Archive for fevereiro, 2014

Coluna do Gerson Nogueira – 24.02.14

À altura dos velhos tempos

Aconteceu quase tudo o que faz parte do arsenal de emoções do grande clássico. Lances empolgantes, marcações polêmicas, sururu e festa, muita festa. O último item por conta dos azulinos, que esperavam desde 2012 por um triunfo dentro do Campeonato Paraense. A Taça Cidade de Belém é apenas metade do torneio, mas já garante benefícios significativos. Com a conquista, o Remo já se garante na Copa do Brasil 2015 e fica muito próximo da almejada vaga à Série D deste ano.
Os saudosistas costumam gastar horas a fio recordando timaços de Remo e Paissandu de outras décadas. Para esses nostálgicos empedernidos, o futebol do passado é mais talentoso e glorioso do que o atual. Ontem à tarde, porém, mesmo aqueles que se agarram às reminiscências certamente se renderam ao grande duelo, em técnica e emoção, que remistas e bicolores proporcionaram no estádio Jornalista Edgard Proença.
É bem verdade que ficou faltando uma quantidade mais generosa de gols para tornar a festa de fato inesquecível, mas os 90 minutos foram de intensa busca pela vitória, entrega dos atletas e ataques de parte a parte, como o povo gosta.
O Remo, ansioso demais para assegurar o título do turno, começou nervoso e afrouxando a marcação em frente à área. Quando Ilaílson e Dadá acertaram o passo, foi a vez das laterais se mostrarem vulneráveis, principalmente a do lado direito, onde Héliton partia resoluto sobre Levy. A criação permanecia travada, como nos outros clássicos. Eduardo Ramos recebia poucas bolas e praticamente se omitia do duelo no setor.
Os bicolores, mais organizados e focados, erravam pouco, mas não conseguiam acertar o pé lá na frente. Pikachu, como meia-atacante, ameaçava em arrancadas quase sempre paradas com falta, mas Lima não conseguiu disparar um chute a gol. Nas laterais, Djalma ajudava Max a conter Val Barreto, mas Bruninho sofria com a insistência maior do Remo pelo seu corredor.
Quando tudo parecia indicar que a primeira etapa terminaria premiando o esforço dos marcadores, o Remo ameaçou com duas investidas de Ratinho pela direita, lançado por Ramos. Na terceira, aos 28 minutos, aconteceu o gol. Ratinho entrou na área e, quando se preparava para chutar, furou espetacularmente. Para sua sorte, o zagueiro executou o passe e a bola foi direto nos pés de Val Barreto, que só teve trabalho de escorar para as redes.
O Paissandu mexeu para o segundo tempo, indicando a insatisfação de Mazola Junior com a produção do time. Lineker e Vânderson foram substituídos por Rodrigo Moraes e Dênis. A mudança surtiu o efeito desejado e a equipe ganhou em ofensividade.
No Remo, Zé Soares já havia entrado no lugar de Ratinho e perdeu uma chance preciosa aos 10 minutos. Recebeu livre, mas chutou à direita do gol de Mateus. O jogo forte no meio-campo continuava, com pouco talento, mas muita disposição dos dois lados.
Aos 30, em cobrança de escanteio, Zé Antonio desviou no meio do caminho e enganou o goleiro Fabiano. O empate do Papão tornou o jogo eletrizante nos 15 minutos finais. No lance seguinte, Fabiano evitou o gol saindo aos pés de Lima. Com Carlinho Rech improvisado de volante e Rubran na zaga depois da saída de Ilaílson, o Remo acusou o golpe, atrapalhando-se muito na saída de bola.
Em contrapartida, Bruninho, Djalma, Rodrigo Moraes e Dênis tocavam a bola, invertiam posicionamento e abriam espaço na intermediária remista para a entrada de Lima. Foi assim que o atacante invadiu a área e foi tocado por Dadá. O árbitro Wilson Seneme não deu o pênalti.
O Remo aos poucos foi se posicionando melhor, botando os nervos no lugar e armando contragolpes. Aos 40 minutos, Zé Soares teve outra grande chance, mas chutou por cima. Em outra investida, levou um pontapé de Lacerda, que acabou expulso. A grande vibração da torcida azulina embalou o time nos minutos finais e ajudou a sustentar o empate no clássico mais equilibrado da temporada.
Cumpriu-se, com dificuldade além do esperado, a primeira parte do projeto remista de recuperação. Um bom passo foi dado, mas os principais reforços do time ficaram devendo. No fim das contas, quem segurou as pontas foi a prata da casa e remanescentes de 2013.

