Archive for julho, 2013

Chumbo-Grosso – Paulo Fernando – 31.07.13

– MUNDO AZULINO – Os azulinos continuam tentando arrumar a casa para temporada 2014, ontem na sede da avenida Nazaré mais de 300 azulinos se reuniram visando melhorias no Remo, tanto dentro de campo como também fora, os azulinos querem além de valorizar a base do clube, reativar a vida social do Leão azul paraense, o presidente do clube declarou que a chegada da juventude azulina dentro do clube, trás a esperança de dias melhores no leão e que finalmente a união parece ter chegado na instituição.

– O goleiro Jader de 19 anos que defendeu o São Francisco no parazão deste ano é o mais novo reforço do Remo, o goleiro foi contratado para defender o sub-20 do Leão na copa norte da categoria, que começa neste fim de semana para Leão.

– O elenco profissional azulino só retorna aos treinos no dia 12 de Agosto, enquanto isso Charles Guerreiro além de dar apoio ao sub 20 na Copa Norte, também vai fazer algumas avaliações e anotações em termos de reforços para o profissional.

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– MUNDO BICOLOR – Pode não ter sido uma atuação dos sonhos do torcedor Bicolor, mais uma coisa é certa ontem o os jogadores do Paysandu demostraram garra dentro das quatro linhas e por isso conseguiram virar a partida diante da boa equipe do Figueirense, um outro detalhe a ser levado em conta é que as falhas do time continuam existindo, a falta de qualidade também esta a vista de todos, então não se pode de forma alguma tentar maquiar com uma vitoria toda a falta de organização e como já disse de qualidade do grupo bicolor, a diretoria tem que contratar urgentemente de quatro a cinco reforços que cheguem para ser titular e jogar chega de reforços de mentiras que são piores dos que já estão por aqui, uma coisa fica certa, para torcedor Bicolor o que valeu no jogo de ontem foi a vitória da superação e da garra.

– TREINADOR – Na sua opinião quem seria o nome do seu gosto?
– Rogerinho merece continuar ?
– Quais as posições que você amigo torcedor acha as mais carentes do Papão ?

– ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE DOA A QUEM DOER, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII…………….

31 de julho de 2013 at 7:44 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 31.07.13

Atitude vencedora

faz a diferença

A lógica boleira de que jogador (e não o técnico) é quem ganha jogo prevaleceu mais uma vez. Com esforço e superação, em alguns momentos jogando apenas com a velha raça, o Paissandu derrotou o Figueirense por 2 a 1, na Curuzu, e exibiu uma nova face ao torcedor. Apesar da repetição de problemas de posicionamento e falhas de marcação, nem de longe lembrou aquele bando desenxabido que se deixou vencer por 3 a 0 para o lanterna ABC.

Sofreu um gol de bobeira, como tantas outras vezes ao longo do campeonato, mas desta vez encontrou ânimo para ir buscar a virada. Mesmo levando em conta que a responsabilidade final é mesmo dos atletas, ficou evidente a diferença de postura do time – a partir dos instantes finais do primeiro tempo e na etapa final – sob o comando de Rogerinho Gameleira, substituto interino de Givanildo Oliveira.

O jogo começou difícil, tenso e duro, como se previa. Mesmo sem mostrar arrumação tática, o Figueirense era superior tecnicamente. Comportava-se como time grande, dono do pedaço e chegava muito bem pelas laterais, com André Rocha e Wellington Saci, criando situações perigosas na área com Ricardo Bueno.

Apático nas ações de meio-campo e ataque, o Paissandu os poucos foi equilibrando o jogo. Parece ter ocorrido a Gameleira e seus jogadores que o jogo era em casa, diante da torcida e que não se podia entregar o ouro tão facilmente. A equipe começou a se desdobrar em campo e Pikachu tornou-se peça muito acionada nas jogadas de ataque.

Aí, quando o jogo era mais parelho, veio o gol catarinense em cochilo da linha de zagueiros. Em falha de Janílson, a bola sobrou para Tchô tocar para as redes. Em desvantagem, o time voltou a mostrar instabilidade e a exibir desorganização, errando bolas fáceis e sofrendo com as vaias da torcida.

De repente, no final do primeiro tempo, começou a reação. Diego Barbosa não contribuía, mas Eduardo Ramos passou a se movimentar mais e, com isso, Marcelo Nicácio e Iarley também se beneficiaram, recebendo mais bolas na frente. O lance do penal de Saci sobre Pikachu (convertido por Nicácio) coroou a tomada de iniciativa do Paissandu.

Com a disposição renovada e passando a ter o incentivo das arquibancadas, o Papão cresceu. Voltou determinado e, principalmente, mais confiante. Aproveitou os primeiros minutos para encurralar o Figueirense, que se intimidou, permitindo a pressão. Foi dos pés do contestado Janílson que partiu o cruzamento para Nicácio decretar a virada.

