Archive for maio, 2017

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 31.5.17

PITACO – Torcedores do Remo invadiram ontem Baenão em protesto parando treino. Tinha até gente com galinha .

Lá e Cá

Atacante, volante e zagueiro, as próximas contratações do Remo e com critério; tudo para Flamel e E. Ramos atuarem segunda.

Depois do jogo contra o Confiança (Bruno Costa fora) outras dispensas poderão ocorrer. Por ora, Rony, Danilinho e Krigger.

Não só técnico Josué Teixeira contestado no Leão: presidente Manoel Ribeiro ignora Comissão de Futebol, não presta contas ao CF, atrasa pagamento no TRT e prestação do ônibus do clube.

Pimentinha esnobou o Remo e foi reintegrado no Sampaio; plantel em dia e CT atrasada no Clube de Periçá.

Goleiro azulino Vinícius fez tanto milagre contra o Cuiabá que entrou na Seleção da 3ª rodada da Série C do Futebol Interior.

Base do Confiança, próxima adversário remista: Henrique, Felipe Cordeiro, Gabriel, Anderson e Radar, Flávio, Everton Santos, Rafael Vila e Álvaro, Tiago Silvy e Tito.

Técnico é Leandro Sena e o Dragão (4º colocado) tem 2 jogos seguidos em casa: após o Remo, Ceará na terça, dia 6.6.

Na Série C, Remo tem 26 partidas como mandante, 13 vitórias, 10 empates, 3 derrotas, aproveitamento 63%; visitante, 25 jogos, 8 vitórias, 7 empates, 10 derrotas, aproveitamento 41% (SZ).

Dado interessante: nas 11 edições de pontos corridos da Série B, 7 clubes que fecharam a 3ª rodada na liderança subiram.

Na Série B, Papão tem 151 jogos como mandante, 89 vitórias, 39 empates, 23 derrotas, aproveitamento 68%; visitante, 150 jogos, 21 vitórias, 59 empates, 70 derrotas, aproveitamento 27% (SZ).

Base do América-MG, que receberá o Paysandu sexta: João Ricardo, Norberto, Rafael Lima, Messias e Ernandes,Gustavo Blanco, Zé Ricardo, Felipe Amorim e Ruy, Bill e Luan.
Duas liberações no Papão devem ser de W. Simões e Sobralense.

Técnico é Enderson Moreira, Coelho ocupa 7ª colocação e goleiro João Ricardo subiu com o Papão em 2012.

Inédito: sexteto paraense no Flamengo x Vasco: Dewson Freitas, Hélcio Neves, José Ricardo Coimbra, Luiz Diego, Andrey Silva e Djonaltan Araujo. Dewson vem do Equador para o RJ.

Clássico carioca da Serie A será domingo de manhã, 11h, em Volta Redonda. Dá-lhe, Nunes!

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31 de maio de 2017 at 6:43 pm Deixe um comentário

Coluna Bola Pra Frente – Claudio Guimarães – 30.05.17

PITACO – Edson Oechsler, Paulo Seráfico, Lúcio Solano e Carlos Bessa (foto), os paraenses da Seleção Brasileira Máster no XIV Mundial de Monte Catini-Toscana-Itália, de 30.6 a 10.7.

Lá e Cá

Antecipando o jogo da Seleção Brasileira Feminina de Voleibol em Belém, haverá o evento “Encontro Com o Técnico José Roberto Guimarães”, amanhã, 21:30h, no Holliday Express-BR.

Vagas limitadas, tudo gratuito e inscrição até hoje pelo 91-981707267. Zé Roberto tem 3 títulos Olímpicos (masculino e feminino), 7 Sul-Americanos e 8 Gran Prix.

Paraenses Gabriel e Giovana Batista Braz, jovem cavaleiro campeão e jovem amazona vice, receberão premiação da CBH, amanhã, na Sociedade Hípica Paulista.

O jovem volante e meia do Internacional-RS, que é de Tailândia-PA, se chama Valdemir de Oliveira Soares, o Valdemir, 20 anos, 69k, 1,76 e destro. Esteve em Belém com o Colorado. Não jogou.

