Archive for setembro, 2015

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.9.15

POSITIVO – Revitalização por que passa a sede da Tuna chegou ao Ginásio Miranda Sobrinho e está sendo trocado o piso. Louvores à Diretoria!

NEGATIVO – Distrato anunciado entre Paysandu x Leandro Carvalho, até pela nota do jogador, está para “noivo que não queria deixar a noiva”.

Lá e Cá

Técnico da Tuna, Carlos Alberto Lucena, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo. No Bola na Torre (RBA HD TV e Radio Clube) o convidado é Édson Matoso.

Por sinal, técnico Lucena confirmou que não tem auxiliar técnico: “todo auxiliar vive de olho no cargo do titular e acaba mais atrapalhando que ajudando”.

Hoje, Dado Cavalcanti 7 meses à frente do Paysandu, 23 vitórias, 8 empates, 15 derrotas e aproveitamento de 56%. Pikacchu fará amanhã 50ª partida este ano pelo Papão e 17 gols.

Filme do Paysandu “100 anos de Payxão” é sucesso, já levou 10 mil às sessões em Belém, vem lotando salas de cinema em Macapá e está chegando a São Luis-MA e RJ.

Palmas se chama Palmas de Futebol e Regatas e tem atacante conhecido como Lourigol (chegou a fazer 40 gols em 2013). Clube treina hoje, 9 h, no Estádio Nilton Santos e Remo fará reconhecimento às 10h.

Enquanto aqui Bombeiros não liberaram Mangueirão para 40 mil, em Palmas estádio Nilton Santos autorizado a receber 8 mil torcedores amanhã. Seu recorde é 11.129, Copa BR, Palmas 0x7 Atlético-MG, 2008.

Morreu em Fortaleza o ex-técnico Cesar Morais, o Guri, três títulos no Paysandu em 1980-82 e 84. Em 1985 trabalhou no Remo.

Fortaleza colocou à venda para domingo contra o Águia 43.500 ingressos e preços variando de 20 a 120 reais. Para sócios apenas 5 reais.

Volante Fahel só hoje se incopora à delegação do Paysandu em Salvador, pois ficou assistido seu filho enfermo; Djalma cotado para jogar contra o Vitória-BA fez 11 partidas este ano, nem sempre o tempo todo e 2 gols.

Confrontos: Fortaleza x Águia, 9 jogos, 7 empates, 2 vitórias cerenses que fizeram 9 x 6 gols; Vitória-BA x Paysandu, 20 partidas, 10 triunfos baianos (42 gols), 6 bicolores (29 gols) e 4 empates; Palmas x Remo, 2 jogos, uma vitória de cada, 4×3 gols para eles. Reencontro depois de 11 anos.

HOMENAGEM – Marcelo Vitor Lobato Alves, o Pará, ex-pivô do basquetebol da Assembleia Paraense, Seleção Brasileira Juvenil (vice Sul-Americano e 6º no Mundial) e adulto do Minas Tênis Clube (tudo de 2000-2006). Professor de Educação Física.

25 de setembro de 2015 at 3:03 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 24.9.15

POSITIVO – Para quem quer saber sobre lesões esportivas: fisiologista Adriano Pizolato ministrará Curso de Atualização em Exame Musculoesquelético, 26 e 27.9, no Hotel Regente (Inf. 32236123). Ótimo!

NEGATIVO – Corridas e caminhadas nas ruas da cidade têm merecido reprovação maciça da população. Que se procure alternativas. Justo!

Lá e Cá

Diretoria do Paysandu prometendo CT em 2016 se o clube subir e média de público nos 5 jogos faltantes em Belem for de 20 mil; ônibus dia 10.10 e nova arquibancada começando obra até 1ª semana de outubro.

Zagueiro bicolor Gualberto: “temos onze jogos a fazer e serão onze finais”. Betinho suspenso por 1 jogo e Jurídico deu entrada de liminar com efeito suspensivo. Jogador esteve no STJD e já foi para Salvador.

Três Carlos Alberto no Paysandu: o meia que usa esse nome, o Carlinhos e o Betinho. Carlinhos cursava 2º semestre de Educação Física no RJ e trancou para vir jogar no Papão.

Os 6 triunfos do Paysandu no Vitória-BA: 1954, amistoso aqui, 4×1; 1993, Série A, aqui, 2×0; 1994, Série A, lá, 1×0 e, aqui 3×1; 2004, Série A, aqui, 4×2; neste 2015, Série B, aqui, 1×0.

Palmas deve 500 mil reais e presidente Richard Sanches promete 6 mil pessoas no sábado, em parceria com empresas; clube tocantinense tem 58,3% de aproveitamento como mandante e Remo 41,7% fora de casa.

Iarley (ex-Paysandu) e Ailton Ferraz, o Predestinado (ex-Remo) comentarista da ESPN Brasil na Copa BR; na Copa BR Sub 20 o Cruzeiro eliminou Fast-AM num só jogo (4×2) e ex-azulino Rony fez gol.

Mauricio Figueiredo-Bororó (vice da FPF) substituirá coronel Nunes na viagem do Remo a Palmas; Kiros fez gol e ganhou aplausos no treino azulino de ontem; agora rendas líquidas para jogadores e funcionários.

