Archive for novembro, 2015

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 22.11.15

Entrevista com Roberto Martins, fundador, presidente, técnico e atleta do time de futsal do Shouse.

Vida de atleta?
Fui remador (sota voga) por 20 anos do Remo e Tuna com 15 títulos locais, regionais e nacionais. Treinei também na náutica do Vasco-RJ. Ainda atuei por pouco tempo no futsal do Remo.

Como surgiu o Shouse de futsal?
Primeiro eu e meu filho Mauro fundamos um time de futebol para competições amadores como esse nome (mesmo de minha empresa de tecnologia). Disputamos Copa do Diário do Pará e outras. Como era complicado arregimentar muitos atletas, mudamos para o futsal.

Shouse federado na FEFUSPA desde quando?
Era para ser em 1996, mas nosso técnico Paulo Zagadá faleceu. Aí federamos em 1997 e desde de lá sou também o técnico. Entre nossos primeiros atletas Mauro, Eu, Luciano, Aldo, Ordep, Castor e Maurício.

Quantos títulos? Shouse tem também função social?
Dois adultos paraenses, quatro torneios Bené Aguiar, quatro Copas Ouro e uma Liga Norte. Na parte social apoiamos nossos atletas, suas familias e já tiramos muita gente das áreas de risco e mesmo das drogas.

Base do Shouse atualmente e cor da camisa?
Célio (tem o George goleiro linha), Eu, Gledson, Luizão e Edilson. A camisa vermelha, azul e branco é homenagem ao Pará (cores da bandeira).

Quanto custa o Shouse mês?
Mesmo com apoio da Lei Tó Teixeira ainda gastamos cerca de dois mil.

Estágio atual do futsal paraense?
Numa escala de 0 a 10 considero nota 6. Já fomos de 8 a 9.

Alguma reclamação?
Advogo a interiorização, mas falta critério de nossa entidade. Rendas deveriam ser divididas igualmente, pois no interior times da Capital são atração e isso não ocorre aqui. Viagens se tornam dispendiosas pra nós.

Melhores atletas de futsal no Pará e no Brasil?
Aqui, Gledson (Shouse) e Biolai (Remo). A nível nacional ainda o Falcão (Sorocaba).

Recorreu do desfecho da utima Liga Norte vencida pelo Continental de Bragança?
Sim. Está nível de STJD da CBFS, nossos argumentos são fortes e acredito que vamos reverter.

És o atleta mais idoso de todos os esportes em atividade no mundo?
Creio que sim. Aos 63 anos sou o fixo do meu time e antes de competições nacionais tenho de fazer exames médicos. Há protocolo no Guiness para reconhecimento disso.

22 de novembro de 2015 at 1:18 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira 22.11.15

Um Brasileiro chinfrim

Não há o que discutir. No papel, olhando os números, não há nada que possa ser alegado contra a conquista corintiana. Pelo contrário: o time de Tite tem a melhor artilharia, melhor defesa, saldo de gols superior ao dos concorrentes etc. etc. As resenhas são grandiloquentes, verdadeiros rapapés aos novos campeões nacionais. No entanto, para quem acompanhou o Brasileiro da Série A com atenção, sem os olhos marejados da paixão, há pontos a observar no hexacampeonato do Timão de Itaquera.
O fosso de 11 pontos entre o Corinthians e o Atlético-MG, que se manteve nas últimas seis rodadas, até justifica a afirmação de que o título não contém manchas. A expressão vem de uma declaração do ex-presidente atleticano Alexandre Kalil logo depois de uma das rodadas mais questionadas da competição. Foi precisamente na noite em que o Galo foi vergonhosamente garfado contra o Atlético-PR enquanto o Corinthians era flagrantemente beneficiado, no Itaquerão, contra o Sport.
Naquela noite, além de ter um jogador (Marcos Rocha) injustamente expulso, o Galo questionou gol em impedimento e penalidade não marcada. Do outro lado, o Corinthians acabou salvo com um penal assinalado a 15 minutos do final no tipo de interpretação que se passaria a denominar de “pênalti à corintiana”. O zagueiro do Sport deslizou no chão para impedir com o corpo a passagem de um cruzamento e a bola resvalou em sua mão, que se apoiava no chão para impedir a queda.
O jogo era duríssimo. O Sport estava em cima, tendo revertido a diferença de dois gols para um empate em 3 a 3. Partia para a virada quando o pênalti fatal esfriou sua reação. Com a vitória em casa e a derrota do Atlético, o Timão conquistou naquela noite a chamada cesta de seis pontos. Nem seria caso para tanto alarido se uma rodada antes o time não tivesse sido beneficiado em lance que lembrou bastante aquele penal contra o Sport.
Ao enfrentar o São Paulo, o Corinthians escapou de um pênalti (e da derrota) graças a uma interpretação simpática da arbitragem. Chute em direção ao gol foi interceptado por um beque alvinegro com as mãos espalmadas. Pelo critério que seria usado depois contra o Sport, o lance resultaria em penalidade máxima. Pela ótica do apitador, a jogada foi normal e o placar terminou empatado.
Outros lances, contra Santos, Fluminense e Coritiba, também resultaram em fortes questionamentos contra arbitragens em jogos do Corinthians. Advém desse período a suspeita de um campeonato de cartas marcadas, como arguiu o sempre contundente Kalil.
É um exagero afirmar isso, como é exagerado entender que havia um complô da arbitragem pró-Timão. Mas é fato que, até então, o campeonato era extremamente equilibrado, com o Galo inicialmente à frente. Mesmo depois de ultrapassado pelo Corinthians, os atleticanos se mantinham próximos, dois ou três pontos atrás.
A partir da ocorrência dos erros citados, a distância se alargou, atingindo sete pontos e se ampliando definitivamente com o categórico triunfo corintiano sobre o Galo em Belo Horizonte, marcando 3 a 0 e dando um belo exemplo do estilo Tite, tão feio quanto eficiente: time compacto, marcando até arremesso lateral, saídas rápidas e atacantes escoltados por dois meias produtivos, Jadson e Renato Augusto.
Acima das desconfianças, é importante ressaltar que nenhum outro time foi tão regular e demonstrou tanto apetite pelo título quanto o Corinthians. Vale dizer também que poucos campeonatos nacionais foram tão chinfrins quanto este. A bem da verdade, foi o triunfo do menos ruim e nem craque pode-se dizer que houve na disputa.

