Archive for dezembro, 2014

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 12.12.14

POSITIVO – Diretoria do Tapajós confirmou mando de jogos na fase principal do Parazão em Santarém, aonde já ocorrerá a representação dia 2.1. Contratou zagueiro Wallace, do Macaé. Estamos na torcida!

NEGATIVO – Eleição no Remo ameçada e as pessoas envolvidas nela se preocupam mais com suas vaidades, esquecendo a grandeza do clube centenário. Que falta faz uma Junta Governativa!

Lá e Cá

Presidente eleito do CD do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo. No Bola na Torre (RBA HD TV e Rádio Clube) o convidado é Fernando Castro Rodrigues, diretor da FPF.

Candidatos a conselheiro do Remo bem recomendados: Fábio Bentes (20), Evaldo Silva (34), Fábio Cebolão (35) e Julio Martins (70). Aliás, Cebolão, Paulo Araújo, Dico e Dutra comandarão base, dependendo do pleito.

Segunda-feira último RE x PA em ginásio de menor porte (será no Serra Freire) o que já é consenso dos dirigentes. Se acontecer jogo extra para decisão do título adulto, quinta-feira, no SESI.

Veterana Formiga (brilhou aqui no Independente da Marambaia) homenageada pelos 20 anos de Seleção Brasileira Feminina na goleada sobre a Argentina por 4×0. E ela fez dois!

Jogador Alan Peterson, revelado no Remo e que estava no Tapajós acertou com Anápolis-GO; presidente Nunes (FPF) fazendo o que mais gosta: amanhã na decisão do campeonato de Moju e domingo de Mãe do Rio.

Associado Stefani Henrique espera liminar hoje da suspensão de 6 meses no Remo; Chapa 2 consegiu na Justiça que só está apto a votar amanhã quem detinha essa condição dia 8.11. Chapa 1 recorrendo. É duro!

Vitória-BA também não gostou da proposta do ex- bicolor Mazolla Jr e contratou técnico Ricardo Drubsky que estava no Goiás.

Questionamento: por que Ricardo Capanema ficou no Paysandu e Zé Antonio (capitão, autor de gols importantes e de uma regularidade latente) não? Tinha extra-campo pior? Falta resposta!

Dia D hoje para Ruan e Bruno Veiga decidir se aceitam proposta de continuar no Paysandu. Caso digam não, vida que segue!

Academia 40 (Daniel Lavareda) confraternizará dia 20.12, no Sítio do Renato, em Barcarena. Futebol, gelada e churrasco.

HOMENAGEM – Luis Augusto Monteiro Bastos, o Luluca, ex- goeiro do futsal do Remo (campeão em 1985-87), Santa Cruz da Pedreira (campeão em 90) e dois títulos nacionais na Seleção Paraense na 2ª divisão (95-96). É representante de medicamentos.

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12 de dezembro de 2014 at 11:00 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 12.12.14

Um gigante enfraquecido

A 24 horas da eleição que deveria servir para botar o clube nos trilhos, o Remo se encontra mergulhado numa crise sem precedentes. Muito mais grave que a baixaria que domina a campanha eleitoral é a percepção, cada vez mais clara, de que a centenária agremiação de Evandro Almeida perdeu suas referências políticas.

Houve um tempo em que as campanhas eram igualmente baixas e inflamadas, mas sempre havia um grupo de grandes nomes, que se encarregava de apagar as labaredas e cuidava de restaurar a normalidade.

Isso não existe mais.

O Remo de hoje, prestes a realizar sua primeira eleição direta, está rachado pelo antagonismo feroz entre duas chapas que não representam o conjunto de associados e, obviamente, estão longe de preencher os anseios da imensa legião de torcedores.

Na prática, mesmo que isto não seja dito em voz alta, é uma disputa entre candidatos de grupos emergentes na estrutura do clube. E aí o cidadão mais distraído com o rumo da prosa há de perguntar: onde estão os verdadeiros segmentos políticos remistas? Aparentemente, estão desinteressados da refrega eleitoral e se limitam a acompanhar de longe o tormentoso processo.

A nostalgia é inevitável. Em outros tempos, grandes beneméritos já teriam se movimentado para assumir as rédeas do processo, aplacando as iras e puxando as orelhas dos mais exaltados.

