Archive for novembro, 2014

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 30.11.14

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13.  O Parazão e os classificados para a Elite e Vamos
Prospectar Remo e Paysandu para 2015. Guerreirão no
Comando estarei ao lado de Gerson Nogueira e
do Companheiro Claudio Guimarães. Partícipe pelo Twitter
@bolanatorre e SMS 72262

QUEM MANDA?

Fato ocorrido no estádio da Tuna no meio de semana não pode passar em branco, o desrespeito ao Presidente em Exercício da Federação Mauricio Figueiredo (Bororó) exige um posicionamento do Presidente Cel Nunes. Seja lá quem for, nesse caso um árbitro e o diretor técnico são funcionários nomeados e precisam respeitar a Hierarquia da instituição. Pergunta ao Nunes. Quem manda na FPF na sua ausência?

FLACAMP…

Depois do sucesso do ano passado,  o Flamengo vai realizar a segunda edição do FLACamp, uma colônia de férias oficial de futebol que seguirá os moldes dos grandes clubes europeus. O FLACamp acontecerá entre os dias 19 e 24 de janeiro de 2015, no Espaço Lonier, em Vargem Pequena, no Rio de Janeiro. A colônia será para meninos e meninas e dividida em categorias de 6 a 16 anos. Os treinamentos serão divididos em módulos de acordo com a faixa etária.
Além disso, os participantes terão o privilégio de ter aulas ministradas pelos multicampeões Adílio e Júlio Cesar Uri Gueller. Os treinamentos ocorrerão no período da manhã e da tarde, onde serão desenvolvidas a parte física, técnica e tática. Os participantes terão refeições orientadas por nutricionistas, dinâmicas com recriadores, trabalhos em equipe, tudo com horário determinado. Observadores oficiais das categorias de base do Flamengo, estarão presentes diariamente no FLACamp, a fim de observar os participantes que se destaquem. Os escolhidos serão encaminhados para um período de testes com os atletas federados do clube. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Maiores detalhes no site: http://www.flacamp.com  Espaço Lonier:  Estrada Frei Tibúrcio, 470 – Vargem Pequena.

NOVO POINT…

O Poker Esportivo já é uma realidade em Belém com a inauguração da Vegas Poker Club e para melhorar ainda mais tornou-se mais badalado Point com o Vegas Sport Bar, agora com DJ Duda tocando o melhor Jazz, Bossa Nova, Blues e o Melhor do Flashback. Um Sucesso…

BOMBA…

Um grupo de advogados representando vários credores do Clube do Remo já solicitou a Justiça do Trabalho o Bloqueio Total das verbas de patrocínio a partir de janeiro de 2015, Governo, Cerpa e Banpará. Motivo: A quatro meses o Remo não paga acordos feitos na JT. É muita bronca…

30 de novembro de 2014 at 11:58 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 30.11.14

O segredo das escolhas

As escolhas que levam à formação de um grupo vencedor nem sempre são determinadas pela lógica ou pela racionalidade. Muitos times campeões foram montados ao sabor do acaso ou do improviso. Ocorre que a aposta em critérios pré-estabelecidos, que equacionem qualidade e custo dos jogadores contratados, ainda é o melhor caminho para o sucesso.

Quando terminou a partida decisiva contra o Macaé, no estádio Mangueirão, há uma semana, a diretoria do Papão começou a conjeturar sobre nomes para integrarem o elenco que vai disputar quatro competições em 2015. A saber: Campeonato Estadual, Copa Verde, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro da Série B.

Apesar da frustração pela perda do título, as cabeças pensantes do clube sabiam que o maior investimento para evitar novas decepções é evitar erros primários, normalmente cometidos no processo de garimpar reforços.

Ao longo deste ano, foram vários os acertos nas contratações. Cabe reconhecer que muito se deve nesse processo à experiência e rodagem do gerente de Futebol, Sérgio Papelin. Através dele, o clube chegou a atletas não tão caros e que se encaixaram bem na equipe.

Charles, Lombardi, Augusto Recife, Lenine, Bruno Veiga, Ruan e Rômulo são os exemplos positivos. Lima, que deixou o clube na metade da temporada, também pode ser incluído no rol dos acertos. Um índice extremamente satisfatório, bem superior à quantidade de deslizes.

Voltando ao pós-jogo no Mangueirão, vários planos começaram a ser traçados ali. A permanência do técnico Mazola Junior e a escolha de Roger Aguilera para dirigir o futebol profissional, decisão anunciada nesta sexta-feira, foram os pontos prioritários da agenda ali desenhada.

O acordo com o técnico está bem encaminhado, mas a diretoria já se movimenta para montar o quebra-cabeça das contratações. O primeiro passo foi definir os jogadores do atual elenco que não mais interessam, por destoarem do figurino da Série B.

Nomes óbvios, como o do zagueiro Reiniê e do volante Ricardo Capanema, se misturam ao de algumas surpresas, como o meio-campista Zé Antônio. De postura aguerrida e muito aplicado taticamente, estava nos planos de Mazola, mas a diretoria de futebol prefere buscar outras alternativas.

Para o gol, preocupação de dez entre dez bicolores, há a intenção de contratar dois novos arqueiros. Sem contar com a confiança da torcida, Douglas e Mateus devem ser liberados. Paulo Rafael, oriundo da base, também muito questionado, ainda pode ganhar nova oportunidade, desde que como terceiro goleiro.

