Archive for outubro, 2015

Coluna do Gerson Nogueira – 23.10.15

A esperança renasce

Até por força do hábito, boa parte dos torcedores, dirigentes e da crônica esportiva segue com aquele discurso choroso quanto à realidade do futebol paraense. Não duvido que haja sinceridade nesse posicionamento. A derrocada dos clubes, o endividamento crescente e a falta de uma política de modernização das divisões de base estimulam em grande medida a descrença em dias melhores. Por outro lado, é preciso ver que há motivos para crer em dias melhores.
Por um desses milagres que o futebol gosta de proporcionar, a dupla Re-Pa vive momentos auspiciosos dentro de campo. Concentro a análise na situação dos velhos rivais porque o futebol do Pará é, essencialmente, mantido e bancado por eles. Quando estão em alta, todos ganham e se beneficiam. Quando despencam, todos sofrem.
Na Série B, o Papão empreende campanha elogiável, que já lhe garantiu permanência na segunda mais importante divisão brasileira em 2016. Caso o time reaja e a sorte ajude, pode até alcançar o acesso à Série A, sonho considerado quase impossível quando o campeonato começou.
O investimento do Papão é alto para os padrões regionais, mas bem abaixo do que gastam Botafogo, Bahia, Santa Cruz e Vitória para disputar a mesma competição. Ainda assim, com méritos demonstrados em campo, conseguiu ainda no começo do returno afastar qualquer risco de rebaixamento, mantendo até as últimas rodadas esperanças legítimas de subir.
Tudo isso só é possível pela nova mentalidade reinante na Curuzu. Controlado hoje por um grupo rejuvenescido de dirigentes, o Papão se moderniza e implanta conceitos de gestão antes deixados de lado. Graças a isso, os avanços se materializam no sucesso do programa de sócio torcedor (Sócio Bicolor, com mais de 17 mil cadastrados) e na constante troca de ideias em prol da instituição.
Foi-se o tempo em que bicheiros e aventureiros em geral faziam e aconteciam no clube, impondo seus próprios métodos e criando verdadeiros feudos internos. Hoje, o velho estádio Leônidas Castro passa por obras de revitalização e deve dispor até o fim do ano de um moderno hotel para abrigar seus jogadores e clubes visitantes.
O Remo saiu do limbo ao conquistar, no domingo passado, o acesso à Série C. Para isso, precisou de esforço geral de seus dirigentes, comissão técnica, jogadores e torcida. Uma força-tarefa que impulsionou o time à conquista tão almejada nos últimos anos.
Para se entender a real importância do feito, vale recordar os martírios enfrentados pelo clube nas últimas temporadas. Em consequência de gestões desastrosas a partir de 2006, o Remo foi diminuindo de tamanho no campo esportivo e em termos patrimoniais. Perdeu a sede campestre em leilão mal explicado e quase fica sem o estádio Evandro Almeida, alvo da cobiça do mercado imobiliário e oferecido a preço vil por um presidente mal-intencionado.
No começo do ano, o clube voltou a balançar perigosamente, ameaçado de perda da área do Carrossel pela pressão dos donos de sua dívida trabalhista. Correu ainda mais perigos ao decidir em sua primeira eleição direta entre candidatos pouco habilitados para o desafio de conduzir o clube a dias melhores.
Em esforço conjunto de velhos e novos dirigentes, o clube conseguiu se salvar com resultados improváveis em campo. Contra todas as previsões, conquistou o bicampeonato estadual e foi vice-campeão da Copa Verde, além de se garantir na Copa do Brasil e na Série C 2016.
Botecos, festas, feijoadas, bazares, pedágios e campanhas encetadas pela torcida contribuíram para diminuir os custos, ajudando o Remo a ter de novo um calendário preenchido para a próxima temporada. Cenário que pode ficar ainda melhor para os azulinos com a conquista, possível, do título brasileiro da Quarta Divisão.
O tema é amplo e rico, merecendo futuras abordagens, mas este recado visa abrir discussão. Muitas vezes a fartura e a bem-aventurança batem à porta e não são atendidas. É inegável que nossos grandes clubes estão renascendo, por razões diversas, algumas até casuais. Mais do que nunca precisam de apoio para resistir às forças do atraso, que nunca desistem e estão sempre à espreita.

Preocupante e desalentador mundo novo

A demissão de 34 profissionais da ESPN Brasil, anunciada ontem, joga luz sobre a difícil realidade do jornalismo esportivo no país, às voltas com desafios gigantes para permanecer influente e de pé. O avassalador crescimento da comunicação on-line não se faz acompanhar de sustentação financeira para manter equipes, investimentos tecnológicos e coberturas cada vez mais caras.
Quando uma redação qualificada como a da ESPN faz cortes na própria carne, todos temos a lamentar, pois todos perdemos – profissionais da área e público consumidor. Há quatro meses, o Portal Terra já havia feito várias demissões. Outros veículos também reduzem seus quadros.
Cobrir esportes no Brasil sempre exigiu muita grana até porque, com exceção das redes de TV aberta, os grandes anunciantes a cada dia se mostram mais refratários a estabelecer parcerias. No mundo inteiro, o mercado jornalístico sofre com a chegada de um novo tempo, delimitada pelo jornalismo digital, sem que se tenha saída a curto ou médio prazo.