Livros de traço e resgate histórico

No dia 9 de dezembro, na sede campestre da Tuna, o chargista Atorres lançará “Leão, Papão e outros Bichos”, livro reunindo as melhores charges sobre futebol publicadas em 20 anos de DIÁRIO. Está tudo lá. As idas e vindas de Leão e Papão pelos campeonatos paraenses, brasileiros e torneios diversos, compondo um painel de fino humor nas 100 páginas da publicação. Para quem aprecia o traço do melhor cartunista de sua geração, o livro é pura gozação. Segundo Atorres, “torcedores, secadores, sofredores e campeões vão poder acompanhar um pouco da história do futebol paraense contada com muito riso e deboche”.
Aproveito a deixa da notícia sobre o livro do companheiro Atorres para agradecer penhoradamente pelo belíssimo presente que recebi do amigo botafoguense Ronaldo Passarinho: “Recados da Bola”, livro-álbum de Jorge Vasconcelos, contendo depoimentos de 12 mestres do futebol brasileiro. Um primor. Ainda escreverei a respeito dele aqui neste espaço.

Fogão campeão, com méritos

Título da Segunda Divisão nem devia ensejar festejos. É como muitos pensam, inclusive o hoje comentarista Mário Sérgio. Problema dele. Eu que sempre defendi comemoração máxima para toda taça conquistada, sigo a festejar o suado campeonato ganho pelo Botafogo. Pode não valer nada para os outros, mas para os seguidores da Estrela Solitária tem a importância de uma Champions League.
Fooogoooooo!

Bola na Torre

Guilherme Guerreiro apresenta, com participações de Giuseppe Tommaso e Valmir Rodrigues. O convidado da noite é Yago Pikachu, que realizou neste sábado sua última partida com a camisa do Papão diante da torcida alviceleste. Programa começa logo depois do Pânico, por volta de 00h20.

Direto do blog

“O Mais Querido não terá orçamento de Série C. No máximo, terá demanda financeira, despesa de Série C. Mas as receitas serão as mesmas da Série D, ou até mais deprimidas, tendo em vista o roubo dos R$ 423 mil e demais comprometimentos, inclusive decorrentes dos acordos trabalhistas. Assim, o que se impõe é o pé no chão, a criatividade, a credibilidade para conservar e aplicar os parcos recursos que direta ou indiretamente a torcida, e só ela, vai conseguir disponibilizar”.

Antonio Oliveira, atento às dificuldades que aguardam pelo Leão em 2015.

22 de novembro de 2015 at 1:13 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 22.11.15

BOLA NA TORRE

Neste Domingão logo após o “Pânico na Band”, na RBATV –
Canal 13. Vamos falar de Paysandu e Criciúma e os
Bastidores para as Eleições do novo Presidente do Remo.
Guerreirão no comando estarei com o companheiro Valmir
Rodrigues e Nosso Convidado Especial será o Craque Bicolor
Lateral Pikachu. Participe pelo @bolanatorre ( Twitter e
Instagran )
CIA ATHLÉTICA

Reta Final do Brasileirão de Futebol Society na Cia Athlética e a corrida pelo Título continua firme, destaque para a goleada do palmeiras no Cruzeiro por 10 a 2. Próxima Terça teremos na segunda rodada da Semifinal: Palmeiras x Cruzeiro e São Paulo x Corinthians. Só jogão!!!
BASQUETE…