Os últimos lances da campanha têm sido bem reveladores da ausência de uma instância maior no clube, capaz de exercer o papel de reserva moral, acima das disputas entre chapas. Longe de buscarem meios para ajudar a reerguer a instituição, os dois lados se empenham num confronto sangrento, com golpes baixos e que ameaçam a governabilidade do vencedor da eleição.

Denúncias de irregularidades na lista de votantes ampliam o repertório de problemas de uma eleição que foi impugnada da primeira vez, há um mês, por erros primários na organização da votação. A ação judicial que denuncia a ilegalidade de novos sócios, movida pela oposição, pode tornar até sem valor a eleição de amanhã.

Depois de tanto esforço para eleger seu novo presidente, o Remo pode ter a frustração de vir a conhecer o novo mandatário pela via judicial. Além das incertezas que a situação provoca, há a questão prática de que o planejamento do futebol para 2015 está seriamente afetado pelo retardamento da eleição.

Sem técnico e com elenco reduzido, o Remo corre o sério risco de chegar ao campeonato estadual – sua primeira competição em 2015 – sem um time pronto para estrear. Alguém precisa se preocupar com isso.

No país das aparências

A notícia de que o técnico Tite será confirmado pelo Corinthians até o fim de semana só não é mais surpreendente porque diz respeito ao futebol brasileiro, cuja gestão é por natureza incoerente e destrambelhada. Só no Brasil um clube demite um treinador, aparentemente por motivos inconciliáveis, e o recontrata uma temporada depois, ganhando bem mais.

Quando deixou o Corinthians, Tite desfrutava da condição de técnico mais bem pago do país, com salários mensais em torno de meio milhão de reais. Volta em alta agora, depois que o clube dispensou os serviços de Mano Menezes. Como se nada tivesse acontecido, Tite parece ter esquecido as circunstâncias de sua saída. Embolsará R$ 700 mil, segundo informam os jornais paulistanos.

A sem-cerimônia com que os grandes clubes brasileiros movimentam altas somas é outro ponto a desafiar a lógica. Além de concordar em dar a um técnico quase o mesmo que gigantes como Manchester United, Bayern e Real Madri pagam a seus comandantes, os clubes ainda se engalfinham em negociações cansativas pelo direito de trazer os mais caros profissionais.

O Corinthians não é o único. Integra um seleto rol de clubes que parecem se vangloriar pelo fato de pagarem salários europeus a treinadores de nível limitado e que só encontram mercado tão risonho no Brasil ou na Arábia.

A valente resistência argentina

Enquanto por aqui os clubes fingem nadar em prosperidade, nos demais países sul-americanos campeia uma realidade inteiramente diversa. Nem a Argentina vice-campeã mundial está imune a um cenário de forte pindaíba. Seus maiores times padecem da falta de patrocínio e sobrevivem com dificuldades, dependendo da comercialização de seus melhores jogadores.

Apesar da iminente quebradeira, não se pode esquecer que o momento é altamente favorável ao futebol argentino em comparação com o nosso. Conseguiram passar por cima de mazelas bem conhecidas, como a corrupção da cartolagem e a bagunça administrativa, para manter o protagonismo no continente.

Seus times conquistaram a Libertadores e a Copa Sul-Americana, além de a seleção ter feito bonita jornada em campos nacionais na Copa do Mundo, culminando com a ida à grande final no Rio de Janeiro. Não ganharam, mas participaram da festa em grande estilo, ao contrário do time de Felipão.

Ainda assim, a fragilidade econômica do futebol argentino só é hoje compensada pela paixão sem limites das torcidas, cujos espetáculos continuam nos causar inveja. Foi assim, por exemplo, anteontem, quando o River Plate derrotou o Atlético Nacional e festejou o título da Sul-Americana.

Metade do valente time de Gallardo pode tranquilamente tomar o rumo de clubes brasileiros, pois os salários que são pagos aqui superam em muitos dígitos os que são praticados lá. É questão apenas de escolher e partir para a pressão direta.

Desmanche total no Alvinegro

O Botafogo dispensou o técnico Vagner Mancini, o gerente Wilson Gottardo e 17 jogadores. A nova diretoria encontrou os seus culpados para o desastre da temporada. Seria maravilhoso se não fosse trágico.

