Archive for julho, 2014

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães -15.7.14

POSITIVO – Admirável o trabalho do professor Antonio Carlos Alves da Costa, na comunidade Caratateua (Bragança), no projeto “Bom de Bola, Bom de Escola”, categorias Sub 12, 15, mista e principal. Merece apoio!

NEGATIVO – Preocupantes certas contratações de Remo e Paysandu: Alvino ou Alvinho (Leão Azul) um eterno reserva e, Lenine (Papão) não joga desde o ano passado e estava curando contusão no Bahia. É duro!

Lá e Cá

Remo vai ter mesmo de cumprir 4 jogos em Bragança (são dois processos), contra Moto, Guarany de Sobral, Interporto e River. Houve equívoco na informação do vice presidente azulino ontem.

Meia Danilo Rios confirmado como reforço do Remo. Quando estava no Nacional-AM conversou com dirigentes do Leão Azul, mas preferiu o Fortaleza. Lá não teve espaço.

Falar em falta de oportunidade, bom goleiro Jader está mesmo deixando o Remo por entender que no Baenão não vai crescer, pois a preferência é por Miki Douglas e o veterano Fabiano. Nem rodízio acontece. Está certo!

Advogados Alberto Maia e Itamar Cortes, do Paysandu, estão sentindo cheiro de esquema CBF-STJD-Brasília, no caso da Copa Verde. Entidade forneceu dados aos Brasília que não constavam quando o Paysandu pediu.

Documento do BID entregue pelo time candango ao STJD, a pedido dos advogados bicolores será periciado e o assunto voltará à baila dentro de 15 dias.

Por sinal, Papão levou outra ferrada no STJD perdendo mando de mais 3 jogos e multa de 30 mil pelos rojões no jogo contra o Fortaleza. Cabe recurso.

Ulisses Sereni confirmou interesse em se candidatar na eleição do Paysandu, mas abrirá mão para o Dr. Alberto Maia.

Ex-bicolor Lima estreará no líder Ceará na Série B, hoje, em Fortaleza, contra o vice líder Joinville. Enquanto isso, artilheiro Gabriel Barcos, 26 anos, 1,88 m, craque do Certame Paranaense 2014 chegou para o Papão.

Hoje eu cumprimento e abraço o netinho Caetano pelo aniversário. Dia e dele!

HOMENAGEM – Amílcar Carvalho Mendes, o Amílcar, ex- remador da Tuna (1980), Paysandu (campeão como centro do oito gigante em 1981) e vice nacional universitário (1982). É geólogo e pesquisador do Museu Emílio Goeldi.

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15 de julho de 2014 at 4:35 pm Deixe um comentário