Por ora, só estão confirmados os sete já citados, mais os nativos Pikachu, Pablo e Djalma. Há necessidade de pelo menos mais 15 jogadores, o que significa que o trabalho de garimpagem será árduo.

Como os jogadores que podem interessar ao Papão estarão disputando os campeonatos estaduais, a formação do elenco só se completará plenamente lá pelo final de março. Há, ainda, o obstáculo representado pela concorrência com os clubes da Série A, que também irão disputar os melhores jogadores regionais.

Diante de tudo isso, o torcedor precisará se cercar de boa dose de paciência e compreensão porque as contratações acontecerão em ritmo mais cadenciado do que o normal. Até porque nesse ramo, mais do que em qualquer outro, a pressa é inimiga da perfeição.

Bola na Torre

O bragantino Cláudio Guimarães é o convidado deste domingo. Guilherme Guerreiro apresenta. Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião completam a bancada. O programa começa logo depois do Pânico, por volta de 00h15.

Rodada define eleitos e desqualificados

Como o título já estão nas mãos do Cruzeiro, o Brasileiro da Série A só prende a atenção do torcedor quanto à definição dos classificados para a Copa Libertadores e dos candidatos à degola.

Quanto ao torneio continental, o São Paulo já assegurou classificação, mas Corinthians, Internacional, Grêmio e Fluminense disputam as duas vagas restantes.

Na parte de baixo da tabela, o Criciúma já caiu. Botafogo e Bahia estão quase lá, podendo sacramentar a queda nesta rodada. O quarto rebaixado sairá do trio Vitória (38), Palmeiras (39) e Coritiba (41).

O prazer de jogar ainda importa

Uma frase emblemática do atacante espanhol Cesc Fàbregas, proferida ao longo da semana, ajuda a explicar o motivo que leva alguns craques a optarem por novos desafios, mesmo que financeiramente não sejam tão compensadores. Segundo ele, jogar no Chelsea é mais divertido do que no Barcelona.

Independentemente das razões que fazem Fàbregas pensar assim, é sempre saudável e animador observar que o ofício de jogar futebol ainda pode ser ditado pelo prazer, mesmo envolvendo cifras tão grandiosas.

Ato da diretoria amplia divisão no Remo

O afastamento sumário de Pedro Minowa da coordenação das divisões de base do Remo até pode ter a ver com falhas no acompanhamento da categoria sub-17. Ocorre que a temperatura política do clube faz crer que sua saída tem mais a ver com as escaramuças eleitorais. É esquisito que somente agora a direção do clube tenha percebido que Minowa não servia para o cargo.

O desligamento do dirigente indica um caminho sem volta nas já tormentosas relações entre as duas chapas que disputam o poder no Evandro

30 de novembro de 2014 at 11:55 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 28.11.14

Nova trapalhada do STJD

Vandick Lima, presidente do Papão, afirmou que nunca mais vai assumir cargo no futebol profissional. O futuro presidente, Alberto Maia, foi na mesma direção, mostrando-se indignado com a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que por maioria de votos deu ao Brasília o título da Copa Verde.
Imagino que os dois dirigentes já estivessem esperando um resultado adverso, tal a demora do tribunal em deliberar sobre assunto tão polêmico. A decisão chegou com sete meses de atraso em meio, agravando a crise de credibilidade que domina a Justiça Desportiva no Brasil. Ficou evidente a influência política no caso.
Criado para mediar conflitos, o STJD tornou-se um grande equívoco. Ao invés de promover justiça, provoca confusão. Pessoalmente, tenho resistência a decisões de juízes que alteram resultados de campo, mas se existem normas jurídicas a regular o futebol entendo que devem ser respeitadas.
No ano passado, o tribunal ficou no olho do furacão ao punir a Portuguesa, que escalou um jogador irregular (suspenso disciplinarmente). O clube alegou não ter sido comunicado sobre a situação do atleta, mas o STJD se manteve inflexível. A decisão provocou a queda automática da Lusa.
Desta vez, ao contrário, a corte acatou como atenuante em favor do Brasília o fato de a CBF admitir suposta falha técnica no sistema de atualização do BID. Tal erro teria suprimido do boletim os nomes dos quatro atletas do clube candango, justamente às vésperas da partida final da competição contra o Papão.
O absurdo é que, graças a essa informação, a argumentação da defesa foi acatada e o Brasília saiu vencedor da Copa Verde na votação do Pleno do STJD. Em resumo, o critério valeu para o Brasília, mas não para a Portuguesa.
São incontáveis os casos que atestam a balbúrdia reinante no STJD, com efeitos lesivos a vários clubes – principalmente os menos poderosos politicamente –, sem que nenhuma providência seja adotada para corrigir esse despautério. Os europeus resolveram isso com cortes que decidem rapidamente, sem direito a contestações ou batalhas judiciais.
No circo brazuca há sempre espaço para arranjos. Ontem, o Corinthians contou com a extrema boa vontade dos juízes quanto ao caso do jogador Petros, cuja regularização era questionada. Em caso de punição, o clube paulista perderia quatro pontos, perdendo a vaga à Copa Libertadores.
Nenhuma novidade. Em querelas envolvendo os chamados grandes, o tribunal costuma ser muito compreensivo. O rigor tribunalesco só é particularmente impiedoso contra clubes sem força política e representados por federações inexpressivas e omissas.
Vítima das posições atrabiliárias do tribunal, ao Papão resta seguir lutando em campo para alcançar conquistas e títulos. E, é claro, rezar para não depender jamais da capacidade de discernimento dos auditores do STJD.

