Archive for maio, 2016

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 31.05.16

POSITIVO – O atletismo paraense foi premiado pelo COB na escolha para condução da tocha olímpica em Belém: Agberto Guimarães, Ronaldo Lobato, Suzete Montalvão e Alberto Oliveira dispensam comentários.

NEGATIVO – Não realização do RE x PA feminino é a prova do descaso com essa modalidade não só aqui, mas em todo o Brasil; no Sub 15 jogador do Tapajós estava atuando com documento de outro. Mais bronca!

Lá e Cá

Goleiro Vitor Prada a 25ª contratação do Remo. À disposição no Leão Azul para Série B os guarda-metas Fernando Henrique, Douglas Borges, Vitor Prada e da base André e Abrahão.

Aliás, não sei porque terceiro goleiro no futebol paraense tem de ser também de fora. Praticamente não joga e não custava nada apoiar um daqui.

Edno (Remo) no BID; Fenômento Azul com mosaico no Mangueirão no jogo frente ao ASA: “Como em 2005¨. Não deu certo ontem e vitória dos comandados do veterano Ramalho (1×0). Max, Ciro, Alan Dias e Fabiano os piores; Marcelo Veiga só colocou Héricles no fim do jogo. Não entendi!

Extraordinário o trabalho de Simone Tupinambá à frente do Departamento Nautico do Remo (as conquistas dizem tudo). Repete o que fez o saudoso Hermes Tupinambá.

Na Europa, Ásia e Oceania a tocha olímpica é conduzida por atletas que são destaques em modalidades olímpicas. Parece no Brasil!

Estádio Bento Freitas, em Pelotas, aonde o Paysandu jogará hoje, 19:15h, tem 73 anos, passa por reformas (dos 18 mil lugares, disponíveis apenas 8 mil), mede 106x68m e grama é a Bermuda green. Ainda pertence à família Bento Freitas e o G. E. Brasil é usufrutuário e administrador.

Última vitória do Lobo fora de casa na Série B foi dia 8.9.15, 2×1 no Santa Cruz, gols de Jonathan e Betinho, na 24ª rodada; meia Hiltinho é reforço para quem quer chegar à elite? Pelo histórico não. Aguardemos!

Dr. Joaquim Ramos, ex-facultivo do Papão por 31 anos (13 títulos), inclusive chefe do Departamento, ex-presidente em 1999 e 2000 (campeão), de volta como Adjunto no Departamento Médico do clube.

Jogadores do Paysandu ainda se exercitaram ontem no início da noite no estádio do São José, em Porto Alegre. Seguem para Pelotas após o café desta manhã, numa distância de 256km, 3,5 horas de viagem.

HOMENAGEM – Jeferson Magno Barbosa da Silva, o Capitão, ex-meia atacante do CRB, Fluminense, Grêmio, Estrela Amadora de Portugal, Rio Branco-SP, Ceará e Remo (campeão Séri C de 2005). Tecnico do Ríver-PI.

31 de maio de 2016 at 6:49 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 31.05.16

Decepção azulina

Remo e Asa fizeram o jogo mais chinfrim da temporada no Mangueirão, e toda a responsabilidade pelo baixo nível técnico pertence aos remistas. Jogadas sem complemento, erros primários de posicionamento, overdose de passes errados, falhas grotescas de marcação, ausência de vida inteligente no meio-de-campo e indigência ofensiva.

Parece impossível um time ter tantos defeitos de uma só vez. Pois o Remo de ontem à noite conseguiu esse questionável feito. Começou o jogo capengando no acompanhamento das jogadas em velocidade do Asa, que tomou conta da intermediária azulina posicionando o veterano Ramalho como organizador e tendo lá no comando do ataque o grandalhão Jefferson Baiano.

Depois de umas três manobras perigosíssimas em cima do lateral direito Murilo, o Asa chegou ao gol em cruzamento perfeito para o cabeceio fulminante de Jefferson, aos 17 minutos. Travado, o Remo não saía para o jogo. Quando tentava, a bola espirrava ou rebatia na canela dos próprios azulinos, aparentemente atordoados com os gritos de incentivo dos 14 mil torcedores nas arquibancadas.

A vantagem imposta pelo Asa logo de cara foi se consolidando ao longo do primeiro tempo, pois apenas Eduardo Ramos demonstrava lucidez em jogadas pelo meio da defesa do Asa, mas padecia da falta de acompanhamento. Allan Dias, que deveria ser o parceiro nessas investidas, ficou sem função pelo lado esquerdo do ataque, perdendo todas para a zaga adversária.