Planeta Copa – Gerson Nogueira – 14.07.14

Uma taça em boas mãos

Ninguém se empenhou mais, antes e durante, para ganhar a Copa, mas ainda assim a poderosa Alemanha sofreu para dobrar a Argentina. O golaço de Mario Gotze só veio aos 9 minutos do tempo final da prorrogação, premiando a melhor seleção do torneio e desfazendo o risco de uma festa entregue ao time apenas esforçado. Apesar da credencial de favorita, a Alemanha chegou ao título encarando um jogo duríssimo, que pôs à prova a força ofensiva e de conjunto do time de Joachin Loew.
Os 120 minutos de bola rolando tiveram amplo domínio germânico. No primeiro tempo da partida normal, Ozil e Kroos se revezavam nas investidas pelo meio, tentando abrir espaço na sólida marcação argentina. Lahm, funcionando como ponta esquerda, era o mais agudo dos alemães, mas as jogadas pecavam pela falta de objetividade, com erros seguidos no último arremate.
O excesso de troca de passes facilitava a chegada do bloqueio argentino, sempre liderado por Mascherano. Quando a situação permitia, Messi saía driblando em fila e sempre encontrava espaço para acionar Lavezzi e Higuaín. Aos 22 minutos, quase Higuaín chegou ao gol, depois de um cabeceio errado de Boateng. Aos 29 minutos, cruzamento de Lavezzi foi escorado por Higuaín em completo impedimento.
Com a Alemanha controlando o jogo no meio-de-campo, sem saber muito o que fazer com a bola, a Argentina aceitava excessivamente a pressão, apostando em roubadas de bola para encaixar o contra-ataque. Um cabeceio de Klose contra o poste de Romero foi a melhor situação criada pela Alemanha no ataque. Loew viu-se obrigado a substituir Kramer ainda no primeiro tempo. O centroavante Shuerrle o substituiu.
Na etapa final do jogo, Aguero substituiu Lavezzi e deu mais consistência ao miolo de ataque, fazendo Messi recuar para tentar recuperar a bola na intermediária. A pressão inicial surpreendeu a zaga alemã pela primeira vez na partida, mas não a ponto de dar grande vantagem aos argentinos por ali.
Aos poucos, a Argentina voltou à estratégia de esperar em seu campo, preocupada em não dar espaço para Kroos, Ozil e Muller. Às vezes, até Messi aparecia atrás da linha de meio-de-campo. Aos 31 minutos, Higuaín saiu para a entrada de Palácio, dando mais velocidade ao ataque argentino. Na Alemanha, Klose saiu aos 41 para a entrada de Gotze.
Quando a prorrogação começou, a Alemanha se manteve na ofensiva, buscando o gol o tempo todo, mas repetindo os mesmos erros na definição das jogadas. Aos 6 minutos, em bola que Boateng não cortou, Palácio encobriu Neuer e perdeu grande chance para a Argentina. A bola saiu à direita do gol.
Aos 6 minutos da prorrogação, Palacio desperdiça grande chance, encobrindo Neuer. Bola saiu à direita
A Alemanha não desistia, utilizando Lahm como ponta avançado, mas os cruzamentos para Muller, Gotze e Schuerrle não resultavam em oportunidades claras.
Quando a Argentina começou a acusar cansaço, errando passes seguidos, a Alemanha apertou a marcação no meio e avançou Kroos e Ozil para tentar o gol que evitaria as penalidades. E ele acabou se desenhando aos 9 minutos do tempo final da prorrogação. Lançado na área, Gotze girou e bateu cruzado, sem defesa para Romero. A Copa estava finalmente decidida. Messi ainda teve uma falta para cobrar a dois minutos do fim, mas a bola saiu por cima.

Gol nasceu da insistência ofensiva alemã

O matreiro Alejandro Sabella, ao contrário de Felipão, entendeu que não era possível partir para cima da Alemanha e decidiu ficar na encolha. Povoou seu meio-de-campo com Mascherano, Perez e Biglia concentrados exclusivamente em marcar, tendo ainda a colaboração de Lavezzi, Higuaín e Messi, que voltavam o tempo todo para bloquear a troca de passes entre Schweinsteiger, Kroos, Ozil, Mueller e Lahm. O expediente funcionou durante mais de 110 minutos, o que é uma façanha para um time que vinha de uma prorrogação contra a Holanda.
Depois de optar por esperar os alemães, Sabella tentou uma pequena ousadia ao colocar Aguero e Palacio em campo. Com a dupla, Messi ganhou parceiros rápidos para tentar infiltrações na zaga formada por Boateng e Hummels. No começo da prorrogação, quase Palácio abriu o placar ao encobrir Neuer na linha da pequena área. Errou o chute e a bola saiu pela linha de fundo.
Quis o destino, porém, que um lance pouco tentado pelos alemães ao longo da partida acabasse resultando no gol da vitória. O lançamento de Schuerrle para Gotze pegou os beques Garay e Demichelis num raro instante de desatenção. Livre na área, Gotze matou no peito e acertou o canto esquerdo de Romero.
Nenhum sistema de forte marcação é invencível. Joachin Loew provou que um time técnico e entrosado tem que insistir até o fim. Quase sempre dá certo.