Por alguns minutos, a superioridade técnica mudou de lado e o Paissandu teve até oportunidade de ampliar, aproveitando-se do nervosismo da defensiva do Figueira. Depois, o jogo caiu numa rotina de passes errados no meio-de-campo, mas o time de Adilson Batista passou a prevalecer, explorando as jogadas aéreas para Ricardo Bueno, principalmente.

A situação era dramática nos minutos finais. Zaga do Papão batia cabeça, errava na saída de bola e obrigava a torcida a muitos sustos. O leitor há de perguntar então qual a diferença em relação ao time que vinha perdendo todas sob o comando de Givanildo. Ora, como diria o filósofo Luxa, tudo tem a ver com atitude.

Até mesmo a vibração de Gameleira ao lado do campo, orientando os jogadores e gritando a todo instante, cria uma atmosfera de envolvimento que o velho Giva já não consegue passar. Por outro lado, é mais ou menos evidente que o time se comporta como se quisesse valorizar a permanência do interino, ao contrário do que demonstrava com o ex-técnico.

Ontem, além das defesas precisas de Marcelo em dois lances no final da partida, o Paissandu teve a melhor atuação de Pikachu no campeonato. Conseguiu ver Janílson se reabilitar diante da galera, indo do inferno ao céu entre um lance bisonho e um cruzamento perfeito.

Iarley, abrindo espaço para os companheiros, voltou a mostrar eficiência e utilidade. E Nicácio, com mais dois gols decisivos, caminha para se tornar um novo ídolo dos bicolores, talvez repetindo outro artilheiro nordestino que marcou época na Curuzu – Vandick Lima.

E agora, o que fazer com Rogerinho?

O time quer Rogerinho. Jogou por ele, esforçou-se ao máximo, deixando até a desconfiança de que fez o contrário em relação a Givanildo. Não há como fugir ao assunto: depois da vitória suada sobre o Figueirense, diretoria e torcida do Paissandu precisam combinar se o time continua precisando de técnico ou se basta efetivar o temporário.

Pelo desembaraço mostrado nas duas vitórias que conquistou no comando do time – contra o Paraná e ontem –, Rogerinho pode ser considerado pronto para a delicada missão de dirigir o Papão na Série B. A questão é complexa, porém.

Todos sabem que técnicos caseiros costumam ser mais vulneráveis às pressões. Por isso, mesmo vencendo e feliz com ele, o clube deve manter seu operoso auxiliar, mas ainda necessita de um comandante mais experiente.

31 de julho de 2013 at 7:40 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 31.07.13

POSITIVO – Judô Sub 13 do Pará no Brasileiro em João Pessoa-PB, dias 3 e 4.8, com atletas Elder Melo, Kaypo Siqueira, Rodrigo Liebold, Carlos Henrique Moraes, Derek Paranhos, Gabriel Nobre, Giovana Melido, Dariane Maciel e Maria Luiz Lins. Rodrigo e Giovana têm mais chances.

NEGATIVO – Lamentavelmente, no Paragominas, só promessa e nada resolvido. Amanhã julgamento complicado de Lourinho, no STJD e, domingo, o perigoso Nacional-AM na Arena Verde. É duro!

Lá e Cá

No Parque Shopping (Augusto Montenegro) presença de jogadores ídolos de Remo e Paysandu nos festejos do Dia do Pais, dia 11.8. Segue lá a Exposição da História dos quase 100 anos de RE x PA.

Cuca, campeão da Libertadores, caiu com o Remo em 1994 da Série A para B, como jogador, mas fez dois gols, contra o Cruzeiro, 5×1 no Mineirão e, no empate de 2×2 frente ao Náutico, no Mangueirão.

Como técnico veio para o Leão em 2001 depois de trabalhar no Uberlândia, Avaí, Brasil de Pelotas e Inter de Limeira. Daí pra frente foi só sucesso. Irmão Cuquinha já era seu auxiliar técnico.

Alex Juan e Igor João de contrato novo com o Remo para o trabalho visando 2014 e amistosos aproveitando muita gente oriunda da base, além de Leandro Cearense, Carlinhos Rech, Fabiano, Dida e Branco.

Parceria proposta pelo empresário Walter Jr para assumir a base azulina pagando todas as despesas e ficando com 50% dos atletas negociados, gera conflito no vínculo dos jogadores e mudança do polo para Castanhal.

Funcionários do Paysandu, Anderson Muniz e Manoel Mécias Silva, especializados em transferência internacional, conseguiram legalização de Jr Timbó do Uruguai para o Águia e não ganharam nem “muito obrigado”.

Baré-RR, primeiro adversário do Remo na Copa Norte Sub 20 é treinado pelo Cláudio Marcos e vem assim escalado: Juninho, Shayder, Dedé e Wagner, Arão, Sabonete, Nonato, Wesley e Reinaldo, Isley e Breno.