Fernandinho até evoluía com a bola, mas sem ela virava presa fácil para a marcação, isolado entre os zagueiros. Ciro não apareceu em campo. Isto é, quando apareceu foi por três impedimentos seguidos.

Por isso, não surpreende que, em meio a essa barafunda, a única tentativa válida foi num chute forte de Eduardo Ramos, que passou perto do travessão.

Quando se esperava que Marcelo Veiga providenciasse mexidas drásticas para tentar sacudir o time e dar uma injeção de ânimo, tudo permaneceu como dantes. A primeira substituição só veio aos 5 minutos, quando Sílvio entrou no lugar de Ciro.

O Asa seguia ditando o ritmo, sem se afobar, tocando a bola com rapidez e correção. Um jeito inteligente de gastar o tempo e cansar o Remo, que sofria com a marcação deficiente por parte dos volantes Lucas e Yuri e com o imenso buraco nas duas laterais – Fabiano e Murilo disputavam quem era o pior em campo.

Rápido e driblador, Sílvio trouxe uma chama de esperança, mas logo se apagou também por absoluta falta de jogadas no ataque. O Remo só ameaçava quando Ramos pegava na bola e partia em direção à área. O problema é que, vigiado sempre por dois marcadores, o meia foi cansando e no final apenas caminhava em campo.

João Victor seria a próxima atração, substituindo a Allan, que deixou o gramado sob intensas vaias. Talvez não tenha sido o maior culpado pela baixa eficácia dos ataques do Remo, mas contribuiu bastante. Héricles, que entrou a cinco minutos do fim, conseguiu ser bem mais produtivo. Nos acréscimos, quase empatou, mas o chute saiu à esquerda do gol. Sílvio, de puxeta, ainda mandou uma bola no travessão. Fernando Henrique cabeceou rente ao poste. E terminava assim, de forma melancólica, a primeira apresentação do Remo diante de sua torcida nesta Série C.

Pelo que mostrou, todas as esperanças de acesso ficaram temporariamente suspensas. Com a facilidade com que se deixou envolver pelo modesto Asa, é sensato dizer que a luta vai ser para evitar o rebaixamento.

O certo é que o time de Veiga fez lembrar o caos tático dos tempos de Leston Junior.

Com simplicidade, Asa mandou em campo

Jaelson, técnico do Asa, pode ser saudado como o verdadeiro vencedor do jogo. Armou seu time com solidez defensiva e dinamismo nas ações do meio, entregues ao veterano Ramalho. O mais incrível é que o Asa está treinando há apenas 11 dias e atravessa problemas administrativos sérios.

A determinação de Jaelson contrastou com a demora de Veiga em procurar modificar um quadro inteiramente desfavorável. A entrada de Héricles a 6 minutos do fim é prova disso.

O Asa foi sempre mais decidido, organizado e perigoso quando partia com a bola dominada. Podia ter chegado ao segundo gol em lance de pênalti não assinalado pelo árbitro no segundo tempo – é verdade que a zaga visitante também botou a mão na bola em lance ocorrido logo depois.
No Remo, além do fato de que foi apenas a segunda rodada, há a expectativa positiva quanto à entrada de Edno e Jussandro na equipe e o retorno de Levy à lateral direita. De todo modo, será preciso mexer com os brios do time, que ontem se mostrou excessivamente atrapalhado na maior parte do tempo.

31 de maio de 2016 at 6:48 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 29.05.16