A seleção da primeira metade

Depois da conquista azulina, a seleção do primeiro turno fica assim escalada: Fabiano (CR); Magno (PFC), Max (CR), Charles (PSC) e Alex Ruan (CR); Diogo Carioca (PFC), Dadá (CR), Djalma (PSC) e Eduardo Ramos (CR); Lima (PSC) e Aleílson (PFC). Ramos entra por exclusão, diante da inexistência de outro meia-armador de ofício nos outros clubes.

A volta do duelo Pará-Amazonas

A semana promete novas emoções às duas grandes torcidas. Pela Copa Verde, um duelo com os representantes amazonenses: o Paissandu encara o Princesa do Solimões na quarta e o Remo pega o Nacional. O Papão pode ser considerado favorito destacado, mas no confronto dos leões nortistas reina certo equilíbrio.

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24 de fevereiro de 2014 at 12:25 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 24.02.14

REMO CAMPEÃO, COM JUSTIÇA!

A Taça Cidade de Belém ficou com o Clube do Remo de modo merecido, aproveitando a vantagem de jogar por dois resultados iguais. Na semana passada empate sem gols e ontem saiu na frente com Val Barreto, levou o gol de empate e segurou o resultado até o apito final, fazendo a festa e levando o fenômeno azul ao delírio. Além do grande passo dado, o Leão Azul vai jogar sem pressão o 2º turno, podendo inclusive levantar o título se vencer também a Taça Açai. Com o título de ontem, o Remo se garante na Copa do Brasil, além de garantir vaga na decisão do Parazão, se não ganhar também o 2º turno. Quanto à vaga para a 4ª divisão, a mesma só virá em caso de novo triunfo ou se o Paysandu for o campeão do 2º turno. Se outro time for campeão da 2ª fase, o Remo terá vencê-lo para ganhar a tão sonhada vaga, garantindo o calendário total para o restante de 2014. Na verdade, o título de ontem deu tranquilidade ao plantel, que deve se focar agora na Copa Verde, atrás da vaga na Sul-americana.

ALTA TEMPERATURA

O meio de semana também foi produtivo para os dois maiores rivais que estão nas disputas da Copa Verde. O Paysandu, depois de uma sonora goleada contra o Náutico-RR, na casa do adversário, conquistou a vaga à 2ª fase com outra goleada em Belém. O Remo venceu o Paragominas lá dentro e suou um pouco a camisa para derrotar o Galo dentro de casa, com uma virada de encher os olhos. Agora Remo e Paysandu vão para a segunda fase, buscando uma competição internacional.

BAIXA TEMPERATURA

Parece que a SEEL tomou vergonha e vai realizar algumas obras no Estádio Edgar Proença, o Mangueirão. O gramado, palco dos jogos, deverá ter atenção especial, bem como o sistema de drenagem, que em função do tempo já não está mais dando conta do recado. Não sei se vai dar tempo da troca de todo o gramado, castigado pelas chuvas. Seria interessante que a SEEL fizesse também uma boa inspeção nas cabines de imprensa que o tempo ajudou a deteriorar.

