seus volantes Ilaílson e Paulo de Tarso de maneira a pressionar o meio-de-campo do Remo em sua própria intermediária. Com isso, ficou sempre com todos os rebotes e saiu vitorioso no embate decisivo da meia-cancha.
A saída era sempre rápida, chegando com cinco e até seis jogadores no ataque, chutando de toda e qualquer distância. Errou vários disparos, mas quando encaixava levava sempre desassossego aos defensores do Remo. O primeiro susto foi logo no primeiro minuto, quando Paulo de Tarso chutou forte, a bola estourou na trave e no rebote foi tocada para as redes, mas o lance foi invalidado por impedimento. Ficou, porém, a imagem de agressividade que iria prevalecer ao longo dos 90 minutos.
Pode-se dizer que na pelada disputada na Arena Verde, marcada por ligações diretas e balões, o triunfo sorriu para quem teve estabilidade para dominar a bola e disposição para agredir. Nas circunstâncias, a vontade faz uma enorme diferença. Jogadores como Cristovão, Sam, Marquinhos e Maraú, acostumados ao clima da região, equilibravam-se melhor e saíam sempre em vantagem nas divididas. Detalhe que acabou pesando nos momentos de indefinição.
O técnico do Remo, Flávio Araújo, havia justificado a volta ao 3-5-2 alegando que o 4-4-2 deixava o time muito exposto. Curiosamente, o esquema de três zagueiros deixou a equipe ainda mais vulnerável, como ocorreu ao longo do primeiro turno. Sem ligação, apesar da presença do meia Clebson, o Remo tentava sair rápido, mas esbarrava nas dificuldades impostas pelo campo alagado. Durante todo o tempo, os jogadores insistiam em tocar rasteiro e usar passes curtos, justamente o que o adversário evitava. Não podia dar certo.
Os dois atacantes de área, Branco e Val Barreto, não recebiam cruzamentos e tinham que se virar diante da dura marcação dos zagueiros. Barreto, para conseguir jogar, virou ala em certos momentos e até zagueiro em algumas situações. O já citado Clebson se perdeu em tentativas confusas de transição, que nada acrescentaram. Perdia sempre a primeira bola e não tinha recuperação para recuperar a segunda, sendo completamente envolvido pelos volantes do PFC.
Depois de levar pressão na maior parte do tempo, Araújo tentou mudar o som da viola, voltando ao 4-4-2 com a entrada de Leandro Cearense em substituição ao zagueiro Henrique. Era tarde, porém. O time foi à frente, trocou jogadas em velocidade, mas faltava a chegada em condições de chute. Nesse quesito, mesmo precariamente, o PFC foi sempre superior e conduziu o jogo sem maiores atropelos até o apito final.

Técnico ensaia discurso do adeus

A conversa do técnico Flávio Araújo depois do jogo sinalizou para uma despedida. Disse que iria refletir sobre sua permanência, o que é senha para pular fora. Se a diretoria aceitar, estará dando um tiro no escuro. Araújo não conseguiu dar consistência tática ao Remo, insistiu teimosamente num time sem meio-campo criativo e hoje colhe os frutos desse equívoco. Apesar disso, por coerência, o clube deveria mantê-lo. Até porque, a essa altura, se está ruim com ele, ficará certamente muito pior sem ele.
Não creio em boicote dos jogadores. Prefiro atribuir os maus passos do Remo a um reflexo natural do desgaste (inclusive físico) gerado por um time que não valoriza a posse da bola e não sabe fazer transição. Com isso, perdem-se os trunfos ofensivos e a segurança defensiva. Em Paragominas, em situação atípica, o desempenho foi abaixo de crítica porque o Remo não se impôs. No turno, em Marabá, em condições parecidas, o time teve outra postura e venceu.

Façanha de blog campeão

Com números inéditos para um espaço regional, o Blog do Gerson Nogueira (http://blogdogersonnogueira.wordpress.com) alcançou 3 milhões de acesso na última quarta-feira, a quase um mês do terceiro aniversário. A façanha se deve, em grande parte, à fidelidade de um punhado de comentaristas, colaboradores e baluartes, que diariamente prestigia o amplo leque de informações disponibilizadas, da política ao comportamento, do rock ao brega, do cinema ao mundo das celebridades, do futebol ao rúgbi. Vamos em frente, novas vitórias virão. Obrigado aos que contribuem para esta pequena façanha.