Sobre a grande festa mineira

Não foi a final exuberante que se esperava. Talvez a gente esteja se acostumando mal com finais da Copa do Brasil, sempre muito interessantes de ver. O jogo que definiu a grande conquista do Atlético-MG, anteontem, foi pouco mais que mediano. Disputado palmo a palmo, como todo clássico entre rivais diretos, mas inferior a vários outros do próprio Galo na competição.
Um motivo contribuiu decisivamente para certo esfriamento da final mineira. Ao contrário do Galo, sempre intenso, o Cruzeiro não jogou. De ressaca pelo título da Série A, ganho no domingo, o time estrelado até se esforçou, mas não conseguiu entrar no clima da decisão.
Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Marcelo Moreno, o trio de ouro do bicampeão brasileiro, parecia desplugado. Moreno corria feito louco, mas a bola não chegava. Tudo porque Ribeiro e Goulart, responsáveis pela criação de jogadas, também não viram a cor da bola.
Nada que diminua os méritos do Galo, é bom que se diga logo.
Para superar o melhor time brasileiro da atualidade, Levir Culpi armou uma estratégia interessante. Depois de arrancar a vitória no jogo diante de sua torcida, estabelecendo vantagem de 2 a 0, ele foi à Arena Mineirão com um plano diferente. Inverteu as expectativas, lançando-se ao ataque desde o começo.
Criou três grandes chances antes de chegar ao gol, no penúltimo minuto do primeiro tempo. Para isso, teve uma defesa impecável, um lateral direito (Marcos Rocha) firme, dois atacantes de excelente movimentação (Tardelli e Maicosuel) e uma cabeça pensante no meio: Dátolo.
O meia-armador argentino foi o nome do jogo, organizando o Galo na intermediária e participando ativamente das ações ofensivas. Foi dele o cruzamento perfeito para o gol de Tardelli e vários passes de média distância que confundiam a marcação cruzeirense. Ainda encontrou tempo para mandar uma bola na trave de Fábio em cobrança de falta aos 30 minutos da etapa final.
Além de Dátolo e Tardelli, o Galo deve muito ao comando firme e sereno de Levir Culpi. Dos técnicos em atividade no país é, disparadamente, o mais esclarecido e sincero nas posições que assume. Título merecidíssimo.

Direto do blog

“Para mim a Copa Verde já era página virada, eu não tinha esperança nenhuma, e acho que foi feito justiça no resultado dentro de campo, se existia irregularidades e levaram quase 9 meses para julgar é porque o resultado do gramado não iria ser modificado.
Mas, águas passadas… Bola para frente, a vida segue o seu rumo. 2015 está à porta e o planejamento tem que ser executado com a maior rapidez possível, pois agora, pelo menos de direito, somos um time de série B, e temos a obrigação de ser o protagonista em todos os eventos.
Lembrando que seremos o único time de série B na Copa Verde, portanto, muito mais que obrigação será alavancar este título. No Parazão também somos o principal protagonista. Não aceito este papo de que clássico é clássico. O Paysandú tem que entrar em campo e ganhar o título, sem papo de fase final. É vencer (e vencer bem) os dois títulos e assim chegar na Série B forte e brigando para se manter, a exemplo do que fizeram Sampaio, Luverdense e Santa Cruz neste ano”.
Miguel Ângelo Carvalho, sobre a derrota do Papão no tapetão.

28 de novembro de 2014 at 5:02 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 28.11.14

POSITIVO – Tapajós tem apenas 5 meses de profissionalismo e mandará

jogos na elite do Parazão em Santarém; sucesso do Gavião Kiykatejê tem

muito a ver com o excelente trabalho do preparador físico João Primo.

NEGATIVO – Vandick tão decepcionado com STJD no caso Copa Verde que

desabafou: “depois dessa injustiça estou abandonando o futebol”. Com a

posição dos auditores o BID virou Inês (morta!).

Lá e Cá

Hoje, 17 h, estarei no auditório do TRT-8a Região, na posse do novo

presidente Francisco Sérgio Rocha, vice Tadeu Matos, corregedor Gabriel

Napoelão. E encontrando o amigo ministro do TST Valmir Oliveira Costa.

Elder Santos, diretor de futebol do Parauapebas meu entrevistado Bola

Pra Frente domingo. Estarei no Bola na Torre (RBA TV e Rádio Clube) com

Guilherme Guerreiro, Giuseppe Tomaso e Gérson Nogueira.

Caratecas da Academia Machida ganharam o 25o Campeonato Paraense

de Karatê Do Tradicional, para alegria do professor Adalberto Sanches,

também atleta da Seleção Brasileira.

Ganhando 4 provas na última regata, domingo, o Paysandu será campeão

quebrando a hegemonia do Remo (tetra). Diretor Ulisses Sereni confiando

também nos argentinos Facundo Forneriz, Gabriel Martin, Adam Giuze,

Rodrigo Ruiz e atletas do Vasco e Seleção, Dayane Santos e Ianka Brito.
?

Na Tuna, ainda na domingueira, 11 h, o almoço do 1o Encontro de Ex-
Funcionários do Banco Meridional-Sul Brasileiro. Contatos 983745594-

981969244.