Prêmio de consolação para Messi

Lionel Messi não jogou mais que Kroos, Lahm ou Schweinsteiger, mas acabou levando para casa a Bola de Ouro. Soou como um consolo à Argentina. Artilheiro da equipe com quatro gols, decisivo em vários momentos, mas com rendimento muito abaixo do que dele se esperava, Messi teve presença ativa na final como condutor de sua seleção, embora brilhando pouco.
Para um craque de seu nível, ficou devendo. A Fifa, pelo visto, não observou esse detalhe. Além dos já citados, outros grandes jogadores fizeram muito mais ao longo do mundial. Robben, James Rodriguez e Thomas Muller mereciam mais.

Festa final sem a alegria brasileira

A Copa das Copas ficará marcada por seu menosprezo pelo melhor da música brasileira. A cerimônia de encerramento, realizada minutos antes da partida final, ficou no mesmo nível da chocha festa de abertura, que exagerou nos clichês sobre o Brasil. Desta vez, deram destaque às baianas das escolas de samba do Rio, mas esqueceram de chamar grandes cantores do gênero, como Neguinho da Beija-Flor ou Zeca Pagodinho. A opção por Alexandre Pires para puxar o samba foi uma das escolhas mais esquisitas do show. Shakira e Ivete Sangalo fizeram o de sempre, gritando muito, sem que o público prestasse muita atenção à mistureba de estilos. Não deu nem para perceber direito o que Carlos Santana, ex-roqueiro em atividade, fazia ali naquela fuzarca.

Insultos expõem deseducação e intolerância

As vaias e os insultos à presidenta Dilma, que voltaram a ser ouvidos ontem no Maracanã, espelham bem mais do que simples falta de educação. Como no Itaquerão, na abertura da Copa, os xingamentos grosseiros a uma mulher eleita democraticamente revelam uma intolerância política que não é própria do conjunto da população brasileira. Daí a certeza de que o coro é puxado e alimentado por uma parcela que jamais se conformou com as derrotas nas urnas.
A hostilidade gratuita a Dilma na cerimônia de encerramento, exposta pela transmissão de TV para todo o mundo, é ainda mais constrangedora diante do êxito incontestável da Copa do Mundo organizada pelo Brasil. E olha que o torneio foi cercado dos piores presságios e apostas, estimulados por segmentos que se fizeram representar na hora de agredir verbalmente a presidenta.

14 de julho de 2014 at 12:41 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 14.07.14

VENCEU A MELHOR SELEÇÃO: ALEMANHA!

E deu Alemanha! O nome do herói da partida éMÁRIO GOETZE, que marcou um golaço no final da prorrogação e deu o quarto título para os germanos. Um jogo recheado de lances de raça, de determinação, de jogadas rápidas e com grandes chances da Argentina sair na frente, que o diga o Messi e o Aguero, que perderam chances de ouro. Quando aquela bola foi cruzada da esquerda para o Goetze, o espaço era pequeno demais, mas o jovem atacante com a maior frieza do mundo soube colocar na “caixa” e, sem deixar a bola cair, tocou de pé esquerdo com maestria, quase sem ângulo, a esquerda do goleiro argentino, para dar o título para a Alemanha. Desde a chegada ao Brasil que a seleção alemã soube ganhar o amor dos brasileiros; os dirigentes uniram seus atletas aos seus familiares e todos deram exemplos de civilidade e humildade. E melhor, ganharam a Copa com eficiência, com inteligência, mesmo passando por alguns momentos de agonia. Parabéns Alemanha!

ALTA TEMPERATURA

Uma das coisas que mais me chamou a atenção entre os alemães, foi a base criada dentro de casa, pois dos 23 atletas que formaram a Seleção, 17 jogam dentro de casa, na Alemanha mesmo. Outro detalhe importante, é que as “feras” que precisaram sentar no banco de reservas, o fizeram com a maior humildade, sem reclamar do seu comandante. Ou seja, a Alemanha se preparou e ganhou a Copa, só isso.