Morreu Hélio Rubens, o Hélio Piauí, 41 anos, ex-volante do Castanhal e outras equipes daqui. Justifica-se minuto de silêncio nos jogos da Segundnha, domingo. Aliás, Pinheirense x Águia, terça, Curuzu, 20:30h.

Otimismo bicolor é tão flagrante no Acesso que já há conversa para algumas renovações e tem lista de contratações visando 2016; Djalma agradou Dado no treino de ontem.

HOMENAGEM – Lucivaldo Barradas Corrêa, o Nenê (anos 80-2000) ex-pugilista tetra campeão paraense peso-pena na Joe Louis, campeão no Paysandu, Estrela do Norte e bicampeão na Dom Manoel. Ainda Campeão Brasileiro Super pena na Academia Zezé do Boxe. Segurança particular.

25 de setembro de 2015 at 2:59 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 23.09.15

O enigma Kiros

O Remo se prepara para outro mata-mata na temporada. Foi relativamente bem nos anteriores, embora a memória mais recente seja ingrata. O fracasso em Cuiabá, com direito a surra de 5 a 1 na final da Copa Verde, ofuscou feitos importantes em rodadas eliminatórias, como as semifinais da própria Copa e do Campeonato Paraense contra o Papão e a decisão do certame estadual diante do Independente Tucuruí.
A derrota na Copa Verde deixou traumas na torcida e principalmente no técnico Cacaio, que custou a se recompor do impacto. Ao longo da Série D, mesmo com boa campanha, o time oscilou muito e pareceu sempre extremamente inseguro quando pressionado. Era como se receasse levar nova goleada desmoralizante como a de Cuiabá.
É fundamental que essas sequelas tenham sido curadas e deixadas pelo caminho, pelo bem do próprio Remo. Só nas quatro últimas rodadas da competição nacional, depois de surpreendente derrota frente ao Náutico em Roraima, o esquema de meia-cancha com dois volantes e dois armadores voltou a ser utilizado.
A mudança foi providencial, pois afastou a cautela excessiva, que levava o time a levar sufoco até de equipes limitadas como o próprio Náutico e o Vilhena. Com Eduardo Ramos e Edcléber na meia-cancha, tendo Chicão e Ilaílson como volantes, o Remo voltou a ter a ofensividade que garantiu a conquista do Parazão e o vice-campeonato da Copa Verde.
Para que essa alteração frutifique será preciso, porém, que Eduardo Ramos tenha de fato liberdade e espaço para jogar junto aos atacantes no jogo de sábado em Palmas. Na partida contra o Vilhena, no Mangueirão, o camisa 10 ainda ficou muito preso às ações no meio, embora sua participação tenha sido decisiva para a construção da vitória.
Nas batalhas com o Palmas, o Remo terá que contar com jogadas pelos lados e alternativas pelo meio, principalmente se o atacante Kiros (foto) entrar como titular. Acostumado a jogar fixo na área, dependerá da produção e da aproximação dos demais atacantes e armadores. Juninho, provável substituto de Edcléber, deve ser o responsável pela organização de jogadas, mas Ramos só funcionará como atacante se jogar junto à grande área.
Este desenho ofensivo incluindo Kiros, que não foi testado com Eduardo Ramos em campo, é a principal incerteza para o jogo de sábado. Ao mesmo tempo em que dependerá da criatividade de seus armadores, o Remo terá que contar com os laterais Levy e Alex Ruan mais ativos e presentes no ataque, pois Kiros só terá utilidade se receber bons cruzamentos.
Pelo porte físico, que leva a comparações apressadas com Alcino, Kiros é visto como solução para quase todos os problemas do ataque remista. Pode vir a ser, caso bem aproveitado no jogo aéreo, mas o time não pode abrir mão de outras opções, como a movimentação de Léo Paraíba e a presença de área de Rafael Paty, principal goleador remista na temporada.
Por ora, o rendimento de Kiros ainda é um enigma. Estava sem jogar há meses, treinou três vezes com o elenco e estreou no amistoso com o Castanhal sem maior destaque. A lógica diz que talvez fosse mais produtivo usado como arma para mudar o jogo no segundo tempo.

A incrível proeza do polonês goleador

Em incríveis nove minutos, dos 6 aos 15 minutos do segundo tempo de Bayern de Munique x Wolfsburg, Robert Lewandowski cravou seu nome na história do futebol moderno. Cinco gols em tão curto espaço de tempo constituem façanha incomum em tempos de dura marcação, vigilância defensiva e poucos craques em campo. Mesmo pertencendo ao timaço do Bayern, o atacante polonês esbanjou categoria e oportunismo para fulminar a zaga adversária.
O Wolfsburg vencia por 1 a 0 no primeiro tempo e parecia pronto a aprontar uma zebra em Munique. No intervalo, o técnico Pep Guardiola lançou Lewandowski no comando do ataque, deslocando Douglas Costa para a esquerda e Thomas Müller para o lado direito.
Foi o suficiente para confundir o sistema defensivo do Wolfsburg, entregue aos brasileiros Naldo e Dante. Quatro dos cinco gols saíram em cima de Dante, o espalhafatoso beque que parece realmente predestinado a protagonizar goleadas infames, como no histórico 7 a 1 em Belo Horizonte na última Copa, no qual teve papel destacado, falhando em pelo menos cinco gols.
E Lewandowski esteve perto de fazer mais dois gols, mas a zaga interceptou seus arremates. Uma atuação estupenda, valorizada por ter acontecido num campeonato de alto nível, como o Alemão.
Não se pode dizer que foi apenas um espetacular golpe de sorte. Pelo Borussia Dortmund, ele marcou quatro vezes contra o poderoso Real Madri na semifinal da Champions 2013-2014. Óbvio que o fator sorte está sempre presente em goleadas, mas é preciso fazer por onde ele se manifeste. Lewandowski fez e aconteceu.

