Archive for abril, 2017

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 20.4.17

PITACO – Jonathan e Diogo Oliveira (foto) não podem mais se

desassociar no time do Paysandu e isso foi amplamente

comprovado diante do Santos-AP. Viu, Chamusca!

Lá e Cá

 

Paysandu é o “Senhor Copa Verde”: uma semifinal, 1 título, vai

para 3ª final e tentar o bi. Em 28 jogos das 4 edições, 19 vitórias,

6 empates, 3 derrotas e aproveitamento de 75%.

Em Belém só uma derrota e para o Remo (2×0) na semifinal de

2015; Caixa premiará o Paysandu se conquistar a CV de 2017.

Hoje o Lobo conhecerá seu adversário e mandos dos jogos na

Copa BR e, na segunda, sorteio de mandos da final da CV, às 12h.

Sábado, Papão defenderá invencibilidade de 15 partidas.

A Rádio Clube do Pará-PRC 5, transmitirá hoje com Jorge

Anderson e Francisco Urbano, 20:30h, Luverdense x

Rondoniense. Daí sairá o adversário do Lobo na final da CV.

São Raimundo embarcando para Belém amanhã depois do

almoço, objetivando jogo de sábado contra o Paysandu. Volante

Denis Pedra ainda prepcupa, mas deverá jogar.

Diretoria e CT do Galo entendem que o caso de Evandro Gigante

é notícia plantada para desestabilizar o time e ele vai jogar

domingo contra o Remo.

Última vez que o Independente perdeu com 3 gols de diferença

(3×0) foi diante do Goiás, Copa BR de 2015, em Goiânia, quando

foi eliminado após vencer em Tucuruí.

Treinamentos no Remo de portões fechados e Tsunami vai para

lateral esquerda, no que está certíssimo Josué Teixeira. Eduardo

Ramos ainda é dúvida, mas com certeza que jogará.

Se o Leão Azul foi eliminado domingo, só voltará a jogar dia 14.5,

19h, no Mangueirão, contra o Fortaleza, pela Série C, além de

amargar mais um tremendo prejuizo sem final do Parazão.

Dos jogos do Remo em Belém na 1ª fase da Série C só um será de

dia, contra o Moto Clube-MA, dia 24.6 (7ª rodada), 16h.

Jovem e bom árbitro Djonaltan Araujo no comando de Paysandu

x São Raimundo, enquanto o experiente FIFA Dewson Freitas

estará com Remo x Independente.

Favoritos do Campeonato Paraense Sub 17 são Paysandu, Remo,

Tuna e Desportiva, mas pode haver surpresa. Zagueiro Portel, a

grande aposta Bicolor.

Pai do treinador Perereca (Santos-AP), que tinha o mesmo

apelido, foi atacante do Pinheirense de Icoaraci nos anos 50-60.

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20 de abril de 2017 at 11:17 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 19.04.17

PITACO – Élcio do Rosário, o Perereca  já se cristalizou

como o mais importante técnico da história do futebol

amapaense com o sucesso conseguido à frente do Santos.

Lá e Cá

Lateral Léo Rosa (Remo) o mais votado na 2ª parcial do Troféu

Camisa 13 com 1.698 indicaçoes. Agora, só apuração final.

São Raimundo vem encontrando dificuldade para treinar no

Panterão e AABB, face muitas chuvas em Santarém. Denis Pedra

sendo poupado, mas enfrentará o Paysandu.

Acontecerá um Festival Nacional de Pipas, no Portal da

Amazônia, dias 29 e 30.4 (9 às 17h) e, 1.5 (13 às 17h).

Organização Otávio Pipas e informações 980414072.

Técnico Léo Goiano, pelo Parauapebas, em 2015, bateu Remo de

2×1 e 3×1, empatando com o Paysandu de 0x0. Este ano, no

Independente, 1×0 e 0x1 contra o Lobo e 2×0 no Remo.

São 4 vitórias, 1 empate, 1 derrota e aproveitamento de 78%.

Em jogos oficiais neste 2017, Remo já goleou aqui o Cametá de

5×0 (Parazão) e Atlético-AC de 3×0 (CV). Em 2014 tirou diferença

marcando 4×0 no Independente, mas no Baenão, que faz falta!

No Galo, bastidores não são descuidados e presidente Deley

Santos hoje no sorteio de arbitragem. Viagem pra Belém

antecipada para amanhã.