BAIXA TEMPERATURA

Foi horrível apanhar de 7×1 numa semifinal e depois de 3×0 nas disputas pelos 3º e 4º lugares. O que vinha mais ou menos na fase classificatória virou tormento nas oitavas – ganhamos nos pênaltis do Chile – e um pequeno sufoco nas quartas – vencemos da Colômbia por 2×1. Os brasileiros inteligentes sabiam que a parada com a Alemanha seria difícil, mas bem poucos imaginavam que a derrota seria humilhante. E foi, perdemos de 7×1, numa tarde que nada deu certo para o Brasil. Culpa de quem? Culpe de todos nós que acreditamos demais.

NO TERMÔMETRO

Neymar, no banco de reservas na decisão do 3º lugar, se pudesse entraria em campo. A todo o momento colocava a mão direita na boca e conversava com Murtosa, parece que mostrando onde estavam os erros de nossa seleção. /// A Copa no Brasil foi a Copa com o maior número de gols marcados, tal e qual na Argentina em 78: 171 gols marcados. Só o Brasil colaborou com 14 gols sofridos, além de receber a maior goleada, 7×1 contra a Alemanha. /// Felipão se despediu do Escrete Canarinho dizendo que o conjunto da obra é que foi a coisa mais importante. Esqueceu-se de dizer que deixou história negativa para seus bisnetos, que quando estiverem adultos vão ler que o Brasil, país penta campeão do mundo, tomou uma goleada acachapante dos alemães. /// Final da Copa e agora as emoções (?) se voltam para a série C do Brasileiro, com Paysandu e Águia voltando a campo e a estréia do Remo na série D. O torcedor paraense espera que as coisas melhorem. /// O Papão, que agora está com o Vica no comando, vai sair e pegar o Cuiabá na Arena Pantanal precisando dos três pontos para voltar ao G4; o Águia jogará em casa contra o CRB e também precisa dos três pontos para sair do limbo. Já o Remo, que fez amistoso no sábado e venceu a seleção de Bragança por 2×1, estreará contra o Moto Clube em Bragança, em jogo até agora marcado para domingo. /// Neuer da Alemanha, o melhor goleiro, recebeu a Luva de Ouro, 13 jogos em Copas; Lionel Messi, o melhor jogador da Copa no Brasil, visivelmente constrangido, subiu à Tribuna de Honra e foi buscar seu troféu. Depois foi a vez de a Argentina receber a medalha de prata, prêmio do “melhor dos perdedores”, em minha opinião. /// Logo depois, só sorriso e muita felicidade nos rostos de cada jogador alemão pelas medalhas de ouro e pela Taça, que foi entregue pela presidente Dilma. Cada jogador alemão levantou a Taça, e aí o Maracanã virou festa nas cores preta, vermelha e amarela. /// Foi aí que o Téo José me fez chorar e chorou junto, quando ofereceu a Copa ao Luciano do Vale, falecido recentemente. /// Uma boa semana a todos e viva Jesus. Valeu Alemanha, tetra do mundo!
E-mails: rporto@supridados.com.br

14 de julho de 2014 at 12:37 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 13.07.14

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. O amistoso do Remo em Bragança os preparativos
do Paysandu para a reestreia na Seria C e a Final da Copa do
Mundo no Brasil. Valmir Rodrigues no comando, com as
Participações de Claudio Guimarães, Paulo caxiado e Dinho
Menezes. Estarei no Centro de Imprensa do Maracanã Ao
Vivo. Partícipe pelo Twitter @bolanatorre

MISSÃO CUMPRIDA…

Se a Seleção Brasileira fracassou na Copa do Mundo no Brasil, nos que fazemos o Grupo RBA de Comunicação em especial Rádio Clube do Pará e o Diário do Pará estamos de alma lavada e com a sensação do dever cumprido. Foram pouco mais de 30 dias na cobertura da competição com equipe própria e direitos adquiridos com exclusividade no Pará. Nós somos os verdadeiros Campeões…Até a Rússia…

