Archive for setembro, 2014

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 29.09.14

OUTRO VACILO E OUTRA DERROTA!

Perder fora de casa pode ser considerado normal, mas perder no calor da sua torcida é um tremendo vacilo. No primeiro teste para tentar subir à 3ª divisão o Remo se deu mal, perdendo em casa para o Brasiliense-DF e agora terá que vencer lá fora por dois gols de diferença para seguir na competição ou, em último caso, vencer por 2×1 e ganhar nas disputas dos tiros livres da marca do pênalti. Difícil mas não impossível, diriam os mais cautelosos. Na semana passada o Remo perdeu a chance de entrar com vantagem no primeiro mata-mata ao perder para o Moto-MA por 2×1, depois de sair na frente; agora terá uma árdua missão lá dentro do Serejão no próximo sábado, se não quiser ficar parado até o início do próximo Parazão. Ontem a torcida que compareceu ao Mangueirão, mais de 20 mil pessoas, se assustou com os 2×0 do Brasiliense e no intervalo o treinador Roberto Fernandes voltou a tocar no assunto dos “baixinhos”, falando a respeito de um dos gols que o Leão tomou. Na segunda etapa o Remo veio avassalador, porém desnorteado, e mesmo assim conseguiu marcar um gol com Val Barreto, o que diminuiu um pouco o sofrimento e só não chegou ao empate pela falta de pontaria dos jogadores remistas. No sábado, qualquer vacilo será fatal.

ALTA TEMPERATURA

Todos os jogos são fundamentais, mas esse de hoje do Paysandu é mais que fundamental do que se pode pensar. O Paysandu vai pegar logo mais o Treze-PB pela série C e só a vitória interessa. Em primeiro lugar o Paysandu se ajuda e dá uma respirada em busca do G4; depois o Papão dá uma boa fugida do fantasma do rebaixamento e finalmente o Papão ajuda o Águia, deixando o time paraibano para a Zona do Rebaixamento. Na verdade o Paysandu tem que ganhar o jogo, e só.

BAIXA TEMPERATURA

Ou alguém toma uma severa providência ou os verdadeiros torcedores bicolores e azulinos ficarão sem poder assistir os jogos do seu time nos estádios de Belém. Ontem, mais uma vez jogaram objetos (foi uma garrafa plástica) para o gramado de jogo e parece que o Remo será citado em súmula mais uma vez. Desse jeito é melhor fechar as nossas praças de esportes e jogar em outros Estados, ou então botar na cadeia por um bom tempo esses marginais infiltrados nas torcidas.

NO TERMÔMETRO

Você já ouviu após uma derrota um jogador fazer colocações do tipo “não deu, vamos esquecer e levantar a cabeça para o próximo jogo” ou “da mesma forma que perdemos podemos reverter o resultado lá”? Parece até que eles combinam antes. /// Mais de 20 mil torcedores ontem na reabertura do Mangueirão, mais de 500 mil reais de arrecadação e o time não corresponde a força da torcida “Fenômeno Azul”. /// Nossos representantes precisam somente de vitórias a partir de hoje para as torcidas sonharem com futebol nesse final de ano. O Paysandu vencendo hoje melhora sua posição e ainda ajuda o Águia, e terá que derrotar o CRAC-GO dia 04 de outubro para sonhar com a próxima fase. O Águia terá que derrotar também no sábado o Botafogo-PB em Marabá, além, é claro, de torcer hoje pelo Paysandu para ficar fora da zona de rebaixamento. Enquanto isso, só a vitória interessa para o Remo no sábado: ou 2×1 e ganhar nos penais ou vitória por diferença de dois gols. É preciso muita oração para dar tudo certo. /// Segundo os companheiros do timão campeão, Jadilson até que foi bem na sua estréia, mas mesmo assim o time perdeu. /// As diferenças entre Remo e Brasiliense: o Remo perdeu três vezes, para Guarany de Sobral, Moto Clube e para o próprio Brasiliense; enquanto isso o time candango não perdeu ainda pra ninguém. O Remo fez 16 gols e tomou 12, enquanto que o Brasiliense fez os mesmos 16 e só tomou 06. /// Bragantino e Vênus de Abaetetuba são os melhores da Segundinha, cada um deles líder dos seus grupos; enquanto isso Ananindeua e Tiradentes não ganharam de ninguém e são os piores. /// Devido ao jogo de hoje entre Paysandu x Treze pela série C, a Turma do Bate Papo só vai ao ar amanhã, ao comando de Carlos Gaia. /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!