O Campeonato Paraense Adulto de Basquete deste ano promete muitas emoções. Com seu inicio previsto para o próximo dia 27 de novembro sexta-feira, este ano será disputado com quatro equipes o Clube do Remo (Atual Bi-Campeão), Paysandu, Cabano Clube e teremos o retorno da Tuna Luso Brasileira depois de 20 anos. Remo e Paysandu reforçaram suas equipes e prometem um grande duelo em quadra. Rodada inicial prevê os confrontos Paysandu x Tuna Luso, as 19:15h e Clube do Remo e Cabano, às 20:45 h, ambos no Ginásio Moura Carvalho do Paysandu. Parabéns a dupla Antonio Caetano (Presidente) e Marcelo Souza (Vice) pelo belo trabalho.
PARCERIA…

O presidente do Leão Santareno, Nerivaldo César e seu Vice Bruno Moura, visitaram as modernas instalações da Desportiva, em Marituba. São Francisco e a Desportiva, representada pelo seu presidente Pedro Crispino, fecharam parceria, que prevê a utilização das instalações, pelo Leão do Tapajós, durante os treinamentos da equipe, no Estadual, nos jogos realizados na capital paraense. Segundo o presidente Nerivaldo César, a parceria, também, prevê um intercâmbio entre os atletas dos dois clubes. Bela sacada…
COLÔNIA NO TATOO

Olha o Convite do Tio Chico Salomão. Começa dia 7 de Dezembro/15 e vai até o dia 15 de Janeiro/16 a Colônia de Férias mais animada da cidade, Colônia do Tatoo Park, os preços de julho e com uma super promoção para os apressadinhos, de 20 de Novembro até dia 5 de Dezembro quem fizer sua inscrição a partir de 10 dias ganha 5 dias de bônus, então corra e garanta a vaga do seu filho e os 5 dias de bônus.

22 de novembro de 2015 at 1:09 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 20.11.15

POSITIVO – Árbitro paraense FIFA Dewson Freitas domingo, em Brasília, no Flamengo x Ponte Preta, seu 19º jogo de Série A, completando 32 em 2015. Os cães ladram e a caravana passa, Dewson!

NEGATIVO – Tem árbitro que trabalhou na Copa da Juventude 2014 e ainda não recebeu; alguns jogadores de nossos clubes vão às sedes tratar renovação de bermuda e camiseta. Olha a postura, gente!

Lá e Cá

Roberto Martins, fundador, presidente, técnico e atleta (mais idoso em atividade) do Shouse de futsal, meu entrevistado Bola Pta Frente domingo No Bola na Torre (RBA HD TV e Rádio Clube) o convidado é Pikachu (PSC).

Sete jogos Paysandu x Criciúma, 4 triunfos do Tigre (11 gols) 1 do Papão (8 tentos) e 2 empates. Essa única vitória Bicolor foi na Série A de 2013 (4×0), gols de Jorginho, Souza, Magnum e Zé Augusto.

Paysandu o 6º melhor mandante da Série B, 12 vitórias, 4 empates, 2 derrotas e aproveitamento de 74%. Como visitante Criciúma é o 15º, 2 vitórias, 8 empates, 8 derrotas e aproveitamento de 26%.

No Campeonato de Basquetebol Adulto de 2015 estarão Remo, Paysandu, Tuna e Cabano. Jogos no SESI. Os dois RE x PA acontecerão dias 2 e 9.12.

Sócio torcedor inadimplente que perdeu a oportunidade de ganhar o carro no Paysandu tem a inscrição 14.042. Novo sorteio amanhã pela Loteria Federal. Quitação já!

Sondados para o Remo: volantes Josa e Amarildo, laterais-esquerdos Diego Corrêa e Jadson, meias Doda e Diego Rosa, atacantes Alípio, Robinho, Henrique e Pipico. Lateral direito Levy acertou permanência.

Especulados para o Paysandu: lateral direito Mateus Caramelo, meias Ronaldo Mendes e Nadson, atacante Pimentinha (tem constuão antiga). DM vai ter mexida para 2016. Pikachu recebendo emissário do Inter-RS.

Permanência de Dado Cavalcanti no comando técnico do Paysandu implicará em mais atenção à base. Executivo Sérgio Papelim mantido.
Charles Guerreiro o coordenador técnico do Paragominas no Parazão 2016 e Mariozinho o técnico; será exigida dos clubes a Certidão Negativa de Débito (CND); Arena do Xingu receberá vistoria para servir de opção.

Temporada 2016 chegando e incrivelmente o Remo não tem presidente, técnico, time e estádio. Quanto a Eduardo Ramos, tratando também de passaporte. Avaliando as duas opções (Remo e China).

Encerram na segunda-feira as inscrições da etapa infantil/infanto-juvenil (4 a 17 anos) da Meia Maratona SESC de Revezamento (www.sesc-pa.com.br/maratona2015). Competição dia 29.11.

HOMENAGEM – Waldir Peres dos Santos, o Waldir, ex-campeão paraense de ciclismo nos anos 70 pelo Estrela do Norte e Mangueira. Defendeu também a Seleção Paraense. É fiscal da SECON.