NO TERMÔMETRO

Parazão agora somente no dia 06 de março, com o início do 2º turno, ou seja, pós-carnaval. Os times terão vários dias para os devidos preparos e com isso a parte técnica poderá melhorar. Pelo menos é o que se espera. /// Mazola Jr deitou falação no final do Re x Pa, declarando que as coisas estão sendo arrumadas para ajudar o Clube do Remo. E foi além, culpando o árbitro Wilson Seneme por não ter marcado um suposto penal em cima do Lima. Confesso que fiquei na dúvida na hora do lance, mas ao ver o repeteco concluí que a jogada foi normal. /// Zé Soares teve a grande chance de se consagrar no Re x Pa de ontem, perdendo duas chances no 2º tempo e por pouco não foi do céu ao inferno, caso o atacante bicolor Dênis tivesse virado o jogo, na maior chance alvi azul. /// Público de 28 mil expectadores no Mangueirão ontem, com toda aquela chuva que caiu antes da bola rolar; foram mais de 26 pagantes, o que gerou uma arrecadação de mais de um milhão de reais. Cotas excelentes para a dupla Re x Pa. /// A grande pergunta dos torcedores remistas: quando é que o Eduardo Ramos vai resolver jogar bola? A melhor jogada do número 33 remista foi a falta que ele recebeu do Lacerda, que acabou sendo expulso de campo. /// O clássico de ontem foi tecnicamente inferior ao da semana passada, quando ambos empataram sem gols; no máximo foi vibrante, brigado e em certos momentos a disciplina foi deixada de lado. /// Cabe aqui um agradecimento especial ao torcedor paraense, que sempre deu mostras da sua força. Ontem, mais uma vez, o Mangueirão recebeu um grande público e olha que tivemos jogos seguidos durante a semana, a começar pelo Re x Pa do 0 x 0. /// Fazia tempos que o Leão Azul não conquistava um título em cima do seu maior rival. Por isso, a festa no Mangueirão foi grande e continuou fora de campo. Zeca Pirão foi bastante festejado e Charles Guerreiro aproveitou para destilar o seu veneno após a partida, alfinetando quem não acreditava no seu trabalho. /// Uma boa semana a todos, parabéns ao Clube do Remo e viva Jesus!
E-mails: rporto@supridados.com.br

24 de fevereiro de 2014 at 12:23 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 23.02.14

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Destaque para os Principais lances do RexPa da
Decisão da Taça Cidade de Belém e Papão e Leão na Copa
Verde. Guereirão no comando estarei ao lado de Gerson
Nogueira e a Festa Ao Vivo do Campeão do Primeiro Turno
do Parazão 2014. Tem Prêmios para a galera. Partícipe pelo
Twitter @bolanatorre

CAMISA 13

Na semana que passou estivemos na instalação da Urna Fixa do Troféu Camisa 13 no Laboratório Amaral Costa que contou com a participação de sua Diretoria, Atletas e convidados. Hoje as Urnas estarão nas Rampas do Mangueirão para receber os votos dos torcedores bicolores e azulinos. Premiação mais Democrática do Esporte Paraense.

SERRA FREIRE

Foram quase 6 anos fechado esperando a reforma e recuperação do tradicional Ginásio Azulino. E graças a Parceria dos Grupo Horizonte e Clean Gestão Ambiental, o Ginásio Serra Freire será reinaugurado no próximo dia 8 de março em grande estilo e uma programação especial. Mesmo com fortes laços com o Paysandu a iniciativa visa tão somente o engrandecimento do Basquete Paraense. Parabéns ao Grupo Horizonte / Clean Gestão Ambiental por mostrar que alianças firmadas em benefício de todos são salutares ao esporte, e ao Remo e Paysandu por se unirem no intuito de trazer o basquete paraense de volta ao cenário nacional. Ganha o basquete, o Clube do Remo e a Federação que terão a sua disposição mais espaço esportivo qualificado e de alto nível. Na reinauguração o Serra Freire ganha um Slogan: “ Nós Tornamos Esse Sonho em Realidade”…Ficou um brinco!!!

VEM AI…

Está chegando a Belém o “3 BET” – Um Sport Bar e Clube de Poker Esportivo, um conceito inovador para um esporte que está conquistando os Paraenses e ganhou espaço em todo o Brasil. Aqui a aposta é do trio Zeca Teixeira, Piragibe Ataíde e Ricardo Santos. Vai inaugurar no final de março na Boaventura da Silva próximo a Doca.