Baraunas receberá o Águia, 17 h de domingo, no estádio Leonardo Nogueira, o Nogueirão, em Mossoró-RN, capacidade para 8 mil pessoas. Primeiro jogo entre os dois e praça de esportes é da Liga Mossoroense.

Arturzinho, o pole para técnico do Paysandu, jogou no bicolor em 1990, vindo do Fortaleza, mas brilhou antes no Fluminense, Inter-RS, Bangu, Vasco e Corinthians. Papão poderá ser seu 21º clube como técnico.

Secretário da SEEL, Vitor Miranda, retribuindo visitas de clubes e entidades, começará hoje pela FPF.

HOMENAGEM – Carlos Augusto de Castro Costa, o Anum Maravilha, ex-atacante do Santos (campeão duas vezes), Seleção de Cametá (venceu intermunicipal), Sertanense e Louselense de Portugal. É taxista em Belém.

31 de julho de 2013 at 7:39 pm Deixe um comentário

Chumbo-Grosso – Paulo Fernando – 30.07.13

– MUNDO BICOLOR – Ontem o torcedor alvi-celeste perdeu a paciência com alguns jogadores do grupo bicolor, um grupo invadiu o gramado da cruzou para cobrar face to face a falta de empenho de alguns jogadores durante as partidas, sempre digo que quem não quer cobranças é bem simples é só ir jogar no ÍBIS-PE, lá é time pequeno e não tem torcida e nem cobrança, além do Givanildo a diretoria tem que mandar embora mais uns 10 embora da curuzu, já falei aqui, no radio e na tv que o Paysandu não é instituição de CARIDADE, como pode o Papão ter quatro laterais esquerdos e na hora de jogar quem joga é o Alex Gaibú improvisado, ontem rapidamente fiz uma lista de jogadores que já podem ir, Zé Carlos, Janilson, Jean, Vanderson, Iarley, Rodrigo Alvin e vejam que não estou citando aqui os pratas da casa que também não fedem e nem cheiram, para o jogo de hoje contra o Figueirense quarto colado na competição, o técnico Rogerinho Gameleira na minha opinião tem que chamar este grupo na razão e escalar só quem estiver afim de se superar de suar a camisa, quem estiver tremendo com medo da pressão da torcida, é melhor pedir para ir no banheiro e rasgar da curuzu, chega de jogadorzinho meia boca que só vem enganar e roubar aqui em Belém é de contratar cinco jogadores de qualidade para chegar e entrar no time, aviso ao presidente Vandick é hora de pulso, se foi o gerente Yamato que indicou estas bombas como reforços é hora de mandar embora também, o Paysandu não ter três, quatros supervisores, presidente quem manda no clube é você tome uma atitude, com a palavra A FIEL TORCIDA OPINE,………………………………………………………….

– MUNDO AZULINO – Os azulinos estão tentando arrumar a casa para 2014, depois da desilusão de disputar a série D, o remistas agora estão dispensando o restante do plantão que deu vexame em no pararão, uma outra informação que chega é que a administração Zeca Pirão vai prestar contas do seu primeiro mês a frente do clube, seria bom também os novos dirigentes azulinos pedirem uma auditoria dentro do clube das contas dos últimos dois presidentes já que o momento do Remo é de transparência, vamos lá associados do clube é hora de saber para onde foi o dinheiro do clube, quem esta ganhando dinheiro a custa do clube, um outro assunto que vem a baila no clube é quanto reestruturação do departamento amador do clube, finalmente os dirigentes começaram a entender que a BASE é solução para tirar o clube desta situação, chega de BONDES que só vem roubar e levar o dinheiro do clube, que o diga RAMONS E GALHARDOS DA VIDA, opine torcedor AZULINO,…………..

– PARAGOMINAS – Vergonha o que o jogadores do PARAGOMINAS fizeram diante do Náutico-RR, a desculpa do grupo são os salários atrasados, na minha opinião como sempre digo LISO É UMA DESGRAÇA NO FUTEBOL, então fica aqui o meu conselho LISOS ABANDONEM O FUTEBOL,………..

ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE DOA A QUEM DOER, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

30 de julho de 2013 at 4:20 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 30.07.13

POSITIVO – A atitude do goleiro Jair (Águia) foi emocionante e comovente ao jogar e ganhar sabendo da morte de sua filhinha (fato raro). Lembrou o grande zagueiro Luis Pereira quando atuava no Atlético de Madrid.

NEGATIVO – A gente sabe que ficar sem receber salários é duro. Agora, se apresentar alcoolizado para viajar é pior ainda. Em razão disso Rubran foi desligado do Paragominas. Cabe até justa causa!

Lá e Cá

Paysandu planejou errado grupo, salvo alguns qualificados, disputa 2ª com time de 3ª divisão, além de plantel envelhecido para maratona de dois jogos por semana. Urge quatro contratações de nível, além do técnico.