20 de novembro de 2015 at 3:42 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 19.11.15

Faltou respeito

A ideia de que o futebol comporte sentimentos como gratidão ou reconhecimento é, há algum tempo já, letra morta. Não significa que as atitudes dos clubes em relação a seus empregados devam ser frias e pouco transparentes. Pelo grande trabalho executado no Remo durante a temporada, conquistando o Campeonato Paraense e garantindo o acesso à Série C, Cacaio merecia pelo menos um tratamento mais decente.
Não havia necessidade de tanta demora e mistério – que, em bom futebolês, em geral significa enrolação – para definir a situação do técnico. Se não fazia parte dos planos para 2016, os dirigentes deveriam ter deixado isso claro desde o final do Brasileiro da Série D.
Deviam avisar Cacaio, agradecer pelos bons serviços e desejar boa sorte nos projetos futuros. Tudo conforme o figurino habitual desse tipo de desligamento. Mesmo que a decisão não fosse a mais satisfatória, o treinador certamente entenderia. E o clube ficaria livre do desgaste que o processo todo causou.
Constrangida em ter que despachar Cacaio, a cúpula dirigente do Remo começou um jogo de enganação que só causa mais irritação. Protelaram a reunião para discussão do novo contrato e, quando ela finalmente aconteceu, não houve maior esforço para superar o motivo do impasse: a duração do acordo.
O técnico, com base no que realizou no clube, reivindicou um contrato anual. A Diretoria contrapropôs seis meses e daí não arredou pé. Divergências dessa ordem são absolutamente normais, tanto no futebol como no mundo empresarial. O erro foi não deixar claro que o compromisso entre as partes acabava ali – pagando, é claro, os atrasados devidos ao treinador (em torno de R$ 80 mil, segundo fontes respeitáveis).
Entender que a torcida acolheria na boa a tese galhofeira de que “a imprensa demitiu o técnico”, como declarou ontem o presidente do clube, é acreditar em fadas e no saci pererê. Executivos do futebol precisam aprender a dar entrevistas e a esquecer o tempo em que piadinhas caíam bem diante de microfones, câmeras e gravadores.
A desculpa esfarrapada – e até desrespeitosa – apresentada pelo gestor azulino dá bem a medida da desatualização de grande parte da Diretoria atual do Remo. Em nome do clube, cabia ao seu representante abrir o jogo, explicar os motivos da não renovação com o técnico e fim de papo. Vida que segue.
Empurrar com a barriga, pilheriar ou simples desconversar não resolve o problema de fundo: a forma pouco profissional como o Remo tratou um dos heróis, talvez o mais importante, da bem-sucedida temporada dentro de campo.

Incerteza quanto ao substituto de Cacaio

Desde ontem, as especulações dominam o ambiente azulino quanto ao sucessor de Cacaio. A lista de nomes é extensa e cresce a cada minuto. Vai de Josué Teixeira a Marcelo Chamusca, passando por Flávio Araújo, Mazola Jr., Sidney Moraes, Marcelo Veiga e até Lecheva.
De concreto até o momento é que a Diretoria prioriza um treinador que tenha vivência e conheça a fundo o futebol nordestino. O motivo é a configuração do grupo A da Série C 2016, onde o Remo deve ter pela frente nove (ou oito) equipes nordestinas.
Marcelo Chamusca, que seria o preferido dos dirigentes, treinou o Fortaleza e fracassou na tentativa de subir à Série B. Flávio Araújo, muito citado nas últimas horas, tem a fama justificada de campeão de acessos, mas enfrenta resistências pela fraca campanha no Remo em 2013, quando decidiu dois turnos em vantagem e acabou derrotado por Papão e Paragominas.
Josué Teixeira foge ao perfil pretendido, embora tenha trabalhado no ABC de Natal nesta temporada. Marcelo Veiga, campeão da Série D com o Botafogo-SP, enfrenta as mesmas restrições sofridas por Araújo. Sidney Moraes (ex-PSC), muito ligado ao gerente Fred Gomes, corre por fora.
Mazola Jr. e Lecheva, mesmo citados, são opções improváveis. Identificado com o Papão, Mazola teve enfrentamento direto com a ex-direção do Remo em 2014. Dificilmente seria aceito pela torcida. Quanto a Lecheva há o desgaste da recusa do convite para treinar o time no Parazão deste ano.

A incômoda solidão de Neymar

A fase anda tão vasqueira que quando a Seleção de Dunga vence por 3 a 0 logo aparecem alguns afoitos aplaudindo a suposta grande atuação. Menos, menos… Contra o Peru, anteontem, a vitória era previsível contra um adversário que evoluiu muito, mas ainda padece de grande limitação técnica.
Com todos os titulares, inclusive Neymar, o Brasil não podia mesmo se embaraçar com a seleção peruana diante de 45 mil torcedores na Arena Fonte Nova. Pouco acionado e muito marcado, sempre com rispidez, o camisa 10 não brilhou. Douglas Costa apareceu bem mais, com ousadia e intensidade. Fez o gol de abertura, criou as jogadas dos outros dois e ainda mandou um belo chute na trave.
Mesmo com graves problemas de dispersão e apatia no meio-campo, o time produziu o suficiente para fazer os gols e superar o esforçado adversário. Deu pro gasto. Superou inclusive a omissão de Daniel Alves pelo lado direito e o sumiço de Elias na meia-cancha.
Mas a partida não foi inteiramente tranquila. Reservou alguns sustos à atabalhoada defensiva nacional. O primeiro aconteceu logo aos 3 minutos, quando uma bola espirrada para trás foi parar nos pés de Guerrero, que finalizou mal. Outros três sobressaltos ainda ocorreriam quase ao final do jogo. Com Farfan, Guerrero e Reyna, o Peru teve excelentes e seguidas oportunidades para marcar.
Douglas Costa, quase no mesmo nível do que joga no Bayern de Pep Guardiola, foi disparadamente o melhor da partida. Willian veio logo abaixo e Renato Augusto apareceu com algum destaque no segundo tempo. Neymar, sem companheiros que o municiem, fica inteiramente vulnerável aos pontapés adversários, sem conseguir produzir.
Algo precisa ser feito quanto a isso. Por Neymar – e pela Seleção.

