Archive for fevereiro, 2016

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 23.02.16

POSITIVO – Política cordial antes das semifinais do turno do Parazão: Remo e Independente concordaram jogar sábado, 18h, enquanto, Paysandu e Águia trarão árbitro FIFA.

NEGATIVO – Dá para entender a preocupação da equipe técnica do Mangueirão com a cessão do local para treinos de Remo (quinta) e Paysandu (sexta). Nesta época chuvosa é risco desnecessário!

Lá e Cá

Dia 5.3, no Bosque Grão Pará, Endurance Day Mix Sports, dia todo ligado a atividades do corpo: crosfit, slackline, corrida, etc, e presença do professor Jonathhan Feio. Indormações 989009999.

Parazão bate recorde com 5 demissões de técnicos só na 1ª fase do 1º turno. E dois campeões paraenses pelo Remo: Samuel Cândido (2007) e Cacaio (2015). Completaram lista Mariozinho, Vitor Hugo e Marcos Piter.

Amazonense Marcos Piter chegou ontem a Santarém e foi pedir reforços à diretoria do Tapajós: ganhou bilhete azul. Assumiu auxiliar Caio Simões.

Em que pese desconfianças de alguns, Djonaltan Costa Araújo outra excelente arbitragem neste Parazão (Cametá 1×2 Remo); Leston fala em repertir time remista pela 3ª vez. Mas, Chicão até poderá voltar.

Melhores do Parazão até agora: Emerson, Celsinho e Rafael Luz (Paysandu), Monga (Independente), Edinaldo e Flamel (Águia), Fernando Henrique e Ciro (Remo). Se Leston arrumar esquema para Ciro, cuidado!

Paysandu e Águia vão se encontrar 3 vezes seguidamente: domingo semifinal do turno do Parazão, 9 e 16.3, Copa Verde; Cuiabá com dificuldade de disputar Sul-Americana de 2016: Remo na moita!

Paysandu encaminhou pedido de mudanças dos seus jogos em Belém contra Águia (Copa Verde) e Independente (Copa BR), para Curuzu. Vai depender da CBF e, no caso da Copa Verde, também da TV EI.

Dado Cavalcanti completará nesta quinta um ano à frente do comando técnico do Paysandu. Aproveitamento é de 56%; Raí e Lombardi têm possibilidade de voltar ao bicolor contra o Azulão, domingo.

Média de público do Parazão é de 3.806 e Remo já lidera na Capital; Parauapebas e Tapajos têm de melhorar muito no segundo turno, pois terminaram turno na degola pra Segundinha.

Torneio Internacional de Basquetebol Raul Agulera Neto começando amanhã, no Ginásio Caravalho, reunindo Paysandu x NBP e Tuna x ASC Tours, de Cayenna.

HOMENAGEM – João Bosco Ferreira, o Bosco, ex-tricampeão paraense de judô meio pesado (96-97-98) pela APJK e ex-campeão peso pesado de boxe pela Academia Holanda-Icoaraci (99). É aposentado do INSS.

23 de fevereiro de 2016 at 11:05 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 22.02.16

Lento, dispersivo, pouco combativo e sem criatividade. A análise cabe nos três últimos jogos do Remo, incluindo o de ontem em Cametá, quando a fragilidade do sistema defensivo voltou a proporcionar sustos constantes aos torcedores. O gol logo no começo da partida deu tranquilidade, mas não funcionou como estímulo para uma atuação mais agressiva e envolvente.
Pelo contrário, a partir dos 30 minutos, o Remo evidenciou o desgaste provocado pelo forte calor e abriu ainda mais a defesa, sofrendo seguidos ataques do Cametá. Marcelo Maciel, Tony Love e Jailson conduziam a bola até próximo à área sem grandes dificuldades, repetindo o cenário da partida em que o Remo venceu o Parauapebas na quarta-feira.
Sem força pelas laterais e com um setor de marcação enfraquecido, onde Michel continua abusando da lentidão, o Remo correu inúmeros riscos. O Cametá só não chegou ao empate ainda no primeiro tempo porque seus atacantes exageravam em tentativas de penetração na área e erravam nas finalizações.
Antes do gol de Marco Goiano, aos 10 minutos, aproveitando rebote do goleiro Evandro após chute de Ciro, o Cametá já havia perdido grandes chances. Aos 3 minutos, quase saiu o primeiro, em saída errada de Fernando Henrique. Aos 4, bola cruzada da linha de fundo foi na cabeça de Jailson. Fernando Henrique se redimiu com excelente defesa. Aos 5, Jailson novamente apareceu na área, mas chutou por cima.
A pressão do Cametá acabaria surtindo efeito aos 8 minutos do segundo tempo. Depois de constantes ataques iniciados sempre pelo lado esquerdo, explorando as dificuldades de marcação do lateral Murilo, a bola foi cruzada na área e Jailson finalizou para as redes diante de seis defensores remistas.
O gol empolgou a equipe local, que seguiu fustigando e esteve perto de desempatar em momento dramático da partida, pois uma derrota excluiria o Remo da semifinal do turno. Leston Junior promoveu então a entrada de Yuri e Welton, tirando Goiano e Léo Paraíba, que já se arrastavam em campo.
A mexida funcionou. Yuri ajudou a fechar a avenida lateral direita, facilitando o bloqueio de Michel e Alisson no meio. Aos 32 minutos, em meio a uma saraivada de passes errados e muito chute pro mato, a bola passou por Eduardo Ramos e foi lançada para Ciro, artilheiro do campeonato (5 gols) que disparou alto e forte para desempatar o jogo, aos 32 minutos, depois de fintas secas e rápidas em cima de um marcador.
A vitória foi suada e importante, pois põe o Remo na semifinal do turno. A atuação, porém, voltou a preocupar. O time não mostra sinais de organização, sofre demasiadamente com a pressão dos adversários (mesmo os mais modestos) e ainda não sabe o que fazer quando Ramos é policiado, o que ocorre quase sempre.
Depois da partida, o técnico Leston Junior reclamou do estado do Parque do Bacurau, atribuindo a isso grande parte dos erros de seu time. De fato, o campo é muito irregular e dificulta o controle de bola, mas o Remo tem atuado em bons gramados (Mangueirão e Barbalhão) e sempre sofre sufoco. Na semifinal, diante do Independente, terá que mostrar bem mais do que vem exibindo até agora.