22 de março de 2013 at 2:10 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 22.03.13

POSITIVO – Duas rodadas cheias de emoção na reta final classificatória do 2º turno, valendo vaga no G4 e briga contra o descenso. Vai arrepiar!

NEGATIVO – Depois de mudado relato do acontecimento em Cuiarana, visto por tanta gente, como punir na outra ponta o presidente da Tuna? É agora, José?

Lá e Cá

Tive acesso à documentação apresentada pelo empresário Luis Henrique Oliveira, carioca, 40 anos, sócio da Big Segurança e Serviços Empresariais, relativa à compra de Pikachu em análise no DJ do Paysandu.

Consta tem vindo o valor de 700 mil em três parcelas, uma de 200 mil e duas de 250 mil, nas contas do ex-presidente LOP e esposa, servindo para pagamento de funcionários, justiça e até aluguéis de imóveis de diretor.

Transação entre o ex-presidente bicolor e o empresário Luiz Oliveira está registrado no Cartório Diniz, datado de 21.11.12. Pikachu também recebeu adiantamento de 30 mil, entregue a seu pai. Existem muitas falhas contratuais, daí a veemente contestação da atual diretoria.

Por sinal, a empresa de Luis Henrique Oliveira e já tem no Pará os direitos econômicos de Jáder, Perema, Ricardinho, Pedro Henrique, Leleu e Bruno Arrabal.

Empresário de jogadores Emerson Dias, proibido há poucos dias de acesso ao Baenão, ofereceu em dezembro passado Eduardo Ramos, ao Remo, o que não foi aceito.

Thiago Galhardo de volta ao Remo domingo em Santarém. Retorno azulino ontem à noite de Paragominas, treino hoje à tarde e amanhã de manhã, com viagem depois do almoço para Santarém.

Auxiliar técnico Arapixuna tornou-se o 3º técnico do São Francisco, com a saída de Fran Costa. Tem a missão de manter o time na elite contra Remo e Cametá, ambos no Barbalhão. Não ganha há nove jogos e são oito derrotas.

Tetê, do Cametá, protagonizou um dos mais belos gols do Parazão, contra o Paysandu, onde ele se formou. É candidato a Troféu Placa 13; volante Gerônimo (Remo) meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo.

Bira Lima de volta ao Departamento de Futebol Amador do Paysandu; Fabrício (Tuna) parece não gostar das emoções de clássico: foi expulso contra o Remo e 3º cartão o tirou do jogo de amanhã frente ao Paysandu.

Prefeitura de Cametá acertou patrocínio de 180 mil ao clube da cidade, já tendo sido liberada a 1ª parcela de 60 mil. Recursos de outros bancadores do “Mapará” estão bloqueados. Vélber com bola redondinha!

Hoje, 11:30 h, no Baenão, coletiva da diretoria do Remo e Total Acesso sobre venda de ingresso para o RE x FLA. Bilhetes já disponíveis na internet através do http://www.totalacesso.com.br

Judoca paraense Luiz Augusto Nogueira filho (Esmac), depois do sucesso em Portugal estará neste final de semana com a Seleção Brasileira, em Bremen, na Alemanha. Toda sorte!

Bicolor Lineker (torção no joelho esquerdo) fora do jogo contra Tuna; esse Lourinho, meia do Paragominas, já é resultado do trabalho de base do cube, mesmo em pouco tempo.

Reis, Dida, Rayro, Tiago Floriano, João Rodrigo e Roberto, os pendurados no Santa Cruz-Cuiarana.

Com saúde restabelecida, locutor esportivo Ronaldo Porto (homem de mil e uma funções) retornará à Rádio Clube do Pará – PRC 5, amanhã, transmitindo Tuna x Paysandu. Domingo estará no Bola na Torre.

Amanhã: Real Marinho x Roma, Urucubarca x Santa Emília, Zé Alho x Caldeirão, Bangu x Fla Jurunense, Panelinha x Três Irmãos, Boleragem x União, Gleb 1 x Onze Amigos e Bagaceiros x Malas.