E-mails: rporto@supridados.com.br

29 de setembro de 2014 at 12:36 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 29.09.14

De como entregar o ouro em casa

O Remo perdeu para ele mesmo. Com perdão do velho clichê boleiro, o fato é indesmentível: o time azulino deu dois presentes ao ataque do Brasiliense, que a rigor teve apenas três chances no jogo, mas foi objetivo e aproveitou duas que lhe foram gentilmente oferecidas. O comportamento errático da zaga paraense foi decisivo para o resultado final, fato agravado pelo desperdício de chances pelos atacantes – cinco, pelo menos.

Depois de um começo meio confuso, provocado pelo nervosismo e a afobação dos atacantes remistas, a partida ficou muito presa à batalha no meio de campo, onde o Brasiliense postava até cinco jogadores para conter as iniciativas do Remo. O expediente funcionou porque a escalação remista contemplava apenas três homens no setor – os volantes Dadá e Michel e o meia-armador Danilo Rios.

O problema é que, além do bloqueio forte que o visitante armou, o camisa 10 do Remo não conseguia criar nada. Ao contrário, errava passes seguidos, que proporcionavam contra-ataques, sobrecarregando a defesa. Apesar disso, foi remista a primeira grande oportunidade, com Levy, que disparou um chute rente ao travessão. Logo em seguida, Danilo desperdiçou um bom momento, errando arremate junto à pequena área.

Quando a partida ainda estava no terreno da cautela e dos estudos, eis que surgiu a primeira bobeira. Em escanteio cobrado por Zé Roberto pela esquerda, a bola foi desviada de cabeça no canto da trave. O goleiro Fabiano fez excelente defesa, mas espalmou para frente. Felipe, livre, tocou para as redes. Pode-se atribuir falha do goleiro ao não segurar a bola, mas o pecado maior foi de cobertura. Obrigatoriamente, em lance de escanteio, alguém deveria estar vigiando aquele lado da área.

O Remo ainda tentou se organizar, a fim de buscar o empate, mas esbarrava na lentidão e na inoperância de Danilo. Quando passou a utilizar as laterais, a bola começou a chegar até a área do Brasiliense. Como em lance puxado por Leandro Cearense e finalizado por Roni, em disparo forte, à direita da trave.

Como não conseguia entrar na área, o Remo permitia que a marcação abafasse as tentativas de cruzamento. Apesar disso, detinha mais posse de bola. Mas o que está ruim sempre pode ficar pior. Aos 30 minutos, em outra jogada aérea, a zaga se atrapalhou no rebote, Max teve a chance de afastar a bola, mas demorou e perdeu na entrada da área. Claudecir tocou de calcanhar e Rodrigo bateu firme, sem defesa, ampliando o prejuízo azulino.

Daquele momento em diante, até os acréscimos, o Brasiliense se encolheu e o Remo ficou fustigando. Primeiro com Michel, que bateu da intermediária e quase acertou a gaveta. Em seguida, em cruzamento de Val Barreto, Leandro perdeu chance incrível, errando o chute junto à linha do gol. Roni ainda encaixou um voleio, que foi rechaçado pelos zagueiros.

Para o segundo tempo, Ratinho substituiu Danilo. O Remo ganhou em movimentação e toque de bola no meio, fazendo com que Levy tivesse mais espaços pela direita. E foi através dele, em cruzamento perfeito, que Val Barreto diminuiu aos 22 minutos, em cabeceio fulminante.