Papão passeia e poupa energias

Como previsto, o jogo na Curuzu seria de exibição e congraçamento entre time e torcida. Com campanha impecável até aqui no campeonato, o Papão tinha tudo para superar o Tapajós sem maiores atropelos. E foi exatamente o que aconteceu, tanto que a goleada foi toda construída no primeiro tempo.
Celsinho, com duas cobranças de falta na medida para o cabeceio na área, abriu o caminho da vitória, aos 8 e aos 30 minutos, para finalizações perfeitas de Rafael Luz e Gilvan. Destaque-se, outra vez, a perícia do meia-armador nos chutes de média distância, cuja eficácia contou também com a contribuição da atrapalhada defesa santarena.
Mesmo sem forçar tanto, o Papão continuou absoluto no jogo, dando-se ao luxo de perder algumas chances com Betinho, até que Fabinho Alves foi lançado nas costas da zaga e fuzilou na saída de Jader, aos 37.
Um descuido dos beques permitiu a Bené finalizar diante de Emerson e descontar para o Boto tapajônico, aos 45. Mas nem houve tempo para celebrações, pois Celsinho marcaria no minuto seguinte, fechando o placar na Curuzu.
Celsinho é o destaque do time pela segunda rodada consecutiva, respondendo diretamente pelas duas vitórias maiúsculas contra equipes santarenas. Domingo passado, fez um gol e participou diretamente de outros três. Ontem, deu três assistências e deixou sua marca novamente.
Hábil, Celsinho organiza a equipe, dita o ritmo e aparece sempre como boa alternativa para manobras com os atacantes. É o camisa 10 que o Papão não teve em 2015, carência que lhe custou pontos preciosos na Série B.
Papão avança à semifinal para encarar o Águia e entra como favorito, pela campanha 100% e a estabilidade que o time tem demonstrado aqui. Diante da facilidade do jogo, Dado poupou peças e fez um afago no torcedor, lançando Vélber nos 20 minutos finais. Meia executou um belo lançamento e recebeu o carinho do torcedor.

Interior terá Galo e Águia nas semifinais

O Independente foi surpreendido pelo bom começo do Paragominas, que fez 1 a 0 aos 14 minutos com João Neto e parecia determinado a arrancar a classificação dentro do Navegantão. Dez minutos depois, mais organizado, o Galo retomou o controle, empatou (Monga) e passou a buscar a virada, que veio aos 40 com Dudu e se completou com Monga já no segundo tempo. Aleílson, de pênalti, ainda descontou aos 44, mas a classificação já tinha dono. Merecidamente.
Em Marabá, a partida foi mais equilibrada e a definição ficou em suspense até o último instante. Flamel bateu pênalti e fez o gol do Águia aos 17 minutos. Perema empatou aos 11 da segunda etapa, mas o São Francisco não teve forças para alcançar o triunfo desejado.

22 de fevereiro de 2016 at 3:13 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 22.02.16

É HORA DE A ONÇA BEBER ÁGUA

Acabou a primeira fase do 1º turno e deu a lógica, com Remo e Paysandu em primeiro e Águia e Independente em segundo. O Paysandu com a melhor campanha, depois que detonou o Tapajós por 4×1 na Curuzú; o Remo confirmou a liderança do seu grupo, ao derrotar o Cametá por 2×1, lá no Parque do Bacurau. Com isso as semifinais serão Remo x Independente no sábado e Paysandu x Águia no domingo, ambos os jogos no Mangueirão. Pra quem esperava uma semifinal entre Remo e Paysandu, isso não vai mais acontecer e todos esperam agora que os grandes passem nos emergentes e façam a grande final do 1º turno. Nos outros jogos, o Águia empatou em casa com o São Francisco e o Galo Elétrico carimbou sua classificação derrotando o Paragominas por 3×2. A coisa complicou um pouco para o Remo quando o Mapará chegou ao empate, mas o Águia também tomou o gol do empate e o atacante Ciro fez o gol da vitória. Então fica assim: Papão está voando baixo e é o favorito para ganhar o 1º turno, mas é bom tomar cuidado. Ou será que estou falando sem conhecimento de causa?

ALTA TEMPERATURA

Boas as campanhas de Remo e Paysandu nesse 1º turno, mesmo com o Remo tendo aquela derrota contra o São Francisco em Santarém. O Papão fez a campanha 100%, ganhando todas às quatro partidas da fase classificatória e ficando com o ataque mais positivo. Decepcionante as participações dos três clubes de Santarém e nenhum chegou aonde os dirigentes mocorongo esperavam. Mas vem aí o 2º turno e pode ser que a coisa mude.