Remo tem um meia no Sub 17 de quem falam mavilhas e o apelido é

Landuzinho; Thiago Passos e Emerson Dias estão fora do futebol do Remo

de acordo com declaração do presidente Zeca Pirão.

Paysandu terá que conversar com diretores do São Bernardo-SP sobre

Lombardi, pois seu contrato lá vai até maio de 2015. Jogador quer

permanecer aqui.

Torneio Internacional em Belém de 21 a 25.1, reunindo Remo, Paysandu,

Cosmos-USA e Corinthians ou Flamengo proporcionará cota de 400 mil a

cada um dos locais.

Em Paragominas de amanhã a 6.12 a Copa Talento de Futsal; amanhã

a decisão Copa Feminina Futsal, APWD local x Esmac-Belém; Rogério

Minotouro (MMA) hoje dando curso na Academia Team Nogueira, 21h.

HOMENAGEM – Jorge de Almeida França, o Careca do Caixão, ex-lateral

direito do Sacramenta, Remo, Carajás e Pinheirense nos anos 80-90-2000.

É auxiliar de serviços gerais de um cemitério Parque.

28 de novembro de 2014 at 5:00 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 27.11.14

POSITIVO – Viva o técnico Fran Costa, o Rei, no seu 7º acesso, agora com o Tapajós à elite do Parazão e diante do seu ex- clube, Vênus. Predestinado!

NEGATIVO – Águia e Tuna, esta outra Águia, a do Souza, pelo segundo ano seguido fora da elite. Gestões nesses clubes precisam mudar de rumo!

Lá e Cá
Tapajós o 4º time mocorongo na elite do Parazão. Antes, S. Francisco, São Raimundo e E.C Santarém. Boto é a 71ª equipe a disputar o Campeonato Paraense. Ele e Parauapebas os debutantes em 2015.

Já classificados, Parauapebas x Gavião e Castanhal x Tapajós farão semifinais da 1ª etapa do Parazão, em jogo único, domingo. Japim poderá pedir o seu como mandante para sábado. Final, 3 ou 6.12.

Em 2015 Santarém (Tapajós e S. Francisco) se igualará a Belém (Remo e Paysandu) com duas equipes na elite. No grupo azulino, S. Francisco, Independente e mais 2 da 1ª fase. No do Papão, Cametá, Paragominas e 2 ascendentes.

Todo cuidado na Curuzu, agora, com a estátua de Quarentinha. Vigilância 24 h depois do que aconteceu com o Leão do Baenão; Papão chegou a 11 mil sócios-torcedores; Chico Spina virá para festa dos ex-jogadores (6.12).

Na festa de 40 anos da Federação Paraense de Judô torneio sábado, desde 9 h, Ginásio Altino Pimenta, com 250 atletas. Sairão indicados ao Troféu Camisa 13. Lideram Luiz Pinho Jr, Rodrigo Liebold e Ana Beatriz Pinto.

Domingo, 10 h, no Serra Freire, RE x PA Sub 20, semifinal de futsal; amanhã de manhã, sub 17 de futebol, Remo x Tuna (Mangueirão) e Paysandu x Castanhal (Curuzu).

Domingo, 9 h, no campo do Pinheirense, decisão dos Campeonatos de Novos (G 4 x Louver) e Cinquentão (Verona x C 20) de Icoaraci em disputa da Taça Jornalista Alfredo Coimbra.

Hoje, 9 h de Belem, julgamento da Copa Verde e Paysandu no STJD com Itamar Cortês, Osvaldo Sestário, Alberto Maia, Vandick e Roger Aguilera; Tuna representará o Pará na Copa Brasil de Futebol Feminino de 2015.

Baenão com portas trancadas e vigiadas depois do vexame perpetrado contra o Leão estátua; vou comandar campanha para aproveitamento do Jonathan em 2015. Quem for melhor que ele na posição em 2014?

HOMENAGEM – Efraim Jacob Alcolumbre, o Efraim, ex- bi campeão paraense de boxe meio pesado pela Academia do Zezé (2003-04) e ex- campeão de jiu-jitsu pela cademia Buldog (2005). É micro-empresário de venda de açai.

27 de novembro de 2014 at 11:21 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 25.11.14

Técnicos e suas manias

Está claro que existem técnicos e técnicos. Uns são mais voltados para o trabalho e as atividades internas dos times. Outros se expõem perante o mundo, abrem o verbo, abraçam bandeiras e incomodam bastante, para o bem ou para o mal.

Marcelo Oliveira, bicampeão nacional com o Cruzeiro, está obviamente no primeiro grupo. Surgiu para o futebol como meia-atacante habilidoso e insinuante naquele Atlético-MG do final dos anos 70, onde também pontificavam Reinaldo, Cerezo, Paulo Isidoro e outros bambas. Do Galo ele migrou para o Botafogo, onde continuou a desfilar seu futebol de grandes qualidades.

Como treinador, começou no Coritiba meio de mansinho. Trabalhou bem e chamou atenção dos grandes clubes. Foi contratado pelo Cruzeiro, onde há dois anos realiza um trabalho magistral. Silencioso, à mineira, mas de resultados incontestáveis. Sem abdicar da técnica primorosa e do estilo vistoso que honrou como atleta.

Lá mesmo em BH, outro técnico também chama atenção. Levir Culpi se consolida como a figura mais surpreendente da temporada. Dado como em fim de carreira há até cinco anos, o comandante do Galo ressurgiu no ano passado para reconstruir um time que havia sido devastado por um fiasco sem precedentes no Mundial de Clubes.