A fim de aumentar a agressividade, Fernandes tirou Cearense e Roni e botou Potiguar e Marcinho. O segundo até foi bem, invadindo a área seguidas vezes em tentativas individuais, mas Potiguar limitou-se a conduzir a bola, sem maior aproveitamento.

Ainda assim, Levy desfrutou de duas chances claras, Ratinho acertou um chute alto que quase enganou o goleiro e Marcinho podia ter empatado aos 39. Foi agarrado por um beque quando armava o chute. O árbitro pernambucano estava a cerca de cinco metros e mandou o jogo seguir – já havia ignorado um lance de bola na mão, alegando que o zagueiro não tivera intenção faltosa.

Para quem veio a Belém buscar um ponto, o Brasiliense saiu com um lucro fabuloso, encaminhando a classificação. Ao Remo, depois de mais uma atuação desastrosa de seus zagueiros, resta apostar na superação para reverter a diferença em Brasília. Precisará vencer por dois gols de diferença ou a partir de 3 a 2. Difícil, mas não impossível.

Além da queda, o coice

Com grande público presente ao estádio Jornalista Edgar Proença, oficialmente 18.864 pagantes (renda de R$ 522.232,00), os riscos de novos incidentes eram imensos. O Remo se cercou de cuidados, contratando até segurança particular e proibindo a presença de sua facção organizada mais violenta. Não foi suficiente.

Ao final da partida, quando o trio de arbitragem deixava o campo, uma garrafa de plástico foi atirada em direção ao apitador. De imediato, os seguranças identificaram o autor do arremesso e conduziram à delegacia mais próxima, mas a possibilidade de nova punição volta a assombrar o clube, que já foi denunciado durante a semana pelos violentos incidentes no estádio Diogão, em Bragança.

Caso seja punido no primeiro julgamento, o Remo compromete sua caminhada (se houver) na Série D e até a participação em torneios no ano que vem. A bola de neve se estabelece: com jogos fora de Belém, as arrecadações caem e o time sofre no aspecto técnico. A receita cai e a crise financeira se agrava.

Já escrevi várias vezes sobre isso. Assiste-se a uma ação orquestrada para sabotar os dois grandes clubes de Belém – fato parecido ocorreu na reabertura da Curuzu. Em atos isolados, mas passíveis de punição nos tribunais, os inimigos do futebol inviabilizam aos poucos a vida financeira dos clubes, que dependem quase que inteiramente das rendas dos jogos.

Já passou a hora de medidas mais drásticas, que devem ser tomadas em conjunto pelos principais interessados. É como a história da saúva. Ou eles acabam com os vândalos ou os vândalos provocam a falência de ambos.

Desafio do Papão é se manter vivo na disputa

O Papão entra em campo hoje à noite para conservar vivas as chances de classificação à próxima fase da Série C. Independentemente das dificuldades na tabela, o time tem a obrigação de passar pelo Treze-PB, que briga para não ser rebaixado. Os resultados de sábado e domingo tornaram ainda mais remotas as possibilidades para o Papão, pois o Salgueiro se classificou e o ASA ficou a um ponto de se garantir.

Ocorre que, seja no futebol ou na vida, a esperança deve ser mantida até o fim. É o que o torcedor bicolor espera de seu time, depois do tropeço diante do Cuiabá na rodada passada. A volta de Héverton e Augusto Recife serve para alimentar o otimismo quanto a uma recuperação do time.

Mas, além desses reforços, a equipe tem que funcionar bem em outros setores, explorar melhor o potencial de Pikachu e pelo menos ser mais vibrante diante de seu torcedor.

29 de setembro de 2014 at 12:34 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 28.09.14

O pênalti na marca do pênalti

Por obra e graça de dona CBF e sua cambaleante comissão de arbitragem, o Brasil mergulhou nesta semana num debate chato, improdutivo e confuso sobre os critérios para marcação de pênaltis. Na semana passada, analisei aqui sobre o nível da arbitragem nacional, seguramente um dos piores do planeta. Agora, depois de um verdadeiro festival de pênaltis esquisitos marcados a rodo, a comissão adotou um critério único baseado num certo princípio “da intenção deliberada”.

