BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.10.15

25 de outubro de 2015 at 2:34 pm Deixe um comentário

Entrevista com o ex-zagueiro Fiúza que conquistou 10 títulos no Paysandu.

Começo da carreira?
No início dos anos 50 na base do Remo (meu pai Carlos Eduardo, azulino me levou pra lá). Como já corria sangue alvi-azul na minha veia mudei para Curuzu.

Títulos conquistados no Paysandu?
Dez, sendo penta juvenil, campeão aspirante e quatro vezes campeão no profissional, incluindo o tri de 1961-62-63.

Base do teu tempo era diferente de hoje?
Sim. Era só juvenil, aspirante e vinha logo o profissional. Jogador se virava com pouco apoio. Hoje são várias categorias e muito mais incentivo.

Técnicos que influenciaram na tua carreira?
Caim (base do Paysandu e joguei ao lado dele no principal), Luiz Zago e Gentil Cardoso (no profissional).

Estreia no time principal Bicolor?
Jogo de Campeonato contra o Remo, dia 2.8.59, no Souza, 1×0 pra nós, gol de Carlos Alberto Urubu. Nessa temporada foi meu primeiro título profissional e na final 3×3 com os azulinos. Jogava de zagueiro e lateral.

Melhor companheiro na defesa Bicolor?
Quando jogava de zagueiro central gostava do Oliveira na direita. Quando atuava de lateral o Gilvandro era uma segurança de zagueiro.

Time do Papão inesquecível do teu tempo?
Cito dois: Asas, Eu e Gilvandro, Paulo, Maurício e Caim, Pau-Preto, Toní, Luciano, Quarentinha e Ércio. Outro: Jorge Baleia Oliveira e Eu, Mangaba, Maurício e Edilson, Vila, Estanislau, Carlos Alberto, Quarentinha e Ércio.

Que achas do Paysandu de hoje?
Diretoria faz bom trabalho, mas quem contratou plantel exagerou, não trouxe tanta qualidade e não acertou em duas posições cruciais: meia de ligação e centro avante (o homem pra fazer gol).

Jogavas por dinheiro, amor ao clube os as duas coisas?
As duas coisas.

És de uma familia de remistas?
Pai Carlos Eduardo, mãe Dulce, irmãos, primos e tios todos remistas. Minha mãe e minhas irmãs viraram Paysandu me apoiando.

Que faz hoje?
Sou aposentado do BASA e curto mulher Vilma (53 anos de casado e 60 de convivência), filhos Cristina, Cláudia, Carla, Cibele e Luiz Duval, netos Diego, Luiza, Fernanda e Marcelo.

Para quem tira o chapéu no futebol paraense?
Para Paulo Benedito Braga, o Quarentinha, pelo caráter, dedicação, exraordinário atleta que foi e amigo que é.

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