Paysandu e Figueirense se enfrentaram 10 vezes, 5 vitórias bicolores, 3 empates e 2 derrotas, marcando 20 gols contra 18. Última vez, aqui, portões fechados (Curuzu), Papão 3×1 (Série A de 2005). Janilson, Esdras e Bispo voltarão hoje ao Papão, que não tem vencido times de ex- técnicos.

Artilheiro do Águia, Danilo Galvão, 22 anos, marabaense formado na base do Vitória-BA, já merece atenção de dirigentes da dupla RE x PA. Tem 11 gols nos últimos 15 jogos; ontem torcedores pararam treino do Paysandu.

Baraunas-RN, que venceu Santa Cruz, em Recife (Série C), de 2×0, tem técnico Samuel Cândido e jogadores daqui Levy, Preto Barcarena, Jaquinha, Daniel e Tiririca. Goleador Radames quase veio para o Remo.

Dirigentes e bancada de políticos paraenses devem apoiar projeto do senador Aníbal Diniz-AC, propondo 3% da arrecadação das loterias para clubes das séries B (1,2%), C (1%) e D (0,8%). Paysandu teria 600 mil/mês.

Avaliações dos patrimônios do Remo e Paysandu atingem 60 milhões e 35 milhões, respectivamente, de acordo com informações de consultor imobiliário. Acho que valem mais!

Remo torrou entre salários, gratificações e concentrações dois milhões no Parazão 2013. Para nada. Hoje, será lançada para associados campanha “Remo chamou, eu vou”; árbitro Dewson Freitas fará teste FIFA, em SP.

Ulisses D’Oliveira (9 anos de abnegação), deixou o Departamento Amador de Futebol do Clube. Dr. Roberto Macedo será convidado para o cargo.

Pará trouxe cinco ouros do Brasileiro Juvenil e Feminino de Boxe Olímpico de MS, através de Arilson Gonçalves, Brendo Costa, Felipe Sanches, Lucas Silva e Glauce Alves (sua 7ª conquista e dando o penta feminino ao Pará).

Arena Pica Pau (masculino) e Bangu Mestre Barata (feminino) campeões de futebol de areia dos Jogos de Verão de Marabá, na praia do Tucunaré.

HOMENAGEM – Gerson Damasceno, o Damasça, ex- meio campo do São Domingos, Liberato de Castro, Seleção da Cidade Velha e Seleção da Marinha do RJ. É cozinheiro marítimo.

30 de julho de 2013 at 3:08 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 29.07.13

O adeus definitivo?

Foram 14 jogos (oito derrotas, cinco empates e uma vitória) em duas passagens curtas pelo Paissandu. Este é o saldo de Givanildo Oliveira, que foi demitido ontem pela diretoria do clube. A gota d’água desta vez foi a derrota frente ao ABC na noite de sábado, em Natal. Além do placar, contribuiu para a queda do veterano treinador a situação em que o clube permanece na tabela de classificação – 17º lugar.

No giro que o Paissandu fez fora de Belém, disputando três jogos (pela Série B e Copa do Brasil), três derrotas, com seis gols sofridos e apenas um marcado. Os números de Givanildo são, de fato, indefensáveis. Até mesmo para ferrenhos fãs de seu trabalho, como o presidente Vandick Lima, que foi dirigido por ele no Papão já no final da carreira.

As duas desastrosas performances no clube em menos de um ano provocaram críticas do torcedor, mas é importante observar que Givanildo ainda é o técnico mais vitorioso da história do clube, respondendo pelo período glorioso de 2001 a 2003, quando o Paissandu conquistou o Brasileiro da Série B, a Copa Norte e a Copa dos Campeões, assegurando a inédita vaga na Taça Libertadores.

Ocorre que o futebol vive do presente e não perdoa insucessos. Givanildo, além dessas duas passagens recentes, já teve outros trabalhos contestados no clube – e no rival. Adquiriu nos últimos tempos a reputação de técnico ultrapassado e conservador, adepto de retrancas e métodos arcaicos.

As restrições podem ser justificadas, mas Givanildo também sofreu desta vez as consequências de pegar um grupo já formado. Assumiu com um elenco pronto, sem muita margem para propor trocas. Não teve apoio nem para executar as dispensas que estavam previstas antes da interrupção para a disputa da Copa das Confederações.

Só indicou um jogador – o meia Tallys – e sofreu na pele os problemas que já haviam custado o emprego de Lecheva, seu antecessor. A zaga não inspira confiança, nem mesmo quando entraram em cena os reforços Fábio Sanches e Jean. As duas laterais continuam inoperantes, sem força para abastecer as ações ofensivas. Na cabeça-de-área, apenas uma peça indiscutível, o nativo Ricardo Capanema. E o setor de criação depende exclusivamente da inspiração de Eduardo Ramos.

