Archive for maio, 2016

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 25.05.16

POSITIVO – Largura continua: coronel Nunes (presidente licenciado da FPF e vice Sudeste da CBF) na chefia da Delegação Brasileira à Copa América Centenária nos Estados Unidos.

NEGATIVO – Tuna não conseguiu reunir atletas e estará fora da segunda regata do ano no domingo. Que acontece com a outrora “Rainha do Mar” dos bons tempos de Ilídio Medeiros, Manoel Cristino, entre outros?

Lá e Cá

Paulo Romano, Diretor de Competições da FPF informa que clubes já pagam os maqueiros e gandulas e apenas passam a ter a obrigatoriedade da indicação com determina CBF nestes casos. Sempre os clubes!

Condução da Tocha Olímpica por Belém não vai contemplar ninguém da família Garcia (Laury, Laurindo Neto e Laury Segundo), gente que dispensa comentários nas conquistas regionais, nacionais e internacionais de judô.

No mesmo estádio em que o Paysandu jogou ontem, em Juiz de Fora, nosso árbitro FIFA Dewson Freitas dirigirá hoje Botafogo x Atlético-PR. E fica pelas Minas, pois sábado, em BH, apitará clássico Cruzeiro x América.

Outro árbitro paraense que vai às Alterosas no fim-de-semana é Andrey Silva, para comandar sábado, no Estádio Antonio Guimarães de Almeida, em Tombos, Tombense x Guarani-SP (Série C).

Técnico do River-PI que começou bem Série C e está quase dono do título estadual mafrense é Capitão, ex-meia atacante campeão da Terceirona pelo Remo em 2005. Fez 3 gols na campanha e inclusive 1 na final.

Time que derrotou Nova Hamburgo-RS, lá, de 2×1: Rafael, Maquinhos Belém, Magrão, Carlinhos e Eduardo (Sérgio), Márcio Belém, Serginho, Geraldo (Capitão) e Maurílio, Landu e Douglas (Ailton). Técnico R. Davino.

ASA-AL recebeu mais dois reforços para estrear contra o Remo: volante Max Carrasco e atacante Reinaldo Alagoano.

DM do Remo com toda cautela no caso Levy. Tratamento adequado como era de se esperar e nada de açodamento para que volte na hora certa e inteiro; volante Yuri bucando sua vaga e pelo jeito vai coseguir.

Base da Luverdense, adversário de sábado do Paysandu, aqui: Gabriel Leite, Raul Prata, Luiz Otávio, Everton e Regis, Muralha, Ricardo, Jean Patrick e Douglas Baggio, Hugo e Alfredo. Técnico Júnior Rocha, que está na 4ª temporada à frente do time de MT e tem 35 anos, 3 meses a mais que Dado Cavalcanti, o tecnico Bicolor.

Paysandu e Ricardo Capanema absolvidos no STJD. Advogado Bicolor Alexandre Pires reforçou defesa do Dr. Osvaldo Sestário. Valeu!

HOMENAGEM – Hernan Souza Filho, ex-diretor de Futebol do Paysandu, com títulos estaduais (76-80-81). Seu grupo trouxe Dario e Chico Spina para o Papão. Engenheiro civil e mora em Pompano Beach-Flórida-USA.

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25 de maio de 2016 at 2:51 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 23.05.16

Ficou de bom tamanho

 