Com tantas demissões de uma só tacada, o Botafogo se verá obrigado a reconstruir um time na marra. Sem dinheiro e sem credibilidade na praça.

A fúria dos novos dirigentes só poupou o principal responsável pela tragédia alvinegra: o ex-presidente Maurício Assumpção, executor impune do projeto de rebaixamento à Série B.

12 de dezembro de 2014 at 10:57 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 11.12.14

POSITIVO – Foi acerto e tanto o basquetebol do Remo nas mãos dos experientes Sérgio Dias e Paulo Sérgio Paiva; Dr. Pedro Lima comandando com retidão e medidas coerentes o novo processo eleitoral azulino.

NEGATIVO – CBF já fazendo a tradicional cobrança dos laudos de nossos estádios, inclusive Mangueirão. Por que nunca se é proativo? Botafogo faturando 50 milhões na Série B e Paysandu 3 milhões. Desigualdade!

Lá e Cá

Sobre eleição de sábado do Remo: 1- Não haverá bebida alcóolica; 2- Horário de votação no Ginásio Serra Freire, 8h até 17 h; 3- Mesas receptoras se tornarão apuradoras após votação; 3- Posse imediata.4- Só votarão sócios prprietários quites e remidos; 5- Serão 10 mesas receptoras; 5- Cada mesaa terá um presidente e 2 mesários; 6- chapas terão um fiscal de cada chapa; 7- 800 proprietários e 9.000 remidos aptos.

Artur Oliveira e Agnaldo Seu Boneco cotados para trabalhar no Remo nos grupos opostos nestas eleições. Seria tão bom se aproveitados juntos!

Quando retornar dia 5.1 técnico do Paysandu, Sidney Moraes, já virá acompanhado do preparador fisico Claudio Café e auxiliar Cristiano Lauria. Caso do preparador de goleiros Ronaldo sendo definido.

Presidente eleito Alberto Maia confirmou que o Papão trabalhará no Parazão, Copa Verde (8.2 a 6.5) e início da Copa BR com 25 a 30 profissionais. Para Serie B uma reavalição a fim de tratar de reforços.

Paulo Rafael não pertence mais o Clube de Suiço e 3o goleiro será procurado. São 9 atletas já contratados (aí também Capanema e Augusto Recife), inclusive 2 guarda-metas.

Se Chico Spina (ex – jogador bicolor e agente FIFA) não negociar Pikachu para o exterior ele continuará na Curuzu na temporada 2015. Bruno Veiga e Ruan dependendo de pequens detalhes.

Final da Copa SESI Atleta do Futuro de Futebol, amanhã, 18 h, no SESI-Ananindeua, reunindo o favorito ARF de Barcarena (tentando o tri) x MPA do Marco; América PV sábado enfrentando o Red Bull do Icuí (amistoso).

13o no futebol feminino do Brasil (ranking da CBF), Pinheirense é o clube melhor classificado do Pará e do Norte. Tuna 14a. FPF é 6a na categoria.

Paraenses Ana Beatriz (Sub 18) e Luiz Nogueira (Sub 21) alcançaram vagas para estágios internacionais de judô; FEPAGIN realizando Curso na UEPA-João Paulo, sábado, 8 até 14h. Depois Campeonato de Ginástica Artística.

HOMENAGEM – Rodrigo Kazuó, o Rod, ex- bi campeão paraense de jiu-jítsu peso pluma no final dos anos 90 pela Academia Ivan Leal e também defendeu o Pará no Norte-Nordeste. É fisioterapeuta.

11 de dezembro de 2014 at 11:13 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 10.12.14

POSITIVO – Paysandu tem melhor média de gols entre os clubes

brasileiros em 2014 (1,82). Cinco melhores ataques são Cruzeiro 125 gols,

Ceará 123, Santos 114, Paysandu 113 e São Paulo 112.
NEGATIVO – Movimento para minar a chapa II de Pedro Minowa, no

Remo, em curso. Ação não foi retirada na Justiça e vice Henrique Custódio

esclareceu estar tudo em paz.
Lá e Cá

Como o certame de bola ao cesto é curto, na próxima 2a feira no Ginásio

Serra Freire se o Remo vencer do Paysandu já serã campeão. Lançada

campanha para remistas irem todos de azul. Em caso de jogo extra, SESI.

