Archive for setembro, 2015

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 22.9.15

POSITIVO – Belém sediará hoje e amanhã, no Cassazum, a Clínica Butterfly de Tênis de Mesa, ministrada pelo professor Marcos Yamada-SP. Informções 91-989175857. Iniciativa que merece aplausos!

NEGATIVO – Estádio Aberlardo Conduru, do Pinheirense, não está aprovado para Segundinha Paraense, mas serviu para Brasileiro Feminino. São essas coisas que eu não entendo!

Lá e Cá

Dado Cavalcanti não pode repetir orelhada de sábado (fizera isso no 1º turno e no Paraná em 2013 ficando fora na reta final) e sim escalar o que é melhor para o Paysandu. Bilhete premiado não se rasga!

Base do Vitória-BA para enfrentar o Paysandu: Fernández, Diego Renan, Kanu, Ramon e Euler, Amaral, Pedro Ken, Escudero e David, Raynner e Élton. Bicolores, Recife, Valdívia e Leandro Cearense à disposição de Dado.

Das seis vitórias bicolores sobro o rubro-negro baiano, só uma foi em Salvador, 18.8.94, na antiga Fonte Nova, Série A, 1×0, gol de Mirandinha. Transmiti esse jogo para Rádio Clube.

Paysandu 3º melhor mandante da Série B (se tivesse vencido o Náutico seria o 1º). Também é 3º o melhor visitante. 8.082 sócios torcedores foram no sábado no Mangueirão, além 10.051 torcedores comuns.

Remo vai pegar temperatura de 40 graus em Palmas-TO, sábado à tarde (16h). Alex Ruan de volta à lateral esquerda, Juninho fixado no meio e aposta da Cacaio no ataque será em Léo Paraíba e Kiros.

Palmas tomou até agora 4 gols (boa defesa), destaque para o goleiro Carlão. Sua outra referência é o meio campo Wállace que não enfrentará o Leão Azul. Presidente Nunes (FPF) chefiará Remo ao TO.

Abertas inscrições (www.paciclismo.com.br) para a XXI Prova Ciclística Coronel Fontoura no final de semana. Sábado a prova de Circuito e domingo, na Alça Viária, a competição de Resistência (70km).

Curiosidades: só o Santa Cruz da Série B ganhou em casa na rodada anterior; os três paraenses serão visitantes no final de semana; Águia vai pegar Fortaleza que ainda não assegurou 1ª colocação no grupo.

Paysandu viajará na quinta, treinará de tarde e na sexta, em Salvador. Hora de administrar, situação ainda é boa e Dado tem crédito; auxiliar técnico azulino Netão vai hoje para observar o Palmas. Delegação também viajará na quinta e com 20 atletas. Remo voltará ao futebol feminino.

HOMENAGEM – João Luiz Costa de Barros, o João Luiz, ex- pivô do basquetebol do Paysandu do infantil ao adulto nos anos 70 (2 títulos) e Seleção Paraense. Professor de Ensino Técnico e Design de Interiores.

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22 de setembro de 2015 at 12:12 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.09.15