DÍVIDAS…
Pelo lado bicolor esta semana o Presidente bicolor Vandick Lima recebeu da empresa BWA confissão de dívida do ex-presidente Luiz Omar no valor de R$ 605 mil reais, e não sabe como honrar o compromisso e dificilmente vai pagar. Já pelo lado azulino as Ações Trabalhistas continuam a chegar quase que diariamente. Toni entrou com ação contra o Remo em Fortaleza e a audiência está marcada para o dia 14 de abril. Jogador cobra 250 mil reais. Eduardo Amâncio cobra R$ 150 mil e entrou com ação no TRT de Rio Branco-AC. Audiência programada para 24 de abril. Também no TRT de Rio Branco-AC, entrou com ação contra o CR o jogador Tragodara.
Diego Amaral deseja R$ 109 mil, e audiência está marcada para o dia 11 de junho em Belém. Gerônimo cobra R$ 250 mil e a audiência está marcada para 14 de maio no TRT-PA. Presidente Azulino de cabelo em Pé…Como mandante do RexPa de hoje, amanhã o Remo deposita no TRT, 10% da sua Cota pelo acordo já estabelecido.

23 de fevereiro de 2014 at 9:48 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 23.02.14

Teste de fogo para cardíacos

Tem tudo para ser o mais empolgante e tenso clássico dos últimos anos. As condições são particularmente favoráveis. O Remo é o líder na classificação geral do Campeonato Paraense e o Paissandu é o segundo colocado, ambos bem à frente dos demais times. Já fazia um bom tempo que a dupla de gigantes não se distanciava com tanta facilidade do chamado bloco intermediário.
Acima das demais razões, o principal motivo para crer num jogaço é a qualidade dos times. O Paissandu tem um conjunto bem afinado, compensando com entrosamento o que carece de talento em algumas posições. A lateral-esquerda, por exemplo, que hoje não terá o titular Aírton. Ou o meio-de-campo, onde falta um especialista na armação.
Ao mesmo tempo, o técnico Mazola Junior conta com trunfos que potencializam a força do jogo coletivo. Charles é um dos melhores zagueiros da competição. Especialista na lateral direita, Pikachu ganhou função ofensiva. Djalma será seu escudeiro e parceiro de manobras. Ricardo Capanema é o chamado carrapato, um infatigável marcador. E Lima é o artilheiro e mais destacado atacante do Parazão.
No front remista, ainda falta organização tática que garanta consistência à equipe. O jogo de quinta-feira contra o Paragominas escancarou essa fragilidade. Ao mesmo tempo, a excepcional reação final do time naquela noite evidenciou uma grande qualidade. O Remo, mais que qualquer outro time deste campeonato, tem peças de reposição no banco de reservas.
A prova disso é que, quando precisou empatar e virar em cima do PFC, Charles Guerreiro lançou mão das peças de reposição. Pôs em campo Zé Soares, Athos e Leandro Cearense, conseguindo mudar o ritmo da prosa e atingir seu intento. São jogadores que por uma razão ou outra não costumam entrar jogando, mas que têm o mesmo nível dos titulares.
Além dos jogadores citados, ainda há Ratinho, que no último Re-Pa executou funções ofensivas com grande aplicação. A qualidade individual faz do elenco remista o mais respeitado da competição, não por acaso o primeiro colocado na tabela.
O drama está na parte tática, onde ainda são flagrantes as dificuldades em determinados jogos. Como não tem aproximação entre os setores e o meio-campo se embaraça quando é bem marcado, o time ainda oscila muito. Diante disso, melhor oportunidade não poderia haver para Charles calar seus críticos com uma atuação convincente do ponto de vista tático.
Apesar da expressiva vantagem do empate, o Remo tem contra si a pressão de não vencer um turno do campeonato há dois anos. Na luta para conseguir vaga na Série D, a conquista da Taça Açaí (primeiro turno) é fundamental para tranquilizar as coisas no Evandro Almeida.
Comparativamente, o Paissandu entra muito mais relaxado na decisão. E a tranquilidade pode ser grande aliada numa batalha que exige, acima de tudo, sangue frio e nervos no lugar. A conferir.