Um exemplo que interessa a todos

À saída do jogo contra o Ceará, na terça à noite, o goleiro Jefferson, do Botafogo, contrariou a manada e confessou ter cometido o pênalti que provocou a derrota alvinegra. Diante de uma pergunta que levantava a bola para que negasse a penalidade, o arqueiro não se abalou e disse que a falta existiu e que havia derrubado o atacante cearense. Com a simplicidade desconcertante dos verdadeiros atletas. Tinha que ser do Botafogo.
A título de comparação, lembro que, há uns dois anos, o goleiro Felipe, do Flamengo, cravou uma resposta bem diferente dessa. Ao final de um jogo decidido em lance duvidoso contra o Vasco, ele afirmou que vencer com gol roubado é mais gostoso. Arrogante, queria obviamente fazer média com o torcedor mais raso, mas debochava ali de um dos princípios mais sagrados do desporto.

23 de outubro de 2015 at 3:29 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 23.10.15

POSITIVO – Atleta máster da náutica do Paysandu, Gustavo Brasil, que é advogado e Procurador do Município de Belém, nomeado Auditor-Julgador do STJD da Confederação Brasileira de Remo. Parabéns!

NEGATIVO – Quiseram pegar o árbitro paraense FIFA Dewson Freitas para bode expiatório, inclusive o ex-jogador em atividade Rogerio Ceni (São Paulo). Não funcionou, tanto que apitará amanhã Inter-RS x Joinville.

Lá e Cá

Casa Cor-PA com preço promocional nesta segunda (18 reais), quando a Turma do Bate Papo da Rádio Clube será recebida no espaço Gourmet Social por Arnaldo Ribeiro Jr, gerente regional da Amanco. Estarei lá!

Ex-zagueiro do Paysandu, Fiúza, meu entrevistado Bola Pra Frente de domingo. No Bola na Torre o convidado é o comentarista da Rádio Clube, João Cunha.

53 jogos entre Paysandu e Sampaio, 27 triunfos bicolores (90 gols), 11 dos maranhenses (56 tentos) e 15 empates; Remo e Botafogo-SP só fizeram 2 partidas, 2 vitórias paulistas, 5 gols a 3 pra eles.

Sampaio na Série B em casa fez 15 jogos, 10 vitórias, 4 empates, 1 derrota, 76% de aproveitamento; Botafogo em Ribertão Preto mandou 6 partidas na Série D, 4 triunfos, 1 empate, 1 derrota, 72% de aproveitamento.

Marcão o goleiro reserva do Papão em São Luis face liberação de Ivan para assistir esposa. Provável time: Emerson, Pikachu, T. Martins, Lombardi e João Lucas, Fahel, Recife, Jonathan e Carlinhos, Aylon e L. Cearense. Gostei!

Sampaínos terão retorno do lateral esquerdo William Simões, meia Válber e atacante Edgar (Edgol).
Jogo de arrepiar em São Luis, vencedor terá todas a chances de subir, empate ruim para os dois e perdedor dificilmente se recuperará.

Zagueiro Max sentiu ontem (3º desfalque) e abriu oportunidade para Igor João no 3-5-2 remista. Botafogo-SP sem cinco: André Baratelli, César Gaúcho, Guaru, Helton Luiz e Vitinho. Defesa de lá toda oriunda da base.

Juninho agora a 4ª opção na armação do Remo. Com a ausência de Eduardo Ramos (titular absoluto), primeiro cotado é Ratinho, depois Edicleber e só aí vem o ex-jogador do Parauapebas.

Hoje, pela 12ª Copa Miúdos e Miudinhos do Grêmio Português, Acadêmica x Tuna (miudinhos) e Beira-Ma x Sporting (miúdos).

HOMENAGEM – Jucemil Tavares Alves, o Jucemil, ex-ponta de rede do voleibol (4 títulos) e pivô do basquetebol (1 título) do Remo no aos 80. Jogou na Seleção Paraense de Voleibol. Técnico Judiciário do TJE.

23 de outubro de 2015 at 3:24 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 22.10.15

POSITIVO – Sandra Malcher, vice-presidente da FPAT, designada pela CBAT para participar de Curso Internacional de Arbitragem, em Recife-PE, em dezembro, pois trabalhará na Olimpíada RJ 2016. Ótimo!

NEGATIVO – CBF determina exame antidopping na semifinal e final da Série D. Só despesa para os clubes; Remo terá de pagar da renda contra o Botafogo-SP, em Belém, 101 mil que não descontou no borderô passado.

Lá e Cá

Mesmo tendo prometido 40 reais aos torcedores, diretoria do Remo cobrará 50 reais na arquibancada e 80 cadeira contra o Botafogo-SP. Presidente Nunes-FPF não sai do Estado e agradece 3º convite do Leão.

Azulinos têm como meta manter Eduardo Ramos até alcançar Série A e ele está comprometido com isso, embora existe no contrato a tal clásula para o exterior.

Leão Azul tem 44% de aproveitamento como visitante e no seu último jogo contra o Botafogo-SP, lá, perdeu de 2×1, Série B de 2002.

Embora ainda em 5º no geral da Serie B, o 7 tem sido cabalístico para o Paysandu: terminou em 7º no turno (30 pontos), está em 7º no 2º turno (19 pontos) e é o 7º melhor visitante com 33% de aproveitamento.

Mesmo não jogando, zagueiro bicolor Magno Alves está de novo contundido (médicos proibidos de dar entrevista). Lombardi substituirá Gualberto (3º cartão), sábado. Carlinhos e Aylon cotados para voltar.