Com aquele jeitão de síndico, Levir limpou a área, afastou a banda podre e fez do Atlético-MG um dos times mais empolgantes da temporada. Sem reforços de peso, conduziu o time à decisão da Copa do Brasil com viradas espetaculares sobre Corinthians e Flamengo.

No Brasileiro, mesmo sem brilho maior, o Galo não faz feio. Foi operado vergonhosamente diante do Internacional na última rodada, com um penal escandaloso não marcado pela arbitragem. Ao final, questionado pelos repórteres, Levir falou do jogo e evitou reclamar. Rara atitude de um treinador brasileiro. Só por esse gesto já merecia um troféu no festa de fim de ano que a CBF organiza.

O outro canto do ringue tem Felipão como expoente maior. Depois das cenas grosseiras no jogo com o Cruzeiro em Porto Alegre, quando ele e Ivo Wortmann fizeram até ameaças à arbitragem, o veterano treinador voltou a fazer das suas na partida contra o Corinthians em São Paulo.

Atacou a arbitragem por supostos erros que teriam beneficiado os donos da casa. Árbitro que beneficia o Corinthians não é propriamente uma novidade, mas o juiz Ricardo Marques e seus auxiliares não erraram (se é que erraram) por má fé.

Felipão lançou no ar a suspeita de que não interessa à CBF e à Rede Globo ter somente representantes gaúchos e mineiros na Libertadores da América. Querem garantir o Corinthians no torneio. Não duvido que seja verdade. Aliás, não duvido de mais nada. Daí a imaginar que isso acontece nestas últimas rodadas é no mínimo incorrer em ingenuidade.

Caso alguma trapaça tivesse sido urdida nos subterrâneos do futebol para fazer a vontade de CBF e Globo, certamente não seria deixada para as rodadas finais, quando quase nada pode ser feito para alterar o ritmo do pagode. Acontece que Felipão é Felipão. Mercurial e raivoso normalmente, precipitado quase sempre.

Direto do blog

“O comentarista aborda o jogo e seu desenvolvimento, o desempenho dos atletas escalados de cara e de seus substitutos, bem assim a eficiência e eficácia do sistema tático adotado e das alternâncias eventualmente utilizadas. E, para isso, não precisa comparecer aos treinos e conversar com o treinador. Com verdade, se o comentarista conhecer de futebol, tiver alguma habilidade comunicativa e se limitar à objetividade de seu trabalho, não enveredando para o passionalismo clubístico ou para vinditas pessoais com o treinador ou com os dirigentes do clube, ou para o puro e simples incensar de certos e determinados jogadores, sejam eles locais ou importados, fatalmente terá um bom desempenho.

Até porque, seguindo aquela velha máxima cunhada pelo grande Didi, não podemos esquecer que treino é treino, jogo é jogo. Aliás, esta tese do Mazola certamente teria maior validade se fosse direcionada para a relação treinador/empresário ou dirigentes/ empresários. Isto é, se o comentarista pudesse assistir o que rola entre estes pares”.

De Antonio Oliveira, sobre as declarações de Mazola Jr. no Bola na Torre.

Papão faz justiça e Mazola vai ficar

Um dia depois da perda do título da Série C, o técnico Mazola reuniu com o novo presidente do Papão, advogado Alberto Maia. Tratou de sua permanência no clube para 2015. O acerto não foi sacramentado ontem, mas os principais pontos já foram firmados.

A manutenção de Mazola no cargo tem a ver, obviamente, com a conquista do acesso à Série B. Como a campanha na Segundona é prioridade máxima na Curuzu, nada mais justo, coerente e meritório que a ele seja dada a oportunidade de conduzir o time na disputa.

Terá, porém, que administrar a conhecida incontinência verbal. No Bola na Torre de domingo, criticou a ausência de apoio à base: “O problema da base no Pará é que não há base”. E soltou uma informação bombástica, revelando que vários atletas oriundos da base tinham ameba.

O que há por trás da queda do Águia

Na recém-finda Série C, o Águia escapou raspando de cair para a Série D. João Galvão empreendeu uma recuperação excepcional na competição. Pegou o bonde andando e deu jeito na coisa.

Aí vem a primeira fase do Parazão e o time naufraga. Ninguém entendeu até agora. Talvez nem o próprio Galvão. Coisas próprias do futebol? Ou questões que não vêm à tona por conveniências especiais? Estranho.

Em Marabá, há quem ache que o Águia correu para não chegar. Por razões financeiras, teria preferido não encarar a disputa da fase principal do campeonato estadual – que já não havia disputado nesta temporada.

25 de novembro de 2014 at 12:44 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.11.14

POSITIVO – Para festa da torcida do Paysandu, com mosaico e alegria contagiante. Alpaudiu no fim seu time e o adversário, o valente e campeão Macaé que se igualou no RJ a Olaria (1981) e Flu (1999).

NEGATIVO – Amplia-se o Mangueirão com mais vias de acesso e ou se constrói outro estádio. Atual está sem capacidade para grandeza de nosso futebol e todo jogo importante é um martírio voltar pra casa.

Lá e Cá

Chapas opositoras no Remo não se descuidam e querem Gedeil, Diego, Marquinho, Juba e João Carlos, do Macaé. Paysandu também interessado em João Carlos (8 gols decisivos na Série C). Ganha 10 mil.