O desafio azulino

Marcelo Veiga diz ter na cabeça o time para enfrentar o ASA nesta segunda-feira, no Mangueirão. Não quis detalhar a escalação, mas avisou que há um titular imexível: Yuri, como segundo volante. Técnicos costumam fazer mistério quando não têm certeza do que irão fazer, mas, neste caso específico, a definição do homem que vai atuar perto dos armadores evidencia mais um truque estratégico que uma hesitação quanto a nomes.
Yuri foi um dos raros jogadores que se salvaram da derrocada azulina no Campeonato Paraense. Indicado por Leston Junior, o volante custou a se consolidar como titular, até porque quase ninguém conseguia se estabelecer no atrapalhado meio-campo remista.
Sob a batuta de Veiga, Yuri se tornou peça importante, atuando improvisado na lateral direita e até aparecendo como meia-armador em algumas jogadas. Sempre se desincumbiu bem das tarefas que lhe foram delegadas. Talvez por isso tenha ganho agora uma chance de verdade para agarrar a titularidade.
Dono de bom passe e marcador persistente, Yuri pode ajudar a fazer uma transição mais tranquila, dando suporte a Eduardo Ramos e Allan Dias. Schmoller (ou Lucas) ficaria um pouco mais atrás, cuidando mais da proteção aos zagueiros.
Como o jogo deve ser de paciência, com o ASA entrando recuado, lutando pela chamada uma bola, caberá ao Remo desenvolver um sistema dinâmico na meia-cancha, revezando seus meias e buscando surpreender com Fernandinho pela direita e Ciro mais à esquerda.
A ausência de Edno, ainda não legalizado, tirou de Veiga a opção de encorpar as manobras ofensivas e roubou dos dirigentes um grande apelo junto ao torcedor. A estreia de Edno, principal reforço adquirido para a Série C, certamente iria assegurar um incremento substancial na venda de ingressos.
Sem Edno para se aproximar dos atacantes, Veiga mantém o formato usado contra o Cuiabá, apostando em mais velocidade na saída para o ataque. Seu grande problema continua a ser a limitação dos alas Murilo e Fabiano, um tão confuso e pouco agressivo quanto o outro.
Na linha de proteção aos zagueiros está a única dúvida do treinador: Michael Schmoller ou Lucas Garcia. O primeiro é mais forte na cobertura, mas Lucas tem mais velocidade e é mais eficiente no desarme. Deve vencer a queda de braço pela posição. Chicão corre por fora, embora tenha perdido espaço no processo de montagem da equipe.
Outro dilema a ser enfrentado por Veiga diz respeito à eficiência ofensiva do Remo. Apesar de jogar quase sempre com dois atacantes de ofício e dois meias de aproximação, o time desperdiça muitas oportunidades. Em média, são quatro chances claras perdidas por partida. Foi assim desde a reta final do Parazão e também na Copa Verde.
A semana foi pródiga em treinamentos de finalização, mas o técnico sabe que questões relacionadas com o aproveitamento ofensivo têm muitas vezes um componente emocional. Sob pressão, a maioria dos atacantes tende a fracassar no instante decisivo. Ciro, que teve começo de campeonato exuberante, sucumbiu às críticas e nunca mais foi o mesmo.
A Série C surge como derradeira oportunidade de reabilitação para o elenco azulino. Alguns devem mais, outros menos. Remanescentes da era Leston, atletas como Ciro, Ramos, Fernando Henrique e Yuri carregam um peso maior sobre as costas. Será sobre eles que se concentrarão os olhares da massa leonina, inclemente na avaliação de desempenho.
Por todos esses aspectos, será um jogo de afirmação de propósitos do Remo em relação ao sonho do acesso à Série B. Vencer é obrigação.

Bola na Torre

Guilherme Guerreiro comanda o programa, que começa logo depois do Pânico, por volta de 00h20. Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião compõem a bancada, ao lado de um convidado especial.

Tempos de descompromisso e bola Pelé

Circula na internet um texto de autor desconhecido que descreve, com graça e picardia, os mandamentos básicos da boa pelada, aquela praticada com requintes de certa inocência. Na periferia das cidades e nos campinhos de terra batida do interior ainda é possível acompanhar a faina de boleiros que correm atrás da redonda sem qualquer preocupação maior, além do puro prazer imediato da comemoração entre amigos.
Está escrito lá no receituário que a escolha dos times obedece a um ritual sagrado: os melhores escolhem os demais jogadores e a humilhação fica para os últimos a serem mencionados, invariavelmente os pernas-de-pau do grupo.
Não há discussão também quanto ao critério de marcação de faltas. A bola só é parada em casos extremos, de dente quebrado ou perna esfolada. Sem árbitro oficial, as infrações sempre favorecem a quem se manifestar no grito ou pendem para o dono da bola.
Lembrei logo de Baião e dos campinhos carecas no sítio São Francisco, onde alguns candidatos a boleiros corriam religiosamente atrás de uma bola Pelé avermelhada, com direito a muitas caneladas e rapapés pelo caminho.
Como feliz dono de uma dessas bolas, gostosas de chutar e fáceis de dominar, eu estabelecia as regras de convivência entre times liderados por carniceiros, como o temível Oséas, um zagueiro ferrabrás que daria inveja em Junior Baiano.
Tempo de jogo, arremessos laterais, pênaltis e dúvidas mais agudas sempre eram entregues á análise do escriba que vos fala, respaldado pelo direito inalienável conferido pela propriedade da esfera.
Não havia videogame e a TV não massacrava com a repetição de lances fenomenais de boleiros estrangeiros. Fazíamos o que dava na telha, imaginando e tentando reproduzir as diabruras de Tostão, Rivelino, Jairzinho e outros bambas do nobre esporte bretão.
Éramos felizes e não sabíamos.