Não acredito em união de chapas pós-eleição do Remo; FPF caiu para 13o

lugar no ranking da CBF e continuamos só com uma vaga na Série D.

Paysandu (B) e Águia (C) os únicos do Norte garantidos no Brasileiro

  1. Novo ranking da CBF tem Paysandu em 34o, Águia 57o, Remo 67o,

Paragominas 128o, Independente 146o, S. Raimundo 150o e Cametá 179o.

Ministro paraense do TST Walmir Oliveira da Costa, como bom bicolor

está se empenhando para viabilizar patrocínio da Caixa ao Paysandu;

Papão já tem 10 contratações e está acertando mais 4.

Goleiros Saulo e Andrey, mais Jonathan, Rogerinho, Carlinhos (Madureira)

e Lucas (Friburguense) falados. Cupido poderá fazer Ruan continuar por na

Curuzu.

No Bancrévea, o Bola de Areia ganhou Campeonato de Novos, o Noroeste

o de Máster e a decisão do Super-Máster será domingo, dia 14.12, 9:30 h,

reunindo Galo Velho x Astro.

Albrás teve seu vice-presidente Takashi Nakamura classificado para etapa

regiona regional de tênis dos Jogos de SESI (acima 45 anos). Engenheiro

Edrisan Cruz foi campeão na categoria absoluto.

3o RE x PA do ano do Banpará, sábado, e o Leão jogará pelo empate para

ser tri. Antes houve igualdade de 3×3 e ganhou de 1×0. Arbitragem do

Gustavo Melo e presença de José Guilhermino da Abreu, pela FPF.

Copa do Brasil de de 8.2 a 6.5. Paysandu pegará Santos-AP, Remo o Rio

Branco-AC e Independente o Brasilia; escola de Formação de Árbitros da

FPF se chama Paulo Ricardo Cecim. Justa homenagem!

Técnico Charles Guerreiro tem convite do Anápolis e conversará amanhã

com dirigentes do Paragominas. Aí decidirá aonde trabalhará em 2015.
HOMENAGEM – José Antonio Souza Santos, o Zé Leco, ex- campeão do

ciclismo paraense pelo Norte Brasileiro (1 título) e Mangueira (bi) nos anos

70-80. Defendeu também Seleção Paraense. Tem oficina de bike.

10 de dezembro de 2014 at 12:45 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 10.12.14

Moraes e seus dilemas

O novo técnico chegou e o Papão já se mexe para completar a formatação do elenco para a próxima temporada. A ordem é intensificar o trabalho que havia sido iniciado com algumas contratações pontuais. Reavaliar antigas práticas para alcançar resultados melhores. É certo que o clube vai procurar investir na conquista dos títulos que deixou escapar em 2014 – Campeonato Paraense, Copa Verde e Campeonato Brasileiro da Série B.

Começar do zero é sempre um desafio, mas também pode ser uma bênção. Esta é a situação que se apresenta a Sidney Moraes, o novo treinador, apresentado anteontem no estádio da Curuzu. Novato no futebol nortista, sem conhecimento de como são as coisas no Papão, o técnico traz na bagagem um histórico de trabalho em clubes do mesmo porte.

Suas passagens por Icasa, Vila Nova, Náutico, Boa Esporte e Ponte Preta devem contribuir neste começo em Belém. Deve ter sido avisado que o orçamento é limitado e que o clube não poderá ultrapassar a casa de R$ 800 mil com a folha salarial na Série B.

Os primeiros contatos com a imprensa foram promissores. Moraes parece tranquilo e bem informado sobre as competições a disputar, além de otimista com a chance de fazer sucesso com o Papão. Sem otimismo não se vai a lugar nenhum. Aliás, não dá nem para sair de casa.

Apesar da boa repercussão da contratação, pelo perfil moderno do treinador, existem questões a serem enfrentadas de imediato. E quase todas passam por decisões quanto ao novo elenco. Acertar com reforços para a Série B é a maior das dificuldades, em função da inflação que ronda o mercado de contratações.