Foi mais difícil do que se imaginava. O Oeste impôs dificuldades, jogou muito bem e por pouco não levou três pontos para São Paulo. Mas o Papão, que não conseguiu se estabilizar no primeiro tempo, não tem do que se lamentar, pois as circunstâncias da partida fizeram com que o empate fosse até um bom negócio.
Com pouco mais de uma semana à frente do time paulista, Fernando Diniz acrescentou a linha defensiva do Audax e mudou por completo a fisionomia tática do Oeste. Sob seu comando, os jogadores valorizam a posse de bola, capricham na aproximação entre os setores e raramente dão um passe errado. Ligação direta? Nem pensar.
Contra uma equipe que joga dessa maneira, tocando a bola desde a reposição até as ações ofensivas, qualquer adversário encontra sérios problemas para marcar. Com o Papão de Ricardo Capanema e Augusto Recife não foi diferente. O jogo terminou e o setor de contenção bicolor não achou jeito de vigiar e conter os meias e atacantes do Oeste.
Além dos embaraços criados para os defensores do Papão, a maneira de conduzir a bola, tocando até 15 passes numa jogada normal, provoca um desgaste a mais para quem marca. Durante os primeiros 45 minutos, as manobras do Oeste se concentraram nas duas pontas, com Francis pela direita e Léo (ex-PSC) pela esquerda, explorando os espaços deixados por João Lucas e Roniery, respectivamente.
O gol do Oeste surgiu de uma investida pela direita em contra-ataque. Aos 38 minutos, Clébson foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para Ricardo Bueno mandar para as redes. O Papão ainda pressionou e perdeu duas chances, com Leandro Cearense e Alexandro. Além disso, o árbitro cearense deixou de assinalar um penal de André sobre Alexandro.
Em desvantagem, o Papão encarou a etapa final de outra forma. Posicionou os dois atacantes mais em cima da saída de bola do Oeste e passou a utilizar mais as extremas, com Ruan (substituto de Rafael Costa) e Edson Ratinho (que entrou no lugar de Roniery). Aos 27 minutos, depois de muita insistência, Alexandro marcou o gol bicolor em raro descuido dos zagueiros rubro-negros. O gol deu nova vida ao Papão e melhorou o rendimento até de Celsinho, discretíssimo em campo.
O confronto ficou em aberto até o último instante, com chances de lado a lado, mas a justiça se impôs com a igualdade no placar.
Dado Cavalcanti, assertivo como sempre, resumiu bem as coisas. Saiu insatisfeito com o resultado, mas feliz pelo jogo que o Papão conseguiu fazer, equilibrando as ações contra um oponente que será muito difícil de ser batido na competição.
Remo empata, mas confirma evolução
Poderia ter sido uma estreia mais auspiciosa, mas o Remo conseguiu sair da Arena Pantanal com um empate após jogar razoavelmente bem diante do Cuiabá. As muitas modificações feitas no time mato-grossense, que estreava nove atletas, permitiram ao Leão criar boas situações no início da partida. Fernandinho, jogando em velocidade, levava sempre vantagem sobre os zagueiros. Foi assim que abriu o marcador, depois de um corte seco dentro da área e o chute chapado no canto direito do goleiro Henal.
Flávio Araújo, porém, deve ter acompanhado a desdita azulina em bolas aéreas e conseguiu chegar ao empate ainda no primeiro tempo em cabeceio de Gilson, ex-bicolor, aproveitando um clarão no meio da zaga do Remo.
Depois do intervalo, o Cuiabá voltou mais agudo e poderia até ter obtido a virada, mas desperdiçou um penal meio mandrake assinalado pela arbitragem. O Remo não manteve a agressividade do primeiro tempo, mas também teve chance de matar o jogo.
No geral, uma apresentação dentro do esperado, com lampejos de Eduardo Ramos e atuações pouco convincentes de Ciro e Fabiano.
De todo modo, o Remo mostrou estar em evolução, mais organizado e insinuante no ataque, graças à presença destacada de Fernandinho como atacante de lado.

23 de maio de 2016 at 3:41 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 17.05.16

POSITIVO – A FIFA não se manifestou, mas a CONMEBOL festejando 100 anos (09.07.2016), incluiu homenagem ao Remo campeão do Mundialito de Caracas, em 1950, (disputou com 5 equipes venezuelanas). Essa competição deu origem ao Mundial de Clubes.

NEGATIVO – Em quatro rodadas do Campeonato Paraense Sub 15 a Desportiva teve 10 jogadores expulsos. Psicólogo já!

Lá e Cá

Ministro paraense Walmir Oliveira da Costa sugeriu e o Ministro do TST Caputo Bastos (presidente da Academia Nacional do Direito Desportivo) tenciona realizar em Belém Seminário Sobre Direito Desportivo.
Evento reuniria imprensa esportiva local, clubes e atletas, discutindo direitos e obrigações dos profissionais e das agremiações. Apoio já!

Alan Dias (Remo) já atuou com Marcelo Veiga na Portuguesa e Botafogo-SP. Reúne experiência em todas as séries do Brasileiro, inclusive tendo defendido o São Paulo na Série A (2007-08).