29 de maio de 2016 at 7:34 pm Deixe um comentário

A Bola no Bola – Giuseppe Tommaso – 29.05.16

BOLA NA TORRE

Neste Domingão na RBATV – Canal 13 o Bola na Torre vai
ao Ar Logo após o Pânico da Band. Destaque para o
Paysandu na Serie B e a expectativa do Remo para o jogo
contra o Asa de Arapiraca nesta segunda no Mangueirão.
Guerreirão no comando e estarei na bancada com Gerson
Nogueira, Valmir Rodrigues e Rui Guimarães. Participe pelo
@bolanatorre ( Twitter e Instagran )
CORRIDA…

Vem ai a VII Corrida e Caminhada do Engenheiro programada para o dia 12 de junho no Dia dos Namorados, Corrida de 8 km e Caminhada de 4 km. Largada as 6 da manhã no Parque Estadual do Utinga. Tem Premiação, para o Primeiro Colocado receberá 300 reais, 200 para o segundo e 100 reais para o terceiro. Valor da inscrição é de 60 reais e promoção para casais a 100 reais.

HOTEL BICOLOR…

Presidente Alberto Maia e sua diretoria preparou a Festa e contou com a presença de sua diretoria do Homenageado Antônio Couceiro e todos os seus Familiares. Foi neste clima a inauguração do Hotel do Paysandu nas dependências da Curuzú, aliás, homenagem mais que justa a este grande bicolor e que faz parte da História vitoriosa do Clube de Suiço. O Hotel com 19 apartamentos todo equipados, Auditoria, sala e Reunião e uma Cozinha Industrial. Papão já Concentrou para o jogo de ontem contra o Luverdense. Parabéns ao Paysandu e ao Grande Desportista Antônio Couceiro!!!

MOTIVAÇÃO…

Um empate fora de casa contra o Cuiabá na Arena Pantanal, as caras novas e os novos reforços motivam a torcida azulina para o confronto desta segunda no Mangueirão do Remo, a estreia em casa contra o Asa de Arapiraca. Fica a expectativa das escalações de Jussandro e Edno que deram mais qualidade a equipe durante os treinos da semana. Agora é com o Fenômeno Azul…
TOCHA OLÍMPICA…

Prevista para passar por Belém no dia 15 de junho próximo, a Tocha Olímpica continua a desfilar por várias cidades do Brasil. Aqui em Belém o desportista José Ângelo Miranda, e da Cia Athlética o treinador de basquete Said Fraiha e o aluno Oswaldo Ferreira também terão o privilégio cada um de percorrer os 200 metros com a Tocha Olímpica pelas ruas de Belém. Show !!!

29 de maio de 2016 at 7:24 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira 28.05.16

chance de recomeçar

Não há time grande no mundo que não sofra pressão. Naturalmente, ela vem, em dose cavalar, quando a maré é desfavorável. Mesmo depois de conquistar duas competições importantes no começo da temporada – Campeonato Paraense e Copa Verde -, o Papão não está imune às cobranças de sua exigente torcida. E reclamação de torcedor é a que mais repercute e inquieta elenco e comissão técnica.

Os maus resultados iniciais no Brasileiro da Série B levaram à situação atual, embora o ponto que mais causou preocupação foi o fraco rendimento técnico da equipe nas partidas contra Ceará, Oeste e Tupi.

Há em favor do técnico Dado Cavalcanti a extensa lista de jogadores lesionados ou em recuperação. Alguns são titulares ou candidatos a isso, situação que cria embaraços para a formatação do time e atrapalha também o processo de rodízio de atletas que a Série B impõe.

As duas conquistas da temporada ainda reverberam e tiveram importante papel atenuador do começo de crise provocado pela goleada em Juiz de Fora, na terça-feira.