BAIXA TEMPERATURA

Se o Basquetebol do Pará já vivia em crise, a coisa agora piorou com essa ação de cobrança judicial que tem como autor o Marcley Lima, querendo receber quase 32 mil reais, dívida essa referente a hospedagem em um hotel da cidade, ainda do ano de 2013. Dizem até que esse dinheiro foi depositado pela Confederação de Bola ao Cesto na conta da FPB à época, mas misteriosamente desapareceu. A nossa Federação que já anda na penúria, agora tem que se virar para sair dessa.

NO TERMÔMETRO

A torcida do Paysandu continua devendo, pois no jogo de ontem não chegamos aos sete mil pagantes, quando os dirigentes esperavam mais de dez mil. Vamos esperar as semifinais para ver se aumenta isso. Da renda de ontem na Curuzú, o Paysandu ganhou 55 mil reais, muito pouco para quem tem uma folha altíssima. /// Onde está escrito no regulamento do Parazão que o Remo tem que jogar no sábado e o Paysandu no domingo. Juro que li e reli e não achei. Se o dirigente Paulo Romano puder me informar eu agradeço. /// Já estou me preocupando com uma possível final entre Remo e Paysandu. Serão só vinte e cinco mil ingressos? Será um clássico de uma torcida só? Mas isso só virará realidade se Remo e Paysandu passarem nos seus adversários. Águia e Independente não chegaram lá por brincadeira. /// Dado em paz com a torcida, Leston reagiu e garantiu a primeira colocação; agora se confirmarem a presença nas finais, ambos terão que tirar coelhos das cartolas. Dado precisa ganhar um título e Leston quermostrar que veio pra ficar. /// Se terminasse hoje o Parazão, Parauapebas e Tapajós estariam rebaixados; terão que correr muito no 2º turno para sair dessa parada indigesta. /// Lembrando que se as semifinais terminarem empatadas no tempo normal, a decisão será nos pênaltis, não existindo a chamada prorrogação. /// A Turma do Bate Papo de hoje será no Izumo, a partir das 20 horas. Vamos analisar a rodada classificatória de ontem, possivelmente com as presenças de Leston Junior e Dado Cavalcanti…Quem dera! /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!
E-mails: rporto@supridados.com.br

22 de fevereiro de 2016 at 3:06 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 21.02.16

Novo desafio para o Leão

As dúvidas que rondam a campanha do Remo no campeonato devem ser respondidas no confronto decisivo deste domingo em Cametá. Depois dos sustos a que o time foi submetido na última quarta-feira, frente ao Parauapebas, é de imaginar que a vulnerabilidade gritante do setor defensivo tenha sido corrigida.
Até porque a equipe cametaense, reanimada pela vitória sobre o São Francisco, entrará com uma proposta bastante ofensiva, pois o único resultado que lhe pode dar a classificação é uma vitória por mais de três gols de diferença.
Mais do que se classificar, tarefa que se desenha difícil, o Remo precisa encontrar um jeito de jogar que explore as virtudes de seus principais jogadores. Eduardo Ramos e Marcos Goiano, os homens de criação, parecem ainda desentrosados.
Contra o Parauapebas, Goiano apareceu pela direita do ataque, mas passou a ideia de um jogador sem função. Habilidoso e bom finalizador, quase marcou um gol pegando de fora da área, mas esta foi sua única aparição notada na partida.
Ramos, posicionado mais à esquerda, apareceu bem mais, ora lançando Léo Paraíba, ora se aproximando de Ciro. A baixa produção acabou levando o técnico Leston Junior a substituir Goiano no começo do segundo tempo. A subutilização do meia lembra o calvário do armador Athos, há dois anos. Escalado para jogar ao lado de Ramos, Athos se mostrava dispersivo e sempre mal posicionado.
Um jogador de recursos como Marcos Goiano não pode ser desperdiçado no já limitado time azulino. Sem muitas alternativas no elenco para atuar na zona de criação, Leston terá que encontrar a faixa de campo mais adequada ao ritmo e às características do meia-armador.
Além disso, o Remo padece de uma aguda crise no setor defensivo. Os zagueiros Max e Ítalo são frequentemente confrontados com os atacantes adversários. Foi assim com Magno, do Pebas, que criou várias situações de perigo e marcou o único gol de seu time no Mangueirão.
Com cinco gols sofridos em três jogos, a defesa tem recebido uma saraivada de críticas, embora seja injusto nominar os zagueiros do centro da área como únicos culpados. Os volantes também têm seu quinhão de responsabilidade.
No jogo passado, Michel e Alisson não cuidaram de participar do combate no meio-campo. Lentos e pouco agressivos no desarme, eram frequentemente envolvidos pelos meias do Pebas. Com isso, a zaga ficava a todo instante sobrecarregada, sempre muita exposta.
Ajustes em times recém-formados são sempre difíceis de implantar. No caso do Remo, a troca de sistema (do 4-5-1 inicial para o 4-4-2) deve facilitar o processo, mas arrisco dizer que as falhas na defesa passam pela fragilidade dos volantes. Enquanto depender de Michel, Alisson e Yuri, todos ainda muito pesados, a defesa tende a continuar padecendo.
O ataque ficou mais funcional desde que Leston Junior entendeu que Ciro não podia jogar sozinho contra dois ou três zagueiros adversários. A entrada de Léo Paraíba deu mais velocidade às manobras ofensivas e abriu possibilidades para lances pelos lados da área.