Direto do blog

“Os dirigentes esqueceram que o time só conseguiu as conquistas de 2015 porque o grupo se fechou em torno do Cacaio. Agora vai acontecer a mesma coisa de anos anteriores: traz um técnico de fora, o qual indicará ‘seus’ jogadores, que serão titulares, deixando insatisfeitos os remanescentes do grupo de 2015 e gerando um racha no grupo. Tudo isso fazendo com que o time não renda em campo. Resultado: técnico demitido, jogadores importados dispensados, mais dívidas trabalhistas e o time caindo pelas tabelas”.

Bruno Oliveira, torcedor azulino insatisfeito com a saída de Cacaio.

19 de novembro de 2015 at 5:01 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 19.11.15

POSITIVO – Eduardo Ramos contratou jornalista Rodrigo Monteiro para seu assessor de imprensa aqui. Sinal de que encaminha permanência no Remo.

NEGATIVO – Diretoria de clube tem todo direito de contratar e demitir quem quiser. Mas, no caso de Cacaio (Remo) e Samuel Cândido (base do Paysandu) houve falta de respeito aos profissionais. Por sinal, ambos negros como eu!

Lá e Cá

Treinadores campeões brasileiros por times paraenses: José Dutra (Tuna-Série B de 1985), Nélio Pereira (Tuna-Série C de 1991), Joel Martins (Paysandu-Série B de 1991), Givanildo Oliveira (Paysandu-Série B de 2001 e Copa dos Campeões de 2002), Roberval Davino (Remo-Série C de 2005), Lúcio Santarém (São Raimundo-Série D de 2009).

Técnico Cacaio encerrou ciclo no Remo contabilizando 14 vitórias, 5 empates, 5 derrotas e aproveitamento de 65%.

Eleição no Remo só quando recadastramento atingir mínimo de 3.200 associados dos 21.000 existentes (remidos e proprietários). Até agora só 350 aptos e apenas uma pessoa atendendo na sede azulina. Vai demorar!

Custo de 30 reais para o recadastramento azulino é explicado em função da nova carteira a ser expedida que terá chipp eletrônico.

Camisa dos 10 anos da conquista da Série C pelo Remo será lançada amanhã na loja do Shoping Castanheira, 19h. Nesse dia a façacmha completa uma década.

Piada da semana foi a declaração do homem forte do Remo, Manoel Ribeiro, atribuindo à imprensa a demissão de Cacaio. Cada uma!

De Pikachu: “tivemos tudo para subir e não aproveitamos”. De Aylon: “quase deu e precisamos nos estruturar mais, inclusive com CT.” Os dois atletas do Paysandu estão em rítmo de despedida e Aylon espera chance no Inter-RS.

No Paysandu muito defendem a permanência dos goleiros Emerson e Ivan, entendendo que corresponderam plenamente, especialmente o primeiro.

Clubes menos aquinhoados da Série B receberão de cota de TV R$ 4.800.000,00 em 2016, afora outras vantagens que continuam sendo debatidas nas reuniões com patrocinadora e CBF.

Sorteado de ontem do carro não estava apto de acordo com as normas vigentes do sócio-torcedor do Paysandu e haverá novo sorteio no próximo sábado, dia 21.

HOMENAGEM – Jefferson Braz Braz, o “Jeo”, ex-remador (sota voga do double e four) nos anos 80-90, campeão no Remo, Tuna e Paysandu. É microempresário do ramo de jóias folheadas.

19 de novembro de 2015 at 4:59 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 18.11.15

POSITIVO – Venda da Camisa 7×0 do Paysandu bombando. É sucesso de venda e marketing festeja. Custa 200 reais e R$ 159,90 para sócios.

NEGATIVO – Copa da Juventude não se realizou este ano por falta de patrocínio (retrocesso) e Departamento Suburbano da FPF já corre atrás de viabalizar em 2016. Uma pena que não se leve a sério a disputa!

Lá e Cá

Presidentes de nossos clubes Campeões Brasileiros: Asdrúbal Bantes (Paysandu-Série B 1991), Artur Tourinho (Paysandu -Série B 2001 e Copa dos Campeões 2002), Raphael Levy (Remo-Serie C 2005), Reinaldo Barros (Tuna-Série B 1985), Genésio Mangine (Tuna – Série C 1992) e Rosinaldo do Vale (São Raimundo – Série D 2009).