PÁGINA VIRADA

A Seleção Brasileira encerrou sua participação na Copa do Mundo, agora o nosso foco muda. Domingo que vem recomeça o calendário oficial do futebol paraense. O Remo começa a sua caminhada na Série D. O Paysandu segue o seu périplo na Série D. O Águia vem na mesma toada.
Precisamos recuperar o nosso prestígio. Chega de vexame.
Chega de marcar bobeira. O coração precisa estar na ponta da chuteira. Chega de apagão. Queremos uma luz no fim do túnel. Que não seja alguém de farol aceso na contra mão…

MESMO FILME…

Foi assim com o também atacante Albertinho que despontou na curuzú como craque revelação no time bicolor, fez gols, saiu da curuzú e desapareceu, seu comportamento estragou sua carreira. Agora o mesmo filme com o futuroso Leandro Carvalho. Jogador com um futuro brilhante, mas com um comportamento fora dos padrões profissionais. Está fora dos planos do Vica e terá que cantar em outra freguesia. Uma pena…

GANHOU ESPAÇO

Mesmo com a experiência e jogador referencia no elenco azulino o goleiro Fabiano por enquanto vai ter que esperar uma nova oportunidade. Mike Douglas desde a vitória sobre o Paysandu ganhou a titularidade no Leão. Amistoso de ontem em Bragança deu mostras do Leão que estréia no domingo pela Série D.

QUAL O MELHOR…

São 10 os indicados para o Prêmio Bola de Ouro da Copa do Mundo, são eles: Di Maria, Lionel Messi e Masquerano (Argentina), Hummels, Tony Kross, Thomas Muller E Phillip Lahn (Alemanha), Robben (Holanda), James Rodriguez (Colômbia) e o brasileiro Neymar (Brasil). Será decidido pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA, logo após a final de hoje no Maracanã…Sai do Campeão: Lionel Messi ou Tony Kross

13 de julho de 2014 at 7:18 pm Deixe um comentário

CLUBE NA COPA – Giuseppe Tommaso – 13.07.14

CURIOSIDADES
Da Copa:

– Argentina foi Bi do Mundo, com o uniforme tradicional (Listrado). Com o segundo uniforme que utilizará no jogo de hoje, perdeu a decisão da copa de 1990 para a Alemanha que jogou também com o branco que vai entrar em campo logo mais..
– Presença de chefes de Estados no Maracana de Argentina e Alemanha, faz Polícia do Rio dobrar o efetivo para segurança do espetáculo. Ruas do entorno do Maracanã foram fechadas desde ontem a noite
– Quem não conseguiu ingresso para a grande final de hoje entre Alemanha e Argentina, já era. O mais em conta nas mçaos dos cambistas está na faixa de 15 mil reais. É mole…

QUEM SERÁ…
Não vejo a menor possibilidade de digerimos o fato. Daí vem a pergunta: e quem será? Haverá alguém preparado para assumir o cargo com a independência que ele requer ou continuaremos a negocia-lo? A colocação e para trazer à tona uma questão certamente polêmica: aceitaríamos um Técnico estrangeiro? Nos mesmos, jornalistas, aprovariamos a vinda de alguém “de fora” para nos dirigir.
Minha opinião é que precisamos mudar, inclusive certos conceitos da própria imprensa. Que venha um competente, se for para melhor, seja de onde for. Pelo jeito vamos continuar engolindo o Felipão…

A ESTRATÉGIA ALEMÃ
Sabe-se agora qual foi a estratégia que os alemães usaram para chegar a final desta copa do mundo. Primeiro foi definir uma politica de valorização da base. Dos 11 titulares utilizados pelo treinador Joachim Low, 6 vieram da seleção que disputou o Campeonato Sub 21. Depois foi definir um plano de trabalho para os jogadores focado nas condições climáticas, ambientais e até mesmo raciais brasileiras e finalmente trabalhar o emocional dos atletas, com um psicólogo que utilizou inclusive a pressão que os jogadores receberiam nos jogos contra os sul americanos e africanos. Aliado a esse trabalho para o elenco houve ainda o grande marketing usado por toda comitiva germânica. Desde a chegada até o jogo final eles internalizaram com os nativos, sem restrições, conquistando todos os brasileiros. Foram os campeões fora do campo e terão nossa torcida dentro das 4 linhas hoje no Maracanã. Será que aprendemos a lição?