Dudu, Chicão e Monga já voltaram a treinar e técnico Léo Goiano

divide os dias entre treino técnico, tático e vídeos do Remo.

Time já escalado: Evandro, Rodrigo Siqueira, Martoni, Ezequias e

Mocajuba, Dudu, Chião e Cabeça, Wegno, Monga e Magno; Leão

Azul 3 zagueiros: Henrique, Igor João e Tsunami. E Zé Antonio?

Preferência dos torcedores do Paysandu como adversário na

Copa BR: Flamengo em 1º lugar, depois Palmeiras, Atlético-MG ,

Botafogo, Santos, Chapecoense, Grêmio e Atlético-PR.

Fred Gomes, ex-executivo do Remo, por divergências com

técnico Celso Teixeira demitido do Treze-PB. Voltou Gil Baiano.

Zagueirão Jéferson Jari, do Santos-AP, fechado com o Remo para

o Brasileiro da Série C. Ótimo reforço!

Paysandu e São Raimundo decidirão vaga na final do Parazão,

sábado, 22.4, no dia dos festejos dos 89 anos da Rádio Clube.

Depois de um primeiro tempo atrapalhado, Paysandu vira pra

cima do Santos-AP (3×1), está em mais uma final da Copa Verde

e técnico Chamusca de novo salvo pelo gongo.

19 de abril de 2017 at 10:52 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 19.04.17

Na base da superação

 

O placar final transmite a falsa impressão de uma vitória tranquila do Papão, por 3 a 1. Passou longe disso. O jogo só se descomplicou nos 30 minutos finais. O início foi controlado pelo Santos-AP, que fez seu gol e foi mais organizado. Foi dominado quando cansou e ficou com dez em campo, após a expulsão de Balão Marabá.

Os méritos do Papão se concentraram na 2ª etapa. Aguerrido e disposto a recuperar terreno, o atual campeão da Copa Verde avançou suas linhas e impôs pressão na saída de bola. O empate veio logo e a virada ocorreu aos 14 minutos, o que pavimentou a caminhada para a vitória.

A história talvez tivesse sido outra se o Papão tivesse entrado com a mesma intensidade e afinco dos 45 minutos finais. A timidez do meio-de-campo, que distribuía passes laterais sem agredir o sistema defensivo do Santos, irritava a torcida e deixava a equipe ainda mais intranquila.

Alfredo e Bergson não eram acionados, Diogo Oliveira pouco se envolvia na transição e os laterais se preocupavam em vigiar Fabinho, Rafinha e Luciano. Quando fez 1 a 0, com Fabinho cobrando pênalti cometido por Gilvan, o Santos já era melhor. Sua postura compactada, sempre trocando passes rápidos, envolvia com facilidade o time de Marcelo Chamusca.

Além do gol, o Santos teve outra boa chegada com o próprio Fabinho. O Papão desperdiçou dois cruzamentos de Alfredo para o interior da área. A partida se desenrolava mais no meio, com poucas chances de gol.

Depois do intervalo, sob o risco de ser eliminado dentro de casa, Chamusca lançou o time à frente, pressionando os zagueiros do Santos com Ayrton e Jonathan bem adiantados na direita, Hayner subindo pela esquerda e Alfredo mais próximo de Bergson. Essa configuração simples intimidou o Santos, que passou a ter dificuldades para sair de seu campo.

O gol de empate, aos 6 minutos, em lance rápido de Hayner na área, incendiou a torcida. Mas, revelando a instabilidade do Papão, dois minutos depois a casa quase caiu: Emerson foi obrigado a defender com os pés. Em seguida, mais dois cruzamentos rasantes, que assustaram a zaga bicolor.

Só aos 14 minutos, o Papão voltou a botar a bola no chão e alcançou a virada. Jonathan recebeu no bico direito da grande área, ligeiramente à frente, e cruzou rasteiro para Diogo Oliveira escorar para as redes, antecipando-se à chegada do goleiro Axel.

Não apenas pelo gol marcado, Oliveira teve desempenho na etapa final completamente diferente do que havia exibido na primeira parte. Mais adiantado, quase como um terceiro atacante, rendeu mais para o time e foi decisivo no lance do terceiro gol, que tranquilizou de vez as coisas.

Aos 24 minutos, ele venceu a disputa na área e cruzou com categoria para Alfredo desviar de cabeça, fazendo 3 a 1 e definindo o placar. Por reclamação, o meia Balão Marabá foi expulso, dificultando ainda mais qualquer tentativa de reação do Santos no jogo.