Técnico Abdala Salomão, ex-jogador de sucesso e técnico da Liga Sorocabana-SP chegando esta manhã com seis jogadores para luta do Remo pelo bi-campenato de basquetebol.

Embora decidido desde domingo, só ontem Cacaio foi comunicado que não interessava mais ao Remo. Agora ele só quer receber a pendência que tem no clube. Está na mira do Nacional-AM.

Quanto ao primeiro cotado Josué Teixeira só tem um título de Série C (Macaé) no currículo e muitas dispensas. Fala-se em Léo Condé, Marcelo Chamusca e Fernando Diniz; meia Eduardo Ramos decide situação hoje.

Dirigentes azulinos brincando com a grandeza do clube centenário e imprensa. Não marcam eleição e convocaram coletiva ontem, logo cancelada porque o presidente interino não sabia. Agora chamam para coletiva hoje, na sede, 9:30h. Quem acredita e se habilita?

Troca do tecnico da base do Paysandu para Copa SP surpreendeu: saiu Samuel Cândido e entrou o próprio coordenador Carlos Vanderson.

Dos atual plantel do Paysandu apenas 16 estão sendo avaliados para continuar. Jogo contra o Criciúma o último de Pikachu em Belém como atleta do Bicolor.

Por sinal, sábado em campo clubes com 7 títulos nacionais: Paysandu (Série B de 1991, 2001 e Copa dos Campeões 2002) e Criciúma (Copa Brasil de 1991, Série B de 1996, 2002 e Série C 2006).

Arena do Xingu, em Vitória do Xingu, tem as dimensões minimas determinadas pela FIFA (90m x 45m) e jogo do Parazão lá depende da FPF. Padrão internacional FIFA é 105m x 68m, aceitando até 100m x 64m.

Neste sábado a Cia Atlética levará suas bikes ao Portal da Amazônia para super aulão de spinning em homenagem ao novembro azul.

HOMENAGEM – Paulo Sérgio Santana, o outro Paulão, ex-centroavante do Liberato, Sport Belém e Independente da Marambaia (anos 70-80). É segurança em supermercado.

18 de novembro de 2015 at 12:37 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 17.11.15

POSITIVO – Inédito: torcedor Bicolor Bruno pediu Thainá Fadel em noivado ontem em plena Curuzu (aceito), com direito a dizeres no placar eletrônico e testemunho dos jogadores. Valeu!

NEGATIVO – Pessoas ouvidas pela Polícia Civil sobre o roubo na sede do Remo têm entrado em contradição no tocante a horário e valor levado. Ai tem!

Lá e Cá

Área do Senadinho na sede do Remo em reforma e vai voltar gloriosamente; Federação Paulista reparou lambança, manteve o trato e Desportiva estará na Copa SP, para alegria do Pedro Crispino e equipe.

Curiosidade: líquido do jogo do Paysandu contra Luverdense (R$ 4.495,24) menor que despesa com lanches dos PM (R$ 5.134,20); média de público pagante do Bicolor caiu para 3ª posição na Série B: 14.195.

Quando digo que Aylon é “imbarrável” no Papão ele me ajuda. E “casa” bem com Betinho. E Marquinho (da base)! CT insistido com os meias importados que não aprovaram? Cada uma na Curuzu!

Extraordinário e saudoso Edyr Goes, ex-atlea de ponta do basquetebol do Remo, outro paraense que jogou na Seleção Brasileira. Defendeu nosso escrete nos Jogos Lusos Brasileiros aqui em Belém (1963).

Criciúma para enfrentar o Paysandu: Luiz, Maicon Silva, Wanderson, Ianson e Marlon, Barreto, Douglas Moreira, Dudu e Roger Guedes, Maurinho e Tiago Adam. Técnico Roberto Cavalo de novo (perdeu aqui pelo Oeste-3×1).

Diretoria do Remo vai agradecer a Cacaio e contratar outro treinador; mesmo com 4 candidatos declarados, há movimento para Manoel Ribeiro ser eleito e continuar até o fim do mandato dos renunciantes.

Valdívia seis meses fora dos gramados na contusão em Belém: perderam o atleta, o Inter-RS e o futebol brasileiro.

Bicolor Aylon na Seleção da 36ª da Série B; azulinos Matheus Muller e Eduardo Ramos na Seleção do Campeoato da Série D; Remo teve melhor média de público pagante da Quarta Divisão: 15.394.

Frequentadores do G4 da Série B até 36ª rodada: Botafogo 35 vezes, Vitória 26, América-MG e Bahia 22, Náutico 12, Paysandu 11, Sampaio 7, Santa Cruz 5, Macaé 3, CRB e Criciúma 1.

Engenheiro da Albrás Naoto Hayashi ficou com segundo lugar no 48º Campeonato Sansei de Tenis de Mesa na Bahia. Valeu!