Com um grupo de atletas que não conhecia e não escolheu, Givanildo não conseguiu montar um time. Seu melhor momento foi contra o Guaratinguetá, quando obteve a única vitória, mesmo com atuação patética dos zagueiros. Depois disso, perdeu-se em tentativas de estabelecer um padrão e acabou apelando ao 3-5-2, que nunca foi seu esquema tático preferido.

A equipe até se apresentou bem no segundo tempo contra o Atlético-PR, mas sucumbiu diante do lanterna ABC. A dúvida é: Givanildo ainda terá oportunidades no futebol paraense, depois de tantos insucessos nos últimos quatro anos?

Não basta um novo técnico

Que o novo técnico convença a diretoria em investir nas posições carentes, garantindo ajustes para corrigir os erros de planejamento que começaram com a demissão do técnico Lecheva depois de apenas três rodadas. Se era para descartar tão cedo, o técnico campeão estadual nem deveria ter sido escolhido para a Série B. Esse erro comprometeu a montagem do elenco e continua a ter consequências até hoje.

Ainda há tempo de corrigir a rota antes que a situação se torne irreversível, mas a diretoria não pode mais cometer erros na escolha. Dentre as especulações sobre o novo nome para assumir o Papão até o técnico Cacaio, do Paragominas, teria sido sondado. Penso que a diretoria deve analisar com cuidado as alternativas. Não pode optar por um treinador-tampão, não há tempo para experiências.

Apesar de bom trabalho no Cametá, na Tuna e no próprio PFC, Cacaio não reúne a experiência necessária para uma disputa de Série B. Além disso, na condição de técnico regional, ficaria muito vulnerável à pressão de torcedores e dirigentes.

Uma coisa salta aos olhos: além do substituto de Givanildo, o clube terá que reforçar o elenco, dispensando jogadores que não terão utilidade na competição. São óbvias as carências de um zagueiro, um lateral-esquerdo, um lateral-direito, um volante e um meia-armador. Sem essas peças, dificilmente o Paissandu terá um time competitivo.

À diretoria cabe agora apressar as dispensas. O elenco, segundo avaliação feita por Givanildo, está inchado. Novas contratações precisarão ser feitas e o clube não pode arcar com despesas desnecessárias.

O próximo compromisso, contra o Figueirense, um dos melhores times da Série B, será um jogo de alto risco, pois o resultado pode fazer o Papão cair ainda mais na classificação. Nessas circunstâncias, todo cuidado é pouco.

29 de julho de 2013 at 4:21 pm Deixe um comentário

Rádio Clube quebra recorde de audiência na história do rádio AM

Saiu nova pesquisa IBOPE e a Rádio Clube do Pará apresentou os maiores percentuais de audiência em toda a história do rádio AM.Parabéns ao canhão 690!

PROGRAMA AS PRIMEIRAS DO ESPORTE (86%),CLUBE NA BOLA (88%), CARTAZ ESPORTIVO (89%),A TURMA DO BATE-PAPO (91%), AS ÚLTIMAS DO ESPORTE (95%)

Na hora da BOLA ROLANDO, a Clube comanda a audiência com 92%, segundo o IBOPE. RÁDIO CLUBE, A MAIOR AUDIÊNCIA ESPORTIVA DO BRASIL!

29 de julho de 2013 at 4:11 pm Deixe um comentário

Papo do 40º – Ronaldo Porto – 29.07.13

PERDER PARA O LANTERNA, É DOSE!

Givanildo Oliveira não é mais o treinador do Paysandu, depois de perder para o ABC-RN, lanterna da série B, sem dúvida alguma uma derrota humilhante para um time de tradição como o Papão, ressuscitando novamente um morto na competição, mania dos clubes do Pará. O velho Giva completou 200 jogos dirigindo o Paysandu e escreveu suas últimas linhas à frente do quadro bicolor com o pior desempenho da sua história, apenas uma vitória (sofrida) contra o Guaratinguetá, dois empates e cinco derrotas, incluindo-se jogos da Copa do Brasil. Vandick Lima, o 1º presidente ex-atleta, entendeu que estava na hora de mudar, um pouquinho tarde é verdade, mas antes tarde do que nunca. O primeiro nome da lista é Péricles Chamusca, que foi contatado antes do Givanildo, mas a diretoria preferiu apostar no rabugento; outros dois nomes foram pensados: Jorginho, ex-campeão brasileiro pelo Papão e Silas, mas até o fechamento da coluna não tivemos confirmação.

ALTA TEMPERATURA

Essa vitória do Águia de virada contra o Brasiliense-DF deu vida nova ao técnico João Galvão e seus comandados, vitória que aconteceu nos cinco minutos finais da partida. O filho do homem, Danilo Galvão, começou a reação aos 42 e Fred fechou o caixão do time candango aos 47. Se não chegou ao G4, pelo menos está ali encostadinho na 5ª colocação, saindo para pegar o Baraúnas-RN lá fora no dia 4; o Baraúnas venceu no início da noite de ontem o Santa Cruz-PE.