Lateral troca Brasil pela Alemanha

No fim do dia, a Alemanha produziu outra notícia surpreendente. O lateral brasileiro Rafinha anunciou publicamente sua desistência da Seleção Brasileira, abrindo mão de convocações futuras e confirmando o processo de naturalização para defender a seleção germânica. Nos tempos de Zagallo e seu discurso “ame-o ou deixe-o”, Rafinha seria execrado por esnobar a camisa canarinho pentacampeã do mundo.
Seu gesto só não causa mais espanto porque a fase da Seleção Brasileira não é mesmo das mais atraentes. O time se transformou num fantasma, com lampejos em alguns amistosos furrecas, mas sem jamais comover ou tocar o coração da torcida depois do desastre de 2014.
Além do mais, Rafinha toma um caminho que Diego Costa já havia seguido há três anos, quando decidiu pela cidadania espanhola e virou as costas para o escrete então dirigido por Felipão. Teve peito e veio jogar a Copa pela Espanha de Vicente Del Bosque.
Longe de embarcar naquele discurso xiita de amor à pátria e outras baboseiras do gênero, entendo que um atleta precisa ter responsabilidade. No último dia 17, ao ser convocado para as Eliminatórias, Rafinha postou mensagens nas redes sociais exultando com a chance de representar o país e “feliz com a oportunidade”.
Pelo visto, mudou de ideia em apenas uma semana.

23 de setembro de 2015 at 12:13 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 23.9.15

POSITIVO – Após 27ª rodada da Série B o site Chancedegol dá 72,6% de possibilidades do Paysandu subir e Infobola (matemático Tristão Garcia) 67%. Resta ao Papão continuar fazendo sua parte!

NEGATIVO – Quem diria: grandeza da Tuna, Águia, São Raimundo e Castanhal lutando por 2 vagas na Segundinha, sem contar o Bragantino e Desportiva. Estão na disputa detentores de 3 títulos nacionais. É o futebol!

Lá e Cá
Após 12 jogos entre Série B e Copa BR em 35 dias, intervalo de menos de 3 dias por jogo, Paysandu agora travará 6 partidas em outros 35 dias, aumentando o intervalo para palatáveis quase 6 dias.

Pendurados do Paysandu: Edinho, Tiago Martins, João Lucas, Misael, Luiz Felipe, Wellington Jr e Lombardi. Destes, Wellington Jr está lesionado e apenas Tiago Martins e João Lucas vem sendo titulares.

No Vitória-BA, adversário bicolor sábado, com dois cartões David, Elton, Flávio, Marcelo, Pedro Ken, Gatito Fernández, Ramon e Rhayner. Preocupação é que após jogo do Papão vem BA x VI.

Paysandu tem 17.089 sócios torcedores e adimplância de 80%, mas muitos dos 20% têm procurado legalizar situação. Agora, esse segmento fará check-in antes dos jogos para facilitar programação do clube.

Árbitro de Vitória-BA x Paysandu, Wilton Pereira Sampaio GO-FIFA (1º jogo da Série B) dirigiu na semifinal da Taça Estado do Pará 2015, Papão 0x0 Parauapebas (4×3 Bicolor nos penais) e expulsou Bruno Veiga. Apitará hoje São Paulo x Vasco (Copa BR).

Remo vai com aparato de guerra para o Tocantins, deixando em alerta preparação física e fisiologia. Além do calor sábado (40 graus), respiração estará prejudicada com UR do ar em 23%, quando mínimo da OMS é 30%.

O escalado para Palmas x Remo é Avelar Rodrigo da Silva-CE-CBF1. Em 2012 dirigiu Remo 2×1 Vilhena, também na Série D. Já apitador de Fortaleza x Águia, Renan de Souza-PB-CBF1 é o mesmo de CRB 3×0 Papão.

Empresário baré quer patrocinar RE x PA na Arena da Amazônia no final do ano; volante Leandro Santos é tocantinense e quer voltar ao Remo na sua terra; e Leandro Cearense sentiu de novo. Alô, DM

Águia virá de Fortaleza e ficará aqui por Belém para estrear na Segundinha contra o Pinheirense. Aonde e quando? É duro! E vem aí a Associação de Ligas Desportivas presidida por Mauro Santos.

HOMENAGEM – Ivanildo Conceição Ferreira, o Touro Sentado, ex-remador voga do 2 com que foi tricampeão na Tuna (1976-77-78) e campeão no Paysandu (1983). É autônomo.