HOMENAGEM – Mário Tavares de Paula, o Mário, ex- ala campeão de futsal no Paysandu (1984) e depois com lateral esquerdo jogou futebol na Tuna e Paysandu (campeão de 1992). Engenheiro agrônomo d ADEPARÁ.

17 de novembro de 2015 at 4:20 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 16.11.15

O enigma Pikachu

Matéria do repórter Luiz Guilherme no caderno Bola de ontem abordou a questão que deve tomar conta do ambiente alviceleste a partir de agora, nos estertores da Série B e com o fim da expectativa pelo acesso à Série A: o futuro de Pikachu. Pelo cenário desenhado, o lateral-direito deve mesmo deixar o futebol paraense depois de três anos de desempenho em alto nível.
Artilheiro do time em temporadas seguidas, além de forte presença como opção para o setor ofensivo, Pikachu já teve sua contratação dada como certa pelo Flamengo. Justiça se faça, pela imprensa carioca. A diretoria do clube rubro-negro em nenhum momento se manifestou a respeito.
As especulações são normais em torno de um jogador de qualidade e que sabidamente desperta o interesse de vários clubes. Comenta-se que, além do próprio Flamengo, Pikachu recebeu sondagens de Palmeiras, Goiás, Atlético-MG e Grêmio.
Com 23 anos de idade, o destino profissional do atleta passa necessariamente por uma transferência para fora do Estado. Há quem aposte, inclusive, em transação internacional, diante da descoberta do aquecido mercado chinês.
Penso que, a essa altura, Pikachu deve encaminhar sua saída do Papão com o máximo de tranquilidade, fazendo jus à atenção e ao carinho que sempre recebeu no clube, de funcionários a dirigentes, além da natural identificação com a torcida.
Pikachu fez gols e foi produtivo como sempre na campanha do Papão na Série B, mas teve nesta temporada mais altos e baixos do que nas duas passadas. No Parazão e na Copa Verde, não rendeu o que dele se esperava, o que de certa forma influenciou na caminhada bicolor nas duas competições.
Mesmo na atual disputa da Segunda Divisão seu rendimento no returno oscilou muito, acompanhando a queda geral da equipe, principalmente quando à intensidade e à vibração do primeiro turno. Como um jogador de apoio, que participa bastante das ações ofensivas, Pikachu foi vítima da queda de produção do time a partir da 24ª rodada.
Ainda assim, seu prestígio continuou em alta. Nas transmissões dos jogos do Papão, locutores e comentaristas seguiram destacando sua importância para o time, qualificando-o como um dos melhores jogadores do campeonato.
Em meio aos boatos sobre o destino do jogador cabe ressaltar o cuidado com que a situação tem sido conduzida tanto pelo clube quanto pelos representantes do atleta. Essa estratégia se mostrou das mais acertadas, preservando Pikachu e evitando desgastes desnecessários junto ao torcedor.
Nos últimos dias, algumas pessoas ligadas ao clube admitiram que há interesse em brigar pela permanência do jogador, mesmo diante das propostas que certamente virão lá de fora. Teria sido oferecido um salário na faixa de R$ 100 mil, mas o jogador não se manifestou ainda. É claro que isso teria muito mais efeito e chance de funcionar caso o Papão fosse disputar a Série A.
Diante do cartaz que desfruta hoje, Pikachu dificilmente deixará passar essa nova oportunidade de participar da principal competição do país.

Brasil goleia, mas seleção carece de ajustes

O começo foi totalmente favorável aos ianques, que abriram o placar aos 6 minutos em gol contra do zagueiro Marlon. Atrapalhada no meio e confusa lá atrás, a Seleção Brasileira custou a se encontrar no jogo. O empate só veio aos 43 do segundo tempo, através de Gabriel.
A equipe só viria a deslanchar no segundo tempo e a virada começou logo de cara, com Felipe Anderson (que havia substituído ao lesionado Valdívia) aproveitando boa assistência de Gustavo Scarpa.
O time americano, fechadinho como sempre, passou a ter dificuldades para bloquear as investidas brasileiras. O próprio Felipe Anderson ampliou o marcador. Em ritmo forte, apesar de trapalhadas no desenvolvimento de jogadas simples, a Seleção se impôs ainda mais e Gabriel marcou o quarto gol aos 35 minutos.
A goleada, sob gritos de “olé” da minguada torcida no Mangueirão, se consolidou através do gremista Luan, completando passe de Gabriel. Como os amistosos servem basicamente como preparação para as Olimpíadas, o placar não é a prioridade da equipe do técnico Rogério Micale, mas a articulação do meio-campo ainda requer algumas correções.
Bons atacantes como Gabriel e Luan tiveram suas tentativas prejudicadas por erros bobos na construção de jogadas pelos lados e no bolo formado no meio-campo. É possível que o time venha a ganhar mais qualidade com a intensificação dos jogos, mas ainda parece crua demais para buscar o cobiçado ouro olímpico no Rio.