Com boi na sombra, Papão faz experiências

Credenciado pela melhor campanha da primeira fase do turno, com desempenho 100%, o Papão recebe à tarde na Curuzu o instável Tapajós, cuja campanha é tão errática quanto a escolha de seus técnicos – em menos de um mês, o time já contabiliza três comandantes.
O amazonense Marcos Pitter, que substitui a Vítor Hugo, assumiu durante a semana e já encara um teste de fogo. Depois da goleada que o Papão aplicou no São Raimundo, domingo passado, em Santarém, é legítimo supor que o Tapajós corre risco igual ou maior nos domínios do Lobo.
Motivação é o que não falta do lado bicolor, mesmo levando em conta que o time já se classificou em primeiro lugar no grupo para a disputa da semifinal. Além do prazer de se apresentar perante a apaixonada torcida, os jogadores sabem que é o momento de garantir lugar na equipe.
Recuperado fisicamente, Ricardo Capanema retoma a condição de titular, barrando Ilaílson, que não conseguiu cumprir uma sequência convincente nas três primeiras rodadas. Na lateral esquerda, Lucas permanece, substituindo a Raí, lesionado. Na direita, Christian retorna.
O meio-campo segue sob a batuta da dupla de armação Celsinho-Rafael Luz, que tem assinado as principais jogadas ofensivas do time a partir de tabelinhas, passes e lançamentos como há muito tempo não se via no Papão.
Como o jogo é mero cumprimento de tabela, Dado Cavalcanti promove mudança também no ataque. Betinho ganha a camisa 9, com méritos, pois apareceu bem nas ocasiões que entrou na equipe. O velocista Fabinho Alves será seu parceiro, mas Bruno Veiga pode entrar no decorrer do jogo.
O Tapajós leva para o jogo dois azulinos agregados na última sexta-feira. O zagueiro e volante Tsunami deve ser titular e o atacante Junior Miranda é opção para o banco de suplentes.

A hora e a vez da Velha Guarda

A notícia de que o Remo esteve a pique de fechar a contratação do veterano Cléverson, atacante do Passo Fundo (RS), de 32 anos, reforça a impressão de que Leston Junior é mesmo um técnico adepto de times formados com jogadores experientes.
Em tom de blague, experiente conselheiro azulino observa que o Remo vive uma fase de valorização da velha guarda: “A decisão máscula de emprestar Tsunami, jovem cuja presença só atrapalhava o trabalho o treinador e incomodava o executivo de Futebol, vai trazer grandes benefícios ao time”, vaticina.
Ferino, avalia que Tsunami foi descartado por não preencher um requisito básico: ter mais de 30 anos. “Os fora-de-série Alisson, João Vítor, Artur, Michel e Yuri, a partir de agora, demonstrarão todo o potencial que têm, sobretudo na marcação”. E arremata: “Creio que o Levy só não teve o mesmo destino de Tsunami e Alex Ruan por já não ser tão jovem”.
Recorda, ainda, que o técnico chegou fazendo juras de amor às divisões de base, prometendo aproveitar e prestigiar a garotada. “Imagine se não gostasse de trabalhar com jovens valores”, finaliza o conselheiro.

Bola na Torre

O técnico Dado Cavalcanti é o convidado do programa deste domingo. Giuseppe Tommaso apresenta, com a participação de Valmir Rodrigues e deste escriba de Baião. O Bola na Torre começa depois do Pânico, por volta de 00h20.

21 de fevereiro de 2016 at 3:44 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 21.02.15

BOLA NA TORRE

Neste Domingão na RBATV – Canal 13 o Bola na Torre vai
ao Ar Logo após o Pânico da Band. O Parazão será destaque
com os jogos deste domingo e que define os Semifinalistas e
os Todos Gols. Estarei no comando e comigo os
companheiros Gerson Nogueira e Valmir Rodrigues. Nosso
Convidado Especail será o Técnico do Paysandu dado
Cavalcante. Participe pelo @bolanatorre ( Twitter e Instagran )
CAMISA 13

Esta semana foram instaladas duas Urnas Fixas para votação do torcedor na eleição dos Melhores do Parazão 2016. Na terça a Urna foi Instalada no Laboratório Amaral Costa na unidade da Antonio Barreto e na Quinta na Loja da RR Pneus. Na quarta no Mangueirão o torcedor azulino fez sua votação, hoje na Curuzú por ocasião de Paysandu e Tapajós, será a vez do torcedor bicolor depositar o seu voto.

AGENDA…

Presidente da CBF o paraense Antonio Carlos Nunes terá agenda cheia esta semana. Viajou na sexta para os Estados Unidos onde participa do Sorteio das Chaves para a Copa América Centenário, em seguida vai a Zurich para Reunião da FIFA. Quem não deve vai e volta com tranqüilidade…

BASQUETE…

Uma tristeza, para o Basquete paraense, porém é a mais pura verdade. Uma ação do Sr. Marcley Lima que depõe contra e mancha o nome da Federação Paraense de Basketball (FPB). A entidade maior do basquete no Estado do Pará está sendo alvo de uma cobrança judicial, feita pelo Hotel São Bráz S/C Ltda., face ao não pagamento das diárias de hospedagem e alimentação de atletas, no valor de R$ 31.798,00 (trinta e um mil, setecentos e noventa e oito reais), entre os dias 31 de março de 2013 e 07 de abril de 2013, época que o referido senhor era o presidente da entidade. Estranho, é que a Confederação Brasileira de Basketball (CBB), na época, repassou a Federação Paraense de Basketball (FPB) um valor financeiro, justamente para a realização do pagamento que vem sendo cobrado judicialmente. Onde isso vai parar? Lamentável…