INVASÃO…
Eles chegaram ao Rio de todas as formas, por terra, água e ar, os Argentinos tomaram conta do Rio. São festeiros por natureza e aproveitam a oportunidade para mostrarem toda sua alegria. Quem não conseguiu hotel está nas praias acampados ou alojados no Sambódromo do Rio. Nem todos estarão no maracanã por falta de ingresso, mas no caso de conquista do título pela Argentina irão parar o Rio de Janeiro. O problema será a zoação…Vai dar problema!!!

13 de julho de 2014 at 7:11 pm Deixe um comentário

Planeta Copa – Gerson Nogueira – 12.07.14

CBF quer prestigiar
comando da Seleção

Mais do que as prováveis mudanças que a Seleção terá para o jogo de hoje contra a Holanda, valendo o terceiro lugar da Copa do Mundo, o que quase todo mundo quer saber mesmo é como fica o comando do escrete depois do torneio. Até anteontem, falava-se na saída iminente de Felipão. Aos poucos, porém, a ideia de mudança começou a abrir espaço para bombeiros influentes que estariam a fim de manter a atual comissão técnica.
A tese ganhou corpo e começa a ser assimilada por parte da mídia esportiva. A avaliação dentro da CBF (leia-se: o futuro presidente Marco Polo Del Nero) é de que a poeira da chinelada de 7 a 1 logo irá baixar e será possível definir tudo com mais “maturidade” e sem pressa.
Em caso de confirmação, será um tremendo erro de avaliação. O torcedor sabe que o placar do jogo, mesmo que seja infelizmente inesquecível, é o que há de menos problemático na Seleção.
O que realmente preocupa a todo mundo a essa altura é a situação de marasmo do futebol brasileiro, evidenciada pelo fracasso da Seleção na Copa e espelhada na situação geral dos clubes, que perderam força diante dos adversários sul-americanos e estão fora da fase decisiva da Taça Libertadores, principal torneio continental.
A permanência de Felipão e sua equipe representará a renúncia a um projeto de resgate do prestígio do Brasil no futebol. Técnico vitorioso até a pisada de bola nesta Copa, o gaúcho há muito tempo se revelou um profissional mais afeito à motivação do que a conhecimentos táticos. Jamais se notabilizou pela capacidade de mudar o desenho de um time em campo. Pelo contrário, seus times são quase robóticos, jogam sempre de um mesmo jeito.
Quando o Brasil levou em sequência cinco gols alemães na semifinal, muita gente questionou os motivos que fizeram Felipão permanecer indiferente ao desastre, esperando o intervalo para fazer as burocráticas substituições. Quem acompanha sua carreira sabe que não há histórico de mudanças no calor do jogo, nem mexidas que alteraram o ritmo de suas equipes.
Felipão é isso aí mesmo e foi chamado, sob aplausos gerais, porque todos lembravam do que havia feito em 2002. É preciso ver que naquela ocasião o Brasil tinha três craques – Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho – em grande forma. Isto faz uma brutal diferença e Felipão, tendo o suporte desses jogadores, pôde se dar ao luxo de usar até figuras inexpressivas como coadjuvantes, casos de Kléberson e Roque Júnior.
Para a hipótese de Felipão sair, restam pouquíssimas alternativas no mercado brasileiro de técnicos. Tite, também cogitado, é da mesma escola gaúcha, que prioriza o jogo bruto, a marcação forte e o contra-ataque. Mano Menezes já teve sua vez e fracassou. Muricy, apesar de não serem gaúchos, conseguem ser tão conservadores quanto os três citados anteriormente. Vanderlei Luxemburgo, que sempre cultuou esquemas ofensivos, está em baixa, vivendo um período declinante na carreira. O técnico campeão brasileiro, Marcelo Oliveira (Cruzeiro), podia ser uma alternativa real de renovação, mas carece de padrinhos de peso.
O momento seria apropriado para inaugurar uma experiência internacional no comando da Seleção, como já fizeram vários países, com sucesso. Pep Guardiola, que se interessou vivamente pela possibilidade de dirigir o Brasil na Copa, seria um nome interessante, pela inventividade e afeição pelo jogo bonito. Não por acaso, seu Barcelona quase imbatível era inspirado em craques brasileiros do passado.
Mas, como qualquer menção a craques e ao passado parece provocar alergia nos dirigentes da CBF, é improvável que a Seleção seja entregue a um estrangeiro. A não ser que novo fiasco nas eliminatórias para a próxima Copa torne a situação insustentável. Desde já, uma bela chance de reforma desperdiçada.