BAIXA TEMPERATURA

Com a renda mensal que tem hoje, o Paysandu era p’ra ter uma grande equipe e estar disputando as primeiras quatro colocações da série B. Ao contrário disso, trocou Lecheva por Givanildo, com uma rápida passagem de Rogerinho, que reassume. Não é só de treinador que o Papão precisa e sim de jogadores bons que cheguem e entrem na equipe, senão a máquina de calcular vai entrar em ação. Tá na hora de acordar, Bicola!!!

NO TERMÔMETRO

Paragominas perdeu feio, mas continua líder do grupo A1 da série D, agora junto com o Plácido de Castro-AC, ambos com 10 pontos. Como jogará seu próximo compromisso em casa contra o Nacional-AM, o PFC tem tudo para se classificar com folgas. Cacaio reclamou no final das estafantes viagens. /// O banho de cheiro que a estátua do Leão Azul recebeu no Baenão pode não dar em nada, mas pelo menos os dirigentes começam a sentir as mudanças. Apareceu dinheiro para quitar salários dos funcionários e a tal Academia de Musculação deverá sair do papel. /// Só o Vasco da Gama saiu vitorioso entre os quatro grandes do Rio, já que venceu ao Criciúma; o Fluminense levou peia do Grêmio e o Botafogo cedeu empate ao Flamengo aos 48 minutos, já nos acréscimos. Com isso o Urubu saiu da Zona e empurrou o Fluzão p’ra lá. /// Com atraso, já que a coluna só sai as segundas, envio as condolências aos familiares e amigos do grande João Bosco Rufino Moisés, que nos deixou na segunda passada. Aproveito e aviso que a missa de 7º dia será hoje na Igreja de Santa Terezinha, Roberto Camelier com Timbiras, às 19 horas. /// Uma raposa felpuda do CD bicolor, afirmou por telefone a mim, que as decisões no Paysandu são tomadas pelo vice Sérgio Serra e pelo diretor Clodomir Araújo Júnior, ficando Vandick Lima só no “concordo”. Conhecendo o presidente bicolor como conheço, não deixo me levar pelas aparências. Vandick não é centralizador e isso pode parecer inoperância às vistas de quem quer melhoras. Sérgio Serra também não me parece uma pessoa que puxa o tapete de ninguém e Clodomir é de uma escola mais nova e consequentemente ainda está aprendendo e dando o sangue para melhorar seu Paysandu. Mas fica aqui o registro para anotações futuras. /// No Remo uma grande novidade: Pirão vai prestar contas do seu primeiro mês à frente do Clube, aproveitando para explicar o que vai ser do time até sua estréia no Parazão do ano que vem. É preciso explicar? Pirão poderia explicar o porquê de ter afastado Magnata e Sarjeta do futebol, fazendo de ambos seus assessores. /// Ao apagar das luzes, tomei conhecimento que Cacaio foi contatado pelo Paysandu e entrou na lista também. /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!
E-mails: rporto@supridados.com.br

29 de julho de 2013 at 4:10 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 27.07.13

Chance para a reabilitação

Contra o pior time do campeonato espera-se que o Paissandu finalmente vista o figurino de time competitivo e obtenha sua primeira vitória fora de casa. Além do rendimento aquém do esperado, com 9 pontos ganhos em 9 disputados, o campeão paraense precisa se preocupar com o posicionamento na tabela. Na 17ª posição, incluso na zona de rebaixamento, o Paissandu começa a cair naquela faixa de times que não inspiram medo nos adversários e nem têm o respeito de seus torcedores.

Essa área de sombra, que o time já viveu no começo da competição, é ainda mais inquietante porque já existe uma distância considerável em relação aos primeiros colocados. Se persistir lá embaixo na tabela, o Paissandu corre o risco de chegar à metade da competição lutando apenas para não cair.

O investimento feito pela diretoria foi vultoso e posiciona o Paissandu entre os elencos mais caros da Série B, abaixo apenas de Palmeiras, Sport, Figueirense e Atlético-GO. Essa condição permite ao torcedor cobrar do time performance mais convincente. Com a contratação de jogadores de custo semelhante a de atletas da Série A, o Papão também deveria estar em situação menos desconfortável no torneio.

Na partida diante do Atlético-PR, pela Copa do Brasil, Givanildo Oliveira surpreendeu lançando uma formação no 3-5-2. Apesar de problemas no primeiro tempo, a equipe cresceu na etapa final e chegou a ser superior ao mandante em vários momentos.