BASE

Este era o discurso do Treinador Leston Junior quando assumiu o Remo. São poucos os que estão sendo aproveitados e não tem chance. Pra completar o Remo emprestou o atacante Junior Miranda e o promissor Tsunami ao Tapajós que já serão atração hoje contra o Paysandu. Vai entender…

RODADA…

Com uma cobertura completa e informações em cima do lance, hoje pela Rádio Clube do Pará. Vamos acompanhar os quatro jogos desta ultima rodada classificatória do Primeiro Turno. Na Curuzú Paysandu e Tapajós com Geo Araujo e Carlos Castilho. Em Cametá jogando a liderança o Remo enfrenta o Cametá com Carlos Gaia, João Cunha e Paulo Caxiado, Águia e São Francisco com Francisco Urbano e Independente e Paragominas com Mauro Borges. Esse domingão promete emoções…

21 de fevereiro de 2016 at 3:09 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 19.02.16

POSITIVO – Providencial a atitude da FPF mudando semifinais do 1º turno para 27 e 28.2 e final dia 6.3. Classificados terão mais tempo para se preparar.

NEGATIVO – Muitos quetionamentos de torcedores bicolores para coluna sobre preços cobrados para domingo na Curuzu e possibilidade de time misto. Confesso que não acredito nisso!

Lá e Cá

Técnico Dado Dado Cavalcanti, do Paysandu, o convidado do Bola na Torre de domingo (RBA HDTV e Rádio Clube); Lombardi e Chrystian liberados pelo DM do Papão.

Paysandu terá pela frente times paraenses na Copa Verde (Águia) e Copa BR (Independente). Vantagem? Papãozinho representante do Pará na Copa BR Sub 17 e estréia dia 30.3 diante do América-MG.

Diretoria do Remo cobrou do técnico Leston Jr produção da equipe que não vem agradando. Muitos contratados ainda não deram liga, segundo o presidente André Cavalcante.

Por sinal, Leston adiantou que o time em Cametá será o mesmo que começou diante do Parauapebas. É muito confiar no seu taco e dos jogadores que indicou!

Diretoria e CT do Tapajós anunciam quatro contratações para o segundo turno: lateral, volante, meia e atacante; Samuel Cândido prestigiado no São Raimundo.

Atacante Rafael Tanque, do Tapajós, teve apenas luxação e não fratura. Deverá ser liberado para enfrentar o Paysandu.

Papão e Boto já têm dois jogos na história: triunfo bicolor em amistoso de 2014, na Curuzu (4×2) e, vitória santarena no Parazão do ano passado, no Barbalhão (2×1).

Diretores que deixaram o Grêmio Português vêm recebendo tanto apoio que decidiram protocolar ao secretário Adriano Borges pedido de resposta às calúnias e difamações perpetradas pelos atuais mandatários.

Remo e Paysandu com problemas na lateral esquerda e Edinaldo voando no Águia; no Leão Azul, Murilo, Michel e Ítalo estão devendo e muito.

HOMENAGEM – Antonio Silvino da Paixão Filho, o Cebolão, ex-artilheiro do Bragança, Botafogo e Seleção de Iagarapé Açu, Bom-Intento e Seleção de Marapanim, Yamada e Júlio Cezar da Capital nos anos 60. No fulgor dos seus 75 anos, aposentado, mora em Marituba e vibra com o Remo.

19 de fevereiro de 2016 at 12:44 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 19.02.16

Reforma ou jogo de cena?

Um comitê criado para reformular leis e normas do futebol deveria ter ampla representatividade da sociedade e da comunidade esportiva. Este ponto deveria ser fundamental e inegociável. Mas, bem ao seu estilo, CBF lançou solenemente ontem o Comitê de Reformas do Futebol Brasileiro, desprezando a experiência, o conhecimento e a vivência de importantes lideranças do esporte no país.
Aprende-se desde cedo no Brasil que a melhor maneira de empurrar problemas com a barriga é criar um comitê ou grupo de trabalho para alguma coisa. Jogo de cena para garantir que nada se resolverá e tudo continuará como dantes.
No caso do comitê, a CBF convoca Carlos Alberto Parreira pela enésima vez. Autor de teses repetitivas e pouco aplicáveis, Parreira é um notório conservador quanto ao futebol que se pratica hoje. Traz, ainda, Carlos Alberto Torres, o eterno capitão do Tri, cujas curtas ideias são bem conhecidas. Ao mesmo tempo, ignora figuras mais antenadas com os debates travados hoje no país, como Zico, Tostão e Alex.
Surpreende o fato de o tal comitê não contar com nenhum jornalista ou cronista esportivo de renome. Alguém que pretenda mudar de verdade os rumos do futebol no Brasil pode abrir mão da expertise de gente como Juca Kfouri, Fernando Calazans, José Trajano, Alberto Helena Jr., Maurício Noriega, Mauro Cézar Pereira, Paulo Vinícius Coelho ou Renato Maurício Prado? Ou de treinadores como Tite, Levir Culpi, Muricy, Felipão ou Luxemburgo?
Por outro lado, a CBF explicita o seu ranço revanchista ao boicotar diretamente o Bom Senso FC, entidade que congrega jogadores profissionais e que vem se destacando na apresentação de propostas e críticas ao sistema vigente. Pelas críticas constantes à entidade, nenhum membro do Bom Senso foi chamado a opinar sobre temas da maior importância para o esporte mais popular do país.
Em compensação, povoou a comissão com personagens pouco representativos, incluindo especialistas em leis desportivas, dois presidentes de clubes (Botafogo e São Paulo), dois ex-atletas (Ricardo Rocha e Edmilson), três cartolas de federações estaduais, uma atleta de futebol feminino (Formiga), um membro do STJD e funcionários da própria CBF, como o tucano e ex-ambientalista Walter Feldman e a ex-bandeirinha Ana Paula Oliveira, que não sabia marcar impedimento, mas ascendeu ao posto de diretora da Escola Nacional de Arbitragem.
Para se ter uma ideia da barafunda que ronda o comitê, ele terá que discutir e validar mudanças sobre áreas de extrema complexidade, como o código de ética da CBF; modificações no estatuto social e no processo de transparência da entidade; medidas de responsabilidade social; impactos regulatórios e tributários; internacionalização do futebol; tecnologia e inovações; futebol de base; licenciamento e registro; desenvolvimento do futebol feminino; direitos de transmissão; direitos dos atletas e demais profissionais do segmento; calendário do futebol brasileiro; arbitragem; capacitação e intercâmbio.
Além desses temas, o Comitê de Reformas ainda terá a missão hercúlea de deliberar sobre “democratização e engajamento da torcida brasileira”. Deve queimar muita pestana tentando achar um jeito de reacender a paixão do torcedor pelo futebol depois daquela chinelada de 7 a 1 na Copa 2014 e em meio aos cabeludos escândalos que envolvem os últimos três presidentes da CBF. ,
Feldman, que será uma espécie de inspetor geral dos trabalhos, já engrenou aquele discurso vazio de participação de todos para soerguer o futebol no Brasil. Devia economizar o latim e partir para ações efetivas e práticas.
Ninguém discute as boas intenções da CBF ao inventar um comitê de reformas. Questiona-se apenas a legitimidade dos escolhidos e sua capacidade de propor os avanços que o futebol requer e precisa. Corre-se o sério risco de perder tempo (e recursos) com reuniões vazias e improdutivas.
Tese da torcida única em Re-Pa pode ser reaberta