Iuri Marajó, agora com apoio do técnico Lenny Lovato-USA, viajando hoje, 13.20h, daqui para o RJ, a fim de enfrentar dia 3.6, Brian Kellehr, na categoria peso galo, do UFC-212.
Média de público atualizada da dupla RE-PA, em Belém, em 2017: Paysandu, 9.035 (16 jogos); Remo, 8.248 (14 partidas).

Zagueiro Gilvan (novo papai) e meia Fernando Gabriel (Paysandu) entraram na Seleção da 3ª rodada da Série B do site FutebolInterior; julgamento do efeito suspensivo do Hayner, 1.6.

Contusão que afeta Leandro Carvalho não é aquela contra o Santos e sim em pelada numa empresa de pesca. Diretoria bicolor apura se outra atleta estava lá. Rigor agora com LC!

Remo tem uma semana para enfrentar o Confiança e perde uma grande oportunidade de fazer senhora faxina . Inclusive na CT.

Aliás, Leão já não pode liberar agora o lateral Daniel Damião, que apresenta lesão grau 2 no músculo posterior da coxa esquerda; Bruno Costa também no DM; lista dos 5 dispensados só hoje.

Decepção tripla do ex-ídolo Bira, que esteve aqui no fim de semana: com os times atuais do Remo e Internacional (nos quais defendeu) e o abandono do Baenão.

Eduardo Ramos se reapresentou prometendo passar esponja em tudo e comprometimento com o Remo. E que seu desgaste de joelho pós jogo seja melhor cuidado por ele mesmo também.

Por sinal, último técnico a ganhar alguma coisa no Remo foi o Cacaio, jogado fora como algo desprezível. É duro!

Marco Antonio Magnata (Remo) não aceitou ser vice em chapa que concorrerá na FPF. Oposição vai atrás de outro vice azulino.

30 de maio de 2017 at 6:37 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 29.05.17

Um líder com méritos

O Papão fez contra o Inter seu jogo mais consistente na temporada. Firme na marcação, não permitiu espaços para os avanços de jogadores habilidosos, como Pottker, e alcançou a vitória aproveitando uma das raras oportunidades surgidas. A atuação confirma a evolução da equipe
Cabe lembrar que, ao longo do ano, o time tem padecido de oscilações, por vezes fazendo bons começos e depois caindo de rendimento, ou ao contrário. No sábado, mesmo sem três peças importantes (Leandro Carvalho, Bergson e Diogo Oliveira), o Papão soube jogar.
Contra o grande favorito da competição, o time foi maduro e estratégico. Não se expôs exageradamente na busca do gol e nem permitiu que o Inter se distribuísse em campo. Melhor que isso: foi crescendo na partida ao observar (e atacar) os pontos vulneráveis do Colorado.
Depois de um primeiro equilibrado, o Papão veio mais sólido na defesa e rápido nas triangulações ofensivas. O Inter já não conseguia sair com a mesma constância e o gol surgiu nesse momento de indefinição. Uma rápida troca de passes iniciada na esquerda terminou nos pés de Fernando Gabriel, que arrematou da entrada da área, aos 15’. Um golaço.
Ante a pressão colorada, falou mais alto a sobriedade dos zagueiros bicolores e a segurança na marcação – já com Capanema no lugar de Recife. Sem sobressaltos, o Papão conduziu a partida até o final, comemorando a inédita liderança na era dos pontos corridos.
O fato é que ninguém é líder por acaso.