Um tropeço perigoso

Foi apenas a segunda derrota do Papão em casa nesta Série B, mas o resultado desencadeou muitas preocupações. Reação natural, afinal o time vinha cumprindo uma trajetória empolgante e invicta no returno, com seis vitórias e dois empates. A evolução fez com que a possibilidade do acesso se tornasse concreta, gerando mais expectativas sobre o time.
Contra o Náutico no sábado à tarde, porém, a atuação foi frustrante. Mereceu apupos e rendeu vaias até ao técnico Dado Cavalcanti. No final, por respeito à campanha e não por aprovação ao desempenho na partida, o torcedor aplaudiu a saída dos jogadores. Gesto bonito, que confirma que Dado e o grupo têm crédito junto à torcida.
O problema é saber que perfil o time terá nas próximas 11 decisivas rodadas. Não pode ser o que se viu no sábado – descaracterizado, lento em excesso e pouco concentrado nos objetivos. Até a habitual fibra ficou de lado em muitos momentos, só reaparecendo na reta final da partida.
Dado armou a equipe com Betinho e Léo na frente, Carlos Alberto na criação e Jonathan, Fahel e Gilson como volantes. Repetiu jogadores do confronto com o vice-lanterna ABC no meio da semana, quando o Papão ganhou na base da valentia, mas dando brechas ao limitado adversário.
Logo aos 3 minutos, Betinho perdeu a grande chance do Papão no jogo. Recebeu cruzamento de Gilson e, diante do goleiro Júlio César, soltou uma bomba. A bola bateu no goleiro e foi a escanteio. Um gol ali teria mudado o rumo das coisas, obrigando o Náutico a sair da zona de conforto.
Os primeiros movimentos confirmaram o grau de dificuldades que o Papão teria pela proa. Como Carlos Alberto nada produzia, Léo recuou para ajudar, mas pouco acrescentava. Jonathan se adiantava, abrindo espaços na marcação e forçando Fahel a se manter preso lá atrás.
O Náutico posicionava seus três volantes – Felipe Souto, Marino e Jackson Calcaia – em cima de Carlos Alberto e Léo, atrapalhando a saída do Papão. Ao invés de buscar a opção pelos lados, explorando a velocidade de Pikachu, Carlos Alberto insistia apenas pela esquerda, com João Lucas. O lateral até avançava, mas nas suas costas o Náutico posicionava Guilherme Biteco em contragolpes perigosos.
Com a batalha duríssima pela bola no meio-de-campo, com quase dez jogadores transitando por ali, as oportunidades de escape eram raras. Quando surgiam, o Náutico aproveitava melhor, usando uma das grandes características do próprio Papão nesta Série B: a objetividade.
Econômico nos passes, o time pernambucano avançava com rapidez, com Biteco, Douglas e Bruno Alves sobre o setor defensivo do Papão, tendo ainda o auxílio do lateral Gastón Filgueira. Ganhava confiança e induzia os bicolores a seguidos erros de passe, principalmente Carlos Alberto e Léo, que irritavam o torcedor.
O Papão ainda teria três outras oportunidades no primeiro tempo. Aos 20, em disparo cruzado de João Lucas que o goleiro desviou; aos 32, com Betinho, que dominou entre os zagueiros e mandou uma bomba ao lado do poste direito; e aos 35, com Jonathan chutando forte e obrigando o goleiro a uma defesa arrojada.
Para a etapa final, imaginava-se que Dado iria mexer na equipe. Ledo engano. Carlos Alberto ainda voltou a campo, errou mais duas jogadas, levou cartão amarelo e só então foi trocado por Rony, aos 9 minutos. O Papão já havia escapado de levar o gol aos 2 minutos, quando Bruno Alves furou espetacularmente na pequena área, sozinho diante de Emerson.
O Náutico avançou sua marcação até a intermediária do Papão, passando a roubar seguidas bolas. Aos 10 minutos, Douglas foi lançado em velocidade, driblou Tiago Martins e bateu na saída de Emerson. A bola saiu à direita da trave do Papão. O gol pernambucano estava amadurecendo.
João Lucas, em grande arrancada, mandou rasteiro, mas o goleiro abafou o chute. Aos 20 minutos, Gastón cruzou e Pikachu desviou de cabeça na pequena área, impedindo o gol de Bergson (que havia substituído a Douglas). Na sequência, veio o escanteio e o gol de Rafael Pereira. A bola cabeceada por Marino ainda resvalou em seu braço antes de bater na trave.
Aí o Náutico recuou e o Papão foi todo à frente. Edinho substituiu a Jonathan e imprimiu mais velocidade ao time. Criou dois bons ataques, mas não tinha a ajuda dos demais. Aylon custou a entrar e ainda colaborou no esforço desesperado pelo gol, mas já era muito tarde. Já nos acréscimos, Rony fez corta-luz na frente do goleiro, invalidando a jogada do empate.