Difícil é avaliar se será possível contar com uma redução de custos nos primeiros meses do ano. O grande xis do problema está na capacidade de o Papão concorrer com outros clubes na disputa por atletas de bom nível. Na prática, será necessário contar com informações privilegiadas para garimpar jogadores ainda pouco conhecidos, se é que isto ainda é possível em plena era de comunicação em tempo real.

Do elenco que terminou a temporada, Moraes só poderá contar com cerca de 10 nomes. Será obrigatória a contratação de pelo menos mais 12 jogadores (quatro já estariam confirmados) para praticamente todas as posições. O consolo é que o novo técnico já poderá participar diretamente das escolhas, evitando contratações às cegas, como já se queixava Mazola, o comandante anterior.

Leão Azul vive dias de fuzuê

Havia um time de pelada em Belém nos anos 70 famoso pelas suas façanhas nos campinhos da periferia. Era o Fuzuê, equipe simpática e que tinha uma legião de simpatizantes. O nome era apenas de fantasia, pois a agremiação não tinha nada de desorganizada ou barraqueira.

Mas o significado da palavra faz lembrar a atual situação do Remo, às vésperas de um pleito remarcado e dividido entre duas correntes que fazem questão de deixar claro que pacificar o clube está fora de seus planos.

Em mensagem de e-mail, o amigo Ronaldo Passarinho, um dos grandes beneméritos do Leão, faz um apelo à paz e ao bom senso, com oito recomendações à chapa que triunfar na eleição do próximo sábado:

“1- Gastar menos do que arrecadar, incluindo os patrocínios;

2- Fazer uma rigorosa seleção nas contratações;

3- Não permitir, em hipótese nenhuma, contratação de empresários, mesmo licenciados, para qualquer atividade relativa ao futebol;

4- Sanear a terrível dívida trabalhista, que, sem providências sérias, levarão o clube à insolvência;

5- Ter a responsabilidade de saber à grandeza do CR;

6- Fazer uma administração completamente transparente, exibindo dados, e prestando contas a todos os remistas;

7- Não criar falsas expectativas, anunciando contratações bombásticas que não trazem nenhum retorno ao clube;

8- Incentivar, de forma responsável, a participação do nosso maior patrimônio, o Fenômeno Azul.

Aos eleitos para o Condel, um apelo: fiscalizar rigorosamente as atividades inerentes à vida do clube e torná-lo proativo e não reativo, como hoje está funcionando, pelo desprezo a que tem sido relegado”.

Abraços do teu amigo, Ronaldo

Um campeonato mixuruca em gols

Para quem ainda tinha alguma dúvida, os números ajudam a clarear a dura realidade. O Brasileiro 2014 foi mesmo um dos mais chinfrins da história, reflexo do mau momento vivido pelo futebol brazuca. A média de 2,26 gols/jogo (859 no total) foi a pior desde 1995. A fraqueza dos jogos e a pouca inspiração dos times ajudam a explicar o fiasco.

Não por acaso, a tradicional Bola de Prata da revista Placar consagrou dois legítimos atacantes nível B: Fred e Barcos.

Direto do blog

“Torço para que um dia o Nunes seja substituído para ver quem é esse mágico que irão colocar na Federação e que vai tirar Remo e Paysandu do buraco. Esses dois times responsabilizam a Federação por seus fracassos e se fazem de vítimas para seus torcedores. Que culpa tem a FPF se o Remo está na crise em que está? Que culpa tem a FPF se o Paysandu, em um ano, perdeu três títulos recebidos de bandeja? Bahia e Vitória caíram e ninguém por lá está pondo a culpa na Federação. Botafogo, idem. Há muitos anos que os times da capital vêm usando a Federação como bode expiatório para seus fracassos. Ela não joga nem contrata jogador, muito menos administra os clubes.”

Do Jorge Coelho, cansado de ouvir a ladainha da dupla Re-Pa contra a FPF.

Aviso aos navegantes

Breve conselho aos jovens navegantes. Quem está escolhendo o melhor ofício para seguir, seja jogador de futebol ou alfaiate, cozinheiro ou músico, engenheiro ou professor, deve pensar muito antes de se decidir. Nem sempre é possível corrigir a rota depois.