Grupos de Minowa e Pirão traçam os planos sobre CT, jogadores, Centro de Treinamento, novo gerente, etc. Quem ganhar dia 13.12 já tem consultoria e meio caminho andado. Que não contratem em dobro!

Macaé se tornou no silenciador de multidões: fezo mesmo no Castelão (Fortaleza) e Mangueirão. Carreata na chegada à cidade fluminense reuniu apenas 100 pessoas, bem diferente do que acontece por aqui.

Surpreendeu a eliminação do Águia da caminhada à elite do Parazão. Com isso mudou a geografia do epicentro do futebol no sul do Pará e agora quem manda é o Parauapebas com sua filial azulina, já classificado.Izabelense também fora. Do jogo Tapajós x Vênus sairá outro classificado no grupo A1. Já no A2, Tuna x Castanhal e Gavião x Bragantino lutarão pelas duas vagas, com remotas chances do São Raimundo (não joga mais).

APBM fazendo Festa de Confraternização Natalina dia 12.12, no Restaurante Panorâmico da AP; 1º Encontro dos Ex-Funcionários do Meridional-Bco Sul Brasileiro, dia 30.11, 11h na Tuna. Contatos 983745594-981969244.

Minha opinião sobre quem deveria permanecer no Paysandu: Lombardi, Charles, Pablo, Airton, Zé Antonio, Augusto Recife, Bruno Veiga, Ruan e Djalma. Traria nova CT. Mas, no grupo de Maia muitos querem Mazolla.

Esse negócio de propalar necessidade de 4 jogadores para cada posição no Paysandu em 2015 é exagero. Mesmo com 4 competições (Parazão, Copa Verde, Copa BR e Série B) o limite de 30 profissionais é o mais criterioso.

Leandro Rodrigues, técnico do Bragantino, mesmo com o calor paraense ainda imita o sogro Luxemburgo de antes: terno e gravata; sem o Águia na elite 9 disputarão vaga na Série D. Ruim para o Remo!

Eleição no Bancrevea dia 27.11, a partir de 19:30h, no Sind. Bancários; Pará com Daelson Santos ganhou 1º lugar na 55ª prova Archert Pinto de ciclismo, em Manaus; Rodrigo Liebold prata no PAN de judô Sub 15.

HOMENAGEM – Nazareno de Jesus Sena, o Ferrugem, ex- meio campo do Remo da base ao profissional (anos 80-90). É veterinário do Ministério da Agricultura.

25 de novembro de 2014 at 12:41 pm Deixe um comentário

Papo do 40° – Ronaldo Porto – 24.11.14

ACESSO SIM, TÍTULO NÃO! FALTOU POUCO

Paysandu e Macaé, os dois piores da fase de classificação, o Papão foi o sétimo e o Macaé o oitavo, acabaram como os melhores e foram às finais e o título ficou no interior do Rio de Janeiro. O empate em Macaé em 1×1 deixou os bicolores mais tranquilos, mas o time carioca veio com a intenção de conquistar o título e acabou conseguindo, perseguindo sempre o time bicolor no placar e fechando um 3×3 que lhe dava a Taça, pelo regulamento. Aqui pra nós, foi um jogão, cheio de alternativas e gols bonitos, mas o que ficou marcado foi o “peru” tomado pelo goleiro Paulo Rafael, entre as pernas, gol que deu o título ao Macaé. Os torcedores ficaram frustrados, claro, porém o acesso já estava garantido e o Paysandu vai fazer parte da série B em 2015, mas o título tão perseguido foi embora, deixando o técnico Mazola Jr de saia justa, já que foi para todas as finais possíveis e imagináveis, mas o título não veio. Mas espera aí, o título da Copa Verde ainda poderá salvar o currículo do treinador falante, se o Papão ganhar no STJD no dia 27. E o acesso, pode ser considerado como título? A galera concorda, mas queria mais.

ALTA TEMPERATURA

Ficam aqui as palmas e os cumprimentos aos dirigentes bicolores nas disputas da série C, pois o Papão estava pra cair e foi salvo pela chegada do Mazola e melhoria do futebol de alguns jogadores. Conseguiu chegar em último no seu grupo na classificação e foi eliminando um a um dos seus adversários e nem perdeu nas finais, mas os “gols marcados fora” tiraram o título do Paysandu. Agora vem aí a série B, sonho reconquistado dentro do campo, para alegria da torcida.

BAIXA TEMPERATURA

Sinto dizer, mas não estamos preparados para grandes eventos de futebol no Mangueirão. O que se viu no sábado serviu mais uma vez de exemplo. Os responsáveis pelo trânsito pecaram mais uma vez, muitos penetras no gramado, acesso ruim demais e isso em jogo de uma galera só. A saída então foi complicadíssima, pois teve gente que chegou em casa depois das dez na noite, em função do tumulto. Até quando?