Contusão de Levy é grau 1 e difícilmente atuará contra Cuiabá. Murilo na expectativa. Contratações no Leão suspensas até segunda ordem. Sábado, Brinner, Fabiano, Smoller, Alan Dias e Fernandinho confirmados.

Base do Remo campeão do Mundialito, em 1950: Veliz, Expedito e Isan, Modesto, Jambo e Muniz, Itaguari, Quiba, Jeju, Jaime e Marido. Técnico Capi. Atuaram ainda Sílvio, Janguinho, Tidoca, Pelado e Euclides.

Pelo que o Lucas jogou de volante contra contra o Ceará é para deixar Recife ou Capanema de barba de molho. Gostei muito do Bicolor em Fortaleza e Bruno Smith em boa hora tendo contrato prorrogado.

Por opção técnica e face alguns atletas já terem atuado na Copa do Brasil, entrarão no Lobo, hoje, Recife, Capanema, Celsinho e L. Cearense.

Estádio Germano Kruger onde o Papão jogará esta noite é homenagem ao alemão técnico em estradas de ferro, que também idealizou e projetou a praça de esportes do Operário Paranaense.

Danilo Galvão, 25 anos, mais experiente, de volta ao Águia para Série D. Azulão estreará novos uniformes na competição e projeto é retorno à Série C onde esteve 8 anos seguidos.

Diretor de Esportes do COB para Olimpíada do RJ é o paraense Agberto Guimarães, que foi top no atletismo; Tuna anunciando técnico brasileiro de renome internacional, Charles Gatinho, passagem em Porto Rico e USA.

HOMENAGEM – Mário Sérgio Nascimento, o Mário Sérgio, campeoníssimo no Pará de karatê (meio médio) pela Academia Machida (competiu por 38 anos). É professor na rede estadual e de karatê na Machida.

17 de maio de 2016 at 9:23 am Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 11.05.16

POSITIVO – Eis que na 3ª tentativa o Paysandu trouxe para o futebol do Pará o título da Copa Verde e vaga na Copa Sul-Americana. Segundo título importante do técnico Dado Cavalcanti e do clube em 72 horas. Pena a perda da invencibilidade!

NEGATIVO – Não terminou bem a relação do São Fracisco com Paysandu e FPF em função ao borderô de sábado passado. Lamentável!

Lá e Cá

André Baia, da base do Remo e Diego Bessa, na verdade diretor de estádio, procuraram-me para esclarecer que até tentaram ajudar jogador Lailson sobre os documentos, mas ainda sem sucesso.

É que a entrega foi feita na gestão anterior de Pedro Monowa e a divisão era comanda por Fabio Cebolão. Seria bom Cebolão se juntar para solucionar a pendência. No aguardo!

Augusto Recife foi o mais votado na Seleção do Troféu Camisa 13 (RBA HD TV) de 2016, com 5.395 indicações e craque o goleiro Emerson, também do Paysandu. Do interior só o lateral esquerdo Edinaldo (Águia).

Ezequias, Leandrinho e Alexandre, do Independente, reforçando o Águia para Série D (começará dia 12.6). Está de volta Rayro e chegando do sul Marconi.

Paraense Giovanni Augusto (Corinthians) o mais indicado na 1ª rodada do Cartola FC do campeonato Brasileiro, ultrapassando 600 mil citações.

A vida é assim: árbitro Marcos Antonio da Silva Mendonça (Marcão), que teve atuações destacadas no Parazão recém-encerrado vítima de AVC. Na torcida pela sua recuperação.

Árbitro de Ceará x Paysandu, sábado, Emerson Luiz Sobral-PE-CBF1, o mesmo do 1º jogo bicolor de 2015 na derrota de 1×0 para o Botafogo, no finalzinho, no Mangeirão e teve gol anulado de Leandro Cearense (legal).

Patrick, atacante pelas beiradas, mais uma indicação de Marcelo Veiga e deverá se constituir na 21ª contratação do Remo do ano, a 8ª para Série C.

Prefeitura alega que curta temporada do Remo em Bragança empacou por novas exigências dos esmissários do clube que não puderam ser atendidas. Leão procura adversário para amistoso domingo no Magueirão, mas liberação do estádio está complicada.