Apesar do cansaço, aos 39 minutos, uma bola desviada em cobrança de falta sobrou livre para Fabinho. Emerson fechou a passagem e impediu o segundo gol amapaense. Foi a chamada bola do jogo, pois um gol àquela altura iria tornar dramático o final da partida.

O Papão controlou as ações (já com Willian e Will na equipe, substituindo a Hayner e Alfredo), sem dar maiores chances ao bravo Peixe da Amazônia e assegurando classificação à terceira final de Copa Verde.

Depois da vitória, o técnico Marcelo Chamusca fez leitura espantosa do jogo. Considerou que o Papão mandou nos dois tempos. Análise preocupante. O time paraense só jogou direito no segundo tempo, quando superou a apatia inicial e se impôs pelas peças individuais.

 

 

Lances polêmicos e arbitragem confusa

 

As reclamações em torno do pênalti favorável ao Santos parecem ter desestabilizado o árbitro, que economizou cartões e, quando aplicou, acabou se equivocando. Havia advertido Hayner na hora do penal e depois deu novo amarelo ao jogador, mas refugou, mandando dizer que o cartão havia sido para Gilvan. As imagens mostraram que o juiz se equivocou.

O penal chamou atenção para o estranho hábito dos zagueiros do Papão, que vivem metendo a mão na bola. Contra o Águia, Lombardi tocou duas vezes, mas os árbitros não viram. E, no gol marcado contra o time marabaense no Mangueirão, Gilvan também deu uma cortada de vôlei antes da finalização do próprio Lombardi. Moda mais esquisita.

19 de abril de 2017 at 10:50 am Deixe um comentário

Bola Pra Frente – Cláudio Guimarães – 18.04.17

PITACO – Leandro Carvalho (foto) vem sendo o mais produtivo jogador do Paysandu. Como será o Lobo hoje sem ele?

Lá e Cá

Paysanhdu e Santos-AP vão para seu 4º jogo na história, 2 empates, 1 vitória do Papão, 4 gols a favor e 2 contra. Lobo defenderá invencibilidade de 14 jogos. Will não pode ser reserva!
Agora é a bola da CV que está atrapalhando o desempenho do Paysandu, tanto que já querem exemplar a ser utilizada na Copa BR para se exercitar. Bom contar outra!
Dois sorteios da Copa BR nesta quinta: 12h para se saber os jogos e, 15h, identificação dos mandos
Um destes será o adversário do Bicolor: Grêmio, Palmeiras, Santos, Atlético-PR, Flamengo, Atlético-MG, Botafogo e Chapecoense. Ida e volta, bônus de 1,050 milhão e bilheteria.
Mário André Mazucco o novo executivo do Paysandu e estava no RD Brasil-SP. Poliglota e doutor no desporto. Por sinal, Papão e Leão não têm dado sorte com esse tipo de profissional.
Pikachu em 1 ano e 4 meses de Vasco já conquistou acesso à Série A, uma Taça Guanabara, um Cariocão, uma Taça Rio e está a caminho de mais uma Cariocão. Sortudo!
Nossos clubes deveriam ter aulda de contratação na Chapecoense. Montou time melhor que o vitimado na Colômbia!
Absurdo proibir Santos-AP e Rondoniense de atuarem em suas cidades, para seus jogos em outros estados serem assistidos por 887 e 334 pessoas, respectivamente. É duro!
Federação Amazonense (presidente Dissica Valério Tomaz) a única no Brasil que não cobra percentual de jogos dos seus filiados. A nossa FPF tem a taxa mais cara e fatura bem.
Técnico Josué Teixeira passou a criticar arbitragem do Parazão, especialmente bandeirinhas que acha têm prejudicado o Remo.
Manoel Ribeiro agora de manhã e de tarde no Baenão (só agora?). Sandro Galtran o seu assessor de imprensa, Paulinho Araujo (da base) e João Moscoso no futebol profissional.
Príncipe Gean Dantas foi demitido da CT. Outras cabeças rolarão; criticas de MR ao DM não pegaram bem.
MR também salientou que há muito foi pactuado premiação por objetivos conquistados e que jogadores têm desperdiçado isso.
Remo é hoje destaque no handebol masculino nacional, mas luta com dificuldade para juntar 436 mil de seu custo anual. Vai à Copa BR em Maceió-AL (15 a 25.5) e sediará Brasileiro aqui.