Um empate com sabor de derrota

Nem o fraco árbitro acreano superou o time do Remo em incapacidade técnica, ontem à noite, no Mangueirão. O empate frente ao Cuiabá, que irritou a pequena torcida presente, foi um achado. Pelo que não jogou, o time azulino saiu no lucro.
Os visitantes nem precisaram ser brilhantes para levar a melhor sobre o cambaleante meio-campo formado por Labarthe, João Paulo, Mikael e Danilinho, cuja dificuldade no aspecto físico se somou às muitas deficiências no trato básico com a bola.
Mesmo tocando melhor a bola e com maior aproximação, o Cuiabá falhava na marcação, principalmente pelo lado esquerdo da defesa. Foi por ali que Danilinho, em sua única jogada na partida, aos 19 minutos, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Mikael completar para o gol após Nino Guerreiro dividir com o goleiro Henal.
O gol poderia ter dado ao time a tranquilidade necessária para costurar melhor as manobras e tentar surpreender o Cuiabá, que partiu em busca do empate. Nada disso ocorreu. O Remo, desorganizado no meio-campo, perdia bolas fáceis na disputa direta com os adversários. Vinícius se virava e salvava o time de situações perigosas. Acabou como melhor em campo.
Ao explorar as limitações do lateral Daniel Damião, por onde caía sempre um lateral e o atacante Elias, o Cuiabá achou o caminho das pedras. Foi por essa avenida que, aos 22 minutos, Rafael manobrou e lançou Elias na área. Ele encobriu o goleiro Vinícius e empatou.
Do lado azulino, só nervosismo e ligação direta. Era um chutão atrás do outro. Sem alternativas pelo meio, a bola era esticada para Edgar, que não conseguiu jogar por estar vigiado por Léo Salino e Bruno Moura. João Victor entrou, mas também acabou vítima de solidão no ataque.
A última tentativa remista foi digna de comédia pastelão. Imitando o célebre Potita, Rony perdeu boa chance ao aplicar uma rosca na bola, que saiu pela linha de fundo. Um lance patético, que espelha bem o nível dos “reforços” que o Remo contratou para a Série C.

29 de maio de 2017 at 6:09 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 28.05.17

Um teste de fogo

 

Quando decidiu reformular o Remo para a Série C, Josué Teixeira certamente apostava na qualidade dos jogadores contratados. Todos tiveram o seu aval, mas somente três até agora se saíram bem – Bruno Costa, Nino Guerreiro e Gerson. Ou seja, menos de um terço da leva de reforços garimpados para o Campeonato Brasileiro. Muito pouco para a aposta inicial do técnico e para as expectativas do torcedor.

Com 3 pontos, o Remo se mantinha em 4º lugar até o começo da rodada. A posição é boa, mas o fraco rendimento não estimula projeções mais otimistas. Travada, a equipe depende exageradamente da ligação direta.

Foi, aliás, de um chutão da defesa que nasceu o lance do penal que deu a vitória sobre o Fortaleza na estreia. Contra o ASA, em Arapiraca, os chutões não funcionaram e o time sofreu diante de um adversário também limitado. Enrolado na saída para o ataque, não encontrou meios de fazer a bola chegar com mais assiduidade a Edgar e Nino Guerreiro.

Hoje à noite, contra o Cuiabá, Danilinho reaparece depois de uma estreia foi sofrível contra o Fortaleza, é o trunfo de Josué para organizar o meio e fazer finalmente o Remo jogar. Para o jogador é também a oportunidade de tentar se garantir como titular. Precisa mostrar iniciativa e ambientação com o time. Não basta tocar de lado. O camisa 10 clássico deve ser inventivo, com a obrigação de descortinar jogadas, antever situações e estabelecer o ritmo da companhia.

A reintegração de Eduardo Ramos e a provável volta de Flamel na próxima rodada ameaçam diretamente a posição de Danilinho. Ramos não retorna para ser reserva e joga muito mais do que todos os meias que o Remo tem hoje. Flamel e Ramos devem reeditar a dupla de armadores.

O miolo da zaga está sob desconfiança depois do ocorrido em Arapiraca, quando nenhum zagueiro se dispôs a disputar a bola com os atacantes do ASA no lance do gol. O goleiro Vinícius ficou entregue à própria sorte e, depois de duas grandes defesas, não evitou o tiro final para as redes.