Paysadu (5 jogos sem vencer, desde 15.9, 3×2 no ABC) e Sampaio (6 partidas de jejum-5 empates e 1 derrota) farão jogo de 6 pontos sábado. Último lá entre os dois, 2×2, Série B 2001, Vandick e Valentim (Papão).

Boa fase dos goleiros do Paysandu sempre foi creditada ao competente preparador Jorgeira, de modo ser uma incógnita sua dipensa. Chamou atenção a chegada imediata de Marquinhos, indicação de Dado e Papelim.

Arena da Amazônia ocupada e Santos procura local para jogar dia 18/11 contra o Flamengo. São Luis-MA na agenda. Por que não aqui? Alô, empresários bem-sucedidos!

Médico Flávio Freire vibrando com sucesso do filho Flavinho, tricampeão do pré-mirim na Assembleia Paraense: 2013 – Lyon, 2014 – Portuguesa, 2015 – Barcelona. Promete investir no futebol do garoto!

Começaram Jogos do SESI de Futebol Máster da Etapa Municipal de Barcarena com Imerys e Alubar se dando bem no final de semana. Albrás e Alunorte na competição também e próximos jogos 25.10 e 1.11.

HOMENAGEM – Heraldo Azevedo Leão, o Heraldo, ex-goleiro tri campeão pelo Atalaia de Breves e Campeão do Intermunicipal pela Seleção Brevense nos anos 80. É empresário do ramo de navegação.

22 de outubro de 2015 at 2:15 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.10.15

Independência ou conchavo?

O brado de libertação ensaiado pelos clubes de Minas e Rio Grande do Sul começa a receber a adesão de outras agremiações do resto do país, também insatisfeitas com as imposições da CBF e de seus parceiros mais notórios – Rede Globo à frente. Por outro lado, existem pontos obscuros merecendo esclarecimentos.
No discurso, quase ninguém se opõe ao projeto de gaúchos e mineiros, idealizadores da Liga Sul-Minas-Rio. É evidente que representa um sopro de ar que pode abalar as estruturas acomodadas do futebol no Brasil.
O problema será conciliar a partilha de lucros e as cotas de televisão. Flamengo, Inter, Cruzeiro, Grêmio e Atlético-MG têm muito a discutir sobre ganhos e precisam se entender ainda com a Globo, verdadeira dona do futebol no país. Negociações, pelo que se sabe, já estão em marcha.
Outro aspecto a ser considerado é o impacto sobre os campeonatos estaduais das três regiões, que naturalmente ficarão esvaziados com a criação da Liga. É justamente quanto a isso que a CBF mostra resistências, depois de ter aparentemente aceitado a ideia num primeiro momento, chegando a autorizar a competição.
Depois de perceber o real alcance da novidade, a entidade refez seus cálculos e avaliou o tamanho do baque que a Liga poderá causar no campo político e também quanto às suas próprias finanças.
Um sinal disso é que, anteontem, a CBF lançou a ideia de uma assembleia geral entre os clubes e federações para decidir sobre a criação da Liga, o que na prática a inviabilizaria, pois a totalidade das federações é contra a iniciativa. Os dirigentes da Liga não aceitaram se submeter à assembleia e o risco de um impasse é cada vez mais forte.
Como está projetada, a primeira competição da liga recém-criada tem tudo para ser um sucesso, seguindo as pegadas (e até superando) da Copa do Nordeste, que congrega as principais agremiações da região, independentemente de seus posicionamentos nas divisões estabelecidas pela CBF.
De início, a competição reuniria somente clubes gaúchos e mineiros, mas a imediata adesão da dupla Flamengo e Fluminense concede à liga uma força política e popular ainda maior, agregando ainda representantes paranaenses e catarinenses. Os paulistas consultados não demonstraram qualquer interesse em participar, leais a Marco Polo Del Nero, poderoso chefão da CBF.
Será disputada provavelmente em 20 datas, coincidentes com as dos campeonatos estaduais, de fevereiro a 30 de março. Serão três grupos de quatro clubes: Cruzeiro, Flu, Avaí e América-MG no 1; Grêmio, Inter, Atlético-PR e Chapecoense no 2; e Atlético-MG, Flamengo, Figueirense e Coritiba no 3.
Os clubes fundadores são 15, mas somente 12 estarão na primeira edição. Ricardo Calil, que preside a liga, defende que as questões de natureza jurídica sejam rápidas, com ocorre nas ligas europeias, tendo como eixo de referência o Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
Consultada, a assessoria da Liga informa que clubes brasileiros de outras regiões – Nordeste, Centro-Oeste e Norte – por ora não serão aceitos, pelas dificuldades de datas e também pela logística, que tornaria a competição extremamente dispendiosa. Isso vale para o Papão, cuja diretoria chegou a manifestar interesse em se filiar à nova entidade e participar do torneio.
Por ora, em plena fase de estruturação, a Liga Sul-Minas-Rio ainda gera mais perguntas do que respostas. A conferir.