Federação de Cicllismo anunciando para domingo, de 8h ao meio dia, no Portal da Amazônia, a X Copa Metropolitana. Contatos paciclismo@gmail.com

HOMENAGEM – Manoel da Fonseca Sarmento, o Reta, ex-lateral esquerdo campeão pelo Progresso de São Caetano de Odivelas nos anos 60 e várias vezes na Seleção do município. Aposentado do INSS e mora lá mesmo.

11 de maio de 2016 at 7:00 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 11.05.16

Campeão com méritos

A decisão da terceira edição da Copa Verde finalmente fez pender a balança para as cores do Pará. Depois de bater na trave duas vezes, em 2014 e 2015, o futebol papachibé chegou ao título através do Papão, ontem à noite, em Brasília. Os bicolores não realizaram um grande jogo, mas asseguraram o resultado que convinha, a partir da vantagem (2 a 0) imposta no primeiro confronto em Belém.
O confronto foi mais difícil do que se previa. Muito mais pelas hesitações do Papão em buscar o gol – e um surpreendente pânico que se abateu no segundo tempo – do que propriamente por méritos do Gama.
Tudo o que se falava sobre a campanha meritória dos bicolores na competição, ultrapassando adversários com relativa facilidade, não se confirmou na partida realizada no estádio Bezerrão.
E as coisas começaram bem favoráveis ao time paraense. Mais encorpado taticamente e com o lado emocional em ordem, o Papão pisou em campo na condição de franco favorito à conquista da Copa Verde. Bastava fazer um jogo de espera, explorando os espaços concedidos pelo Gama.
Nem foi preciso esperar tanto por isso. Logo aos dois minutos, Raí deu ao Papão a excepcional vantagem de 3 a 0 no placar agregado e deixou o limitadíssimo Gama com a hercúlea obrigação de fazer quatro gols para reverter a situação.
A partir daí, o Papão se sentiu à vontade para ditar o ritmo da partida, jogando em cima dos muitos erros do Gama, que optou por um 3-5-2 mal ensaiado e não conseguia agredir a zaga paraense. A equipe de Dado Cavalcanti só saía quando a situação não representava risco e controlava bem as tentativas do adversário.
A correta expulsão do jogador Raoni aos 25 minutos tornou o jogo ainda mais tranquilo. Sem qualquer pressa, o Papão se dedicava a tocar a bola para os lados e a concentrar as ações no meio de campo, visivelmente desinteressado quanto à dilatação do marcador.
Com isso, o primeiro tempo foi ficando enfadonho e arrastado. Quase deu sono, até mesmo nos bicolores mais entusiasmados diante da iminência de mais uma conquista importante.
Ocorre que final de competição não pode ser medida pela exuberância técnica ou pelo equilíbrio entre os times. Vale mesmo a emoção colocada a serviço de um objetivo; vale a entrega de cada jogador em busca do resultado almejado. O Papão jogava com esse sentimento, mas faltava um quê de volúpia pelo gol, a fim de ampliar o placar e liquidar definitivamente com as possibilidades do time candango.
Como se quisesse dar à final um gostinho mais emocionante, o Papão se esmerou em erros no segundo tempo, aceitando a pressão desordenada do Gama e correndo riscos desnecessários. Ao tentar escapadas em contra-ataque, faltava sempre caprichar no último passe e Leandro Cearense deixou passar pelo menos duas belas chances de anotar o segundo gol.
A entrada de Rodrigo Andrade no lugar de Raí e atuações fracas de Celsinho, Cearense e Rafael Luz também comprometeram as articulações do time. Isso levou Dado a sacrificar o setor de criação depois da expulsão de Capanema, substituindo Luz por Paulinho. Diga-se, sem qualquer melhoria de rendimento.
Quando o jogo parecia mais morno, o Gama partiu para tentar uma reação. É verdade que já vinha pressionando muito, mas sem objetividade. Mas, depois da exclusão de Capanema, o time cresceu e, aos 28 minutos, Rafael Grampola empatou. Curiosamente, um minuto antes, Cearense perdeu o gol mais feito da noite, chutando para fora.
Três minutos depois, o árbitro enxergou pênalti em jogada limpa de Ronieri. Grampola foi lá e desempatou, botando fogo na decisão. O Gama precisava de mais dois gols para ser campeão e se lançou à frente com fúria e desespero.
Por cansaço e má pontaria dos atacantes brasilienses, o placar ficou mesmo em 2 a 1. A zaga bicolor ainda bateu cabeça nos instantes finais, mas não havia mais tempo para nenhuma surpresa.
Com méritos (pela campanha), o Papão levantou a taça e encheu de alegria metade da população paraense pela taça e também pela vaga conquistada na Copa Sul-Americana de 2017. Mas, tirando o lado da euforia, a atuação do time deixou a desejar e motiva preocupações para a disputa da Série B.