O jogo mais sem-graça de todos

Disputa de terceiro lugar de Copa do Mundo só desperta o interesse quando envolve times emergentes, que anseiam por uma chance de ganhar visibilidade internacional. Quando os duelistas são seleções de prestígio e bem posicionadas no ranking da Fifa a festa perde o sentido. Se perguntarem a jogadores e treinadores quanto à utilidade desse jogo extra, será quase unânime a desaprovação.
Holanda e Brasil terão que fazer o sacrifício de se enfrentar hoje, no Mané Garrincha, em Brasília, mas se pudessem abririam mão desse compromisso. Os holandeses chegaram a admitir esse desinteresse pelo jogo.
Do Brasil não se pode esperar muita empolgação, depois da traumática queda na semifinal. Felipão disse ontem que psicologicamente o time já está 75% recuperado do massacre, seja lá o que isso signifique. Mas é certo que bem mais do que os holandeses, que foram eliminados em confronto duríssimo decidido nos pênaltis, os brasileiros têm motivos de sobra para quererem estar longe desse novo embate decisivo.
Desestimulados, os jogadores mal disfarçavam o tédio nos últimos treinos realizados em Teresópolis. Felipão devia aproveitar para prestigiar alguns suplentes, que não tiveram oportunidades na Copa do Mundo, para lançar um time mais leve: Jefferson; Daniel Alves, Tiago Silva, David Luiz e Maxwell; Hernanes, Paulinho, Willian e Oscar; Bernard e Jô.
É lógico que isso não vai acontecer porque mais do que nunca a comissão técnica teme a repetição de uma goleada na despedida da Seleção.

Brazuca termina Copa como campeã

Ao contrário do desafortunado e quase esquecido Fuleco, o tatu-bola que serviu de mascote para o mundial, a bola Brazuca termina a competição em alta. Superou em qualidade sua antecessora Jabulani, que foi duramente criticada por goleiros e atacantes na Copa da África do Sul porque fazias curvas inesperadas e era considerada muito leve. Para não correr riscos, a fabricante Adidas se cercou de cuidados. Testou a Brazuca durante dois anos por 16 times, em situações completamente diversas, chegando ao modelo que foi trazido para a disputa do mundial.
Ao longo da Copa, os jogadores não fizeram qualquer reparo em relação à Brazuca e alguns chegaram a afirmar que é a melhor bola já fabricada. Em contrapartida, o mascote Fuleco já registra um encalhe considerável de bonecos em miniatura.