Lições que não podem ser esquecidas

Das lições que a derrota deixou, a mais visível e óbvia é que o time não pode sofrer tantas mudanças e colocar sobre novatos a responsabilidade de manter o futebol consistente que vinha praticando. Rony, Gilson e Léo claramente estão abaixo do nível geral da equipe.
O fato é que Léo não pode ser titular com Aylon no banco, assim como fica estranho ter Gilson como o trunfo para bolas aéreas quando Fahel está em campo. Tem mais: Pikachu é muito importante para se manter fora do jogo, sendo pouco acionado e evitando tentativas individuais.
Betinho, apesar das chances perdidas, é um atacante talhado para a briga dentro da área. Mesmo sem receber bolas como deveria, mostrou desenvoltura, levou vantagem sobre os beques do Náutico. Foi um dos melhores do time, ao lado de Emerson, Gualberto e João Lucas.

Leão estreia camisa e goleia o Japiim

O amistoso que o Remo fez ontem no Mangueirão, goleando o Castanhal por 4 a 1, é daquelas inutilidades que só se justificam pelo aperreio nas contas. Aleílson marcou seus dois primeiros gols jogando em Belém (havia feito um antes naquele outro amistoso inútil, em Uberlândia). Chicão fez o dele, Léo Paraíba também e Kiros foi discretíssimo.
Além disso, o Leão estreou seu terceiro uniforme, em vermelho e azul. Não se podia esperar mais do que isso de um reles caça-níquel.

O pulso ainda pulsa

Foi um jogo sofrido, como tem sido a caminhada do Águia na Série C. Fazendo um jogo de vida ou morte com o Cuiabá, marcou logo aos 4 minutos, mas Edinaldo jogou contra o patrimônio aos 28 minutos. Redimiu-se aos 33, desempatando. Flamel, que não perde pênalti, perdeu o seu. A tarde era realmente de sustos. Sorte que, ainda no primeiro tempo, o próprio Flamel se reabilitou, convertendo outra penalidade. No fim, vitória convincente e esperança mantida por um milagre na rodada final.

21 de setembro de 2015 at 11:31 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Claudio Guimarães – 20.09.15

Das armadilhas do tempo
A CBF solta foguetes pelo aumento do tempo de bola rolando nos jogos do campeonato brasileiro da Série A. De fato, é algo digno de comemoração. Sempre que o jogo flui e os jogadores se dedicam mais a correr do que a encher a paciência do árbitro, o espetáculo ganha em qualidade e dinâmica, e o torcedor obviamente sai lucrando.

Em relação a 2014, os números melhoraram bastante. O fato mais significativo é que triplicou a quantidade de partidas com mais de 60 minutos, dentro do padrão que a Fifa considera ideal. Dos 260 jogos realizados, 47 (18,07%) atingiram o índice, contra 16 jogos (6,15%) no ano passado.

O levantaram destaca a participação de alguns times nos jogos que registraram mais de 60 minutos de bola valendo. São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Sport Recife estão entre os que mais contribuíram para que o jogo fosse mais corrido. A média de tempo de bola em jogo também subiu, chegando a 54 minutos e 51 segundos. Na Copa do Mundo de 2014 a média chegou a 57 minutos.

Das 26 rodadas disputadas na Série A, a última foi a de melhor desempenho, com 568 minutos de tempo total nos 10 jogos. Contribuem para essa evolução a disposição das equipes em jogar de verdade, sem apelar para truques e antijogo e a orientação dada à arbitragem.

Respaldados pela comissão de arbitragem, os juízes estão mais severos na punição a reclamações de jogadores, o que tem garantido diminuição das paralisações.

O mesmo ocorre quanto ao índice de faltas, cuja média caiu de 33 para 27 por jogo. Neste ponto fica a dúvida se as faltas estão menos frequentes ou se os árbitros estão mais flexíveis, apitando à inglesa e evitando parar o jogo em função de qualquer choque ou empurrão.