Dado garante dois títulos em três dias

Dado Cavalcanti, tão torpedeado há um ano, depois de perder a decisão do Estadual e ser eliminado da Copa Verde para o rival, tem seus méritos plenamente reconhecidos agora com o título do torneio interestadual somente três dias depois de levantar o caneco do Parazão.
Aos 34 anos, o técnico afasta as cobranças por títulos, ostentando um cartel respeitável nesta primeira temporada à frente do Papão. Em 79 jogos, foram 40 vitórias, 19 empates e 20 derrotas. Sob seu comando, o time marcou 125 vezes.

Briga de gangues atrapalha festa bicolor

Showzinho dantesco de gangues uniformizadas brigando ao final da partida no campo do Bezerrão só não foi mais grave porque a polícia agiu rápido. Houve risco de repetição das cenas bárbaras da decisão do campeonato alagoano, domingo, em Maceió.
Terrível mesmo foi o comentário do narrador dizendo que a briga só não virou tragédia porque as “torcidas são aliadas”. Ora, ora, desde quando desordeiros de arquibancada têm aliados?

11 de maio de 2016 at 6:53 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 10.05.16

POSITIVO – Depois da Copa dos Campeões em 2002 que deu vaga à bela participação na Libertadores de 2003, Paysandu tentará hoje sua segunda mais importante conquista, a Copa Verde, para chegar à Sul-Americana.

NEGATIVO – Famíliares do meia Lailson, que esteve no Sub 17 do Remo e sem oportunidade se transferiu para a Desportiva, reclamando que os diretores azulinos André Baia e Diego Bessa retiveram documentos do menor e agora falam ter pedido. Isso é gravíssimo!

Lá e Cá

Maior campeão de estaduais do Brasil é o ABC-RN (time do ex-remista Alex Ruan) com 53 conquistas, seguido de Paysandu e Bahia (46).

Interioranos pelo menos faturaram com sobras o concurso Musa do Parazão, do Diário do Pará: vencedora foi Débora Dinally, do Paragominas e vice, Karen Suellen, do Tapajós. Belíssimas!

Daqui a pouco no programa Camisa 13, da RBA HD TV (6:30h), Zaire Filho e Mariana Malato anunciarão a Seleção do Parazão de 2016.

Coronel Nunes justificou-me sua ausência da decisão do Parazão em razão de ter viajado sábado à noite para o México a fim de representar CBF em reunião da FIFA.

Pugilista paraense Renatinho perdeu por pontos cinturão da WBF para Michel Monthmora e sua comissão técnica (inconformada) pediu revanche, que deverá acontecer em 3 meses na Martnica ou Paris.

Gama e Paysandu farão hoje 7º jogo da história, duas vitórias e 6 gols de cada. Técnico Dado Cavalcanti repetirá time campeão do Parazão e estará à prova invencibilidade de 25 jogos, 16 vitórias (7 seguidas) e 9 empates.

Na era do técnico Marcelo Veiga, Remo já liberou Marco Goiano, Whelton, Igor João (interessa ao Águia para Série D), Rodrigo Castanhal, Lucas Mateus, Michel, Artur e Potita.

Em compensação recebeu Lucas Garcia, Fabiano, Brinner, Magno, Michel Schmoller, Fernandinho e agora o meia atacante Alan Dias, 27 anos, 1,85m e que já trouxe a familia.

Bragança tem plenas condições de abrigar o Remo por 4 dias, com excelentes hotéis, três maravilhosos restantes próximos do mais adequado deles, 2 academias completas e dois estádios muito bons, o Diogão e do Paroquial.

Federação Paraense de Cicilismo confirmando para domingo, de 8h ao meio dia, no Portal da Amazônia, a X Copa Metropolitana. Contatos paciclismo@gmail.com

HOMENAGEM – João Carlos Manescki, o Manescki, ex-armador campeão de basquetebol pelo Remo (5 títulos), Paysandu (4 conquistas) e Seleção Paraense (70-80). Supervisor de logística do BASA.