As laterais vivem situações opostas. Pela esquerda, Gerson mostrou desembaraço na estreia, precisando confirmar isso na sequência de jogos. Na direita, Damião jogou mal em Belém e foi um dos piores em Arapiraca. À frente da zaga, Labarthe e João Paulo ainda não mostraram nada além do que já faziam Marquinhos e Elizeu, a dupla de marcação do Parazão. Mikael, mais avançado, também ficou devendo nas duas partidas.

Oportunidade, portanto, para que os reforços provem seu valor. Mais adaptados ao clima, é justo esperar que rendam mais contra um Cuiabá que ronda as últimas posições da tabela. O time de Roberto Fonseca, com apenas um ponto, vem a Belém armado como quase todos os visitantes: fechado em duas linhas de marcação e pronto para dar o bote em contra-ataques puxados por Robinho e Bruno Veiga. Todo cuidado é pouco.

 

 

Lampions League: tapa na cara dos omissos

 

Com bons jogos e estádios cheios, a Copa do Nordeste foi decidida na quarta-feira – vencida pelo Bahia – diante de 40 mil torcedores, na Arena Fonte Nova. Organizada pela Liga do Nordeste, a CN arrecada R$ 24 milhões, dos quais R$ 18,6 são divididos entre os clubes participantes.

Um êxito completo, que leva o torcedor nortista (principalmente remistas e bicolores) a lamentar ainda mais a omissão histórica de seus dirigentes em todos os níveis e responsabilidades – os da FPF inclusos, obviamente.

 

 

Bola na Torre

 

Guilherme Guerreiro apresenta o programa, a partir de 21h, na RBATV. Na bancada desta noite, Tommaso e o bragantino Cláudio Guimarães, como convidado.

28 de maio de 2017 at 7:42 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 27.05.17

BOLA NA TORRE

 

Neste Domingão na RBATV – Canal 13 o Bola na

Torre vai ao Ar no Horário de 21:00 horas, antes do

Pânico na Band. Com a Cobertura total dos jogos de

Paysandu e Internacional e Remo e Cuiabá no Brasileiro e

ainda São Raimundo e São Francisco na Série D. Guerreirão

no Comando Estarei na Bancada com Cláudio Guimarães.

Mande a sua pergunta Antecipadamente  Participe pelo

@bolanatorre ( Twitter e Instaram ) e Pelo ZAP 984752441

 

ODONTOLOGIA ESPORTIVA

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) reconheceu a Odontologia Esportiva como especialidade em novembro de 2015. Mas ainda não há cursos na área, em atividade, no Brasil. Com foco na formação de especialistas, a ABO Nacional criou o Departamento de Esportes. Marcelo Folha, presidente da ABO/PA, assumiu a diretoria do novo departamento e já trabalha na elaboração de um modelo padrão de pós-graduação no segmento e planeja a implantação do programa “O Brasil Sorrindo para o Esporte”, que terá polos de atuação em cada região do Brasil.

LANÇAMENTO O livro “Alcino Negão Motora – A História do Gigante do Baenão”, do jornalista Mauro Tavernard, será lançado dia 13 de junho, na sede do Clube do Remo. A obra  terá mais de 400 páginas, incluindo 60 paginas de fotos, 30 de ilustrações, um mini pôster animado (destacável) e um extenso material extra, relatando com detalhes seus gols pelo Remo, seus títulos e muito mais! Alcino é, indiscutivelmente, o maior ídolo da história do Clube do Remo, tendo marcado ao todo 177 gols com a camisa azulina, contando jogos oficiais e amistosos, conquistando vário s título s entre 1970 e 1975, como o tricampeonato paraense invicto e a Taça do Norte-Nordeste.

27 de maio de 2017 at 7:39 pm Deixe um comentário

Coluna Gerson Nogueira – 26.05.17

A casa pode cair

 

Dá para imaginar o frisson de certos setores esportivos e midiáticos quando o nome do cartolão Ricardo Teixeira reaparece no noticiário. É como um elefante na sala de jantar. Teixeira, ex-presidente da CBF, é um robusto arquivo vivo das falcatruas e gambiarras que ditaram os rumos – e os lucros obscenos – do futebol brasileiro nos últimos 30 anos.