Só por curiosidade, o jogo com maior tempo de bola rolando no Brasileiro foi Atlético-PR x Atlético-MG, com 69 minutos e 40 segundos. Deve ter sido um dos jogos mais disputados de todos os tempos no Brasil. A arbitragem foi de Thiago Peixoto, uma das novas apostas da arbitragem brasileira, juntamente com o nosso Dewson Freitas, que não aparece entre os árbitros dos jogos com mais tempo de bola rolando, mas contribuiu no quesito aplicação de faltas. São dele os números mais expressivos quanto a jogos com menor índice de infrações.

Coincidência ou não, os árbitros mais destacados no levantamento da CBF pertencem à nova safra. Além de Peixoto e Dewson, aparecem Ricardo Ribeiro (MG), Wilton Sampaio (GO), Péricles Cortez (RJ) e Anderson Daronco (RS). Têm sido fundamentais para a elevação do tempo de jogo, embora a qualidade técnica dos espetáculos dependa sempre do desempenho dos times.

Fica faltando apenas a arbitragem brasileira adotar um critério único para a marcação de pênaltis por toques de mão na bola. É até aqui a principal praga do campeonato desta temporada porque os árbitros definem a marcação dos penais muito mais pela cor das camisas do que pelas normas da Fifa.

Novo desenho ofensivo no Leão

O Remo joga contra o Castanhal um amistoso caça-níquel na manhã deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. Além de arrecadar uns cobres, o time aproveita para testar posicionamentos e opções táticas para o primeiro mata-mata da Série D, previsto para começar na semana que vem.

Pelos treinos, Cacaio deve seguir utilizando o 4-4-2 clássico, de perfil ofensivo. No meio-de-campo, Eduardo Ramos e Juninho são os armadores e Ilaílson e Chicão cuidam da marcação. O ataque terá um homem de referência (Kiros? Rafael Paty?) e um atacante de lado, provavelmente Léo Paraíba.

Diante do Castanhal essa formação deverá ser testada, embora já venha sendo empregada por Cacaio desde o Campeonato Paraense. A diferença é apenas quanto aos nomes dos jogadores. No Parazão, Ramos jogava ao lado de Bismarck e Paty tinha Roni como principal parceiro de ataque.

A chegada de Kiros cria uma nova alternativa ofensiva, pois o Remo passa a dispor de um jogador talhado (pelo porte físico) para o jogo aéreo. Apesar de primitiva, a opção pelos cruzamentos requer preparo especial dos laterais e pontas. Sem capricho nas bolas alçadas, o centroavante vai apenas sofrer de torcicolo.

Em 2005, na Série C, o vitorioso Remo de Roberval Davino fez do centroavante Capitão e do beque Carlinhos importantes armas nas chamadas bolas paradas. Para a coisa funcionar, contava com os laterais Marquinho Belém e Eduardo, submetidos a treinos exaustivos de cruzamentos. É o que cabe a Cacaio fazer agora com Levy e Alex Ruan.

Emerson no Bola na Torre

O goleiro do Papão é o convidado do Bola na Torre deste domingo. Guilherme Guerreiro comanda o programa, com Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião na bancada. Começa por volta de 00h20, logo depois do Pânico, na RBATV.

20 de setembro de 2015 at 7:36 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 20.09.15

Das armadilhas do tempo
A CBF solta foguetes pelo aumento do tempo de bola rolando nos jogos do campeonato brasileiro da Série A. De fato, é algo digno de comemoração. Sempre que o jogo flui e os jogadores se dedicam mais a correr do que a encher a paciência do árbitro, o espetáculo ganha em qualidade e dinâmica, e o torcedor obviamente sai lucrando.

Em relação a 2014, os números melhoraram bastante. O fato mais significativo é que triplicou a quantidade de partidas com mais de 60 minutos, dentro do padrão que a Fifa considera ideal. Dos 260 jogos realizados, 47 (18,07%) atingiram o índice, contra 16 jogos (6,15%) no ano passado.

O levantaram destaca a participação de alguns times nos jogos que registraram mais de 60 minutos de bola valendo. São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Sport Recife estão entre os que mais contribuíram para que o jogo fosse mais corrido. A média de tempo de bola em jogo também subiu, chegando a 54 minutos e 51 segundos. Na Copa do Mundo de 2014 a média chegou a 57 minutos.