O conceito já é meio hermético por natureza e a comissão não conseguiu explicá-lo direito nem aos árbitros, que continuaram interpretando livremente, cada um à sua maneira. Diante da bagunça instaurada, o presidente da comissão de arbitragem da Fifa deu entrevista criticando os métodos usados no Brasil. Condenou os critérios e deixou os responsáveis pelo setor ainda mais expostos.

A penalidade máxima, o nome já diz, divide opiniões desde que o futebol existe. Em lances de difícil análise a polêmica substitui a visão isenta e a confusão só aumenta. A repetição das jogadas na TV, longe de esclarecer, amplia ainda mais a balbúrdia.

Quem joga ou jogou futebol, mesmo nas peladas de fim de semana, aprendeu que mão na bola é que vale como pênalti incontestável. O critério de que a bola na mão ou braço também é ilegal foi adotado recentemente e até hoje carece de aceitação plena.

Com medo de causar penalidades, jogadores tentam evitar que a bola esbarre em suas mãos encostando os braços no corpo. É um troço esquisito porque mãos e braços são essenciais para manter o equilíbrio, principalmente quando o jogador está em movimento. Apesar de todo o malabarismo dos defensores, até o braço colado ao corpo não tem evitado a marcação de penais.

Como é próprio da cena brasileira pós-Copa, a onda de queixumes contra os árbitros deu origem a uma nota oficial da Associação Nacional dos Árbitros, divulgada na sexta-feira. Os árbitros denunciam “a falta de respeito” com a categoria e ameaçam paralisar o Campeonato Brasileiro.

A direção da entidade avalia a possibilidade de uma greve por entender que os ataques derivam da má fase técnica do futebol. Os apitadores estariam pagando o pato pela decadência do esporte no Brasil. Em sua defesa, repete aquela lorota cunhada por João Havelange, de que os erros de árbitros fazem parte dos jogos e até dão um tempero emocional à disputa.

Não é bem assim. Só quem vence se beneficiando de erros de arbitragem consegue ter esse olhar generoso e romântico. Os prejudicados amaldiçoam os sopradores de apito. Experimente perguntar a um torcedor do Santos ou do Internacional sobre Márcio Rezende de Freitas, que prejudicou a ambos, contra Botafogo e Corinthians. Ou indague a um botafoguense o que acha de José Marçal Filho ou Ana Paula, a faceira bandeirinha que operou o time na Copa do Brasil.

É claro que o futebol está longe de seus melhores dias, mas é fato também que a arbitragem foi um problema no Brasil. As causas são bem conhecidas, embora nunca atacadas: falta de profissionalização, fragilidade política da Comissão de Arbitragem e desinteresse da CBF e clubes pela qualificação dos árbitros.

Enfim, um domingo de futebol

Depois de meses sem futebol em Belém, o torcedor tem a oportunidade hoje de matar a saudade. Refiro-me, obviamente ao torcedor do Remo, que vai encarar o Brasiliense na primeira partida do mata-mata da Série D.

Parada duríssima, como é natural em fases eliminatórias, o desafio é mais espinhoso pela qualidade do time visitante, ainda invicto na competição e dono de um elenco forte e experiente.

Observadas lado a lado, as campanhas se equivalem. Embora o Brasiliense tenha encerrado a primeira fase na liderança do grupo A5 com 16 pontos ganhos, dois a mais que o Remo, ambos tiveram a mesma quantidade de vitórias, 4, com o mesmo potencial ofensivo (o Remo fez 15 e o Brasiliense, 14).

A coisa se complica na comparação dos números defensivos. Enquanto o Brasiliense sofreu somente cinco gols na competição, a defesa remista deixou passar 10 bolas. Reconhecido ponto vulnerável do time, a zaga terá um teste de fogo hoje à tarde, enfrentando um dos melhores ataques do torneio.

Sob a desconfiança depois de falhas seguidas nos jogos contra Moto Clube, River e Guarani de Sobral, o setor terá uma estreia importante: a entrada de Jadilson na lateral esquerda. O veterano substituirá a Alex Ruan, buscando dar mais consistência na marcação.