Torcedores que compareceram anteontem ao Mangueirão para ver Remo x Parauapebas tiveram uma ideia dos atropelos que aguardam pela massa torcedora do primeiro Re-Pa do Campeonato Paraense, que pode acontecer nas próximas semanas pela fase semifinal, caso o Leão seja o segundo colocado em seu grupo.
Com o tráfego restrito a uma só via (a rodovia dos Trabalhadores), devido às obras do malsinado BRT na Augusto Montenegro, é de se prever um tremendo rebuliço no acesso ao estádio Jornalista Edgar Proença por ocasião do maior clássico da Amazônia.
O certo é que os estudos da Polícia Militar e dos Bombeiros, recomendando a adoção do sistema de torcida única, continuam sobre a mesa e não foram descartados, apesar dos eloquentes desmentidos feitos à época da divulgação da notícia pelo blog campeão.
O Remo e o desmanche da base

Depois de liberar Alex Ruan, Nadson e Yan, o Remo prossegue em seu estranho projeto de desvalorização dos garotos revelados nas divisões de base. Vai ceder ao Tapajós o volante-zagueiro Tsunami e o atacante Junior Miranda, lembrando o que o clube fez (com péssimos resultados) em 2013, cedendo Jayme ao Paragominas.
Do grupo que brilhou na conquista do Parazão 2014, ainda com Roberto Fernandes, somente Igor João e Sílvio permanecem no Evandro Almeida.
O mais interessante é que Leston Junior, ao chegar a Belém, soltou aquela pérola usada por todo treinador importado: disse que adorava trabalhar com jogadores jovens e que iria prestigiar a base.
A cessão dos atletas ao Tapajós confirma que ambos estavam fora dos planos de Leston para a temporada. Ao mesmo tempo, vários importados seguem prestigiados, mesmo sem justificar as contratações – casos do volante e Alisson e do lateral-esquerdo João Vítor, que já haviam passado sem maior brilho pelo Papão

19 de fevereiro de 2016 at 12:41 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 18.02.16

POSITIVO – Remo tem 15.000 sócios torcedores inscritos e pouco mais de 6 mil adimplentes. Em bom momento os dirigentes e marketing buscam chegar logo aos 10.000 para assegurar folha salarial sem atropelos.

NEGATIVO – Inaceitáveis esses ataques de alguns dirigentes do Grêmio Português aos que deixaram a agremiação há pouco e fizeram muito. Clube de 148 anos (mais antigo do Pará) não merece esse antagonismo.

Lá e Cá

Paysandu vai inaugurar academia na sede para atender associados, inclusive sócios torcedores; Papão não desiste e volta de João Lucas não será surpresa. Lateral topa e tudo depende do empresário.

Paulinho e Gualberto só em março à disposição de Dado Cavalcanti. Técnico está no Paysandu há 59 jogos, 29 vitórias, 11 empates, 19 derrotas e 55% de aproveitamento. Jogo 60º domingo e 1 ano dia 25.2.

Mesmo com a grita do Remo a CA da FPF confirma Djonaltan Costa na arbitragem do jogo de domingo contra o Cametá, no Parque do Bacurau; nova audiência de Leandrão dia 10.5. Ele quer 350 mil do Leão Azul.

São Francisco baixou preço do ingresso para hoje, meta é classifcar, manter 100% de aproveitamento contra o Cametá e sem tomar gol. Ataque vai de Balotelli e Buiú. Barbalhão vai ferver!