18 de abril de 2017 at 9:40 am Deixe um comentário

Coluna Gerson Nogueira – 17.04.17

Um peixe abusado

 

Sem empolgar ao longo de quatro anos de existência, a deficitária Copa Verde 2017 tem pelo menos o mérito de mostrar que o rei está nu. Sua majestade, neste caso, é o futebol do Pará, que ainda come sardinha e arrota caviar. A competição expõe, com crueza de detalhes, o grau de decadência da dupla Re-Pa, situação que muitas vezes é disfarçada por conquistas pontuais.

Que as coisas vão mal nós já sabíamos há algum tempo, mas a CV tem permitido comparações vexatórias. O Santos do Amapá, agremiação que neste ano realizou apenas seis partidas, tem dado uma senhora lição nos grandes de Belém. Com jogadores de nível mediano e folha salarial inferior a R$ 20 mil, promove um estrago na autoestima dos titãs paraenses.

Olha que o Estado do Amapá nunca foi referência de futebol competitivo na região. Os clubes daqui sempre levaram ampla vantagem nos jogos com os de lá, normalmente repletos de refugos catados em Belém. Pois o Peixe da Amazônia está mudando essa antiga prosa – com méritos. Dirigentes de Remo e Papão deveriam agradecer, pois certos exemplos não têm preço.

Primeiro foi a chicotada aplicada no Remo nas quartas de final da CV, marcando incontestáveis 3 a 0 dentro do estádio Zerão. No jogo de ida em Belém havia perdido por 2 a 1 tendo dominado todo o primeiro tempo.

Com a euforia natural pela classificação à semifinal da Copa, fato inédito na história do futebol do Amapá, o Peixe teve que suportar a frustração de não poder jogar diante de sua torcida. O regulamento canhestro da CBF impõe limite mínimo de 10 mil lugares para a etapa semifinal, numa cidade cuja média de frequência a estádios é inferior a 1,2 mil torcedores.

Nada disso, porém, abateu os alvinegros, cuja equipe é formada por jogadores locais e alguns recrutados no futebol do Pará, como Balão Marabá e Rafinha. Sob o comando do técnico Perereca, desafia outro titã paraense e favorito ao título, o Papão, campeão do ano passado, saindo-se bem no primeiro embate.

O jogo de sábado à noite, em São Luís (MA), voltou a exibir um Santos  desassombrado. Mesmo longe de sua gente, o Peixe foi bem mais organizado durante o primeiro tempo. Fez seu gol e perdeu mais dois em seguida. Cedeu o empate num belo lance individual de Leandro Carvalho. Foi visível a diferença de comportamento: seus homens de meio-campo tiveram mais consciência, rapidez e qualidade que os do Papão.

Na etapa final, o time caiu de rendimento pelo cansaço e porque o Papão adiantou suas linhas e passou a pressionar mais pelos lados. Ainda assim, o Peixe teve uma boa chance de marcar. Dada a diferença técnica dos elencos, pelo menos no papel (e na folha de pagamentos), o Santos cumpriu jornada das mais dignas. Tudo graças a um conjunto que funciona de forma mais ou menos linear, sem altos e baixos, da defesa ao ataque.

O resultado de 1 a 1 beneficia o time paraense, que agora pode se classificar com um 0 a 0 no Mangueirão, mas é arriscado imaginar que a parada está liquidada. A fraca atuação bicolor no Castelão, sem criatividade e dependendo exclusivamente de Leandro Carvalho, não deve se repetir em Belém, tendo a Fiel a incentivar nas arquibancadas. O Santos, porém, já deixou claro que não é um adversário qualquer.

 

 

Regulamento desvaloriza o esforço e o mérito do Vasco

 

O Vasco festejou ontem a conquista da Taça Rio após vencer o time reserva do Botafogo, mas, estranhamente, o feito não lhe garante nenhuma vantagem extra na pontuação geral.

As semifinais já estão definidas e o Vasco terá pela frente o Fluminense, vencedor da Taça Guanabara, que jogará pelo empate. Ora, qual a diferença entre uma etapa e outra do campeonato?

Creio que qualquer torcedor poderia questionar no Procon a esquisitice absurda deste esdrúxulo Campeonato Carioca.

Por essas e outras, os certames estaduais começam a perder espaço no calendário da própria CBF e deixam de despertar o interesse do torcedor, seu principal fator de sobrevivência.