Como dirigente, atuou com mão de ferro, de 1989 a 2012, sem dar chance aos opositores e controlando os presidentes das federações como um capitão do mato: quem não o apoiasse era tratado a pão e água; já os submissos sempre tiveram vida mansa e abundante, ganhando até mensalinho em troca de cumplicidade.

Quase todos viveram felizes até a descoberta, pelo FBI e pela Justiça americana, dos fios desencapados nas confederações, das republiquetas africanas até os feudos dos velhos morubixabas latino-americanos. Resultou dessa cruzada a devassa nas contas e arquivos da própria Fifa.

Blatter saiu de cena, Havelange teve o nome definitivamente manchado, Nicolas Leoz e José Maria Marín fizeram acordos de delação. Marín cumpre pena domiciliar nos Estados Unidos, mas não dedurou ninguém.

Enquanto meliantes eram capturados, o escorregadio Teixeira conseguiu miraculosamente se manter longe dos braços da lei. É verdade que não pode mais viajar como antes, nem desfrutar plenamente da riqueza amealhada nos tempos de bonança na CBF. Mas, em comparação com  colegas de fuzarca, está livre e morando no interior do Rio.

Surpreende que alguém com o histórico tão chamuscado tenha se mantido a salvo das garras da Justiça dos EUA. As explicações para tal tranquilidade talvez tenham mais a ver com a lentidão das autoridades brasileiras para produzir provas contra Teixeira.

Ao mesmo tempo, não é difícil elaborar como o ex-cacique, dono de ampla força política sobre outras instituições, a partir de uma afinada bancada de apoio no Congresso Nacional, se manteve a salvo de denúncias incômodas.

Agora, no entanto, a investigação movida na Espanha pode abrir caminho até para a prisão de Teixeira, além de alcançar os escaninhos das tramoias entre CBF e variados parceiros de negócios, entre os quais a Globo.

A prisão de Sandro Roseli, ex-presidente do Barcelona e antigo sócio do brasileiro em várias jogadas, é o fato novo. Roseli foi preso (junto com a esposa e mais três cúmplices) por lavagem de dinheiro e fraudes diversas no período em que foi representante da Nike no Brasil. Embolsava até 41% de participação nos amistosos da Seleção Brasileira.

A Justiça espanhola acusa Roseli de desviar 15 milhões de euros (cerca de R$ 55 milhões) em valores referentes a direito de imagem da Seleção canarinho. Com Roseli preso, a doce vida de Teixeira pode estar com os dias contados. E de alguns de seus mais amigos chegados, também.

 

 

Fim da novela: Ramos e Remo reconciliados

 

Uma nota oficial, emitida no começo da noite de ontem, confirma a reintegração do meia-armador Eduardo Ramos ao elenco do Remo para a disputa da Série C. O jogador desistiu de uma ação trabalhista contra o clube e obteve o perdão do técnico Josué Teixeira.

Não há dúvida quanto à importância de Ramos sob o ponto de vista técnico. A essa altura, ele representa um reforço e tanto para o trôpego meio-de-campo azulino, que não acertou o passo desde que ele e Flamel (contundido) deixaram de atuar.

Vai organizar o jogo a partir da meia-cancha e pode dar um mínimo de identidade a um time que sofreu mudanças radicais desde o fim do Campeonato Estadual.

O problema – sempre há um – está no comportamento extracampo, motivo de constante beligerância entre o atleta e as regras disciplinares do clube.

A conferir.

27 de maio de 2017 at 7:36 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 27.05.17

Risco e oportunidade

 

Com quatro pontos conquistados em dois jogos, o Papão faz um bom começo de Série B. Mesmo desacreditado por grande parte da torcida, o time se saiu bem na estreia contra o Oeste em Belém e ganhou um ponto diante do Paraná, fora de casa. É prematuro projetar a caminhada na competição, mas é importante acumular pontos logo nas primeiras rodadas, quando as equipes ainda estão em fase de ajustes e busca de entrosamento.