23 de setembro de 2015 at 12:11 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 22.9.15

POSITIVO – Belém sediará hoje e amanhã, no Cassazum, a Clínica Butterfly de Tênis de Mesa, ministrada pelo professor Marcos Yamada-SP. Informções 91-989175857. Iniciativa que merece aplausos!

NEGATIVO – Estádio Aberlardo Conduru, do Pinheirense, não está aprovado para Segundinha Paraense, mas serviu para Brasileiro Feminino. São essas coisas que eu não entendo!

Lá e Cá

Dado Cavalcanti não pode repetir orelhada de sábado (fizera isso no 1º turno e no Paraná em 2013 ficando fora na reta final) e sim escalar o que é melhor para o Paysandu. Bilhete premiado não se rasga!

Base do Vitória-BA para enfrentar o Paysandu: Fernández, Diego Renan, Kanu, Ramon e Euler, Amaral, Pedro Ken, Escudero e David, Raynner e Élton. Bicolores, Recife, Valdívia e Leandro Cearense à disposição de Dado.

Das seis vitórias bicolores sobro o rubro-negro baiano, só uma foi em Salvador, 18.8.94, na antiga Fonte Nova, Série A, 1×0, gol de Mirandinha. Transmiti esse jogo para Rádio Clube.

Paysandu 3º melhor mandante da Série B (se tivesse vencido o Náutico seria o 1º). Também é 3º o melhor visitante. 8.082 sócios torcedores foram no sábado no Mangueirão, além 10.051 torcedores comuns.

Remo vai pegar temperatura de 40 graus em Palmas-TO, sábado à tarde (16h). Alex Ruan de volta à lateral esquerda, Juninho fixado no meio e aposta da Cacaio no ataque será em Léo Paraíba e Kiros.

Palmas tomou até agora 4 gols (boa defesa), destaque para o goleiro Carlão. Sua outra referência é o meio campo Wállace que não enfrentará o Leão Azul. Presidente Nunes (FPF) chefiará Remo ao TO.

Abertas inscrições (www.paciclismo.com.br) para a XXI Prova Ciclística Coronel Fontoura no final de semana. Sábado a prova de Circuito e domingo, na Alça Viária, a competição de Resistência (70km).

Curiosidades: só o Santa Cruz da Série B ganhou em casa na rodada anterior; os três paraenses serão visitantes no final de semana; Águia vai pegar Fortaleza que ainda não assegurou 1ª colocação no grupo.

Paysandu viajará na quinta, treinará de tarde e na sexta, em Salvador. Hora de administrar, situação ainda é boa e Dado tem crédito; auxiliar técnico azulino Netão vai hoje para observar o Palmas. Delegação também viajará na quinta e com 20 atletas. Remo voltará ao futebol feminino.

HOMENAGEM – João Luiz Costa de Barros, o João Luiz, ex- pivô do basquetebol do Paysandu do infantil ao adulto nos anos 70 (2 títulos) e Seleção Paraense. Professor de Ensino Técnico e Design de Interiores.

22 de setembro de 2015 at 12:12 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.09.15