Desafio do Leão é superar a acomodação pós-acesso

Além das ausências de Eduardo Ramos e Levy, a comissão técnica do Remo tem um desafio a mais para as semifinais da Série D contra o Botafogo de Ribeirão Preto: a acomodação natural do time depois do grande esforço pela conquista do acesso.
Várias declarações de jogadores logo depois da vitória sobre o Operário-PR, enfatizando que o dever havia sido cumprido na competição, deram a impressão de que o prolongamento da competição pode ter deixado de ser prioridade.
Para o torcedor, porém, o campeonato continua e entra em fase tão interessante quanto antes da obtenção do acesso à Série C. Passa a valer a conquista da taça de campeão. Além do prestígio e da posição na ranking da CBF, há o lado financeiro.
Caso chegue à final da competição, o Remo terá oportunidade de faturar algo em torno de R$ 2,5 milhões nos dois jogos (semifinal e final) em casa.

Blog campeão alcança nova marca

O http://www.blogdogersonnogueira.wordpress.com bate mais um recorde. Alcançou ontem a marca de 5.854.000 acessos, com média de 3.600 acessos/dia. São seis anos de funcionamento ininterrupto, com debates e comentários sobre jornalismo, futebol, política, cinema, livros, rock & outros ritmos. A nova vitória se deve à generosa contribuição de baluartes, colaboradores e visitantes fiéis. Por isso, faço questão de dividir a boa nova com todos os leitores e amigos.

Restrições à imprensa desafiam bom senso

Com a imprensa outra vez barrada nos portões da Curuzu, o Papão treinou e começou a definição do time para enfrentar o Sampaio no sábado à tarde, em São Luís. Esquisita providência a de punir os profissionais da mídia esportiva pela má fase do time na Série B. Comparável à história do marido traído que resolve tirar o sofá da sala para resolver o problema do adultério.
O Papão não chegou à vice-liderança do campeonato por força do trabalho da imprensa, mas também não caiu de rendimento por culpa da cobertura dos veículos de comunicação.
É natural que a comissão técnica procure se blindar diante das queixas da torcida, expostas de maneira ruidosa no sábado à noite no Mangueirão, mas momentos de crise exigem atitudes inteligentes. E criar restrições à imprensa não é seguramente a medida mais sábia.

21 de outubro de 2015 at 12:18 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 21.10.15

POSITIVO – Paraenses Bruno Assis e Enzo Silva (Academia Machida), campeão e vice no 1º Mundial da Karatê Unificado e XVIII Mundial de Karatê-Do Tradicional, na Eslovênia. Valeu!

NEGATIVO – Um dos proprietários da empresa de ônibus que transportou luxuosamente o Paysandu por 13 anos disse-me que não recebeu nenhum “obrigado” com a chegada do “Bus” Bicolor. Mas, continua à disposição!

Lá e Cá

Se o Remo ganhar a Série D será o 8º título nacional do Pará, tornando-se o Estado líder de conquistas em todo o Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país; jogo de volta Remo x Botafogo-SP, 1.11, 19h daqui, Mangueirão.

Engenheiro especialista no assunto disse-me que o Mangueirão se tornou inviável: reforma ou construção e desapropriações para mobilidade ficariam caríssimos. Só um novo em outro local. Fim de papo!

Águia encaminhou classificação no Grupo A1 da Segundinha Paraense, receberá o Tiradentes em casa e deixou outra vaga para briga entre São Raimundo, Pinheirense e Gavião.

Insatisfação no Remo com folga exagerada, inclusive do Departamento de Futebol. Jogo em Ribeirão Preto, domingo, 18:00h daqui. Macena substituirá Levy para não mexer na consistência do meio campo.

Notícia do Eduardo Ramos pra China parece Paysandu x CRB em Manaus e Papão na Sul-Minas. Depois tudo vai sendo desmentido. Por sinal, esse inamistoso relacionamento Paysadu x imprensa x torcida é desvio de foco.

Antonio Manoel Prata Tavares, jornalista esportivo que trabalhou em emissora de Belém e, agora agente FIFA, acompanhou classificação do Remo pela Rádio Clube (inernet) na cidade do Porto-Portugal.

Mensagem do Ceará pelo aniversário do Fortaleza: “Parabéns Fortaleza pelos 97 anos. Que a rivalidade fique dentro do campo e que fora dele prevaleça a Paz”. Parece aqui!

Os novos uniformes do Paysandu de 2016, fornecidos por empresa alemã, já trarão as duas estrelas dos tíitulos Brasileiros na cor prata e a de Campeão dos Campeões Amarela; julgamento de Pikachu segunda-feira.

Chamou atenção no jogo do Remo, sábado, custo com o controle de acesso (péssimo), emissão e venda de ingressos: R$ 127.756,80. Festa!

Em casa Remo (15.136) superou média de público pagante do Paysando (14.780) neste Brasileiro. Mas, a Bicolor é a 4ª melhor média em todos os anos de Brasileiros do clube. E ainda tem quem reclame do torcedor!

HOMENAGEM – José Luiz Nascimento, o Zé Luiz, ex-meia da base ao profissional do Remo, sendo bi estadual em 1978-79. Nos anos80 esteve no Flamengo-RJ. É professor da UFPA.

21 de outubro de 2015 at 12:16 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 20.10.15

POSITIVO – Subida do Remo tem muitos heróis, mas destaco três: técnico Cacaio (contratado pelo Minowa), maestro Eduardo Ramos e goleiro Fernando Henrique. Cumprimentos também ao Fenòmeno Azul!

NEGATIVO – Mangueirão já pequeno para grandes jogos. Muita gente voltou domingo dos portões. E nenhuma soluçao à vista; preocupante quando um time de massa começa a se esconder da torcida!