Das 26 rodadas disputadas na Série A, a última foi a de melhor desempenho, com 568 minutos de tempo total nos 10 jogos. Contribuem para essa evolução a disposição das equipes em jogar de verdade, sem apelar para truques e antijogo e a orientação dada à arbitragem.

Respaldados pela comissão de arbitragem, os juízes estão mais severos na punição a reclamações de jogadores, o que tem garantido diminuição das paralisações.

O mesmo ocorre quanto ao índice de faltas, cuja média caiu de 33 para 27 por jogo. Neste ponto fica a dúvida se as faltas estão menos frequentes ou se os árbitros estão mais flexíveis, apitando à inglesa e evitando parar o jogo em função de qualquer choque ou empurrão.

Só por curiosidade, o jogo com maior tempo de bola rolando no Brasileiro foi Atlético-PR x Atlético-MG, com 69 minutos e 40 segundos. Deve ter sido um dos jogos mais disputados de todos os tempos no Brasil. A arbitragem foi de Thiago Peixoto, uma das novas apostas da arbitragem brasileira, juntamente com o nosso Dewson Freitas, que não aparece entre os árbitros dos jogos com mais tempo de bola rolando, mas contribuiu no quesito aplicação de faltas. São dele os números mais expressivos quanto a jogos com menor índice de infrações.

Coincidência ou não, os árbitros mais destacados no levantamento da CBF pertencem à nova safra. Além de Peixoto e Dewson, aparecem Ricardo Ribeiro (MG), Wilton Sampaio (GO), Péricles Cortez (RJ) e Anderson Daronco (RS). Têm sido fundamentais para a elevação do tempo de jogo, embora a qualidade técnica dos espetáculos dependa sempre do desempenho dos times.

Fica faltando apenas a arbitragem brasileira adotar um critério único para a marcação de pênaltis por toques de mão na bola. É até aqui a principal praga do campeonato desta temporada porque os árbitros definem a marcação dos penais muito mais pela cor das camisas do que pelas normas da Fifa.

Novo desenho ofensivo no Leão

O Remo joga contra o Castanhal um amistoso caça-níquel na manhã deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. Além de arrecadar uns cobres, o time aproveita para testar posicionamentos e opções táticas para o primeiro mata-mata da Série D, previsto para começar na semana que vem.

Pelos treinos, Cacaio deve seguir utilizando o 4-4-2 clássico, de perfil ofensivo. No meio-de-campo, Eduardo Ramos e Juninho são os armadores e Ilaílson e Chicão cuidam da marcação. O ataque terá um homem de referência (Kiros? Rafael Paty?) e um atacante de lado, provavelmente Léo Paraíba.

Diante do Castanhal essa formação deverá ser testada, embora já venha sendo empregada por Cacaio desde o Campeonato Paraense. A diferença é apenas quanto aos nomes dos jogadores. No Parazão, Ramos jogava ao lado de Bismarck e Paty tinha Roni como principal parceiro de ataque.

A chegada de Kiros cria uma nova alternativa ofensiva, pois o Remo passa a dispor de um jogador talhado (pelo porte físico) para o jogo aéreo. Apesar de primitiva, a opção pelos cruzamentos requer preparo especial dos laterais e pontas. Sem capricho nas bolas alçadas, o centroavante vai apenas sofrer de torcicolo.

Em 2005, na Série C, o vitorioso Remo de Roberval Davino fez do centroavante Capitão e do beque Carlinhos importantes armas nas chamadas bolas paradas. Para a coisa funcionar, contava com os laterais Marquinho Belém e Eduardo, submetidos a treinos exaustivos de cruzamentos. É o que cabe a Cacaio fazer agora com Levy e Alex Ruan.

Emerson no Bola na Torre

O goleiro do Papão é o convidado do Bola na Torre deste domingo. Guilherme Guerreiro comanda o programa, com Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião na bancada. Começa por volta de 00h20, logo depois do Pânico, na RBATV.