Um tropeço perigoso

Foi apenas a segunda derrota do Papão em casa nesta Série B, mas o resultado desencadeou muitas preocupações. Reação natural, afinal o time vinha cumprindo uma trajetória empolgante e invicta no returno, com seis vitórias e dois empates. A evolução fez com que a possibilidade do acesso se tornasse concreta, gerando mais expectativas sobre o time.
Contra o Náutico no sábado à tarde, porém, a atuação foi frustrante. Mereceu apupos e rendeu vaias até ao técnico Dado Cavalcanti. No final, por respeito à campanha e não por aprovação ao desempenho na partida, o torcedor aplaudiu a saída dos jogadores. Gesto bonito, que confirma que Dado e o grupo têm crédito junto à torcida.
O problema é saber que perfil o time terá nas próximas 11 decisivas rodadas. Não pode ser o que se viu no sábado – descaracterizado, lento em excesso e pouco concentrado nos objetivos. Até a habitual fibra ficou de lado em muitos momentos, só reaparecendo na reta final da partida.
Dado armou a equipe com Betinho e Léo na frente, Carlos Alberto na criação e Jonathan, Fahel e Gilson como volantes. Repetiu jogadores do confronto com o vice-lanterna ABC no meio da semana, quando o Papão ganhou na base da valentia, mas dando brechas ao limitado adversário.
Logo aos 3 minutos, Betinho perdeu a grande chance do Papão no jogo. Recebeu cruzamento de Gilson e, diante do goleiro Júlio César, soltou uma bomba. A bola bateu no goleiro e foi a escanteio. Um gol ali teria mudado o rumo das coisas, obrigando o Náutico a sair da zona de conforto.
Os primeiros movimentos confirmaram o grau de dificuldades que o Papão teria pela proa. Como Carlos Alberto nada produzia, Léo recuou para ajudar, mas pouco acrescentava. Jonathan se adiantava, abrindo espaços na marcação e forçando Fahel a se manter preso lá atrás.
O Náutico posicionava seus três volantes – Felipe Souto, Marino e Jackson Calcaia – em cima de Carlos Alberto e Léo, atrapalhando a saída do Papão. Ao invés de buscar a opção pelos lados, explorando a velocidade de Pikachu, Carlos Alberto insistia apenas pela esquerda, com João Lucas. O lateral até avançava, mas nas suas costas o Náutico posicionava Guilherme Biteco em contragolpes perigosos.
Com a batalha duríssima pela bola no meio-de-campo, com quase dez jogadores transitando por ali, as oportunidades de escape eram raras. Quando surgiam, o Náutico aproveitava melhor, usando uma das grandes características do próprio Papão nesta Série B: a objetividade.
Econômico nos passes, o time pernambucano avançava com rapidez, com Biteco, Douglas e Bruno Alves sobre o setor defensivo do Papão, tendo ainda o auxílio do lateral Gastón Filgueira. Ganhava confiança e induzia os bicolores a seguidos erros de passe, principalmente Carlos Alberto e Léo, que irritavam o torcedor.
O Papão ainda teria três outras oportunidades no primeiro tempo. Aos 20, em disparo cruzado de João Lucas que o goleiro desviou; aos 32, com Betinho, que dominou entre os zagueiros e mandou uma bomba ao lado do poste direito; e aos 35, com Jonathan chutando forte e obrigando o goleiro a uma defesa arrojada.
Para a etapa final, imaginava-se que Dado iria mexer na equipe. Ledo engano. Carlos Alberto ainda voltou a campo, errou mais duas jogadas, levou cartão amarelo e só então foi trocado por Rony, aos 9 minutos. O Papão já havia escapado de levar o gol aos 2 minutos, quando Bruno Alves furou espetacularmente na pequena área, sozinho diante de Emerson.
O Náutico avançou sua marcação até a intermediária do Papão, passando a roubar seguidas bolas. Aos 10 minutos, Douglas foi lançado em velocidade, driblou Tiago Martins e bateu na saída de Emerson. A bola saiu à direita da trave do Papão. O gol pernambucano estava amadurecendo.
João Lucas, em grande arrancada, mandou rasteiro, mas o goleiro abafou o chute. Aos 20 minutos, Gastón cruzou e Pikachu desviou de cabeça na pequena área, impedindo o gol de Bergson (que havia substituído a Douglas). Na sequência, veio o escanteio e o gol de Rafael Pereira. A bola cabeceada por Marino ainda resvalou em seu braço antes de bater na trave.
Aí o Náutico recuou e o Papão foi todo à frente. Edinho substituiu a Jonathan e imprimiu mais velocidade ao time. Criou dois bons ataques, mas não tinha a ajuda dos demais. Aylon custou a entrar e ainda colaborou no esforço desesperado pelo gol, mas já era muito tarde. Já nos acréscimos, Rony fez corta-luz na frente do goleiro, invalidando a jogada do empate.

Lições que não podem ser esquecidas

Das lições que a derrota deixou, a mais visível e óbvia é que o time não pode sofrer tantas mudanças e colocar sobre novatos a responsabilidade de manter o futebol consistente que vinha praticando. Rony, Gilson e Léo claramente estão abaixo do nível geral da equipe.
O fato é que Léo não pode ser titular com Aylon no banco, assim como fica estranho ter Gilson como o trunfo para bolas aéreas quando Fahel está em campo. Tem mais: Pikachu é muito importante para se manter fora do jogo, sendo pouco acionado e evitando tentativas individuais.
Betinho, apesar das chances perdidas, é um atacante talhado para a briga dentro da área. Mesmo sem receber bolas como deveria, mostrou desenvoltura, levou vantagem sobre os beques do Náutico. Foi um dos melhores do time, ao lado de Emerson, Gualberto e João Lucas.

Leão estreia camisa e goleia o Japiim

O amistoso que o Remo fez ontem no Mangueirão, goleando o Castanhal por 4 a 1, é daquelas inutilidades que só se justificam pelo aperreio nas contas. Aleílson marcou seus dois primeiros gols jogando em Belém (havia feito um antes naquele outro amistoso inútil, em Uberlândia). Chicão fez o dele, Léo Paraíba também e Kiros foi discretíssimo.
Além disso, o Leão estreou seu terceiro uniforme, em vermelho e azul. Não se podia esperar mais do que isso de um reles caça-níquel.

O pulso ainda pulsa

Foi um jogo sofrido, como tem sido a caminhada do Águia na Série C. Fazendo um jogo de vida ou morte com o Cuiabá, marcou logo aos 4 minutos, mas Edinaldo jogou contra o patrimônio aos 28 minutos. Redimiu-se aos 33, desempatando. Flamel, que não perde pênalti, perdeu o seu. A tarde era realmente de sustos. Sorte que, ainda no primeiro tempo, o próprio Flamel se reabilitou, convertendo outra penalidade. No fim, vitória convincente e esperança mantida por um milagre na rodada final.

21 de setembro de 2015 at 11:31 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Claudio Guimarães – 20.09.15

Das armadilhas do tempo
A CBF solta foguetes pelo aumento do tempo de bola rolando nos jogos do campeonato brasileiro da Série A. De fato, é algo digno de comemoração. Sempre que o jogo flui e os jogadores se dedicam mais a correr do que a encher a paciência do árbitro, o espetáculo ganha em qualidade e dinâmica, e o torcedor obviamente sai lucrando.