Aos berros, argentinos dominam a cena

No Rio de Janeiro, que ainda mantém bandeiras brasileiras nas janelas de todos os prédios, as manifestações das torcidas finalistas variam muito de intensidade. Em Copacabana e Ipanema, locais de maior concentração de turistas, a presença argentina é avassaladora. Eles estão em toda parte, perambulando de um lado a outro, fazendo rodas para cantar e tocar violão, e até se arriscando a jogar futevôlei na areia da praia. Tudo aos gritos.
De vez em quando, irrompe a musiquinha (que era originalmente de provocação da galera do Boca à do River Plate) infame a dizer que Maradona é melhor do que Pelé, relembrar o gol de Canniggia na Copa de 1990 e perguntar, provocadoramente, “diz Brasil o que sentes por receber o teu papai?”. Pois é, argentinos se acham nossos pais no futebol e olha que ganharam mal e porcamente duas Copas, uma delas vencida meio na marra, sob a ditadura do general Jorge Rafael Videla.
Agora, num exercício de futurologia, imaginemos que eles amanhã derrotem os alemães e conquistem seu terceiro título mundial. Não tenho dúvida que nunca mais o torcedor brasileiro terá sossego na vida, pois os hermanos são especialistas na arte de provocar e debochar. Fazem na cara dura mesmo, embora sempre deixem no ar uma simpatia pelo país de Pelé, particularmente pela beleza do Rio de Janeiro.
Os alemães, em número menor, são mais discretos, evitando comemorações efusivas. É claro que com esse comportamento atraem mais a simpatia dos brasileiros, principalmente junto à torcida do Flamengo pelo uso da camisa rubro-negra – que eles decidiram trocar pela tradicional branca na decisão de amanhã.
Ao lado dos companheiros da Rádio Clube, acompanhei de perto essa movimentação nos últimos dois dias, registrando o que se passava nos principais pontos turísticos cariocas e em torno do Maracanã. Em meio a tudo isso, não podemos negar o sentimento de inveja dos finalistas. Fazer uma Copa e não participar da festa final é como preparar uma festa e ser proibido de entrar na hora mais animada.

12 de julho de 2014 at 8:53 pm Deixe um comentário

Clube na Copa – Giuseppe Tommaso – 12.07.14

CURIOSIDADES
Da Copa:

– Será o quinto confronto em Copas de Brasil x Holanda: 1974 Holanda 2×0; 1994 Brasil 3×2; 1998 1×1 e Brasil 4×2 nos penais; 2010 Holanda 2×1. Pelo menos que seja uma despedida honrosa em Brasília.

– Falecido Di Stéfano foi o único jogador a defender três seleções de país diferentes (Argentina, Colômbia e Espanha), mas nunca disputou uma Copa do Mundo.

– Mesmo fora do último jogo do Brasil na Copa no vexame contra a Alemanha, Neymar ainda concorre ao premio de Melhor Jogador da competição. Não creio…Último premiado foi Ronaldo na França em 1998.

DEU ITALIANO…
É da Itália o árbitro da grande final da Copa do Mundo no Brasil. Amanhã no Maracanã de casa cheia, previsão de 74 mil torcedores e a grande maioria será argentino, em campo Holanda x Argentina. O italiano Nicola Rizzoli será o árbitro central. Ele trabalhou nos jogos da Argentina contra Bélgica e Nigéria, e ainda Holanda e Espanha. Te cuida Germany…

CONSOLAÇÃO
Era para o paÍs inteiro está em festas, aguardando o grande momento da decisão do titulo da Copa contra a Argentina. Tudo não passou de sonho de uma noite de verão. Temos de nos consolar com a briga pelo 3o lugar contra a Holanda hoje em Brasília. Talvez para alguns isso não compensa tanta esperança depositada na Seleção do Felipão. É que desde que assumiu o Técnico Brasileiro garantia que não teríamos o repeteco de de 1950. E tivemos bem pior, já que o massacre do Mineirão jamais será esquecido. No entanto poderemos minimizar a grande perda conseguindo vencer a Holanda e sair com s terceira colocação. Só que é preciso combinar com o Van Gaal e também com Robeen e cia.

VALE A PENA?

Brasil x Holanda jogam hoje, em Brasília, pelo terceiro lugar da Copa do Mundo. As duas seleções entram em campo de ressaca depois das derrotas para Alemanha e Argentina. A discussão que rola é a seguinte: Será que vale a pena permanecer com este jogo no calendário nos Mundiais futuros? Achamos que não. É jogo protocolar, sem nenhum objetivo. Os derrotados querem voltar pra casa, dona FIFA. Pensem nisso, senhores. Todo mundo tem direito de curtir sua ressaca em casa.

12 de julho de 2014 at 8:44 pm Deixe um comentário

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