20 de setembro de 2015 at 11:13 am Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 20.09.15

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Vamos falar da semana do Paysandu na Série B,
o Águia na Serie C e do Remo que se prepara para o Mata
Mata contra o Palmas. Guerreirão no comando Estarei na
bancada com o companheiro Gerson Nogueira e Nosso
Convidado Especial o Goleiro Emerson do Paysandu.
Participe pelo @bolanatorre.

SUCESSO…

E nem poderia ser diferente, o Filme Documentário “Paysandu – 100 Anos de Paixão” já está entre os principais mais assistidos no Ranking de Público de Documentários de Futebol. O Primeiro é “Pelé Eterno” com quase 300 mil espectadores, em segundo “Bahêa Minha Vida” e Terceiro “Fiel – O Filme”. A Fiel bicolor já colocou o documentário do Papão e Sétimo lugar. A Avalanche Bicolor dando seu recado…

FUTEBOL SOCIAL…

A ParaTruck do Grupo Daher, foi a grande Campeã do Futjovem, um evento de futebol social que reúne empresa da Associação Empresarial de Ananindeua (Acia) e que é organizado pelo Conselho de Jovens Empresários (Conjove). O campeonato aconteceu no último domingo no Complexo Esportivo Antônio Danúbio, em Ananindeua. Várias empresas participaram do evento, que teve como vice-campeão a Só Irmãos material de construção

SHOW…

Presidente Mário Paiva do Grêmio Literário Português foi o anfitrião na sexta-feira na Abertura da Copa Miúdos e Miudinhos na Arena Society com a Coordenação da ZF Comunicação e Marketing. No próximo sábado no Salão de Festas um grande Show com a Banda Paralamas do Sucesso. Herbert Vianna e Cia. Vai Bombar!!!

FESTA…

Próximo sábado na Casa de Show Mormaço grande festa para comemorações dos 42 anos dedicados ao Esporte do treinador Zezé do Boxe, sempre preparando cidadãos e fazendo campeões. Musica com Nelsinho Rodrigues e outras atrações. Presentes em Brinquedos que serão doados para o Natal das Crianças Carentes. Parabéns Zezé!!!

“FAMILIA BICOLOR”

Caravana da família Bicolor que irá a São Luis do Maranhão para o jogo do Paysandu contra o Sampaio Correa dia 24 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Ônibus de Luxo Double Deck, Hospedagem no Hotel Nobili In. Saida dia 23 na sexta, e retorno no domingo dia 25, a noite. Interessados contatos pelos fones: 985200834 e 99776612 – falar com Luiz Carlos. Apenas R4 450,00 reais por pessoa. Grande pedida…

20 de setembro de 2015 at 11:11 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 18.09.15

POSITIVO – Torcedores idosos do Paysandu recebem agora seus ingressos na Associação deles, Av. Presidente Vargas 158, salas 801- 802 e, os deficientes, na APPD, na Vila Teta. Gol da Placa do Jurídico do clube!

NEGATIVO – Proibido entrar com camisas mesmo de times de fora nas sedes de nossos clubes de futebol. Visitantes desrespeitados!

Lá e Cá

Remista Domingos Ferreira, o maior conquistador de tíitulos de natação paraense, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo; no Bola na Torre, Emerson (Paysandu); Granja Comary fica em Teresópolis-RJ. Ok?

Misael, Leandro Cearense e Recife os ausentes no Papão amanhã. Vez de Aylon e Betinho (Betigol); Mogi x Paysandu, dia 10.11, sendo negociado para se realizar no Zerão, em Macapá-AP.

Confrontos: Paysandu x Náutico, 18 vezes, 8 vitórias bicolores (41 gols), 6 dos timbus (35 tentos) e 4 empates; Águia x Cuiabá, 7 partidas, 3 triunfos do Dourado (11 gols), 2 do Azulão (7 tentos) e 2 empates.

Competente fisiologista bicolor Adriano Lima veio para o Paysandu com Givanildo Oliveira, oriundo do América-MG. Trabalho elogiadíssimo. Nas viagens, Papão leve médico, fisiologista e fisioterapeuta. Certíssimo!