Em relação a 2014, os números melhoraram bastante. O fato mais significativo é que triplicou a quantidade de partidas com mais de 60 minutos, dentro do padrão que a Fifa considera ideal. Dos 260 jogos realizados, 47 (18,07%) atingiram o índice, contra 16 jogos (6,15%) no ano passado.

O levantaram destaca a participação de alguns times nos jogos que registraram mais de 60 minutos de bola valendo. São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Sport Recife estão entre os que mais contribuíram para que o jogo fosse mais corrido. A média de tempo de bola em jogo também subiu, chegando a 54 minutos e 51 segundos. Na Copa do Mundo de 2014 a média chegou a 57 minutos.

Das 26 rodadas disputadas na Série A, a última foi a de melhor desempenho, com 568 minutos de tempo total nos 10 jogos. Contribuem para essa evolução a disposição das equipes em jogar de verdade, sem apelar para truques e antijogo e a orientação dada à arbitragem.

Respaldados pela comissão de arbitragem, os juízes estão mais severos na punição a reclamações de jogadores, o que tem garantido diminuição das paralisações.

O mesmo ocorre quanto ao índice de faltas, cuja média caiu de 33 para 27 por jogo. Neste ponto fica a dúvida se as faltas estão menos frequentes ou se os árbitros estão mais flexíveis, apitando à inglesa e evitando parar o jogo em função de qualquer choque ou empurrão.

Só por curiosidade, o jogo com maior tempo de bola rolando no Brasileiro foi Atlético-PR x Atlético-MG, com 69 minutos e 40 segundos. Deve ter sido um dos jogos mais disputados de todos os tempos no Brasil. A arbitragem foi de Thiago Peixoto, uma das novas apostas da arbitragem brasileira, juntamente com o nosso Dewson Freitas, que não aparece entre os árbitros dos jogos com mais tempo de bola rolando, mas contribuiu no quesito aplicação de faltas. São dele os números mais expressivos quanto a jogos com menor índice de infrações.

Coincidência ou não, os árbitros mais destacados no levantamento da CBF pertencem à nova safra. Além de Peixoto e Dewson, aparecem Ricardo Ribeiro (MG), Wilton Sampaio (GO), Péricles Cortez (RJ) e Anderson Daronco (RS). Têm sido fundamentais para a elevação do tempo de jogo, embora a qualidade técnica dos espetáculos dependa sempre do desempenho dos times.

Fica faltando apenas a arbitragem brasileira adotar um critério único para a marcação de pênaltis por toques de mão na bola. É até aqui a principal praga do campeonato desta temporada porque os árbitros definem a marcação dos penais muito mais pela cor das camisas do que pelas normas da Fifa.

Novo desenho ofensivo no Leão

O Remo joga contra o Castanhal um amistoso caça-níquel na manhã deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. Além de arrecadar uns cobres, o time aproveita para testar posicionamentos e opções táticas para o primeiro mata-mata da Série D, previsto para começar na semana que vem.

Pelos treinos, Cacaio deve seguir utilizando o 4-4-2 clássico, de perfil ofensivo. No meio-de-campo, Eduardo Ramos e Juninho são os armadores e Ilaílson e Chicão cuidam da marcação. O ataque terá um homem de referência (Kiros? Rafael Paty?) e um atacante de lado, provavelmente Léo Paraíba.

Diante do Castanhal essa formação deverá ser testada, embora já venha sendo empregada por Cacaio desde o Campeonato Paraense. A diferença é apenas quanto aos nomes dos jogadores. No Parazão, Ramos jogava ao lado de Bismarck e Paty tinha Roni como principal parceiro de ataque.

A chegada de Kiros cria uma nova alternativa ofensiva, pois o Remo passa a dispor de um jogador talhado (pelo porte físico) para o jogo aéreo. Apesar de primitiva, a opção pelos cruzamentos requer preparo especial dos laterais e pontas. Sem capricho nas bolas alçadas, o centroavante vai apenas sofrer de torcicolo.

Em 2005, na Série C, o vitorioso Remo de Roberval Davino fez do centroavante Capitão e do beque Carlinhos importantes armas nas chamadas bolas paradas. Para a coisa funcionar, contava com os laterais Marquinho Belém e Eduardo, submetidos a treinos exaustivos de cruzamentos. É o que cabe a Cacaio fazer agora com Levy e Alex Ruan.

Emerson no Bola na Torre

O goleiro do Papão é o convidado do Bola na Torre deste domingo. Guilherme Guerreiro comanda o programa, com Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião na bancada. Começa por volta de 00h20, logo depois do Pânico, na RBATV.

20 de setembro de 2015 at 7:36 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 20.09.15

Das armadilhas do tempo
A CBF solta foguetes pelo aumento do tempo de bola rolando nos jogos do campeonato brasileiro da Série A. De fato, é algo digno de comemoração. Sempre que o jogo flui e os jogadores se dedicam mais a correr do que a encher a paciência do árbitro, o espetáculo ganha em qualidade e dinâmica, e o torcedor obviamente sai lucrando.