Caso mantenha o mesmo desenho tático, o técnico terá que queimar pestanas para encontrar alas que se adaptem às exigências do esquema. De longe, este é o maior problema do elenco bicolor. Pikachu, que pode desfalcar o time por contusão, seria substituído pelo garoto Gleicinho. Na esquerda, porém, Givanildo não tem muito com o que sonhar, pois dispõe apenas de Rodrigo Alvim.

Para o ataque, a situação é bem mais confortável, pois Marcelo Nicácio volta ao time e deve formar dupla com Iarley, que é a melhor composição ofensiva do time. No setor de marcação, Ricardo Capanema e Zé Antonio permanecem, depois da boa atuação em Curitiba.

Do outro lado, o ABC entrou na espiral do desespero, depois de conquistar apenas três pontos na competição. Carrega também o fardo de ser o único time sem vitória. Derrotar o Paissandu em casa é a oportunidade que o técnico Waldemar Lemos tem de escapar da lanterna e do bombardeio de críticas.

Planos de Charles priorizam nativos

Pelos nomes que o técnico Charles Guerreiro encaminhou para análise da diretoria do Remo, projetando futuras contratações, já se esboça um ponto positivo: é possível observar que há uma sintonia com os anseios do novo diretor de Futebol, Tiago Passos. Em entrevistas recentes, o dirigente afirmou que sonha para 2014 com um time doméstico, reforçado pontualmente por alguns jogadores. A política de contratações será inteiramente diferente da que foi executada neste ano.

Charles deixa claro ao apontar alguns nomes que vai dar prioridade para valores regionais, com ênfase em atletas que estão no Paragominas, clube que dirigiu no campeonato. Há, ainda, a possibilidade de aproveitamento de garotos formados nas divisões de base e a permanência de alguns atletas que tiveram bom papel no Parazão 2013, como Henrique, Fabiano e Val Barreto. Apesar de o clube não poder contratar ninguém por enquanto, a simples divulgação do perfil dos atletas já evidencia que o Remo de fato terá um novo rosto na próxima temporada.

Direto do Facebook

“Respeito muito seu comentário relativo a decisão da libertadores inclusive reconhecendo que esta competição foi a redenção de muitos jogadores que não faziam parte do planejamento de muitos clubes no Brasil, fez justiça ao excelente treinador e ótimo caráter chamado Cuca e, diga-se de passagem, coisa rara nos tempos atuais nos treinadores. Reverencio a grande performance do goleiro Victor, pois sem ele realmente o Galo não teria chegado ao topo das Américas e, claro, o artilheiro da competição – o atacante Jô. Vejo porém um paradigma quando se fala em redenção para alguns jogadores pois, ao fim do jogo, o Ronaldinho desabafou ao repórter que foi entrevistá-lo falando o seguinte: ‘Disseram que eu estava acabado, fala agora que eu quero ver?’. O fato de alguém receber críticas não significa que outros torçam para ele se acabar e sim que perceba que a maioria apenas cobrava de quem poderia render muito mais. Foi necessário que ele enfrentasse um presidente que realmente pagou o que ele merecia no momento de sua chegada e o fez trabalhar como um profissional, coisa que ele não fazia quando estava no Flamengo, independente de estar com seu salário atrasado. Se ele saiu escorraçado, méritos também pra ele que também fez a imagem do clube ir para a sarjeta, e que o mesmo refletisse sobre sua carreira e visse o que fez nestes dois jogos decisivos em que o clube precisava mais do que nunca de seu futebol e o mesmo sumiu. Amigo, você mais do que ninguém sabe que o futebol atual não contempla mais jogadores que vivem uma vida desregrada e que não têm comprometimento com sua profissão. Portanto, creio que pra jogar em um clube e disputar competições deste nível ainda dá, porém, em se tratando de Seleção, creio que o seu ciclo se encerrou”.

De Sérgio Cordovil, refletindo sobre o papel dos renegados do Galo.

27 de julho de 2013 at 5:24 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 25.07.13

Vitória do Galo e seus renegados

Ronaldinho Gaúcho não teve participação destacada no jogo mais importante da história do Atlético-MG. Parecia meio travado e não conseguiu fazer a diferença no meio-de-campo, apesar de desfrutar de surpreendente dose de liberdade. Ficou até em plano inferior a jogadores menos celebrados pelos atleticanos, como Jô, Leonardo Silva e Josué. Não teve nem a chance de fechar a série de penalidades, pois a contagem terminou antes de sua cobrança – o chute de Jimenez estourou na trave.

Mas não há ninguém que personifique tão bem o valor redentor da conquista atleticana do que Ronaldinho. Foi resgatado pelo clube depois de sair escorraçado do Flamengo. Mostrou vontade, disposição e comprometimento. Virtudes que muitos imaginavam que ele não seria capaz de mostrar.