Lá e Cá

Falta ao time do Paysandu a entrega e a raça dos azulinos. Por sinal, denodo do Macaé teve muito a ver com solidariedade ao técnico Josué Teixeira que perdeu seu neto sábado de manhã.

Cacaio teve promonição e por isso escalou surpreendentemente Whelton pelo Remo contra o Operário-PR. Treinador vai doar um salário em cestas básicas para instituições carentes.

Paysandu ainda tem melhor público e melhor arrecadação do futebol paraense: 60 mil pagantes no 2×0 no Flu em 1998 (Série B) e R$ 1.670.310,00 no 3×3 com o Macaé, decisão da Série C de 2014.

Público pagante do Remo domingo último (31.681) o 3º melhor do Brasil no final de semana, perdendo apenas para Fortaleza 0x0 Brasil-RS (63.903) e Cruzeiro 2×0 Fluminense (38.577).

Características do novo ônibus do Paysandu (DENATRAN): cor azul, placa QEV 1914, emplacamento em Benevides-PA, chassis de final 47742, marca e modelo VW/Irizar Century SI 2013/2013.

Pikachu e João Lucas de retorno no Paysandu contra o Sampaio. Maanhenses terão à disposição do tecnico Léo Condé os atacantes Pimentinha, Edgar e Henrique que não jogaram contra o Boa.

Aproveitamento de Cacaio em 2015, no Remo, de 70% e, Dado Cavalcanti, no Paysandu, 53%. Reconheçamos que a Série B é mais competitiva!
Provável grupo A da Serie C para 2016: Remo, América-RN, Botafogo-PB, Cuiabá, Confiança, Fortaleza, Salgueiro, ABC, Ceará e River, do Flávio Araújo (classificado ontem no 1×1 contra o Lajeadense, no RS).

Base do Botafogo-SP, agora adversário do Remo: Neneca, Daniel Borges,Caio Ruan, Mirita e Augusto Barros, Cesar Gaúcho, Rodrigo Thiessen e Vitinho, Pituca, Nunes e Francis. Técnico Marcelo Veiga.

Vitinho, o Eduardo Ramos deles, não jogará por expulsão e Helton Luiz cotado. No Leão Azul, Ilailson e Juninho podem substituir Levy e EduardoRamos. EI quer 1º jogo nesta sexta.

HOMENAGEM – Carolina Conceição Esquerdo de Matos, a Carol Tempestade (da NK Combate) ex-campeã de boxe de Castanhal (2011) e bi peso leve de Muay-Thai paraense (2012-13). Enfermeira em Inhangapi.

20 de outubro de 2015 at 12:03 pm Deixe um comentário

Papo do 40º – Ronaldo Porto – 19.10.15

Com raça e categoria

O placar foi de 3 a 1, mas podia ter sido de 4 ou 5 gols, levando em conta as oportunidades perdidas pelo ataque do Remo no segundo tempo, quando o Operário resolveu arriscar um pouco mais e sair da cautela com que entrou em campo. A conquista do acesso, emoldurada pela vitória categórica, reflete a excelente campanha do time de Cacaio na competição e consagra alguns heróis – Eduardo Ramos, Ilaílson, Levy e os zagueiros Max, Henrique e Ciro Sena. Acima de tudo, premia o amor incondicional e o apoio permanente da apaixonada torcida azulina, não por acaso apelidada de Fenômeno Azul.
Nervosa no começo, como toda decisão, a batalha do acesso se revelaria depois bem tranquila para o Remo. O Operário entrou recuado, como se tivesse a vantagem e ficou a esperar pela subida ao ataque dos paraenses. Isso só aconteceria com mais intensidade a partir dos 15 minutos de bola rolando. Aí o Remo soltou seus laterais, principalmente Levy pela direita, e concentrou o jogo esticando lançamentos para Aleilson e Welton.
Bem vigiados, ambos não conseguiam levar a melhor contra os defensores paranaenses. Eduardo Ramos, pouco avançava, procurando centralizar o jogo e evitar a correria que interessava aos visitantes.
Quando, aos 20 minutos, saiu o primeiro gol, depois de escanteio batido por Ramos e desviado para o fundo do barbante por Welton, o Remo já estava mais presente no campo de ataque. Beneficiava-se da luta incessante de Ilaílson e Chicão na marcação aos meio-campistas do Operário. Graças a isso, várias jogadas nasceram a partir da recuperação de bolas na meia-cancha.
Esta seria a tônica do jogo por parte do setor de combate azulino, mesmo quando o Remo estabeleceu vantagem no segundo tempo. Deu certo porque o Operário custou a entender que, apesar da gritaria infernal da torcida, cantando os hinos do clube o jogo inteiro, a equipe estava focada em não permitir qualquer descuido.
Quando no segundo tempo o Operário decidiu abrir mais suas linhas, pois não adiantava ficar atrás perdendo por 1 a 0, o esquema de Cacaio mostrou sua face agressiva. Em escapada rápida, Aleilson cruzou para o centro da área, Levy amorteceu para a finalização certeira de Eduardo Ramos no canto direito do gol de Paulo Sérgio, aos 10 minutos.
Logo em seguida, aos 16, o próprio Ramos bateu falta na cabeça de Aleílson, que desviou para as redes, decretando ali o acesso azulino. Com 4 a 0 no placar agregado, o Operário teria que marcar cinco gols em menos de 20 minutos.
O Remo então se dedicou a controlar as ações, porém veio a expulsão de Levy, que obrigaria Cacaio a ter que recompor seu sistema de marcação. Mas, apenas dois minutos depois, Capa acertou pontapé sem bola em Eduardo Ramos e também foi excluído da partida.
O jogo caminhava para o final, com Rafael Paty já em campo no lugar de Welton, com o Remo desperdiçando duas chances, com Mateus e o próprio Paty. Numa subida rápida, aos 34, o Operário marcou o gol de honra, em cabeceio de Alemão.
Quase ao final, Ramos enfileirou marcadores pelo lado direito e entrou na área, mas o toque final acabou saindo pelo lado da trave. Seria um golaço, coroando a atuação quase perfeita do camisa 10.
Nada que refreasse o entusiasmo do time e a imensa alegria do torcedor remista nas arquibancadas do Mangueirão, soltando o grito que estava preso há pelo menos sete anos.
Ramos, destaque do jogo e da campanha