Náutico o pior visitante da Série B. Cuidado! Guilherme Biteco no lugar de Felipe Souto no meio campo a única novidade em relação ao último jogo. Do técnico Gilmar Dal Pozzo: “é o Jogo do Ano pra nós”.

Dal Pozzo já levou duas tundas do Paysandu: em 2013 (Série B), pela Chapecoense, na Curuzu, 2×1 e, este ano, comandando o ABC, Papão 2×0, no Frasqueirão.

Obras do BRT vão atazanar torcedores de Paysandu e Remo rumo ao Mangueirão por 30 dias; Leão Azul confirma ingressos a 40 e 60 reais para jogo contra o Palmas. Bombeiros vetarão 40 mil lugares no Mangueirão.

Kiros fez 8 gols em 2012 pelo Paysandu trazido por Roberval Davino. Esperança dos azulinos neste Série D e teste neste domingo no Mangueirão. Sócios-torcedores não pagarão, mas é bom colaborar!

Jogadores do Remo treinarão quinta à tarde (24.9) e sexta (25.9) no Estádio Nilton Santos, em Palmas, local da partida do dia 26.9.

Depois do Bragantino que treina em Santa Maria do Pará e mandará jogos em Castanhal, agora por falta de estádio o São Raimundo de Santarém quer ir para Vitória do Xingu (Segundinha); Pará Truck campeão Futjovem da ACIA-Ananindeua.

HOMENAGEM – Ernande Alencar, o Leão, ex-latareal esquerdo do Remo (outro canhão do Baenão) nos anos 60-70, tendo atuado com Dutra,Mesquita, Tito, etc. Professor da unidade da UNOPAR, em Marabá.

18 de setembro de 2015 at 6:34 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 17.09.15

A um passo da insanidade

Um grupo de torcedores do Remo hostilizou e expulsou, por ocasião do jogo com o Vilhena no Mangueirão, domingo, um jovem carioca que trajava a camisa do Flamengo. Mesmo que os amigos que o acompanhavam explicassem que ele estava ali para torcer pelo time paraense, a malta de intolerantes não refreou a fúria sem sentido. Continuou aos gritos e xingamentos, chegando mesmo a empurrar o torcedor. Ameaçado de agressão física, ele desistiu de ver a partida e foi embora, depois de ter comprado ingresso.
A triste cena, acompanhada por dezenas de outras pessoas, é emblemática do clima de crescente intolerância nos estádios (e até ruas) de Belém.
Sob o manto da rivalidade entre remistas e bicolores repetem-se episódios de extrema agressividade, saindo do fanatismo bobo para a insanidade pura e simples.
Na semana passada, o jogador Eduardo Ramos foi enxotado da porta de uma sala de cinema no Boulevard Shopping após ser reconhecido por torcedores bicolores que ali estavam para ver o documentário “100 Anos de Payxão”, que celebra o centenário do Papão.
Ramos tinha ido ver um outro filme, mas sua presença ali foi vista como provocação inaceitável pelos baderneiros. Como se tivesse a obrigação de pedir autorização para assistir a um filme que estava em exibição ao lado das salas destinadas ao documentário alviceleste.
O absurdo ganhou contornos ainda mais graves quando, horas depois, outros torcedores manifestaram apoio e solidariedade às cenas vexatórias e incivilizadas vistas na porta do cinema.
São exemplos preocupantes, embora de matizes diferentes, do grau de altercação e desequilíbrio que envolve hoje o nosso futebol. O fato é que a rivalidade centenária entre Leão e Papão não pode ser desfigurada por grupelhos radicais, encorajados pelo distanciamento físico proporcionado pelas redes sociais e que açulam a valentia virtual e a leviandade impune.
O que aconteceu domingo no Mangueirão está mais próximo do que se poderia definir como radicalismo sem noção. Criou-se há algum tempo, a partir de exemplos bem sucedidos entre torcidas de clubes nordestinos, a campanha pela valorização do amor único a um clube do Estado. A boa iniciativa degenerou para uma perseguição sem tréguas aos chamados “torcedores mistos”, que cultivam paixão por agremiações do Sul e/ou Sudeste.
Ora, que mal há em torcer por um ou mais clubes¿ Deixa-se de lado um dos pilares da paixão futebolística: o livre arbítrio e a ausência de limites geográficos para exprimir amor a um clube. Conheço muita gente que torce por Barcelona, Milan, Chelsea, Real Madri e até Bayern, sem prejuízo do sentimento que nutrem por clubes nacionais.
A maior aberração embutida nessas atitudes truculentas é o desrespeito às liberdades individuais. Todos temos direito de expressar livremente nossas preferências, de qualquer espécie, seja dentro ou fora do esporte. Atentaram contra esse princípio constitucional tanto os que humilharam um jogador no cinema do shopping quanto os que achincalharam um torcedor trajando camisa de outro clube.
Os de bom senso têm a obrigação de agir no sentido de aplacar esse ódio irracional que brota no entorno de uma paixão tão bonita como o futebol.