HOMENAGEM – Fabiele Montenegro Faciola, a Fabiele, ex-bicampeã paraense feminina de regata no single skiff, pelo Paysandu (2010-11). É advogada.

22 de março de 2013 at 1:46 pm Deixe um comentário

CHUMBO-GROSSO – Paulo Fernando – 21.03.13

– ÁGUIA GUERREIRA NA BRIGA – Ontem a Elite do norte conseguiu mais uma vitoria no segundo turno do Parazão, desta vez a Tuna bateu o leão de Santarém pelo placar de 1 x 0, mais uma vez a Águia guerreira do Brasil criou bastante mais se atrapalhou na hora de finalizar, foram vários os gols perdidos, e no final quase o São Francisco conseguia o empate, TUNA VIVA NO CAMPEONATO,………………………..

– ONDE ESTA FIEL – Uma pergunta que não quer calar, o time vem fazendo sua parte dentro de campo, estão ai os números para mostrar, campeão do primeiro turno com vagas garantida na final do Parazão e Copa do Brasil do próximo ano, então alguém me responda o que esta acontecendo com a FIEL TORCIDA BICOLOR, é bom lembrar que para cobrar tem que apoiar,……………

– TIME NÃO FOI O MESMO – Quem assistiu o time Bicolor ontem diante do Cametá notou que a equipe alvi-celeste foi bem diferente do time que enfrentou seu maior rival no ultimo domingo, apesar de ter criado e ter perdido muitas chances ontem, Eduardo Ramos cabeça pensante da equipe teve uma marcação toda especial do volante Wilson Guerreiro que não trégua ao meia Bicolor o acompanhando nos quatros quantos do campo, vejam como é enquanto aqui na capital tem técnico que ainda não enxergou isso o Ferreti lá em Cametá já descobriu que o meia Bicolor não pode ficar solto,…………………..

– LADEIRA A BAIXO – Em queda livre, como pode uma equipe que foi sensação na primeira fase do primeiro turno hoje se encontrar na ultima posição do segundo turno e com ameaça grave de rebaixamento para ano que vem algo aconteceu em Santarém para que este grupo saísse do trilho, fica aqui a pergunta, será que o problema do Leão Santareno esta dentro das quatro linhas,……………………………….

– SÓ NO PARÁ MESMO – O Paysandu tentou romper o contrato com a empresa B.W.A e a mesma bateu pé dizendo que tem contrato com o clube por mais algumas temporadas, amigos é fim da picada pois todos sabem que as catracas destas empresa vivem dando problemas e prejuízos não só aos clubes do Pará como também a outras equipes do Brasil, será que ninguém vai tomar uma atitude contra isso, onde esta o departamento jurídico bicolor que não entra em ação,………………………………..

– HORA DA VERDADE – Hoje em Paragominas a equipe azulina terá a grande chance de voltar á liderança do segundo turno do Parazão desde que vença sua partida contra a equipe local, mais além da liderança o Remo vai atrás de recuperar a alto-estima perdida desde o ultimo clássico, vejam bem amigos leitores da CHUMBO GROSSO, se um time da grandeza do Remo ficar preocupada em jogar em Paragominas e Santarém ai amigos é o fim da picada, FORÇA FILHO DA GLÓRIA E DO TRIUNFO, faça valer a força e a grandeza de sua camisa e o tamanho da paixão de sua torcida,…………………..

– ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE, AQUI O COURO COME DOA A QUEM DOER, ATÉ AMANHÃ, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

21 de março de 2013 at 3:34 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.03.13