O técnico Roberto Fernandes mantém inalterada a formação do meio-de-campo e do ataque. Mas, se acerta ao repetir a escalação, a insistência com Reis no papel de armador (ao lado de Danilo Rios) ainda gera discussão. Jonathan, esquecido ao longo de toda a primeira parte da Série D, é a novidade no banco de reservas, apesar das poucas chances de aproveitamento.

Bola na Torre

Guilherme Guerreiro apresenta. João Cunha, Tomazão e este escriba de Baião participam dos debates do programa, que vai analisar a participação dos clubes paraenses nas séries C e D. Na RBATV, depois do Pânico, ali por volta de 00h15.

Comenda da Câmara de Belém

Por iniciativa do vereador Paulo Queiroz, presidente da Casa, este escriba foi agraciado com o diploma e a medalha “Isaac Soares” da Câmara Municipal de Belém, por relevantes serviços em benefício do desenvolvimento na área jornalística no município de Belém.

Honrado, agradeço a generosidade que oportunizou a comenda e estarei presente à solenidade de entrega, prevista para amanhã, às 9h, no plenário do Legislativo

28 de setembro de 2014 at 12:58 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 26.9.14

POSITIVO – Feliz ideia essa Carreata Azulando a Cidade, de torcedores de paz do Remo, domingo. Tudo vai terminar no Estádio Olímpico Monumental Edgard Proença, o nosso Mangueirão, de gramado novo.

NEGATIVO – Estão fazendo terrorismo: Danilo Lins esteve no Central-PE em 2013 (não conta). Este ano só Mogi Mirim e Remo, pois no Potiguar-RN ele nem se apresentou e transferência foi desfeita.

Lá e Cá

Jadilson, novo lateral esquerdo do Remo, o meu entrevsitado Bola Pra Frente de domingo. No Bola na Torre (RBA TV-Rádio Clube), Guerreirão, Tomasão, Gerson Nogueira e João Cunha.

Ceará tem a maior artilharia do Brasil em 2014 com 109 gols, Cruzeiro 100, Fortaleza 87 e o Paysandu agora é 4º com 85. Maior artilheiro até agora Magno Alves (Ceará) 34.

Dia 2.10 a reunião do Conselho Técnico na FPF que tratará do aumento em mais 4 clubes na 1ª fase e no próprio Parazão. Ideia vai passar!

Eis os 78 votos no ConselhoTécnico: Remo 12, Paysandu 11, Independente 10, Cametá 9, S. Francisco 8, Paragominas 7, S. Cruz 6, Gavião 5, Águia 4, S. Raimundo 3, Parauapebas 2 e Castanhal 1.

Na 1ª fase Águia, Castanhal, S. Raimundo, Parauapebas, Gavião, Santa Cruz e os que subirem da Segundinha. No Parazão, Remo, Paysandu, S. Francisco, Paragominas, Cametá e Independente e quem subir da 1ª fase.

Técnico azulino Roberto Fernandes foi conferir e aprovou novo gramado padrão FIFA do Mangueirão. Goleiro Jader sem muito espaço no Remo está defendendo o Tapajós da sua Santarém na Segundinha.

Brasiliense vem completo para domingo se Gilmar for liberado pelo DM. Mateuszinho de sobreaviso; no Paysandu, Charles, Bruno Veiga e Heverton à disposição de Mazola Jr. 11.946 ingressos e 1.454 gratuidades.

Eleição no Remo dia 9.11 e no Paysandu 18.11; Athos caiu fora do Treze não vem a Belém; passando no Brasiliense o Remo poderá ter problema no 2º mata-mata. STJD vai julgar na outra semana briga de Bragança.

Amanhã: Carlos Peniche, campeão de jiu-jítsu sênior participará da corrida da OAB, em Santarém; na AABB-Belém, 416 atletas participaando da edição 2014 da Jornada Estadual das AABBs, a partir de 9h.