Mais do que uma taça em jogo

Garantir vaga na Quarta Divisão não é a única coisa que move o Remo neste momento. Os investimentos caros feitos pelo clube, contratando pelo menos seis reforços de alto nível (Ramos, Athos, Max, Leandrão, Potiguar e Zé Soares), inflacionaram a contabilidade, elevando a folha salarial para patamar de Série B – cerca de R$ 550 mil.
Um eventual revés terá impacto negativo nas arrecadações, que constituem a maior receita do clube no momento. Maltratado por tantas frustrações nos últimos anos, o torcedor, que até agora proporcionou ampla vitória azulina nas arquibancadas, tende a abandonar a causa ou a reduzir o apoio.
Por essa razão, levantar a Taça Açaí adquire importância extrema para os remistas. Como é natural, a urgência e as cobranças redobram a carga sobre as cabeças de técnico e jogadores.
Ao contrário do rival, cujo ambiente só foi conturbado por mais um choque de pressão do staff de Pikachu (aparentemente solucionado), o Remo convive com entrechoques internos até agora represados graças à expectativa de vitória no primeiro turno.
Charles se mantém pela boa campanha no Parazão, mas sabe que um tropeço mais sério lhe custará o cargo. Jogadores importantes, como Eduardo Ramos e Leandrão, precisam mostrar que valem o quanto custam. A diretoria cobra resultados, a torcida exige comprometimento. Por tudo isso, os azulinos pisarão hoje no Mangueirão dispostos a vencer ou vencer. Determinação é característica obrigatória nos vitoriosos.

Bola na Torre

O programa será festivo, com link ao vivo para acompanhar a comemoração dos campeões do turno. Guilherme Guerreiro comanda, como sempre, com a participação de Giuseppe Tommaso e deste escriba baionense. Começa à 00h15, logo depois do Pânico na Band.

23 de fevereiro de 2014 at 9:45 am Deixe um comentário

Chumbo-Grosso – Paulo Fernando – 21.02.14

– JÁ ESTA ENCHENDO O SACO – Alguém na curuzu precisa dar um basta no caso pikachu, o Paysandu é muito grande para ficar a toda hora escutando que ele quer sair do clube, que ele já acertou com o Goiás, é bem simples chama o jogador e diz para ele avisar os empresários dele que depositando a GRANA ele ta liberado, qualquer outro papo furado, TEM QUE MANDAR ELE JOGAR BOLA E RESPEITAR O PAYSANDU SPORT CLUBE,………………..

– FAZ DE TUDO PARA SE COMPLICAR – Ontem o técnico do Clube do Remo quase mata o torcedor remista de susto no mangueirão, ele com um jogador a mais conseguiu tirar de campo o único jogador do meio campo que pensava, quando o Paragominas fez 2 x 1 parece que ele acordou e viu a bobagem que fez e colocou o Athos no time, É IMPRESSIONANTE COM AINDA TEM GENTE QUE QUER INVENTAR,………………..

– ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ – Ontem finalmente o povo do Pará recebeu a noticia que há muito tempo estava esperando, aleluia o MANGUEIRÃO templo maior do nosso futebol vai passar por uma reforma, já não era sem tempo pois o atual estado da nossa principal praça esportiva é de dar pena, ATÉ QUE FIM,………………

– CASO DE POLÍCIA – O que acontece no Mangueirão em dias de jogos é um caso de policia, as arquibancadas estão cheias e na hora de divulgar a renda vem a decepção do torcedor, no jogo de ontem brincando tinham ali nas arquibancadas mais de 15 mil pessoas, e os CARA DE PAU vem com papo furado de 12 mil, é por isso que tem nego que ganha R$ 600,00 e tem sitio, carro do ano, casa em salinas e mosqueiro, hotel no interior do estado tudo as custas de REMO E PAYSANDU, QUE VERGONHA ISTO É UM ASSALTO A MÃO ARMADA,………………………

– QUAL FOI O CRITÉRIO – Como pode se temos a federação melhor ranqueada da região e nossos clubes tem muito mais conquistas que os deles A CBF definir os jogos desta maneira, e sai com o papo furado que é para organizar a logística de viagens e horários das partidas.
Confira a ordem dos jogos. (Primeiro abre em casa):
Paysandu x Princesa do Solimões-AM / Santos-AP
Remo x Nacional-AM
CADE A MORAL DA NOSSA FEDERAÇÃO, QUANDO EU FALO AINDA TEM FDP PUXA-SACO PARA DEFENDER A MÚMIA, COMO PODE,…………….

– ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE, DOA A QUEM DOER, PAULO FERNANDO, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

21 de fevereiro de 2014 at 5:04 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.02.14

Em ritmo de decisão

Foi uma partida bem mais tensa do que a torcida esperava, mas teve o efeito compensador de mostrar que o Remo tem um bom elenco, peças de reposição e capacidade de mudar uma situação complicada. As mexidas executadas depois que o Paragominas chegou a 2 a 1 no começo do segundo tempo demonstraram que o torcedor tem motivos para alimentar esperanças em relação ao time atual.
Os 45 minutos iniciais do Remo foram absolutamente caóticos. Não conseguia aproveitar as boas oportunidades criadas pela direita do ataque, com Ratinho, e se atrapalhava nas disputas do meio-campo, sofrendo com as ausências de Jonathan e Dadá.
Quando tinha a posse de bola, a ligação era sempre atrasada e imperfeita, com bolas esticadas para Tiago Potiguar pela esquerda, quase sempre muito policiado por Magno e Sandro, este um autêntico pitbull na marcação, exagerando até na força de suas entradas.
A outra saída era pela direita com Levy, mas este buscava Ratinho ao invés de tentar completar as arrancadas até a linha de fundo. Com isso, o Remo ficou previsível, facilitando o trabalho de bloqueio que Cacaio montou em frente à sua linha de zaga.
Depois de muito tentar em cruzamentos tortos, o Remo abriu espaço nas laterais e permitiu que Aleílson, lançado por Fabrício, tumultuasse a defesa em duas ocasiões. Fabiano salvou duas vezes, mas na terceira tentativa a casa caiu. Aos 29, após desvio de Aleílson, de costas, a bola ganhou as redes.
O gol perturbou os remistas, que se lançaram à frente com sofreguidão, mas sem método. Eduardo Ramos, muito marcado e sempre parado com faltas, não achava lugar. Potiguar era, como de hábito, o mais acionado, mas também não progredia nos lances isolados.
No minuto final veio o lance redentor. O garoto Warian jogou a bola para o lado esquerdo, Potiguar evitou a saída e arrancou até a linha de fundo, cruzando para o cabeceio certeiro de Val Barreto. Foi, a rigor, a única jogada lúcida do Remo em toda a primeira etapa.
A empolgação da torcida azulina na descida do time para os vestiários mascarou a fraca atuação. O recomeço do jogo iria mostrar que o desenho armado por Charles necessitava de retoques. O Paragominas perdeu o zagueiro George, expulso por jogo violento. Eduardo Ramos, que atuou muito isolado no meio, foi então substituído por Zé Soares.
Acontece que o Remo permanecia sem transição e acabou castigado. Aos 18 minutos, o baixinho Fabrício desempatou de cabeça, reabrindo as chances do Paragominas. O detalhe é que a bola, cruzada da direita por Magno, atravessou toda a extensão da pequena área. Fabiano e Rogélio assistiram a execução do lance, que silenciou o Mangueirão.
Diante da iminência da disputa da vaga em penalidades, Charles resolveu finalmente mexer de verdade. Recorreu ao banco e lançou Athos e Leandro Cearense, substituindo a Ratinho e Warian, respectivamente. A equipe finalmente se encontrou ofensivamente. Potiguar iniciava as triangulações pela direita e Athos centralizava os lançamentos.
Ao lado de Val Barreto, Cearense passou a atuar pelos lados da área. Aos 31 minutos veio o empate, em lance que envolveu quase todo o ataque e foi finalizado por Athos. A comemoração em torno do meia, abraçado por todo o time, mostra que pelo menos no aspecto emocional as coisas estão bem encaminhadas no Remo.
Com o contra-ataque à sua disposição, embora ainda permitindo alguns sustos com Aleílson, o Remo tomou conta das ações. Val Barreto fez boa manobra e passou para Cearense virar o placar, aos 38. No último minuto, o próprio Cearense trabalhou o contragolpe e tocou para Potiguar fechar a contagem.
Um jogo para testar a saúde cardíaca da torcida azulina, mas que terminou sob um clima de festa. A grande dúvida é se erros primários como os do primeiro tempo poderão ser sempre corrigidos na etapa final.