10 de dezembro de 2014 at 12:39 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 09.12.14

POSITIVO – Paysandu decidiu-se pelo jovem treinador Sidney Moraes (37 anos), ex-meio campo do S. Paulo, Sport, Fluminense e Guarani-SP. Como técnico seu melhor trabalho foi no ICASA (2013). É confiar e acreditar!

NEGATIVO – Não foram abertos vestiários do Mangueirão na decisão do Sub 17 e nem do intermunicial. Setores destinados à imprensa do Rosenão (Parauapebas) deixando a desejar. Lamentável!

Lá e Cá

Técnico Sidney Moraes começou no Boa Esporte e além do ICASA, passou na Ponte Preta, Vila Nova-GO e Náutico. Papão seu 6º time e trata-se do mais jovem profissional a aportar na Curuzu nos últimos anos.

Comissão Eleitoral do Remo reuniará hoje, na sede, com representantes das duas chapas. Grupo do Minowa reclamou da entrega tardia da relação de votantes e pede mais trasparência.

Após eleição e apuração do dia 13.12, os eleitos no Remo serão imediatamente empossados. Tanto Pirão como Minowa têm técnicos preferidos para anunciar na hora.

É reconhecimento dos dois grupos pretendentes a comandar o Remo que sua base tem sido menos utlizada no grupo principal que no Paysandu. Isso deve mudar!

A brilhante atuação de Landro Carvalho marcando os três gols bicolores contra o Remo em Altamira permitirá outra chance a ele no grupo princial e com o novo técnico Sidney Moraes. Tomara aproveite, pois bola tem!

Zagueiro Max tem contrato e voltará ao Remo em 2015. Quanto a Rafael Andrade dependerá da eleição e da nova Comissão Técnica. Muitos acreditam que é hora de Ian e Igor João.

No Ginásio Serra Freire não há localização adequada para uma transmissão de rádio e urge uma providência, pois afinal de contas o basquetebol azulino voltou com tudo.

Por sinal, no caso de decisão extra do 1º turno do basquetebol adulto entre Remo e Paysandu a partida será jogada no Ginásio do SESI. Aliás, por questão de segurança tudo deveria ser lá.

Dia 16.12 o sorteio dos jogos da Copa do Brasil; paraense PH Ganso entrou na Seleção do Campeonato Brasileiro da 1ª divisão de 2014. Só falta voltar à Seleção.

Retificando: dívida azulina de 720 mil do Remo na Justiça do Trabalho é até 17.12 (a vencer); jogo da Copa BR em 2010 no Engenhão foi Botafogo 4×3 São Raimundo.

HOMENAGEM – Otávio Agenor de Freitas Osmar, o Tavico, ex- lateral direito do Bragança, Volante, Time Negra e Seleção Bragatina nos anos 70-80. É funcionário da SUCAM na Pérola do Caeté.

9 de dezembro de 2014 at 12:05 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 08.12.14

A mãe de todas as batalhas

A lista dos clubes que irão disputar a Série B 2015 foi fechada ontem à tarde, com a queda da dupla Ba-Vi. Como o Pará vai participar da festa, representado pelo Papão, é preciso entender que esta será a mais difícil de todas as edições da Segunda Divisão desde que o sistema de pontos corridos foi adotado.

Além dos campeões brasileiros Botafogo e Bahia, a competição reúne um grupo fortíssimo de equipes tradicionais no futebol brasileiro. Paraná, Vitória, Papão, Bragantino, América-MG, Ceará, Santa Cruz e Náutico. São essencialmente esses os principais oponentes do Papão na busca pelo acesso ou permanência na Série B.

Sem perder de vista times menos badalados, mas que nos últimos anos evoluíram muito. Falo de Criciúma, Boa Esporte, Macaé e Oeste. Uma rápida conta permite avaliar que as maiores batalhas do campeonato irão se concentrar nesse universo de 14 clubes.

Nada, porém, é mais desafiante do que a própria política de contratações e formatação de elenco num futebol minado por salários inflacionados e poucos bons jogadores em disponibilidade.

Tornou-se missão das mais complexas garimpar atletas, mesmo os que pertencem a clubes de Série C ou D, pois todos seguem a linha adotada no mercado. Com representantes e agentes, custam cada vez mais caro e transformam o período de dezembro e janeiro em época dedicada a verdadeiros leilões.