NO TERMÔMETRO

Mazola Jr, pra não perder a mania, convidou os comentaristas esportivos a “saírem do ar condicionado” e viverem o dia a dia dos clubes, reclamando de algumas críticas; Carlos Castilho, quase 60 anos de microfone e sem dúvida o melhor comentarista do Pará não deixou por menos: cuida do teu que eu cuido do meu. Mazola! /// Na verdade, Mazola ficou marcado por levar seu time a todas as finais, mas não conseguiu o que mais gostaria: um título. Poderá ser salvo pelo gongo, se os seus “atletas” do Jurídico conseguirem virar o jogo no STJD. De direito, devem conseguir, mas se entrar a politicagem no meio Mazola dança de novo. /// Maravilha a eleição no Paysandu, com Alberto Maia sendo aclamado com mais de 500 votos e grandes nomes eleitos para o Conselho, como Inocêncio Mártires Coelho, Abelardo Serra, Toni Couceiro, Ricardo Gluck Paul e tantos outros grandes bicolores. /// Em compensação, do outro lado da Avenida Almirante Barroso, a eleição terá que ser repetida no dia 13 de dezembro, por erros cometidos na primeira eleição direta do grêmio de Periçá. Os candidatos serão os mesmos, Zeca Pirão e Pedro Minowa. Sem acordos! /// O Remo não conseguiu chegar até hoje num título da série B, mas o Papão também não chegou à série C. O Remo foi campeão em 2005, ano do seu centenário e o Paysandu não conseguiu nenhum título nos seus 100 anos. Por isso as gozações nas redes sociais e numa delas a galera conta que Eurico Miranda está tentando contratar Mazola Jr, pois de vice ele entende. /// Em compensação, os bicolores vivem dizendo que os remistas serão analfabetos no futuro, por não conseguirem uma série pra estudar. Na gozação tudo vale. /// Daremos uma parada e voltaremos no começo do Parazão 2015, em Janeiro, com nossa coluna semanal aqui no Bola. Boas Festas, Feliz Natal e um 2015 cheio de conquistas aos paraenses. /// Até a volta! Fiquem com Jesus!

E-mails: rporto@supridados.com.br

24 de novembro de 2014 at 4:40 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 24.11.14

Uma final eletrizante

Foi um duelo vibrante, como deve ser uma verdadeira decisão de campeonato. Um dos melhores jogos da temporada em Belém. Emoção do começo ao fim. Basta dizer que o Papão esteve com o título nas mãos por quatro vezes (0 a 0, 1 a 0, 2 a 1 e 3 a 2) no jogo, mas o Macaé soube buscar o empate que lhe interessava. Ao Papão cabe valorizar a conquista do acesso, galardão mais importante até do que a taça de campeão.
Contra a aplicação bicolor, o time fluminense usou doses pontuais de eficiência, organização e valentia. O técnico Josué Teixeira parece ter estudado bem o Papão. Percebeu, como poucos nesta Série C, que Pikachu não pode dispor de um corredor aberto à sua frente.
Além de limitar os passos do mais talentoso jogador do Papão, adiantou seu meio-campo para reduzir a movimentação dos volantes paraenses. O expediente deu certo e duas belas chances foram criadas antes dos 15 minutos.
Com objetividade e o entusiasmo transmitido pelos 38 mil torcedores, o Papão conseguiu superar as dificuldades iniciais e aproveitou a única chance que teve no primeiro tempo. Aírton escapou pela esquerda, o lado mais desprotegido da zaga do Macaé, para cruzar no ponto futuro. A bola foi encontrar Zé Antonio. O cabeceio fulminante abriu o placar aos 17 minutos e deu a ilusão de que metade da batalha estava vencida.
O Macaé não se abalou. Errava poucos passes e envolvia seguidamente a marcação no meio-campo. Josué manteve a mesma distribuição de jogo e deu tempo ao tempo. O time mandou uma bola na trave, com Marquinhos, e perdeu um gol incrível com Juba, mas conseguiu empatar aos 44 minutos. Em cobrança de escanteio pela esquerda, João Carlos cabeceou para empatar.
Quando o jogo recomeçou no segundo tempo, a energia positiva do torcedor voltou a funcionar. O Paissandu avançou suas linhas e voltou a ficar em vantagem logo aos 7 minutos. Ruan trocou passes com Bruno Vieira e avançou até a área, de onde bateu forte e cruzado. Milton Rafael pulou atrasado e a bola entrou. O gol incendiou o Mangueirão.
Frio e calculista, fisicamente mais forte, o Macaé mantinha suas esperanças e seguia fazendo o seu jogo particular, de toques curtos e tentativas pelas extremas. Quando Mazola tirou Lenine e lançou Rômulo, o time ficou com apenas dois volantes. Josué não perdeu tempo: deslocou Diego para a meia-cancha, para ficar ao lado de Marquinhos. Acertou em cheio. Aos 13 minutos, em jogada de ambos, a bola foi à linha de fundo e depois cruzada para a finalização certeira de João Carlos.
Pela primeira vez o silêncio caiu sobre o estádio. A conquista do título estava ameaçada e Mazola botou Djalma no lugar de Ricardo Capanema, para aumentar o poder de fogo do time. E seria o próprio Rômulo o responsável por nova explosão da torcida no Mangueirão. Aos 23 minutos, em jogada de Pikachu pela direita, Rômulo recebeu o passe entre os zagueiros e tocou de letra, surpreendendo a todo mundo. Um golaço.
Ninguém se sentia tranquilo, apesar da vantagem. O jogo era tão tenso que qualquer coisa podia acontecer. E aconteceu. De repente, uma escapada rápida pela direita, envolvendo Juba, Marquinhos e Diego, pegou desprevenida a defesa paraense. Diego avançou livre e bateu rasteiro na saída de Paulo Rafael. A bola passou por baixo do goleiro, aos 33 minutos, decretando o empate em 3 a 3.
A partir daí, entregue ao desespero, o Papão lançou-se à frente. Mas a pressão era toda através de chutões e ligações diretas, facilitando o bloqueio da alta zaga do Macaé. As últimas oportunidades de gol pertenceram ao visitante, que quase marcou o quarto gol em cobrança de falta que acertou o travessão de Paulo Rafael, aos 47.
O empate foi justo, nas circunstâncias, e a conquista do Macaé é inquestionável. Depois do apito final, a torcida reconheceu os méritos do visitante, aplaudindo os campeões. Gesto que atesta a evolução do torcedor paraense.