Na temporada, são nove gols. Ao longo de sua permanência no Remo, foram 14 gols e 16 assistências em 56 partidas. Números que confirmam a importância de Eduardo Ramos para o time azulino.
Ontem à noite, ele voltou a ser o regente da companhia. Foi à frente quando a situação se mostrou favorável, fez um gol e deu passes para os outros dois.
Acima de tudo, Ramos é o líder que o Remo há muito tempo não tinha. Há dois anos, quando chegou sob desconfianças ao Baenão ninguém imaginaria que seria o jogador utilíssimo de agora.
Mostrou disposição e gana de vencedor. Merece todos os aplausos.

Empate põe o Papão na encruzilhada

Quem viu o Papão jogar contra o Macaé no sábado à noite teve a impressão de que o time parecia conformado. Com a boa colocação na Série B e com o fato de não conseguir envolver o modesto adversário. Ficou mais patente ainda depois que, aos 35 minutos, Leandro Cearense fez o gol, cobrando pênalti. Além de fazer 1 a 0, o time ganhou o bônus extra da expulsão do zagueiro Ramon no lance que originou a penalidade.
Sem jogar rigorosamente nada até aquele momento, o Papão não aproveitou o gol que lhe caiu no colo para partir e definir a situação de uma vez. Pelo contrário, continuou errando quase todas as saídas de bola, com Fahel, Roni e Paulo Otávio, com forte contribuição de Djalma, também hesitante pelo lado direito.
O Macaé se recolhia às suas limitações, mas mostrava mais lucidez na distribuição de jogadas. Acima de tudo, errava poucos passes. Com isso, mesmo inferiorizado no marcador, conseguiu equilibrar as ações e de vez em quando dava uma pontada mais perigosa.
Enquanto isso, Cearense perdia duas chances seguidas e Jonathan mandava um chutaço, que o goleiro Rafael espalmou para o meio da área, mas Misael chegou tarde.
Na etapa final, o Papão trocou Roni por Edinho e continuou mal nas articulações. Everaldo entrou no lugar de Misael e a situação só se agravou. O meio-de-campo não existia e a lateral esquerda era uma verdadeira avenida. O golpe, porém, viria aos 42 minutos, pela direita. Djalma foi envolvido e o cruzamento rasteiro foi nos pés de Gedeil, que estufou as redes.
Pareceu um castigo doloroso para o Papão, mas o fato é que o bravo Macaé também não merecia sair derrotado.
Ainda colado no G4, o Papão precisa definir suas prioridades. Se ainda quer realmente subir ou se já jogou a toalha.

19 de outubro de 2015 at 1:05 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 18.10.15

Entrevista com Luana Faro ex-atleta e única paraense de ginastica rítmica que esteve numa Olimpíada (Pequim-2008).
Como se iniciou na ginástica rítmica?
Através de minha mãe Carmen Lilia Faro que era treinadora dessa modalidade esportiva. Ela como eu também chegou às Seleções Paraense e Brasileira. Comecei na Escola do NPI.

Títulos no Estado?
Fui pentacampeã indiviual.

Conquistas a nível nacional e internacional?
2002-Vice Brasileira no aparelho maça; 2003-3ª por equipe no Campeonato Brasileiro e 3ª por equipe na Copa Pan-Americana; 2004-Campeã Brasileira nos Jogos da Juventude e Vice no Campeonato Brasileiro; 2008 – participação na Olimpíada de Pequim pelo Brasil.

Como foi tua participação na Olimpíada de Pequim?
Classifiquei-me na Seletiva em 2005; de 2005 a 2007 passei a integrar a equipe Brasileira Indididual; de 2007 a 2008 conseguiu vaga na Seleção Brasileira por equipe. Dentro do que podíamos fazer foi boa participação.

Lembra de toda equipe da Olimpíada?
Sim. Eu do Pará, Nicole Muller-PR, Marcela Menezes-BA, Luiza Matsu-SC, Tayanne Montovarelli-ES e Daniela Leite-MG.

Quais as dificuldades encontradas para práticar ginástica rítmica na tua época e por quantos anos competiu?
Divulgação e local adequado de treino e competição. Fui atleta por 13 anos, dos 6 aos 19 anos.

Qual estágio hoje desse esporte no Pará e no Brasil?
Está evoluindo, aqui num bom trabalho da FEPAGIN e a Confederação Brasileira se desdobra para uma boa Olimpíada, a fim de ficarmos entre as 10 melhores. Russia e Ucrânia dominam.