De março a maio SEEL vai promover Corrida de Aventura, II Corrida da Paz (com doação de sangue), III Enduro do Carimbó, entre outras ações.

NoTorneio Início do Grêmio Português o Benfica foi campeão de novos e o Estoril faturou no máster; sábado amistoso de futebol peada etre Bola Presa x Mônaco.

Elysson Raul, novo preparador físico do Tapajós, tem passagem na Tuna, Ananindeua, Bragantino, Time Negra, Goiatuba-GO, Princesa e Panarol-AM. Já trablhou com técnico Marcos Piter.

Mesmo sem apoio o Pinheirense ainda foi 3º no seu grupo no Brasileiro Feminino, após o extravagante empate de 4×4 ontem contra o Vitória, em Salvador. Aconselho clubes sem torcida a desistir dessa modalidade!

Que falta o Baenão está fazendo ao Remo, principalmente pelo lado financeiro; presidente interino da CBF, Antonio Carlos Nunes de Lima, vai ser convocado e ouvido como testemunha na CPI do Futebol.

HOMENAGEM – Benedito Silva Menezes, o Torpedão, ex-remador do 4 com, 4 sem e centro do 8 gigante, campeão 5 vezes pelo Remo nos anos 80-90. Defendeu a Seleção Paraense. É vigilante de empresa.

18 de fevereiro de 2016 at 5:45 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 18.02.16

Uma vitória e alguns sustos

O torcedor do Remo que se abalou até o Mangueirão por baixo de chuva ontem só se sentiu aliviado quando o árbitro encerrou a partida. Nos últimos segundos o modesto Parauapebas ainda deu alguns sustos, como a bola cabeceada na trave por Yuri. Momentos antes, o goleiro Fernando Henrique já havia evitado milagrosamente o gol em cabeceio à queima-roupa na surpreendente pressão final do time interiorano.
O placar final apontou 3 a 1, mas o jogo foi bem mais complicado do que o começo prenunciava. Logo a um minuto, depois de rápida jogada individual de Ciro pela direito, a rede do Pebas balançou. O atacante driblou o marcador e mandou um tiro forte, no canto direito de Mike Douglas. Um golaço.
Com boa insistência pelos lados, com Murilo e Levy, o Remo foi chegando e conseguiu empolgar o torcedor em lances individuais. Eduardo Ramos se aproximava de Ciro e Léo Paraíba, enquanto Marco Goiano aparecia como um terceiro atacante pela direita. Aos 19 minutos, após lançamento perfeito de Ramos, Léo chutou da entrada da área e ampliou o marcador.
Apesar de alguma lentidão na saída, o Remo parecia em condições de disparar uma goleada ainda no primeiro tempo, até porque o Parauapebas não mostrava qualquer sentido de conjunto, com uma defesa frágil e se expondo seguidamente. Ficou na promessa porque aos poucos o ânimo inicial foi cedendo lugar à troca improdutiva de passes no meio, permitindo ao adversário pela primeira vez no jogo respirar um pouco.
As coisas começaram a mudar de fato quando o técnico Sinomar Ramos deslocou o ágil atacante Magno para o lado esquerdo, explorando contra-ataques e partindo para cima do lateral Murilo e do zagueiro Ítalo, que era o primeiro a sair para o combate.
Por duas vezes, Magno esteve perto de fazer gol ao ser lançado por Fininho, que manobrava sem marcação junto à área remista. Lentos, os volantes Michel e Alisson não conseguiam dar o combate adequado.
Depois do intervalo, Sinomar lançou o meia Neto para jogar ao lado de Fininho e formar o tripé ofensivo com Magno. O expediente funcionou porque o setor de marcação do Remo se mostrou ainda mais vulnerável à meia pressão imposta pelo Pebas.
Aos 14 minutos, em jogada que já havia sido tentada na primeira etapa, um cruzamento rasteiro atravessou toda a extensão da área e chegou a Magno, que chutou prensado para diminuir o placar e jogar um balde de água gelada na animação da torcida no Mangueirão.
Inexplicavelmente, o Remo não tocava a bola, preferindo ficar esperando que o adversário avançasse. A tática seria correta se o setor de marcação fosse eficiente, mas Alisson e Michel continuavam sem conseguir acertar o passo. Leston Junior providenciou então a troca de Michel por Yuri e de Marco Goiano por Edcléber.
As mudanças não influíram no ânimo e nem na organização do Remo. O time seguiu cadenciando excessivamente o jogo e errando muitos passes (42 no total), evidenciando desentrosamento. Disso se aproveitava o Parauapebas para avançar com Magno, Neto e Fininho. Quase sempre chegavam à área e levavam vantagem no combate direto com os zagueiros Max e Ítalo.
O momento era dramático para o Remo quando Welton entrou na vaga de Léo Paraíba e Ciro foi deslocado para a direita. O Pebas se assanhava em busca do empate quando Levy fez tabela com Yuri e recebeu dentro da área, batendo na saída do goleiro. O terceiro gol recolocava o Remo com folga no placar, acalmando o jogo.
Só que o Parauapebas, já fora da briga no primeiro turno, se lançou à frente sem qualquer preocupação defensiva. Quase foi premiado com o segundo gol, mas parou na trave e nas mãos de Fernando Henrique.
Ficou claro que o Remo vai precisar de mais tempo para ajustar um formato tático. Mesmo no 4-4-2 que Leston passou a usar, o time ainda depende muito das ações individuais de Ramos, Ciro e até Levy, que ontem jogou improvisado, mas teve força e arrojo para decidir uma partida que se encaminhava para um final imprevisível.
Tudo bem que foi apenas a terceira partida da equipe no campeonato, mas alguém precisa sempre lembrar ao técnico que o tempo não para e o Parazão não espera ninguém. Já no domingo, em Cametá, o Remo terá que vencer se quiser continuar brigando pelo título do turno.