Em outras circunstâncias, o torcedor estaria furibundo e pedindo à diretoria cabeça de treinador e dispensa de jogadores. Com as duas taças na galeria alviceleste, a prosa tem sido outra, mas essa trégua tem prazo de validade – e Dado e seus comandados sabem disso muito bem.

O confronto de hoje à noite com o Luverdense tem tudo para ser o momento da virada na competição. Com 5 pontos ganhos, o time mato-grossense ocupa a sétima posição no campeonato. Não fez grandes investimentos, mas situa-se naquele pelotão dos medianos que podem surpreender.

Em condições normais, o Papão mantém a condição de favorito, pois tem elenco para brigar muito além da incômoda 18ª colocação atual. Além disso, terá o calor de sua torcida, mesmo que esta demonstre estar ressabiada com a campanha. O jogo no estádio da Curuzu deve ter bom público e significa pressão maior sobre o visitante – caso o anfitrião se comporte adequadamente.

Sem Leandro Cearense e Betinho, vetados ontem pelo departamento médico, Dado deve utilizar Fabinho e Alexandro lá na frente, tendo Wanderson como opção para o decorrer da partida. No meio-de-campo, Celsinho segue como o principal articulador. Ele e Rafael Costa serão mantidos, mas é evidente que precisarão render mais do que mostraram até agora.

Uma boa notícia é a confirmação de Lucas como titular. Artilheiro do time na competição, tem se constituído no destaque solitário do Papão, mesmo ocupando uma função mais conservadora e tendo atuado em apenas duas partidas, contra Ceará e Tupi.

Futebol feminino sob tiroteio

Quando parecia que o futebol feminino conseguiria finalmente pegar embalo, com a entrada em cena da dupla Re-Pa, eis que uma querela ameaça seriamente os rumos do campeonato da modalidade. O Remo, amparado no Regulamento Geral das Competições, impetrou ontem à tarde mandado de garantia contra ato da Federação Paraense de Futebol, que modificou o local do clássico entre Leão e Papão, previsto para domingo.

O Remo alega que a FPF, através de sua diretoria técnica, alterou o local sem cumprir o prazo estabelecido pelo artigo 13 do referido RGC, que estabelece prazo mínimo de 10 dias para qualquer modificação na tabela.

O imbróglio começou com a transferência da partida para Santa Izabel e, posteriormente, para Castanhal. Remistas questionam a mudança de última hora.

Ao mesmo tempo, o Pinheirense questiona a situação de atletas que estão defendendo o Papão. A alegação é de que as jogadoras continuariam vinculadas ao clube.

Diante desse tiroteio todo, fica a sensação de que o campeonato dificilmente chegará a bom termo. A não ser que as normas se ajustem e o bom senso prevaleça. Ainda há tempo.

 

28 de maio de 2016 at 2:43 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 27.05.16

POSITIVO – Cerca de 30 jovens entre 30 e 40 anos de idade, filhos de antigos bicolores, atualmente exercem funções diretivas no Paysandu com muita determinação e responsabilidadee. Sangue novo!

NEGATIVO – Com todo respeito às extrordinárias cantoras conterrâneas Gaby Amarantos e Joelma, mas selecionadas para conduzir a Tocha Olímpica em Belém é demais. E tanto atleta e ex-atleta de fora. É duro!

Lá e Cá

Danilo Augusto, de extraordinária competência como jornalista esportivo, noticiarista e apresentador de programa será apresentado hoje, no Salão Beneditino, em Bragança, 20h, novo contratatado da Pérola FM. Vou lá!

2ª Etapa do Ranking de Corridas da AP (10,5km), dia 19.6, com inscrições até 15.6 pelos telefones 31992151, 985166427 ou http://www.aponline.com.br

Corrida do Amor é o mote da 7ª Corrida (8km) e Caminhada (4km) do Engenheiro, dia 12.6, no Parque do Utinga. Casal tem desconto de 50%. Inscrições http://www.clubedeengenhariadopara.com.br

Em razão de equipamentos ainda chegando, novo Hotel Concentração Antonio Couceiro, do Paysandu, disponível para abrigar jogadores e CT pela 1ª vez só para o jogo contra o Náutico, 7.6.

Lobo já meteu duas de 7×0 no Estadual Feminino e última vítma foi o Pinheirense. E domingo tem RE x PA (Leão não aceita jogar em Santa Isabel). Azulinas veem de triunfo de 2×1 sobre o Independente.