Contra o Internacional, o PSC tem a oportunidade de consolidar posição na classificação. Um triunfo sobre o grande favorito da competição vale bem mais do que os três pontos. Serviria para dar mais confiança aos jogadores e conquistar a torcida, ainda desconfiada quanto ao potencial do time.

Ao começar a Série B, o Papão lançou mão de um time semialternativo. As várias mudanças feitas pelo técnico Marcelo Chamusca, lançando jogadores recém-chegados, foram determinadas por baixas no elenco. Viu-se obrigado a substituir o meia Diogo Oliveira e os atacantes Leandro Carvalho e Bergson, que davam consistência ao time que ganhou o Campeonato Estadual e decidiu a Copa Verde.

Os problemas fizeram com que o time titular fosse alterado até em sua maneira de jogar. Antes, com Leandro e Bergson, havia um terceiro homem jogando mais centralizado – Alfredo. Sem seus principais atacantes, Chamusca optou por um quadrado no meio-campo, com três volantes (Recife, Wesley e Rodrigo) e um meia, Fernando Gabriel.

Na partida contra o Paraná, Rodrigo foi deslocado para atuar na segunda linha pelo lado direito, à frente de Ayrton. Uma tentativa de suprir a ausência de Leandro, que atua naquela faixa do campo. Apesar do esforço, Rodrigo não se saiu bem e foi substituído no segundo tempo.

É provável que Chamusca insista com Rodrigo avançado, mas o retrospecto recente indica que o volante rende mais quando parte do campo de defesa com a bola dominada. O vigor físico e a habilidade permitem que surpreenda a linha de marcação adversária, alcançando a área e abrindo grandes possibilidades para o ataque, como ocorreu contra o Santos, pela Copa do Brasil. Avançou desde a intermediária alviceleste e deu um passe recuado para Diogo Oliveira finalizar para as redes. Foi o chamado contra-ataque de um homem só.

Rodrigo é alvo de atenção por ser, na falta de Leandro Carvalho, o jogador que pode eventualmente surpreender. Apesar da inexperiência natural, tem boa leitura de jogo e se posiciona bem em relação à marcação adversária. Com isso, produz sempre mais do que os volantes apenas marcadores. Executa hoje um papel que Jonathan já fez antes, sob o comando de Dado Cavalcanti, embora seja mais efetivo nos desarmes.

Como o novo ataque ainda não funcionou, pois Wellinton Jr. fica pelos lados e Marcão se isola na área, o Papão precisará de uma meia-cancha eficiente na transição e rápida na aproximação, inclusive se apresentando para finalizar. Dos volantes, somente Rodrigo tem essa característica, chegando a ser mais ofensivo que o próprio meia Fernando Gabriel.

O Inter tem a vantagem de ter um time mais entrosado, cujos jogadores se conhecem há mais tempo. Sob pressão depois do empate contra o ABC no Beira-Rio, o técnico Antonio Carlos escala um trio no ataque para buscar a vitória: Pottker, Nico López e Roberson (Marcelo Cirino). Com essa formação ofensiva, abre a perspectiva de um confronto aberto no Mangueirão, dando ao Papão a chance de explorar o contra-ataque.

 

 

Re-Pa manauara segue produzindo micos

 

O clássico previsto para 7 de junho, em Manaus, continua envolto em meias-verdades e poucas informações confirmadas. Além de problemas com os laudos da Arena da Amazônia, um episódio veio acrescentar mais dúvidas sobre a realização do Re-Pa manauara.

O presidente do Remo, Manoel Ribeiro, afirmou ontem que o clube ainda não recebeu a primeira cota (R$ 83 mil) prometida pelos organizadores. Instantes depois, um dos diretores garantiu que o dinheiro já foi entregue.

Das duas, uma. Ou o jogo está ameaçado pela não quitação das cotas ou a comunicação dentro da diretoria remista permanece embaçada.

27 de maio de 2017 at 7:24 pm Deixe um comentário

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