Quais os maiores atletas no Pará e no Brasil?
Aqui, sem modéstia, Eu e Yuka Solano e a nível nacional Larissa Barata.

Nomes de referência como treinadoras?
Aqui Célia Santos, Carmen Lilia Faro, Francilena Branco e Ceres Carvalho. A nível nacional e internacional Mônica Queiroz-ES (técnica na Olimpíada).

Alguém mais na família praticou ou pratica esporte?
Tia Fernanda Faro foi nadadora e ainda é maratonista e prima Lilia Faro é técnica de nado sincronizado.

Que faz agora?
Sou advogada (advocacia geral) com escritório asscoiada ao irmão Liandro Faro, Eduardo Neves e Adelvan Oliveira (Escritório à Rua Manoel Barata 1597, em frente à Estação Saúde da Unimed).

18 de outubro de 2015 at 1:01 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 18.10.15

A um passo da glória

Como bom estrategista, o técnico Cacaio decidiu ficar à espera dos movimentos do adversário para definir a formação do Remo para o confronto deste domingo. A princípio, deu a entender que repetiria a equipe e o sistema utilizado na vitória por 1 a 0 em Ponta Grossa, sábado passado. Ao mesmo tempo, aproveitou os dois últimos coletivos para testar outras escalações e propostas de jogo. Em entrevista à Rádio Clube, na sexta-feira à noite, disse que treinou quatro alternativas de esquema para a decisão diante do Operário.
Na prática, Cacaio esconde o jogo por precaução, pois sabe que ao Operário só resta uma alternativa: atacar em busca da vitória. Mesmo que dificilmente parta para uma tática agressiva, com três homens na frente, o campeão paranaense terá uma postura ofensiva, explorando o jogo aéreo – seu principal trunfo – e as jogadas pelas laterais em cima dos defensores azulinos.
Não creio que o 3-5-2 do primeiro jogo seja repetido por Cacaio no Mangueirão. A razão é simples: o Operário exibiu como mandante limitado poder de fogo na meia-cancha, baseando seu poder de fogo nos cruzamentos para o centro da área. Dois zagueiros de área são suficientes para combater tal recurso.
O paraense Rossi, melhor atacante do Operário, ainda é dúvida para a partida, mas se entrar vai exigir que o time lance bolas para ele o tempo todo. É assim que ele e o time costumam jogar. Ao Remo, cabe manter a vigilância.
Além disso, Cacaio não deverá abrir mão da qualidade no meio-de-campo. Deixar Eduardo Ramos sozinho na articulação permitirá ao Operário a opção de marcar forte e atrapalhar o elo entre o meio e o ataque do Remo.
Com Ramos vigiado de perto, o ataque com dois jogadores (Rafael Paty e Aleílson ou Sílvio) sofrerá os efeitos do isolamento. Isso ocorreu no primeiro confronto, quando a equipe encontrou muitas dificuldades para desenvolver jogadas no meio-campo e o ataque praticamente não existiu.
Caso utilize o antigo 4-4-2, sistema ao qual o time está mais acostumado pois atuou assim ao longo de toda a Série D, Cacaio tem Edcléber e Juninho como alternativas para estabelecer uma dupla de criação com Ramos e, no caso do primeiro, ter um terceiro atacante sempre disponível quando o time for à frente.
Outro aspecto a ser considerado é que o 3-5-2 exigirá muito dos alas Levy e Alex Ruan (ou Mateus), que nem sempre conseguem funcionar bem como apoiadores. Sem alas produtivos, o peso fica desigual, com cinco homens atrás, mais dois volantes e apenas três jogadores com funções ofensivas.
É um jogo de xadrez, mas parece improvável que Cacaio escale um time de feições tão conservadoras, sabendo das expectativas do torcedor e da pressão que o Mangueirão lotado certamente fará por uma postura mais afirmativa em casa.

Com sangue nos olhos

Os comentários ofensivos e preconceituosos na TV e nas emissoras de rádio do Paraná, logo depois do primeiro jogo, deram a Cacaio os elementos necessários para atiçar os brios do elenco remista. Se já sobrava motivação pela campanha vitoriosa e a possibilidade do acesso há muito esperado, o tempero veio com as frases cortantes, algumas chulas e rasteiras, denegrindo o time do Remo e atacando parte da imprensa esportiva paraense.
As declarações do técnico na sexta-feira deixaram entrever que comissão técnico e elenco, cuja sintonia é evidente, estão mais fechados do que nunca. Mais que isso: estão mordidos com os insultos proferidos pelos paranaenses. Há a firme preocupação em dar a resposta logo mais em campo.
A conferir.
Números favorecem lado paraense no duelo

Os resultados entre times paraenses e paranaenses na temporada não deixam margem a dúvidas. Em cinco confrontos, há clara vantagem nortista, com duas vitórias e três empates. O Papão derrotou o Paraná por 2 a 1, em Belém, e empatou em 1 a 1 em Curitiba, pela Série B. O Remo empatou duas vezes com o Atlético pela Copa do Brasil, dentro e fora de casa, por 1 a 1, e superou o Operário por 1 a 0, em Ponta Grossa, pela Série D. Como se vê, os números desmentem a alardeada superioridade paranaense no confronto.
Bola na Torre