Galo despacha Pantera e vai decidir com Jacaré

O empate de ontem entre São Raimundo e Independente, por 2 a 2, em Santarém, teve um sabor amargo para o Pantera e deixou o time de Tucuruí com a faca e o queijo na mão para garantir um lugar nas semifinais do turno.
Os alvinegros santarenos findaram sua participação nesta fase, enquanto o Galo Elétrico ainda enfrentará o Paragominas, domingo, em jogo marcado para o estádio Navegantão. Desse confronto sairá o segundo colocado do grupo que já tem o Papão como líder absoluto e inalcançável.

Escândalo da Fifa envolve empresa panamenha

De repente, a holding panamenha Mossack Fonseca – que aparece na Operação Lava Jato como proprietária de apartamentos do edifício Solaris, no Guarujá (SP), e também da mansão da família Marinho (Rede Globo) em Parati, no Rio – também virou alvo de investigações quanto a envolvimento no escândalo da Fifa.
A Mossack Fonseca surge no radar dos organismos policiais pela especialidade em lavagem de dinheiro através de offshores. Documentos publicados ontem pelo jornal uruguaio “Sudestada”, de jornalismo investigativo, mostram que o ex-dirigente da Fifa e ex-presidente da Conmebol, Eugenio Figueredo, usou a Mossack para abrir uma empresa fantasma no Uruguai e lavar a propina recebida.
Figueiredo é um dos cartolas presos no escândalo de corrupção da Fifa, desbaratado pela Justiça norte-americana. Extraditado em dezembro para o Uruguai, o cartola teve outra prisão decretada em seu país, por fraude e lavagem de dinheiro, em uma segunda investigação – na Conmebol.
Figueiredo também foi vice de Blatter na Fifa de 2014 a 2015, período que é alvo de investigação por parte dos organismos americanos. Através dele, o FBI espera chegar em nomes poderosos (e blindados) do futebol no Brasil, incluindo gente graúda que controla os campeonatos no país.
Como o cartola uruguaio foi rastreado pelos seus vínculos com a panamenha Mossack, nada impede que figurões brasileiros também venham a ser devidamente enquadrados e punidos.

18 de fevereiro de 2016 at 5:41 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 17.02.16

POSITIVO – Clássico RE-PA agora Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado em projeto do deputado Técio, aprovado ontem na ALEPA, após receber parecer favorável da Comissão de Justiça e Educação. Valeu!

NEGATIVO – Antonio Caetano e Marcelo Souza tentam dar norte seguro ao basquetebol e informam chegada de cobrança judicial de hotel de Belém (R$33.798,00) para FPB, gestão de Marcley Lima (2013), que tinha recursos da CBB para tal. E Marcley recolocado na presidiência. É duro!

Lá e Cá

Observaram que o Parazão 2016 tem chamado atenção pelos gols bonitos: meus preferidos até agora do Flamel contra o Remo e de Bruno Veiga diante do São Raimundo. Que venha mais!

Grêmio Literário Português e Bancrevea alguns dos poucos clubes sociais e esportivos que ainda não adotaram a eleição direta. Nesse ponto se atrasaram. Voto democrático evita perpetuação de diretores.

Paysandu teve problemas de meio campo e ataque em todo Brasileiro passado. Agora, resolveu meio campo e para o ataque tem Fabinho Alves, Leandro Cearense, Betinho, Bruno Veiga e Wanderson. Quanta diferença!

No retorno de Manaus e Santarem azulinos e bicolores se encontraram no avião. Leston Jr e Dado vieram papeando, enquanto Fernando Henrique, Henrique, Betinho e Leandro Cearense se entregaram ao carteado.

Aliado do Remo hoje é o desgaste do Parauapebas, 13 horas de ônibus em 706,5km, alem dos desfalques de Nando e Éder. Do técnico do Pebas Sinomar Naves: “isso é um abuso à integridade de um atleta profissional”.

É bom lembrar que no começo do Parazão 2015 o Trem de Ferro, com banco incompleto, deu de 2×1 no Remo, no Mangueirão (único jogo dos dois). Leão Azul vacinado e precisando fazer saldo; Tsunami relacionado.

Tapajós sem Maurian (lesão) hoje em Paragominas. Novidades no grupo do Boto o veterano Torrô e a estreia do técnico Marcos Piter que pegará logo duas bimbarras, pois domingo terá o Papão, na Curuzu.

São Raimundo e Independente esta noite, no Barbalhão-Santarém, colocando fogo na disputa pela 2ª vaga do grupo A2; presidente do Paysandu visitou o da CBF no dia de ontem no RJ e houve troca de camisas, além de muita cordialidade.

Remo terá hoje 7 jogadores da indicação do Leston Jr-Fred Gomes, 4 remanescentes de 2015 e só um paraense, Levy. Vai no 4-4-2. Mateus Muller voltando; João Lucas teve retorno negado ao bicolor pela Chape.

HOMENAGEM – Osvaldo José Nascimento Silva, o Sereia, nos anos 60 ex-campeão paraense de boxe meio médio pela Academia Amaral e Campeão das Luvas de Ouro da antiga TV Marajoara. É pintor de carros.

17 de fevereiro de 2016 at 11:54 am Deixe um comentário

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