Dois veteranos seguram o Papão

Desde o jogo com o Remo chama atenção o bom rendimento dos veteranos Vélber e Landu, defensores do Cametá. Ontem, na Curuzu, apesar de alguns quilos acima do peso, o meia-atacante teve liberdade para jogar e criou várias situações perigosas. O atacante também fez das suas, mesmo que não conte mais com a mesma força de arranque e fôlego para superar os marcadores. Apesar disso, explorando a habilidade para o drible, Landu voltou a incomodar e perdeu um gol por pura infelicidade no segundo tempo.
A atuação de ambos foi importante para o empate obtido pelo Cametá, mas não explica por completo a incapacidade do Paissandu em se impor e envolver o visitante apenas três dias depois da impecável exibição diante do Remo. Sem se retrancar, o Cametá conseguiu dificultar as ações do meio-campo, setor mais azeitado da equipe alviceleste. Dedicou atenção a Eduardo Ramos, que não desfrutou da mesma liberdade que teve no clássico, merecendo vigilância especial do bom Adelson.
Ainda assim, caso aproveitasse bem as oportunidades surgidas, o Paissandu teria vencido sem maiores dificuldades. Anotei pelo menos cinco grandes chances (Eduardo Ramos, Pikachu, João Neto, Vânderson e Rafael) que, por pecados de finalização ou perícia do surpreendente goleiro Mumu, deixaram de entrar. Do lado cametaense, Landu e Vélber também podiam ter marcado. Quando partia com a bola para cima da defesa cametaense, o Paissandu tinha imensas dificuldades, principalmente porque Iarley e Eduardo Ramos faziam essa função. Djalma, novamente discreto em campo, pouco contribuiu para essas ações ofensivas.
O primeiro tempo não teve grandes emoções porque o Paissandu criava pouco e não tinha força de chegada no ataque, mas boa parte desse marasmo deve ser creditado à boa produção do setor de marcação do Cametá, que fechava bem a entrada da área e não dava espaço para as triangulações que o Paissandu costuma fazer na intermediária adversária.
No segundo tempo, com Rafael no comando do ataque do Papão, o jogo ficou mais aberto e menos enfadonho. Mas, se ganhou presença ofensiva e uma saída mais rápida, o Paissandu também passou a se expor mais. Esdras substituiu Capanema e Lineker entrou no lugar de Brian, sem que as mudanças acrescentassem alguma coisa. O Cametá continuava com alas bem agressivos, Américo e Souza, e dois homens na frente, Landu e Kênia, abertos. Era o suficiente para levar desassossego à linha de zaga bicolor, culminando com o lance da bola na trave em jogada de Landu.
Aos 22, com a jogadinha tradicional de Pikachu cruzando para Rafael, a bola finalmente entrou. A tranquilidade aparente que resultou do gol foi quebrada apenas três minutos depois pelo belíssimo tiro de Tetê, que venceu Paulo Wanzeller. O Paissandu tinha mais volume, mas se atrapalhava no último arremate. O jogo ficou nisso, premiando a aplicação cametaense para conter o segundo melhor ataque do país.

Noite de decisão para o Leão

Os demais resultados da rodada iniciada ontem acrescentam boa dose de pressão sobre o Remo, que enfrenta o PFC hoje, em Paragominas. Tuna e Santa Cruz, que passaram pelo São Francisco e Águia, respectivamente, alcançaram 9 pontos, igualando-se aos azulinos. Com a pouca animadora opção por Nata na cabeça-de-área, o técnico Flávio Araújo retorna ao seu esquema favorito: o 3-5-2 de corte defensivo. Para justificar a volta ao antigo sistema, Araújo diz que o time ficou muito vulnerável no 4-4-2, como se o Remo não levasse sufoco ao usar três zagueiros.
Será, provavelmente, um jogo como tantos outros do Remo no campeonato. Ligações diretas para os atacantes, bolas rebatidas pela defesa e pouquíssima produção no meio-de-campo, setor completamente esquecido pelo treinador. Como a parada é decisiva, o Remo mais do que nunca dependerá de ações individuais. Zé Antonio, Clébson, Fábio Paulista ou Val Barreto. Sem perder de vista um dos artilheiros da competição, o sempre perigoso Aleílson, principal jogador do PFC. Jogo duríssimo.

Perguntas obrigatórias

Até quando a Comissão de Arbitragem vai esperar para publicar a tão esperada súmula do jogo entre Santa Cruz e PFC, realizado no sábado passado? Será que as cornetas do patrono do Santa Cruz, que “apitou” a partida, se estendem até a sede da FPF? Mais ainda: será que as ameaças de devassa feitas pelo mesmo personagem, no Senado, intimidaram o coronel?

21 de março de 2013 at 1:05 pm Deixe um comentário

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