No confronto de ontem com o Olímpia, Ronaldinho se restringiu a passar bolas, sem arriscar. Acertou um belo chute de fora da área, defendido pelo goleiro. Depois, errou um cabeceio de frente para o gol e cobrou uma falta na barreira. E foi só. Quando a partida acabou, porém, todos os olhares se voltaram para o camisa 10.

Como Cuca, outro que precisava se livrar da fama de azarado, Ronaldinho parece ter se agarrado ao projeto do Atlético como se fosse a última chance de sua carreira – e talvez fosse mesmo. A improvável reunião de tanta gente que precisava dar respostas deu certo.

É claro que uma conquista dessa magnitude não pode ser atribuída a uma só figura. Além dos jogadores que se brilharam nos momentos decisivos, como o goleiro Victor, há a firme liderança de Cuca. Fiel ao estilo ofensivo e habilidoso que sempre prevaleceu em seus times, fez do Galo uma exceção entre os disputantes da Libertadores deste ano.

Ao contrário da multidão de times retrancados e especialistas em contra-ataque, o Galo foi vencendo obstáculos jogando objetivamente e quase sempre de maneira bonita. Utilizou sempre quatro atacantes (Jô, Bernard, Diego Tardelli e Ronaldinho), auxiliados por laterais avançados e participantes.

Esse estilo destemido rendeu bons frutos na reta final, embora pregando grandes sustos na apaixonada torcida campeã, cujo entusiasmo e vibração nos cânticos foram também peças fundamentais na conquista.

Papão melhora, mas sai da Copa

Com um pouco mais de capricho e ousadia nos lances ofensivos, o Paissandu talvez tivesse obtido a classificação dentro da Vila Capanema, em Curitiba, ontem à noite. Faltou ao ataque a coragem para arriscar mais chutes de fora da área e infiltrações na área. Quando o time fez isso, o gol aconteceu.

Antes do jogo, uma surpresa. Givanildo lançou uma formação que até então não havia experimentado. Botou três zagueiros – Jean, Sanches e Raul – para conter a pressão do Atlético-PR. Esse desenho tático, revelado só minutos antes da partida, parece ter atrapalhado os jogadores de meio-de-campo do próprio Paissandu, que exibiam dificuldades para se posicionar na cobertura da zaga e nas antecipações.

Contribuiu bastante para essa confusão o gol sofrido logo no começo, nascido de pênalti inexistente, que comprometeu a estratégia do Papão. Em vantagem, o Atlético se segurou em seu campo, tocando a bola e esperando surgir algum espaço para explorar. Com isso, não havia como os laterais Pikachu (principalmente este) e Rodrigo Alvim se lançarem ao ataque.

Voltou o Paissandu à velha situação de impotência e hesitação que se abate sobre o time quando precisa tomar as rédeas da partida. No primeiro tempo, teve a posse de bola, mas não sabia como fazer uso dela. Capanema corria, se esforçava e se metia a armar jogadas, Gaibú não armava nem marcava e Eduardo Ramos se perdia em toques para os lados e algumas firulas desnecessárias. Ainda assim, podia ter empatado se Pikachu não perdesse o gol mais feito do ano.

Depois do intervalo, Ramos passou a dominar o setor de meio-campo e o Paissandu cresceu junto com ele. Teve a infelicidade, porém, de sofrer um segundo gol em desatenção dos zagueiros. Com Ramos, Careca e Iarley se movimentando mais, embora este último esteja visivelmente fora de suas melhores condições, o Paissandu conseguiu botar a bola no chão e apertar a zaga atleticana. O gol saiu, depois de um ataque fulminante, mas faltou a força necessária para ir em busca da igualdade que garantiria a classificação.

É preciso fazer justiça, porém, à ligeira evolução que a equipe apresentou em comparação com os últimos jogos na Série B. Caso o time mantenha a qualidade exibida no segundo tempo, a campanha na Segundona ainda pode ser recuperada.

Remo e o direito à livre manifestação

A diretoria do Remo organizou ontem uma faxina geral nas dependências do estádio Evandro Almeida. Uma sessão de “descarrego”, com muito banho de cheiro e ervas trazidas do Ver-o-Peso. A ideia é sacudir a poeira e dar a volta por cima, afastando o mau-olhado, a pissica e a urucubaca. Curiosamente, a iniciativa gerou críticas melindrosas por parte de muita gente, que viu no gesto apenas uma atitude infantil e supersticiosa. Outros chegaram a visualizar um suposto desrespeito aos rivais.

Bobagem. Isto é apenas futebol, um esporte tão brasileiro que comporta manifestações e crenças de toda espécie. O banho cheiroso das erveiras é tão legítimo quanto as demonstrações de fé com a imagem da Virgem de Nazaré nos estádios. Há quem faça promessas e mande celebrar missas por força de interesses futebolísticos. No fundo, tudo é válido. E nada que venha do coração deve ser reprimido.

25 de julho de 2013 at 4:33 pm Deixe um comentário

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