Em relação a 2014, os números melhoraram bastante. O fato mais significativo é que triplicou a quantidade de partidas com mais de 60 minutos, dentro do padrão que a Fifa considera ideal. Dos 260 jogos realizados, 47 (18,07%) atingiram o índice, contra 16 jogos (6,15%) no ano passado.

O levantaram destaca a participação de alguns times nos jogos que registraram mais de 60 minutos de bola valendo. São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Sport Recife estão entre os que mais contribuíram para que o jogo fosse mais corrido. A média de tempo de bola em jogo também subiu, chegando a 54 minutos e 51 segundos. Na Copa do Mundo de 2014 a média chegou a 57 minutos.

Das 26 rodadas disputadas na Série A, a última foi a de melhor desempenho, com 568 minutos de tempo total nos 10 jogos. Contribuem para essa evolução a disposição das equipes em jogar de verdade, sem apelar para truques e antijogo e a orientação dada à arbitragem.

Respaldados pela comissão de arbitragem, os juízes estão mais severos na punição a reclamações de jogadores, o que tem garantido diminuição das paralisações.

O mesmo ocorre quanto ao índice de faltas, cuja média caiu de 33 para 27 por jogo. Neste ponto fica a dúvida se as faltas estão menos frequentes ou se os árbitros estão mais flexíveis, apitando à inglesa e evitando parar o jogo em função de qualquer choque ou empurrão.

Só por curiosidade, o jogo com maior tempo de bola rolando no Brasileiro foi Atlético-PR x Atlético-MG, com 69 minutos e 40 segundos. Deve ter sido um dos jogos mais disputados de todos os tempos no Brasil. A arbitragem foi de Thiago Peixoto, uma das novas apostas da arbitragem brasileira, juntamente com o nosso Dewson Freitas, que não aparece entre os árbitros dos jogos com mais tempo de bola rolando, mas contribuiu no quesito aplicação de faltas. São dele os números mais expressivos quanto a jogos com menor índice de infrações.

Coincidência ou não, os árbitros mais destacados no levantamento da CBF pertencem à nova safra. Além de Peixoto e Dewson, aparecem Ricardo Ribeiro (MG), Wilton Sampaio (GO), Péricles Cortez (RJ) e Anderson Daronco (RS). Têm sido fundamentais para a elevação do tempo de jogo, embora a qualidade técnica dos espetáculos dependa sempre do desempenho dos times.

Fica faltando apenas a arbitragem brasileira adotar um critério único para a marcação de pênaltis por toques de mão na bola. É até aqui a principal praga do campeonato desta temporada porque os árbitros definem a marcação dos penais muito mais pela cor das camisas do que pelas normas da Fifa.

Novo desenho ofensivo no Leão

O Remo joga contra o Castanhal um amistoso caça-níquel na manhã deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. Além de arrecadar uns cobres, o time aproveita para testar posicionamentos e opções táticas para o primeiro mata-mata da Série D, previsto para começar na semana que vem.

Pelos treinos, Cacaio deve seguir utilizando o 4-4-2 clássico, de perfil ofensivo. No meio-de-campo, Eduardo Ramos e Juninho são os armadores e Ilaílson e Chicão cuidam da marcação. O ataque terá um homem de referência (Kiros? Rafael Paty?) e um atacante de lado, provavelmente Léo Paraíba.

Diante do Castanhal essa formação deverá ser testada, embora já venha sendo empregada por Cacaio desde o Campeonato Paraense. A diferença é apenas quanto aos nomes dos jogadores. No Parazão, Ramos jogava ao lado de Bismarck e Paty tinha Roni como principal parceiro de ataque.

A chegada de Kiros cria uma nova alternativa ofensiva, pois o Remo passa a dispor de um jogador talhado (pelo porte físico) para o jogo aéreo. Apesar de primitiva, a opção pelos cruzamentos requer preparo especial dos laterais e pontas. Sem capricho nas bolas alçadas, o centroavante vai apenas sofrer de torcicolo.

Em 2005, na Série C, o vitorioso Remo de Roberval Davino fez do centroavante Capitão e do beque Carlinhos importantes armas nas chamadas bolas paradas. Para a coisa funcionar, contava com os laterais Marquinho Belém e Eduardo, submetidos a treinos exaustivos de cruzamentos. É o que cabe a Cacaio fazer agora com Levy e Alex Ruan.

Emerson no Bola na Torre

O goleiro do Papão é o convidado do Bola na Torre deste domingo. Guilherme Guerreiro comanda o programa, com Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião na bancada. Começa por volta de 00h20, logo depois do Pânico, na RBATV.

20 de setembro de 2015 at 11:13 am Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 20.09.15

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Vamos falar da semana do Paysandu na Série B,
o Águia na Serie C e do Remo que se prepara para o Mata
Mata contra o Palmas. Guerreirão no comando Estarei na
bancada com o companheiro Gerson Nogueira e Nosso
Convidado Especial o Goleiro Emerson do Paysandu.
Participe pelo @bolanatorre.