Hoje, no Grêmio Português, pelos miudinhos Acadêmica x Braga e, miúdos, Vasco x Beira Mar; amanhã, no Mormaço, almoço e show com Nelsinho Rodrigues pelos 41 anos de ações da Academia Zezé do Boxe.

HOMENAGEM – José Ribamar Moraes Souza, o Nenê, ex- central de futsal da AFCAP (campeão), CSSA, Paysandu e Seleção Paraense, tendo atuado de 1996 a 2005. É servidor da UFPA.

26 de setembro de 2014 at 12:00 pm 1 comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 26.09.14

Guerra aos inimigos do futebol

Pelos incidentes violentos em Bragança, na partida contra o River-PI pela Série D, o Remo corre o risco de pegar um gancho federal. Procuradoria do STJD, rápida que nem o papa-léguas, já denunciou o clube, que pode perder de um a 10 mandos de campo, mais multa de R$ 200 mil. O departamento jurídico remista vai apresentar defesa, munindo-se dos boletins de ocorrência das prisões e acusando torcedores rivais de terem participado da escaramuça. Ainda assim, como reincidente, o Remo tem largas chances de ser condenado.

O simples desassossego provocado por mais um embate no STJD já é motivo que justifica a decisão de banir dos jogos do clube sua maior e mais violenta facção uniformizada. O ocorrido em Bragança, quando torcedores comuns foram apedrejados e agredidos nas arquibancadas, repetiu apenas as cenas corriqueiras verificadas nos estádios de Belém, responsáveis pela farta lista de punições impostas ao clube nos últimos anos.

A decisão corajosa da diretoria e do departamento jurídico encontrou pleno respaldo da torcida do clube, que se manifestou nas redes sociais apoiando a proibição oficializada através de portaria. A providência já se fazia necessária há muito tempo, mas os dirigentes merecem aplausos pela coragem. Alguém tinha que dar um freio nisso, sem depender de ações da Polícia ou da Justiça.

Caso seja contabilizada em dinheiro, a série de suspensões de mando de campo já custou ao Remo mais de R$ 12 milhões somente nos últimos cinco anos. Na atual Série D, o clube deixou de arrecadar cerca de R$ 2,5 milhões com os quatro jogos como mandante da primeira fase. Condenado por ocorrências do ano passado, o Remo viu-se forçado a realizar suas partidas em Bragança. Pois nem lá, a 211 quilômetros de distância de Belém, os delinquentes deram trégua à agremiação.

Depois de marcar o quebra-pau via Facebook, sem que as forças de segurança se dignassem a armar um esquema preventivo, os turbulentos invadiram o estádio Diogão dispostos a fazer o que mais apreciam: brigar entre si e contra gangues inimigas. Em meio a isso, os torcedores normais tentavam se abrigar dos morteiros e pedras atiradas de um lado a outro. O jogo parou por mais de 10 minutos e o episódio foi detalhadamente relatado na súmula pela arbitragem.

O ocorrido funcionou como a gota d’água que faltava para a tomada de posição pela diretoria. Cansada dos prejuízos acarretados pela principal gangue uniformizada vinculada ao clube, decidiu proibir a presença de seus integrantes no jogo do próximo domingo, contra o Brasiliense, e nos demais que realizar em Belém pela competição – isso se não for condenado a jogar longe de casa outra vez.

O desprendimento dos dirigentes merece todos os elogios e precisa ser claramente respaldado pela torcida azulina, como já fazem os torcedores de Sport-PE e Cruzeiro, clubes que também cansaram de conviver com o inimigo interno.

Esperanças que vêm de Minas

Uma luz no fim do túnel. Em meio a seguidos retrocessos e ao mau exemplo dos torcedores do Grêmio, uma cena marcou a partida entre Atlético-MG e Santos, ontem à noite, em Belo Horizonte. O goleiro Aranha, que já defendeu o Galo, foi recebido com aplausos entusiasmados pela galera atleticana.

O gesto serve de alento diante da escalada de intolerância, que culminou com as vaias e xingamentos ao jogador no retorno ao estádio do Grêmio na semana passada.