Amistoso ou treino, eis a questão

O Remo dispõe de 13 dias para se preparar adequadamente para o mata-mata da Série D. Antes do primeiro confronto com o Palmas (TO), marcado para o próximo dia 26, o time fará um amistoso com o Castanhal no domingo (20), às 10h.
Duvido que a partida seja mais útil, em termos práticos, do que um bom treino coletivo. Além da impossibilidade de ver em ação todos os atletas, visto que Cacaio prefere testar quem não vem atuando, há o risco de contusões, justamente na fase mais decisiva do campeonato.
A novidade será a apresentação de Kiros aos torcedores. O atacante foi inscrito e já pode atuar pelo Remo. Deve ser o principal reforço para os jogos com o Palmas. Cacaio terá com ele a chance de reeditar a estratégia vitoriosa de Roberval Davino na Série C de 2005, quando utilizou os grandalhões Capitão e Carlinhos em certeiras jogadas aéreas.
Para isso, porém, é preciso treinar e repetir incansavelmente esse tipo de lance. Era o que Davino fazia, obtendo excelentes resultados nos jogos. Com bons batedores de faltas e escanteios, como Eduardo Ramos, Levy e Juninho, o grandalhão Kiros pode vir a ser um bom trunfo nas batalhas eliminatórias – mas não pode ser o único.

O doce dilema de Dado

Uma dúvida deve estar zunindo na cabeça de Dado Cavalcanti a essa altura do pagode: Leandro Cearense ou Betinho no comando do ataque. O primeiro é o mais regular dos avantes do Papão na Série B, com participação em quase todas as partidas nas quais o time pontuou. O segundo tem sido muito certeiro nas finalizações, aproveitando todas as oportunidades que aparecem pela frente.
O torcedor, que nem sempre simpatizou com Cearense, começa a dedicar aplausos entusiasmados ao novo centroavante. Betinho tem feito por merecer. Fez um gol típico de camisa 9 contra o Santa Cruz e diante do ABC marcou em lance de oportunismo puro, antecipando-se a zagueiros e ao goleiro adversário.
Tem em seu favor maior desenvoltura dentro da área, enquanto Cearense é um jogador taticamente mais interessante, pois ajuda na marcação e sabe sair da área para buscar e construir jogadas. Saíram de seus pés os passes perfeitos para Welinton Jr. fazer o segundo gol contra o América-MG e para Jonathan abrir o placar contra o Santa Cruz no Recife.
Dado terá que quebrar a cabeça diante desse gostoso dilema. Qualquer das opções que preferir dará ao ataque consistência e força.

Renato volta à velha casa

Como Felipão no Grêmio e Muricy no São Paulo, Renato Gaúcho é um técnico honorário do Fluminense. Inativo há meses, volta ao comando do time depois de fugaz passagem de Enderson Moreira pelas Laranjeiras. Terá, desta vez, desafios de grande monta. O maior deles é fazer com que os veteranos de luxo Ronaldinho e Fred consigam jogar.

17 de setembro de 2015 at 11:57 am Deixe um comentário

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