17 de abril de 2017 at 3:20 am Deixe um comentário

Papo do 40°- Ronaldo Porto – 17.04.17

QUE SAUDADES DO PASSADO
Sem quaisquer deméritos a alguns adversários aqui da região norte, mas nossos “ditos” clubes grandes da capital paraense estão aquém daquilo que se espera. Recentemente o Clube do Remo foi tirado da Copa Verde, levando uma surra do Santos-AP, dentro de Macapá, por 3×0, após vitória sofrida no jogo de ida em Belém por 2×1. Aí chegou a vez do Paysandu, time de Série B, disputar as semifinais, após passar pelo Águia, contra o mesmo Santos-AP. A partida de ida foi para São Luiz do Maranhão – zona neutra – em função do regulamento, e o Papão tomou 1×0 mas conseguiu empatar, jogando mal e deixando a Avalanche com a pulga atrás da orelha para o jogo de volta. O Paysandu precisa empatar em 0x0 ou ganhar do time amapaense para disputar mais uma final da Copa Verde, possivelmente diante do Luverdense-MT. Foi-se o tempo que ganhávamos dos grandes clubes brasileiros e isso já preocupa as duas maiores torcidas, já que estamos às portas dos Brasileiros, Séries B e C.
ALTA TEMPERATURA
Enquanto isso, São Raimundo de Santarém e Independente de Tucuruí deram mostras que estão com vontade de disputar as finais do Parazão, o que seria inédito. O Mundicão empatou em casa – 0x0 – e agora precisa vencer o Papão em Belém. Já o Independente ganhou tranquilo em casa – 2×0 e vai com maior vantagem para o jogo de Belém. Paysandu no dia 22 e Remo no dia 23. Muito difícil o Re x Pa nas finais.
BAIXA TEMPERATURA
Menos de um mês para o início do Brasileiro da Série B e o Paysandu ainda não passa confiança ao seu torcedor. Papão x Oeste-SP será o jogo de abertura no dia 13 de maio, sábado no Mangueirão e até lá muita coisa poderá ter mudado na Curuzú. A mesma coisa se fala do Remo na Série C, onde estreará diante do Fortaleza, dia 14 de maio, domingo no Mangueirão e o Fenômeno Azul continua sem acreditar na equipe. Se ambos não melhorarem seus plantéis vamos usar a máquina de calcular durante os dois certames. Valha-nos quem???
NO TERMÔMETRO
Leandro Carvalho que anotou o gol de empate na Copa Verde contra o Santos-AP lá na Ilha do Amor, virou desfalque no jogo de volta por estar suspenso. Chamusca deverá voltar com Leandro Cearense. /// Enquanto isso, pelo Parazão, o Remo, tudo indica, vai ter a volta de Eduardo Ramos, Renan Silva e Nano Kriger. Josué precisa arrumar sua defesa, senão quiser ficar fora da decisão. O Remo precisa vencer com diferença de três gols para chegar à final. /// Enquanto isso o Estádio Evandro Almeida, o famoso Baenão, continua com a polêmica do reabre ou não este ano. Para o presidente Manoel Ribeiro a abertura será ainda nessa temporada; para o vice Ricardo Ribeiro somente no ano que vem isso poderá virar realidade. Já existe um projeto pronto, mas só no ano que vem o estádio poderá ser reaberto. /// Hoje no BOLA um pôster maravilhoso do Vasco da Gama, campeão da Taça Rio, depois da vitória sobre o Botafogo por 2×0, com Luís Fabiano deixando sua marca. Valeu pelo título e pela premiação, já que o Cariocão será decidido entre Fluminense, campeão da Taça Guanabara, Vasco, campeão da Taça Rio, mais Flamengo e Botafogo pelas campanhas. Valeu Vascão!!! /// Presidente do Santos-AP, que é um gaúcho, divulgando nas redes sociais que será campeão da Amazônia, pois já tirou o Remo e agora vai tirar o Paysandu da Copa Verde. Menos cara, menos!!! /// Meu amigo Paulo Seráfico, presidente do basquete máster do Pará comunicando que estaremos no Norte e Nordeste, de 19 a 23 de abril em São Luis-MA. Disputaremos as categorias 30/34, 35/42 e 43/50. /// Enquanto isso, Eduardinho Falesi foi escolhido o melhor da categoria Sub-9 no Futsal. Vai participar da Taça Brasil dos Clubes Campeões pelo Remo. Anotem esse nome! /// Uma boa semana a todos e viva Jesus!
E-mails:- rporto@supridados.com.br