Aranha já deixou claro que não é herói de nada e nem pretende assumir esse papel. É um sujeito consciente de seus direitos e de sua dignidade e que não aceita ser enxovalhado por conta da cor de sua pele.

Os atleticanos mostraram que é possível separar as coisas num jogo de futebol. Os jogadores adversários não são necessariamente inimigos. São pessoas, merecem respeito.

Uma festa para o grande Zezé

O baionense Zezé do Boxe completa 41 anos de devoção ao pugilismo e à defesa da cidadania. A data será comemorada em grande estilo amanhã, 27, na casa de shows Mormaço (ao lado do Mangal das Garças, na Cidade Velha). Zezé vai receber seus muitos amigos em almoço festivo, com show do cantor Nelsinho Rodrigues.

Para não perder o hábito de ajudar pessoas, ele pede que os convidados não levem presentes, mas doem brinquedos para o Natal das crianças carentes ajudadas pela Associação Desportiva Zezé do Boxe.

Sentença impede retorno de Jóbson

O atacante paraense Jóbson, de tantos recomeços no futebol, com longo histórico de punições por envolvimento com drogas, sofreu duro golpe ontem à noite. Depois de relacionado para o banco de reservas do Botafogo no jogo contra o Goiás, no Maracanã, o jogador soube já no estádio que não poderia ser escalado.

Segundo a CBF, que avisou em cima da hora, Jóbson teria sido punido por doping no futebol árabe e suspenso por quatro anos. O procurador do atleta garantiu que a Fifa jamais fez qualquer comunicação oficial sobre a punição.

É a quarta vez que Jóbson ensaia um recomeço. Depois de explodir no Botafogo há seis anos, o atacante sucumbiu às drogas em clássico caso de desperdício de talento. Driblador, arisco e bom finalizador, chegou a ser elogiado por Romário, que via nele potencial para chegar à Seleção.

Depois de passagens rápidas por clubes de menor expressão, foi jogar no mundo árabe, de onde voltou recentemente. Bons treinos fizeram recuperar espaço no Botafogo, mas o longo braço da lei interrompeu o novo projeto. Uma pena.

26 de setembro de 2014 at 11:57 am 1 comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.9.14

POSITIVO – Hoje, 19 h, no auditório da Unimed-Reduto, 7ª Clínica de 2014 da SBOT-PA. Tema: “Cobertura Cutânea da Mão”. Interessante para profissionais até da área esportiva. Imperdível!

NEGATIVO – Não consigo engolir que numa semana decisiva para a dupla RE x PA só ontem os técnicos tenham retornado e recomeçado trabalhos. E os interesses dos clubes que lhes pagam bem e regiamente. É duro!

Lá e Cá

Em 66% das derrotas do Paysandu este ano o volante Augusto Recife estava fora. Recifedependência. Preocupa Pikachu, Airton, Lombardi, Héverton e Augusto Recife pendurados. E ainda tem o CRAC fora.

Dos três grandes de Belém pela 1ª vez a Tuna disputa a Segundinha. O Remo perigou em 2000, mas irregularidade de Leandrinho (Tiradentes à época) aliviou o Leão.

Professor Paulo Marcelo Rios comandara sábado bem cedinho corrida de rua em parceria com a turma “Sou Crossfit”. Encontro 6 h no Crowne Plaza.

Paysandu x Treze de segunda saiu da grade da TV, mas CRAC x Paysandu, 19h, dia 4.10, confirmado na TV Brasil-Cultura. Mesma rede mostrará neste sábado, dia 27.9, Cuiabá x Águia, 18:30 h.

Remo não treinará no Mangueirão sábado. Até porque a praça de esportes está liberada excepcionalmente e precisaria de 4 meses para consolidar tudo como disse David Lins, da Green Gramados.

No Águia entre Lineker, Luiz Fernando e Bernardo substituto de Jadilson que assinou até 30.5.15 e treinará hoje no Remo. Jadilson fez sucesso no Fluminense, Goiás, S.Paulo, Cruzeiro e Grêmio. Domingo 30 mil pessoas.