Luverdense chegando hoje na hora do almoço e à tarde treina no Souza, da Tuna Luso. Ausência será do lateral Paulinho; pendurados no Papão, Rafael Costa e Alexandro; Bicolor na Curuzu este ano apresenta 6 vitórias, 1 empate e 90% de aproveitamento.

No Remo time para pegar o ASA, segunda, praticamente o mesmo da estreia, apenas com volante Yuri no lugar de Lucas Garcia; concentração na Toca; folha de 510 mil tem 60% já bancados pelo sócio-torcedor.

Médias de público em casa em 2016: Paysandu 10.2014 e Remo 7.766. Fonte: Saulo Zaire; técnico Dado depende do DM bicolor para mudar time amanhã; zagueiro azulino Max sentiu desconfoto muscular. É dúvida.

Paysandu x Luverdense, 12 jogos, 5 vitórias bicolores (18 gols), 2 matogrossenses (13 tentos) e 5 empates; Remo x ASA-AL é jogo inédito; meia Djalma, ex-Paysandu e ASA-AL agora no Confiança-SE, na Série C.

HOMENAGEM – Antonio de Pádua de Mesquita dos Santos Brasil, o Mão- de-Fogo, ex-campeão de regata pelo Remo nos anos 80 como proa do 4 com, 4 sem e 8 gigante. Também da Seleção Paraense. Professor e pesquisador da UEPA.

27 de maio de 2016 at 8:05 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 26.05.16

POSITIVO – Vitória do Xingu no futsal adulto. Tubarão local montou timaço (jogará em Altamira), inclusive com Dedé (estava na França), Beto (Esmac), Juninho e Ronielly (Bragança). Estreia contra o Roma (Breu Branco), 11.6.

NEGATIVO – Denúncias de que em alguns Estados está correndo proprina para quem não é do esporte ter seu momento de fama conduzindo a Tocha Olímpica; já estão falsificando camisas da marca Lobo. É duro!

Lá e Cá

Paysandu não tomava humilhante goleada de 5×1 desde 2002, Série A (e não caiu), para o Vitória, em Salvador. É bem verdade que permitiu depois disso até escores maiores; presidente quer resposta sábado; muda time?

Bicolor não ganha há 5 jogos e resultados anteriores já davam alerta. Goleada agora serviu para comprovar que plantel não é desprezível, mas distante do grande time que se imaginava.

Não me venham com essa de que Leandro Carvalho perdeu mais uma chance. Jogou o mesmo que o Leandro Cearense e só viajou porque não tinha outro. Aliás, esse grupo é o mais doente da história do Lobo.

Análise de Desempenho deixando a desejar. Claro também que este elenco não é superior ao do ano passado, pois aquele começava por Pikachu; Lucas é o artilheiro do time com 3 gols. Vai ser barrado?

Paysandu tem 2 pontos em 3 jogos. Em 3 partidas ano passado somava 3; bicolores vão encontrar diante do Brasil, em Pelotas-RS, dia 31.5 (terça), Leandro Camilo, Marlon e Marcos Paraná que passaram na Curuzu; de lá seguem para Boa Terra (Bahia, dia 3.6, sexta).

José Ângelo Miranda na Diretoria Executiva de Gestão da FPF; Walter Feldman (Secretário geral da CBF) esteve aqui mostrando os números positivos da Copa Verde; RE x PA feminino, domingo, em Santa Isabel.

Só Dewson Freitas, Andrey Silva e Joelson Cardoso têm saído para apitar Brasileiro em diversas séries. E os outros paraenses? Joelson, sábado, no Bagantino x Tupi.

Remistas com pé no chão estimando que 20 mill pagantes segunda-feira estará de bom tamanho. Se der mais, ótimo! Edno e Patrick marcando nos treinos; surpreende a possível barração de Lucas Garcia; Max de volta.

Torcedores do Leão Azu do Tribunal de Contas dos Municípios, à frente o conselheiro Daniel Lavareda, adquiriram 200 porcelanatos em apoio à promoção “#Sou Baenão”.

HOMENAGEM – Laércio Santos da Silva, o Mister Bacalhau, ex-campeão paraense de boxe peso leve pela Academia do Norte Brasileiro (anos 80), Dom Manoel e Ulysses Pereira (90). Faz propaganda de som em bicicleta.

26 de maio de 2016 at 7:11 pm Deixe um comentário

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