10 de maio de 2016 at 6:50 pm Deixe um comentário

PAPO DO 40º – Ronaldo Porto – 09.05.16

PAPÃO É O REI DO PARAZÃO

Depois de ganhar o 1º turno, vencendo a semifinal e a final nos pênaltis, o Paysandu fez um péssimo 2º turno ficando de fora da decisão, num incômodo 4º lugar, tal e qual seu principal rival. Porém, com o título do 1º turno, o Papão garantiu vaga na decisão e seu adversário veio de Santarém, numa final inédita. Alguns bicolores achavam que era parada ganha e de goleada, mas o Leão Santareno vendeu caro a derrota por 2×1 na final, dando mais preciosismo no título de nº 46 do Papão. Como o regulamento apontava um jogo único, quem vencesse no tempo normal levaria o título e o Paysandu soube aproveitar as chances que teve para vencer, levantando um título que estava ausente da Curuzú. A grande vantagem do time bicolor foi ter aberto a contagem logo no início de partida, jogando com mais tranquilidade, sabendo controlar a vontade do São Francisco que sempre levava perigo ao gol bicolor, tanto que acabou empatando, ressurgindo na partida. A chance maior do time santareno estava nos pés de Mocajuba, num tiro logo de fora que Emerson tirou com os olhos. Seria a chance do empate, que não veio.

ALTA TEMPERATURA

Entendo que o título está bem entregue e olha que amanhã poderá chegar o caneco da Copa Verde. De parabéns o técnico Dado Cavalcanti e sua comissão técnica, aos jogadores que deram o suor dentro de campo e principalmente a torcida Avalanche Bicolor que prestigiou o time durante todo o campeonato e ainda poderá vibrar muito depois do jogo de amanhã em Brasília.

BAIXA TEMPERATURA

Vi várias comemorações pelo Brasil afora dos títulos estaduais e não consigo entender como muitas pessoas “furam” no Mangueirão para comemorar no gramado com a equipe vencedora. É uma desorganização imensa, atrapalhando a festa dos jogadores e comissão técnica, às vezes tirando o espaço de quem merece fazer a festa. Tinha mais gente dentro de campo do que fora, desculpem o exagero e isso não acontece em outros Estados do Brasil. Algo terá que ser feito daqui pra frente.

NO TERMÔMETRO

O Papão, com o título conquistado, chegou aos 46 estaduais, perdendo apenas para o ABC de Natal. O Remo ficou marcando passo com seus 44 e terá o ano de 2017 para diminuir a diferença. /// Aliás, a diretoria do Paysandu tinha tanta certeza que o título viria que mandou fazer uma camisa especial com o número 46 nas costas, ou seja, não gastou dinheiro à toa. /// Foram duas decisões em Belém, se contarmos o 1º jogo do Papão na Copa Verde, e as arrecadações aumentaram, apesar da queda do Grama para o São Francisco. /// Por falar em São Francisco, o técnico Walter Lima mereceu o título de melhor técnico do Parazão, premiação dos confrades da Cultura. Não pude votar, mesmo sendo convidado, por não ter recebido o papel da votação no e-mail, mas concordei com a escolha, apenas do Dado ter ficado bem pertinho. /// E o Remo está a menos de 20 dias do jogo de estréia na Série C contra o Cuiabá lá fora e ainda não definiu uma onzena titular. Jogadores continuam sendo contratados e outros demitidos e a torcida continua esperando bons valores dentro de campo. /// E amanhã será o dia “D” para o Paysandu conquistar mais um Troféu Nacional, no caso a Copa Verde, que já escapou duas vezes aqui do Pará. Em 2014 o Paysandu foi vice do BRASILIA-DF e em 2015 o Remo, depois de fazer 4×1 em casa, dançou feio em Cuiabá-MT por 5×1. Chegou a hora de o título ficar por aqui, para a alegria do torcedor bicolor. /// Amanhã bem cedo, às seis e meia da manhã no Camisa 13, o resultado final do Troféu Camisa 13, ano 24. A festa de premiação está marcada para o dia 19, uma quinta-feira. Esperamos que todos os agraciados de amanhã se façam presentes na entrega dos troféus. /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!
E-mails: rporto@supridados.com.br

9 de maio de 2016 at 4:53 pm Deixe um comentário

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