Nada de antecipar possível adversário se o Remo passar no Brasiliense. Escolha dos cronfrontos do 2º mata-mata obedecerá mesmo critério de melhores médias em todas as fases da competição.

Bicolor Billy interessa ao Castanhal. Garotos Adriel (artilheiro), Guilherme e Pedrão na mira da Tuna. Sonho na Curuzu é combinação de resultados para motivar torcida, faturar contra o Treze e pagar agosto.

Henrique Custódio-Pedro Minowa chapa que vai concorrer à próxima eleição do Remo; Antonio Bernardo em Belém para festa do Zezé do Boxe.

América PV tentará 3ª vitória seguida no sábado diante do Pavão CN; no super-máster do Bancrévea, domingo, 9h, Galo Velho x Vaidoso.

HOMENAGEM – Antonio Bernardo Soares, o Antonio Bernardo, ex- campeão de boxe meio médio estreantes e principal pelo Nacional-SP (anos 70). Foi árbitro internacional 30 anos (6.999 lutas) e preside a CNB.

25 de setembro de 2014 at 11:52 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 24.9.14

POSITIVO – Limação da torcida substituta da proscrita por parte da diretoria do Remo é só o primeiro passo. Que o Paysandu faça o mesmo e as autoridades a sua parte; Souza liberado com torcida para Segundinha.

NEGATIVO – Que fazem no Remo, os contratados Régis, Marcinho, Danilo Lins e Paty. Dão despesa e pouco jogam. Certamente não é culpa deles. Aliás, River-PI denunciando irregularidade de Danilo Lins.

Lá e Cá

Tacada de mestre a contratação de Jadilson, do Águia, pelo Remo. Já adaptado ao nosso futebol tem tudo para resolver o problema azulino. Jonathan opção para lateral direita; Leão tranquilo sobre Danilo Lins!

Dos 13 campeões estaduais que disputaram 1ª fase da Série D só 6 passaram, no caso Confiança, Londrina e Rio Branco-AC (em primeiro lugar de seu grupo), Remo, Ituano-SP e Santos-AP (em segundo).

Remo e Brasiliense jogaram 8 vezes, 5 vitórias do Jacaré (18 gols), 2 do Remo (13 tentos) e 1 empate. Duas goleadas: Brasiliense 6×1 e Remo 5×1. No único mata-mata, Copa Brasil 2006, time candango ganhou as duas.

Cuiabá e Águia têm 5 jogos registrados, 2 vitórias de cada, 1 empate, 8 gols do Dourado e 5 do Azulão.

Paysandu e Treze já se defrontaram também em 5 oportunidades, igualmente duas vitórias pra cada lado, 1 empate, 11 gols bicolores e 9 dos paraibanos.

De Rafael Andrade, zagueiro azulino: “ é tudo por parte e por enquanto os dois jogos mais importantes de nossas vidas são esses contra o Brasiliense”.

Confirmadíssimo: Paysandu tem a segunda maior folha da Série C e o Remo a maior da Série D. Não era para sofrermos tanto! Águia perde muita com saída de Jadilson; bicolor Heliton só voltará em 2015.

Torcida Fiel Avalanche Alvi-Azul murchou. Certamente aguardará os resultados de domingo para deslanchar e apoiar na segunda. Aliás, tem internauta admitindo futebol do Pará só na Série D em 2015. Madeira!

Academia Zezé do Boxe promovendo atraente noitada, amanhã, a partir de 19:30, no Mormaço, ingressos a 5 reais: 1ª luta, leve, Elias Portel x Rafael Gavilan-SC e, 2ª, Renatinho x Erick Silva-SP, título brasileiro médio.

HOMENAGEM – Edilson José Santos da Silva, o Tiririca, ex- remador do skiff nos anos 60, campeão 2 vezes pelo Paysandu e disputou NN pela Seleção Paraense. Lutou também boxe no Clube de Ouro. Eng . Mecânico.

24 de setembro de 2014 at 11:35 am Deixe um comentário

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