17 de abril de 2017 at 3:17 am Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 16.04.17

A causa operária

 

Em sua biografia (“Liderança”, editora Intrínseca, 2016), o consagrado técnico e manager Alex Ferguson, 49 títulos no currículo e cérebro por trás do incrível sucesso do Manchester United a partir dos anos 90, fala de um exercício mental infalível para montar seus times: sempre escolhia seis jogadores polivalentes, que cumprissem várias funções em campo. E ele dirigia uma máquina de jogar futebol, que chegou a ter ao mesmo tempo Scholes, Giggs, Rooney, Cristiano Ronaldo e os irmãos Neville.

Mal comparando, a história de Ferguson me fez lembrar, por razões inteiramente opostas, o drama enfrentado por Josué Teixeira no Remo atual. Com vários titulares entregues ao departamento médico, ele se vê sem alternativas para estruturar uma equipe competitiva justo na reta final do Campeonato Paraense e nas quartas de final da Copa Verde.

Já ouvi muita gente descendo a lenha no treinador depois da derrota frente ao Independente na quarta-feira, em Tucuruí. Claro que a crítica é sempre válida, mas determinados aspectos precisam ser considerados.

O elenco do Remo é uma colcha de retalhos. Foi montado pelo critério do bom & barato, embora nem todas as peças sejam qualificadas. Em certos casos, a diretoria optou por trazer jogadores de nível médio apenas para quebrar galho em posições carentes.

Josué teve o mérito de conseguir até aqui extrair leite de pedra, formatando um time competitivo para o Campeonato Paraense. Estruturou o desenho tático com dois volantes essencialmente marcadores no meio (Elizeu e Marquinhos) e dois meias, Eduardo Ramos e Flamel, este quase como um terceiro atacante. Ofensivamente, abriu mão do centroavante de referência para explorar a habilidade de Edgar e a rapidez de Jayme.

O restante da equipe gira em torno desse eixo e todos atuam de forma aguerrida. Muitos jogos da invencibilidade remista foram ganhos na base do suor e da raça. Enquanto o condicionamento físico permitiu, o Remo foi ultrapassando os adversários e desafiando seus próprios limites.

Quando as lesões começaram a desfalcar o time, as limitações ficaram expostas e a causa operária azulina mostrou-se cheia de fragilidades. Cabe notar que Josué era elogiado por todos, mas bastou surgirem os maus resultados para que o técnico passasse a ser açoitado sem clemência.

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Padre Antônio Vieira sabia bem o que dizia ao proferir a frase célebre, elegendo o equilíbrio como o preceito mais justo a ser seguido quando se tentar julgar alguém.

Muitos fingem não ver, outros não enxergam mesmo, mas o Remo tem um time não mais do que razoável. Paga hoje o alto preço da intemperança financeira e dos descalabros administrativos dos dez últimos anos.

Perdeu a sede campestre, quase teve o Evandro Almeida vendido em negociata espúria, sofreu assaltos e viu crescerem suas pendências fiscais e trabalhistas. De quebra, há três anos está sem o seu estádio, semidestruído por um de seus vários gestores irresponsáveis.

Contextualizei o cenário para pontuar que o time de Josué é produto da superação. Ganha vida quando está completo e seus operários se entregam à luta sem tréguas. Quando perde peças, fica previsível e comum.

 

 

Bola na Torre

 

Guilherme Guerreiro apresenta o programa, a partir das 20h45, na RBATV. Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião compõem a bancada.

 

 

Sem medo, Estrela Solitária avança e convence

 

O Botafogo vai ultrapassando obstáculos e desfazendo preconceitos a cada novo passo na Taça Libertadores. O comportamento tático, quinta-feira, na vitória sobre o Atlético Nacional (o atual campeão) em Medellín, revela maturidade de um grupo comandado com extremo controle por Jair Ventura. A defesa se comportou de maneira inexpugnável e os garotos Emerson Santos e Guilherme fizeram a diferença.

Para quem deu um salto direto da Série B para o torneio mais importante do continente, o Fogão está enchendo todas as medidas. Ainda não é para soltar foguetes, mas já merece aplausos.

16 de abril de 2017 at 3:06 am Deixe um comentário

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