O programa vai analisar os resultados das séries B e D e a rodada da Segundinha de acesso ao Parazão 2016. Começa por volta de 00h15, logo depois do Pânico, na RBATV. Giuseppe Tommaso comanda, com participações de Valmir Rodrigues e deste escriba de Baião, tendo Alex Ferreira como convidado.
A Eurico o que é de Eurico

Todo mundo se acostumou a descer a lenha em Eurico Miranda, por amplas e quase sempre merecidas razões, mas desta vez ele tem razão ao questionar a conduta das arbitragens nos jogos do Vasco na Série A. Ameaçadíssimo de novo rebaixamento, o time da Colina tem sido vítima de erros seguidos, como os da partida com a Chapecoense, na última quinta-feira. O árbitro mineiro Ricardo Marques Ribeiro, além de dar um penal inexistente contra o Vasco, deixou de marcar um toque acintoso da zaga catarinense.
Curiosamente, Ribeiro comandou a partida do turno, quando expulsou dois jogadores vascaínos em decisões muito contestadas pelos cariocas. Eurico ataca o árbitro, mas mira de verdade em Delfim Peixoto, cartolão que há anos preside a Federação Catarinense de Futebol e tem fama de peitar árbitros, além de visitar vestiários como forma de intimidação. Delfim nega, mas há comprovação de que esteve mesmo visitando os árbitros antes e depois do jogo entre Chapecoense e Vasco, em julho.
Com a fúria habitual, o dirigente do Vasco levanta suspeitas sobre uma “conspiração” em favor das equipes de Santa Catarina. Cita até a presença de um filho de Delfim, Mário Pádua Peixoto Neto, como delegado do jogo Avaí x Vasco. A ira de Eurico é maior porque a batalha vascaína para não cair envolve diretamente os quatro representantes catarinenses – Joinville, Chapecoense, Avaí e Figueirense.
O lado positivo da história é que, em meio às acusações aos árbitros, Eurico insinuou que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, terá muito do que se arrepender caso o Vasco continue a ser garfado.

18 de outubro de 2015 at 12:58 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 18.10.15

BOLA NA TORRE

Deste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Vamos prospectar o jogo do Paysandu com o
Sampaio Correa em São Luis no próximo sábado e tudo do
jogo do acesso entre Remo e Operário no Mangueirão e o que
rolou na Segudinha do Parazão. Estarei no comando com as
participações dos Companheiros Gerson Nogueira, Valmnir
Rodrigues e Alex ferreira. Participe pelo @bolanatorre.
“CARAVANA BICOLOR”

Caravana da ”Família Bicolor” que irá a São Luis do Maranhão para o jogo do Paysandu contra o Sampaio Correa dia 23 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Ônibus de Luxo Double Deck, Hospedagem no Hotel Nobili In. Saída dia 23 na sexta de madrugada, e retorno no domingo dia 25, a noite. Interessados contatos pelos fones: 985200834 e 999776612 – falar com Luiz Carlos. Apenas R$ 450,00 reais por pessoa. Ta chegando a hora e a Família Bicolor aumentando!!! Últimas vagas disponíveis, viagem será na sexta pela manhã…
JIU-JITSU…

Começou ontem e termina neste domingo no Ginásio da Escola Superior de Educação Física a 10ª edição da Garra Copa de Jiu-jitsu, que neste ano, bateu o recorde de inscritos em competições no Estado do Pará. Com categorias que vão do kids ao absoluto, a Garra Copa de Jiu-jitsu já marcou seu nome no esporte paraense. Mais de 1600 atletas foram inscritos e ultrapassou o número de competidores em um evento no Estado, que era o Campeonato Paraense, com 1560. A competição premiará os atletas e academias com troféus, medalhas e dinheiro. Parabéns ao professor Ubiratan Ferreira. Lutas finais deste domingo começam às 9 da manhã.
SOLIDARIEDADE…

Os jogadores do Paysandu proporcionaram, ultima terça feira, uma noite de muita alegria e esperança para cerca de 80 crianças com Câncer atendidas por uma Instituição Filantrópica no Bairro do Marco. Na ocasião os jogadores distribuíram autógrafos, brincaram com as crianças e deixaram uma mensagem de apoio para todos os presentes, animação musical ficou por conta do Grupo de Pagode Nosso Tom. Os brinquedos foram arrecadados através de campanha do departamento de comunicação do clube com um grupo de torcedores. Golaçoooo!!!
ALERTA LIGADO…

Diretoria azulina que tem no comando Manoel Ribeiro aguarda o desfecho deste tão sonhado acesso a Serie C para as devidas providências. Tem muita gente na diretoria só se servindo do clube, estes serão descartáveis. Não cabe em gestão profissional “Ciumada” dentro da instituição. Vem bomba por aí…Quanto a Torcida Azulina, sem comentários sua demonstração de apoio e paixão ao Time já deram nas bilheterias. Agora é com os jogadores. Pra Cima Leãoooo!!!
CIA ATHLÉTICA

Brasileirão Society da Cia Athlética tem rodada com clássicos esta semana: Cruzeiro x Internacional, Flamengo x Palmeiras, Grêmio x Vasco, Corinthians x Atlético/MG e São Paulo x Fluminense. O novo líder da competição é o Corinthians com 31 pontos e o novo artilheiro é Eduardo Zottele do Palmeiras com 27 gols.

18 de outubro de 2015 at 12:57 pm Deixe um comentário

Posts antigos Posts mais recentes


Clube no Twitter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.