Baixas afetaram o desempenho bicolor

No fim das contas, ficou a sensação de que a sorte que foi parceira do Papão desde a classificação na primeira fase decidiu abandoná-lo no momento decisivo. Sem dois jogadores fundamentais – Charles e Pablo – também foi infeliz nas substituições durante a final. Na comparação direta com Djalma, Lenine não devia ser o titular, mas entrou jogando e pouco contribuiu no jogo.
Pelo Macaé, Josué Teixeira driblou a perda de jogadores também importantes (Romário e Jonathan) sabendo usar bem as peças disponíveis. Gedeil, que desfalcou a equipe na primeira partida, reapareceu dando consistência ao setor de proteção.
Dos grandes nomes da final, João Carlos foi o maior. Seus companheiros Diego, Douglas Assis e Marquinhos também se destacaram.
No Papão, Zé Antonio foi o melhor. Paulo Rafael, Lenine e Reiniê ficaram devendo.

Cinco observações sobre a final

1) Balbúrdia no trânsito, avacalhação na entrada do estádio, desespero dos torcedores. Até o presidente eleito do Papão, Alberto Maia, observou, alarmado, que a Semob não deu as caras. Belém, como se sabe, não tem governo, nem ordem. Um evento de grande porte não pode prescindir do trabalho e da atenção dos órgãos municipais.
2) Falta de batedores para o ônibus da delegação do Macaé foi falha inadmissível. O futebol requer organização e, principalmente, mais respeito pelos visitantes. Por conta disso, o jogo sofreu atraso de 30 minutos.
3) O técnico Josué Teixeira mostrou qualidades. Instigou positivamente seus jogadores a partir do episódio do atraso e foi preciso nas mexidas, superando o desmanche parcial do seu elenco.
4) A informação oficial é de que no Mangueirão só estavam 38 mil torcedores. Ou venderam mais ingressos do que o permitido ou as arquibancadas sofreram encolhimento drástico. Estádio estava apinhado de gente.
5) Alguns bons valores do time campeão encaixariam bem nos nossos dois grandes: Lucas, Gedeil, Marquinhos, Diego e João Carlos.

24 de novembro de 2014 at 4:37 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 23.11.14

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13.  O Paysandu na Decisão do Campeonato Brasileiro
da Serie C e a Eleição de Alberto Maia e os Bastidores da
nova Eleição Azulina e a Primeira Fase do Parazão.
Guerreirão no Comando, estarei ao lado de Gerson Nogueirae
como Convidado Especial será o Tecnico do Paysandu
Mazola Junior . Tem Prêmios para a Galera, uma
Camisa Oficial do Paysandu ( Autografada ) e Kit Trigolino.
Partícipe pelo Twitter @bolanatorre e SMS 72262

MASTER…

O Pará fez bonito no Campeonato Brasileiro de Basquetebol Master disputado em São Luís no Maranhão, na categoria 55-59 anos a Seleção Paraense ficou em Terceiro Lugar pra fechar a temporada. Presidente Paulo Seráfico já marcou Confraternização Natalina da APBM. Será no Restaurante Panorâmico da AP, na sexta dia 12 de dezembro. Grato pelo convite. Estarei lá…

ELEIÇÃO BICOLOR…

Embora apenas uma Chapa inscrita para o pleito, a votação teve que ser feita e elegeu o advogado Alberto Maia para Presidente do Paysandu e Sérgio Serra continuará como Vice. Verdadeiro exemplo de Democracia dado pelo bicolores. A juventude bicolor mais que presente e a nova cara do CD bicolor, Tony Couceiro Campeão de votos para o Conselho Deliberativo que ainda terá Ricardo Gluck Paul, Raulzinho Aguillera, Ulisses Sereni, os Irmão Bruno e Vitor Sampaio, Mauricio Ettinguer, Emanuel Athayde, Romulo Raposo, Jose Anízio Neto entre outros. Dos 50 Conselheiros eleitos a Situação elegeu 43, por tanto a grande maioria. Presidente Alberto Maia, mãos a Obra…

BANCRÉVEA…

Neste domingão dia 23, diretoria do Bancrévea os associados a participarem da aula-show com o professor JONATHAN FEIO. O professor de educação física paraense Jonathan Feio irá promover aulas de ginástica, dança e Step House. A participação nas aulas será gratuita. A dança “Dance to Dance” ocorrerá às 14h, no Salão do Clube. Jonathan Feio é formado pela Universidade Federal do Pará e é conhecido por inovar as aulas utilizando a sonoridade de sucessos atuais, ele tem sido convidado com freqüência para apresentar as Aulas-show, Workout e Cursos de Atualização de Ginástica em todo o Brasil. Este é Fera…

23 de novembro de 2014 at 2:15 pm Deixe um comentário

Posts antigos


Clube no Twitter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.