As propostas salariais estratosféricas passam a rondar todas as transações, incluindo a procura por técnicos. Montar times competitivos com jogadores bons e baratos, como ocorria há até cinco anos, é cada vez mais difícil.

Daí a importância da lucidez e da correção dos dirigentes na hora de definir os projetos para a temporada. O Papão, que deve anunciar hoje o novo técnico, começa a viver a realidade de uma divisão que hoje é quase tão exigente e seletiva quanto a Série A.

Direto do blog

“Sobre o Mazola, acho que foi surpresa geral, até por que demonstrava um sentimento puro pelo Bicola, tanto que foi só o Papão chamar veio imediatamente após sua primeira dispensa. Muito esquisito. Por que não tomou essas iniciativas ao conhecer as estruturas do clube na primeira passagem? Realmente, não há amor sem dinheiro, principalmente no futebol! Não fiquei contra a atitude da direção, como vi muitos inclusive detonando a nova Diretoria que mal começou a trabalhar. Égua, quase R$ 100.000! Ninguém é insubstituível e como ele deve haver muitos por aí. É minha opinião!”.

De Manoel Lima, apoiando decisão da diretoria do Papão no imbróglio com Mazola.

Uma joia a ser resgatada

Leandro Carvalho arrebentou no amistoso entre as equipes sub-20 de Remo e Paissandu em Altamira, sábado à noite. Voltou a mostrar as já conhecidas qualidades de definidor, fazendo três gols. Deu passes, apresentou-se para o jogo e não fugiu das jogadas individuais. Em suma, fez tudo o que se espera de um atacante moderno.

É curiosa a situação do jovem jogador. Leandro esteve fora dos planos do Papão durante todo o segundo semestre. Sob a alegação de que não tinha noção profissional e acumulava lesões, foi deixado de lado.

Com o talento que tem, merece cuidados especiais. Nada que a vigilância da comissão técnica e um bom acompanhamento psicológico não possa resolver. É um atacante precioso demais para ser desprezado.

Auxiliar sai de cena sem deixar saudade

Árbitro adicional, essa supimpa invenção da CBF, não será mantido para 2015. Depois de muita confusão e contribuição para arbitragens desastrosas, o tal auxiliar será extinto. Confirma-se com isso a velha tese de que, quanto mais agentes no jogo, mais problemas irão ocorrer.

Por coincidência, no jogo que decidia vaga de permanência na Série A, um penal maroto foi marcado para a equipe palmeirense por obra e graça do tal adicional.

Não há dúvida de que foi mais uma ideia de jerico para enriquecer o extenso histórico de lambanças do nosso futebol.

O mago da malandragem

Depois de Roger Flores, o insuperável, não há hoje no país um representante da turma do chinelinho mais gabaritado que Valdívia, o chileno que reinventou o conceito de malandragem no futebol brazuca. É uma resposta àqueles que creem na superioridade nacional na arte da enganação.

Eternamente lesionado ou suspenso, nunca completou por inteiro um dos sete campeonatos brasileiros que disputou como jogador do Palmeiras. Com um dos maiores salários do país (cerca de R$ 550 mil), faz um jogo e passa em média dois fora.

Ontem, quando desembarcou do ônibus no estádio com a perna enfaixada e manquitolando, cravou a imagem marqueteira do sacrifício. Em campo, demonstrava extremo esforço, caprichando nas expressões de dor e sempre botando as mãos no lugar da contusão.

Na entrevista pós-jogo foi o mais celebrado pela normalmente empolgada mídia esportiva paulistana. Houve repórter que chegou a ressaltar “o amor à camisa” do Palmeiras por parte do meia-armador chileno. O próprio técnico Dorival Junior não poupou loas à Valdívia, agradecendo pela atitude “altamente profissional”.

Mais até do que jogadores que suaram a camisa de verdade na caótica campanha palmeirense, o Mago ganhou pontos com a torcida em meio à festa pela salvação, pela “demonstração de entrega”, e seguramente garantiu mais uma temporada de vida mansa no tradicional clube paulista.

8 de dezembro de 2014 at 8:00 am Deixe um comentário

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