Muita luta, poucos destaques

Pelo Paragominas, os destaques foram Magno, quase impecável pela lateral-direita. Fabrício e Aleílson, além dos gols, também tiveram grande movimentação na partida. A estranhar a não utilização de Lourinho, um dos melhores meias-atacantes do Parazão, que permaneceu no banco até o final. Destoaram no conjunto interiorano o zagueiro George, expulso com justiça, e o volante Sandro, que conseguiu a proeza de cometer 14 faltas, várias delas merecedoras de advertência.
Do lado azulino, Potiguar e Carlinho Rech (improvisado de volante) apareceram bem, mas a reação só aconteceu com a participação fundamental de Athos e Leandro Cearense. Ambos deixaram a impressão de estar em nível superior aos titulares. Já Rogélio, Levy, Rodrigo Fernandes e Ramos foram os destaques negativos.

Ilusão de ótica nas arquibancadas

O público oficial foi de quase 11 mil pagantes (12.444 no total), mas deixou a impressão visual de mais gente nas arquibancadas. Nada surpreendente em se tratando do Mangueirão e seus muitos mistérios.

21 de fevereiro de 2014 at 10:34 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 21.2.14

POSITIVO – Reconhecimento é uma dádiva: diretoria do Pinheirense pediu autorização e vai realizar a Taça Alfredo Coimbra, homenageando um dos grandes baluartes do General da Vila. Família vai dar a taça. Ótimo!

NEGATIVO – Vândalos na vantagem: com medo de escaramuças PM sugeriu que o Paysandu não vendesse ingresso em seu estádio e só o mandante Remo, no Baenão. É o poste fazendo pipi no cachorro!

Lá e Cá

Na Série C, Paysandu e Águia abrirão competição dia 27.4 e, primeiro jogo do Papão aqui com público só na 6ª rodada, diante do Fortaleza. Aí, parada para Copa.

Série D, que o Remo almeja, será disputada de 27.7 a 6.11. Fenômeno Azul pronto para bater mais uma recorde nacional na média de público. Em 2014 a média azulina já é a 8ª do Brasil (15.917).

Goleador bicolor Lima meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo. No Bola na Torre (RBA TV e Rádio Clube) a festa do campeão do 1º turno.

Prazo de inscrição da Copa Verde até terça (novidade no Papão hoje) e no, Parazão, na segunda feira gorda. É que face antecipação de Gavião x Paysandu, data limite ficou em 4.3, terça de carnaval, tudo fechado.

Wilson Luiz Seneme-FIFA-SP apitará de novo final do 1º turno do Parazão. Ano passado esteve no jogo que o Remo atuava pelo empate e Raul deu a vitória e título ao Paysandu, de cabeça, aos 42 do 2º tempo.

Capanema (Paysandu) recuperado para marcar Eduardo Ramos 33 (Remo) domingo; depois desse RE x PA, Mangueirão receberá grama Esmeralda em pontos críticos e solo será desempactado para melhorar drenagem.

VI Copa SEEL de Ciclismo domingo no Portal da Amazônia de caráter interestadual e 11 categorias. Contatos http://www.seel.pa.gov.br ou 91-32012322.

Copa Verde vai reviver duelos do passado entre Pará e Amazonas. Remo e Paysandu se passarem por Nacional e Princesa-AM se enfrentarão na semifinal da competição. Aí, o bicho vai pegar com Sul-Americana à vista!

Na programação do Centenário do Paysandu, sessão solene na Câmara Municipal dia 27.3 e, noite especial no Teatro da Paz, dia 16.5.

HOMENAGEM – Felipe Soares Pullhuber, o Felipe Mamão, ex- atacante do Remo, Tuna, Vitória-BA, Nacional-AM, Atl. Sorocaba, Luverdense, Paraná, Águia e River Plate-SE. É gerente de pessoa física de banco privado aqui.

21 de fevereiro de 2014 at 10:33 am Deixe um comentário

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