Resultados desmancham os últimos sonhos

Os resultados da 36ª rodada não favoreceram ao Papão. Diferentemente de outras vezes, os adversários diretos na briga pelo acesso se saíram razoavelmente bem, com exceção de Bahia e Náutico. Como o Santa Cruz aplicou um surpreendente chocolate no Botafogo em pleno Niltão, as remotas esperanças bicolores praticamente se reduziram a pó.
O Coral pernambucano precisa agora de apenas uma vitória e um empate para se garantir na Série A. Como o Papão só pode alcançar 62 pontos, caso vença seus próximos compromissos, outros times podem terminar à sua frente, além do Santa Cruz. É o caso de Bragantino, Sampaio Corrêa e Náutico, que têm 57 pontos.
A essa altura, as contas deixam de ser uma obsessão na Curuzu e as atenções já se voltam para o desmanche do atual elenco e a formação da base para o começo da próxima temporada.

16 de novembro de 2015 at 1:08 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 16.11.15

MUITO DIFÍCIL, MAS NÃO IMPOSSÍVEL.

Antigamente as torcidas choravam e faziam contas para não cair, mas hoje as contas estão sendo feitas pelo acesso, que já esteve perto da Curuzú. Depois da vitória suada de sexta contra a Luverdense-MT, 3×2, o Papão ainda sonha com o acesso, mas que está difícil está. Temos que vencer o Criciúma-SC e secar Santa Cruz-PE, Bragantino-SP, Náutico-PE, Sampaio Corrêa-MA e Bahia-BA e olha que Náutico e Bahia jogarão entre si e o empate estaria de bom tamanho, ou a vitória do Bahia, desde que o time da boa terra não vencesse seu próximo jogo em casa diante do Atlético-GO. Como todos podem ver, está ficando cada vez mais difícil, mas não impossível. Não custa lembrar os pontos jogados fora, em casa, contra Náutico, Bahia e Macaé, para não falar do resto. Já venho dizendo e escrevendo semanas atrás que ficou muito complicado, pois o Papão já não depende só de si para alcançar o acesso, mas enquanto há vida há esperança. Eu, sinceramente, já joguei a toalha e adoraria que quebrassem a castanha na minha boca. Dificílimo, mas não impossível!

ALTA TEMPERATURA

Por mais que o Papão não suba, cabe elogiar aqui os bons momentos vividos pela Avalanche quando o time chegou a liderar a Série B e ficou no G4 por muito tempo. Só depois do jogo diante do Náutico é que o time começou a definhar e não mostrar mais a garra anterior. A diretoria, ou parte dela, queria, por vários motivos, que o time continuasse na Série B, para se reestruturar em 2016 e, ai sim, entrar na Série A em 2017. Pensaram muito pequeno para o tamanho do clube e da torcida.

BAIXA TEMPERATURA

Quando se renova contrato com alguns atletas e esquecem o treinador, tudo indica que esse treinador não interessa mais, concordam? O Remo renovou com Fernando Henrique, com Léo Paraíba e outros, mas quando chegou a vez do técnico que conseguiu o acesso, a enrolação começou. Cacaio merecia mais respeito pelo que fez, ele e seus atletas. Pelo menos merecia a chance de começar o Parazão, como treinador bi campeão e por ter conseguido tirar o Remo do limbo. Questão de respeito e gratidão.

NO TERMÔMETRO

Sérgio Dias lançou Manoel Ribeiro para presidente do Remo ou, como queiram, para continuar a presidir o clube com o “tchau” do Minowa e seu vice Custódio. E o Estatuto, senhores Conselheiros, diz o quê? Existem mais de 10 candidatos pleiteando o lugar, alguns sem as mínimas chances. /// A renda e o público (5.500) de Paysandu x Luverdense, mesmo com a diretoria fazendo promoção, mostrou que o torcedor bicolor não acredita mais no acesso. Estivesse o Papão com mais de 60 pontos e a fiel com certeza teria comparecido em massa. /// Escrevo a coluna aqui de Santiago do Chile e quando procurei um lugar para ver o jogo do Brasil na sexta não encontrei. Nenhum canal de Tv, aberto ou fechado, mostrou a partida. É sinal que o Brasil no futebol não é mais o mesmo e a Argentina pior ainda. /// Depois de ganhar em Recife dos Estados Unidos no meio de semana, o Brasil Sub 23 voltou a vencer o time americano ontem no Mangueirão por 5×1. O pouco público presente, 6.130 torcedores, segundo a CBF, não bateu com a arrecadação fornecida de pouco mais de 34 mil reais. Acho que quem conferiu a renda faltou às aulas de matemática no passado. /// Faltam dois jogos para o Paysandu encerrar sua participação na Série B e ainda tentar, com a ajuda dos outros, um acesso à Série A. Mas o assunto principal na Curuzú é para onde vai o Yago Pikachu, ou se vai mesmo. A diretoria está prometendo 100% de aumento para o lateral ficar, mas o pai e procurador do atleta Carlos Lisboa não comenta nada. E o pré-contrato de Pikachu com o Flamengo, existe mesmo? Vamos aguardar para ver no que vai dar. Acho que Pikachu merece outros ares, por tudo que já fez pelo Paysandu. /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!

E-mails: rporto@supridados.com.br

16 de novembro de 2015 at 1:06 pm Deixe um comentário

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