SUCESSO…

E nem poderia ser diferente, o Filme Documentário “Paysandu – 100 Anos de Paixão” já está entre os principais mais assistidos no Ranking de Público de Documentários de Futebol. O Primeiro é “Pelé Eterno” com quase 300 mil espectadores, em segundo “Bahêa Minha Vida” e Terceiro “Fiel – O Filme”. A Fiel bicolor já colocou o documentário do Papão e Sétimo lugar. A Avalanche Bicolor dando seu recado…

FUTEBOL SOCIAL…

A ParaTruck do Grupo Daher, foi a grande Campeã do Futjovem, um evento de futebol social que reúne empresa da Associação Empresarial de Ananindeua (Acia) e que é organizado pelo Conselho de Jovens Empresários (Conjove). O campeonato aconteceu no último domingo no Complexo Esportivo Antônio Danúbio, em Ananindeua. Várias empresas participaram do evento, que teve como vice-campeão a Só Irmãos material de construção

SHOW…

Presidente Mário Paiva do Grêmio Literário Português foi o anfitrião na sexta-feira na Abertura da Copa Miúdos e Miudinhos na Arena Society com a Coordenação da ZF Comunicação e Marketing. No próximo sábado no Salão de Festas um grande Show com a Banda Paralamas do Sucesso. Herbert Vianna e Cia. Vai Bombar!!!

FESTA…

Próximo sábado na Casa de Show Mormaço grande festa para comemorações dos 42 anos dedicados ao Esporte do treinador Zezé do Boxe, sempre preparando cidadãos e fazendo campeões. Musica com Nelsinho Rodrigues e outras atrações. Presentes em Brinquedos que serão doados para o Natal das Crianças Carentes. Parabéns Zezé!!!

“FAMILIA BICOLOR”

Caravana da família Bicolor que irá a São Luis do Maranhão para o jogo do Paysandu contra o Sampaio Correa dia 24 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Ônibus de Luxo Double Deck, Hospedagem no Hotel Nobili In. Saida dia 23 na sexta, e retorno no domingo dia 25, a noite. Interessados contatos pelos fones: 985200834 e 99776612 – falar com Luiz Carlos. Apenas R4 450,00 reais por pessoa. Grande pedida…

20 de setembro de 2015 at 11:11 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 18.09.15

POSITIVO – Torcedores idosos do Paysandu recebem agora seus ingressos na Associação deles, Av. Presidente Vargas 158, salas 801- 802 e, os deficientes, na APPD, na Vila Teta. Gol da Placa do Jurídico do clube!

NEGATIVO – Proibido entrar com camisas mesmo de times de fora nas sedes de nossos clubes de futebol. Visitantes desrespeitados!

Lá e Cá

Remista Domingos Ferreira, o maior conquistador de tíitulos de natação paraense, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo; no Bola na Torre, Emerson (Paysandu); Granja Comary fica em Teresópolis-RJ. Ok?

Misael, Leandro Cearense e Recife os ausentes no Papão amanhã. Vez de Aylon e Betinho (Betigol); Mogi x Paysandu, dia 10.11, sendo negociado para se realizar no Zerão, em Macapá-AP.

Confrontos: Paysandu x Náutico, 18 vezes, 8 vitórias bicolores (41 gols), 6 dos timbus (35 tentos) e 4 empates; Águia x Cuiabá, 7 partidas, 3 triunfos do Dourado (11 gols), 2 do Azulão (7 tentos) e 2 empates.

Competente fisiologista bicolor Adriano Lima veio para o Paysandu com Givanildo Oliveira, oriundo do América-MG. Trabalho elogiadíssimo. Nas viagens, Papão leve médico, fisiologista e fisioterapeuta. Certíssimo!

Náutico o pior visitante da Série B. Cuidado! Guilherme Biteco no lugar de Felipe Souto no meio campo a única novidade em relação ao último jogo. Do técnico Gilmar Dal Pozzo: “é o Jogo do Ano pra nós”.

Dal Pozzo já levou duas tundas do Paysandu: em 2013 (Série B), pela Chapecoense, na Curuzu, 2×1 e, este ano, comandando o ABC, Papão 2×0, no Frasqueirão.

Obras do BRT vão atazanar torcedores de Paysandu e Remo rumo ao Mangueirão por 30 dias; Leão Azul confirma ingressos a 40 e 60 reais para jogo contra o Palmas. Bombeiros vetarão 40 mil lugares no Mangueirão.

Kiros fez 8 gols em 2012 pelo Paysandu trazido por Roberval Davino. Esperança dos azulinos neste Série D e teste neste domingo no Mangueirão. Sócios-torcedores não pagarão, mas é bom colaborar!

Jogadores do Remo treinarão quinta à tarde (24.9) e sexta (25.9) no Estádio Nilton Santos, em Palmas, local da partida do dia 26.9.

Depois do Bragantino que treina em Santa Maria do Pará e mandará jogos em Castanhal, agora por falta de estádio o São Raimundo de Santarém quer ir para Vitória do Xingu (Segundinha); Pará Truck campeão Futjovem da ACIA-Ananindeua.

HOMENAGEM – Ernande Alencar, o Leão, ex-latareal esquerdo do Remo (outro canhão do Baenão) nos anos 60-70, tendo atuado com Dutra,Mesquita, Tito, etc. Professor da unidade da UNOPAR, em Marabá.

18 de setembro de 2015 at 6:34 pm Deixe um comentário

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