Archive for fevereiro, 2014

Coluna do Gerson Nogueira – 28.02.14

Desorganização e apatia

Dispersivo, o Remo parecia estar cumprindo tabela. Burocrático, trocou passes de lado, errou a maioria das saídas e pouco agrediu o Nacional nos primeiros 45 minutos. Comportamento incompatível com um time que briga pela classificação na Copa Verde, competição mais importante da temporada para os clubes paraenses.
A disposição demonstrada para decidir o turno contra o Paissandu sumiu de cena e o Remo foi apático na maior parte do primeiro tempo. O Nacional se defendia com duas linhas de defensores e esperava.
Respeitou o dono da casa até os 20 minutos. A partir daí, liberou seus laterais e passou a explorar o contra-ataque com mais afinco. Ameaçou duas vezes, com Jefferson Recife e Romarinho, em chutes de fora da área. Enquanto isso, o Remo teimava em usar Eduardo Ramos como ponta-direita e Potiguar como meia de ligação.
Na prática, Jonathan e Ilaílson eram os únicos a conduzir a bola com lucidez do campo de defesa. Como Ramos, o homem da criação, estava esquecido na direita, os dois volantes tomavam as iniciativas, com os problemas desse tipo de improvisação. Ilaílson até fez dois excelentes passes para Potiguar e Alex Ruan, mas o time sentia falta de organização. A bem da verdade, sentia falta de um esquema de jogo.
Aos 32 minutos, uma jogada manjada resultou no primeiro gol da partida. Chapinha cruzou bola na área e o grandalhão Fabiano desviou de cabeça, abrindo o placar para o Nacional. Um gol fácil, sem maior esforço ou criatividade, mas com a colaboração da zaga azulina, que não marcou o centroavante.
Com a desvantagem, o Remo deixou a letargia de lado e resolveu avançar em busca do empate. Cruzou mais bolas e arriscou mais de fora da área, mas sem causar sobressaltos ao Jairo, com exceção de um disparo de Alex Ruan de fora da área e um chute de Eduardo Ramos na gaveta, lance que obrigou o goleiro baré a fazer uma grande defesa.
Depois de ser saudado com vaias no final da primeira etapa, o Remo voltou com Ratinho no lugar de Levy e uma postura diferente. Mais adiantado, pressionou insistentemente e criou logo duas boas chances antes dos 5 minutos. Val Barreto perdeu o gol batendo da pequena área e Ratinho foi desarmado quando ia finalizar.
Para azar do Remo, Ratinho se contundiu na jogada e teve que ser substituído por Zé Soares. Como a situação permanecia intrincada, Charles trocou Eduardo Ramos por Athos e o time ganhou em movimentação e dinâmica. Mas insistia no erro de abandonar o jogo pelas pontas, concentrando as manobras pelo meio da área, justamente onde o Nacional mantinha todo o seu bloqueio defensivo.
Com o incentivo da torcida, o time atacava a todo instante e o gol veio em jogada de linha de fundo, que envolveu Potiguar e chegou até Alex. Este tocou para o meio encontrando Zé Soares, que desviou para as redes, aos 20 minutos. Entusiasmado, o Remo se manteve ofensivo e dois minutos depois quase virou o marcador. Athos deu passe preciso para Alex, mas este finalizou por cima do gol.
O jogo permaneceu aberto até o final, com o Nacional tentando explorar contra-ataques, com Daílson aberto pela direita e Chapinha pela esquerda, mas o Remo era mais presente no ataque. Zé Soares, Potiguar e Val Barreto ainda desperdiçaram oportunidades, mas o escore permaneceu inalterado até o final.
Depois da partida, o técnico Francisco Diá comentou que o Naça jogou conforme o planejado. Permaneceu fechado e explorando os erros do adversário. Charles Guerreiro lamentou a apatia do primeiro tempo e falhas individuais, criticando ainda o individualismo de alguns jogadores. Não falou em planejamento de jogo, coisa que o Remo não tem.

Naça conseguiu o que buscava

O técnico do Nacional havia dito na véspera que buscava em Belém um empate ou pelo menos fazer um gol. Com isso, julgava conquistar o resultado mais interessante para decidir a vaga em Manaus, no dia 9, por ocasião da inauguração da Arena Amazônia. Saiu de Belém com as duas coisas. Empatou, marcando gol. Avalia, com razão, que a missão de classificar o Naça ficou mais fácil.
O Remo, ao contrário, desperdiçou boa chance de estabelecer vantagem segura para no cruzamento. Agora terá que correr e jogar mais para superar o esforçado e brigador azulino amazonense.

Associado elogia Sócio Bicolor

Ao contrário do leitor-torcedor Fábio Braga, cuja reclamação publiquei ontem aqui, o Pablo Giordano escreve à coluna para elogiar a presteza do programa Sócio Bicolor, que avisou em tempo hábil sobre o local de retirada dos ingressos para o último Re-Pa. “Sempre leio a sua coluna e vou discordar do torcedor Fábio Braga. O Sócio Bicolor informou aos seus associados sobre a retirada dos ingressos conforme e-mail (que foi anexado à mensagem). No primeiro clássico, o mando era do Paysandu e nós, sócios, entramos com a carteirinha. Já no segundo jogo, cujo mando era do Remo, tínhamos que retirar na Curuzu ou na sede social. Sugiro que o torcedor verifique se o seu e-mail está correto, pois o meu está e todos os dias recebo informações sobre o Paysandu”, esclarece o Pablo.

Agradecimentos

Aproveito para registrar as dezenas de manifestações pelo meu aniversário, ontem. Amigos antigos e novos, além de colegas de trabalho, foram generosos ao expressar seu carinho por este escriba baionense. Obrigado a todos, de coração.

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28 de fevereiro de 2014 at 12:12 pm Deixe um comentário

Chumbo-Grosso – Paulo Fernando – 27.02.14

– ATROPELOU – O Paysandu atropelou ontem o campeão amazonense pelo placar de 6 x 1, a equipe do AMAZONAS saiu reclamando muito da arbitragem que marcou dois pênaltis a favor da equipe paraense e também expulsou dois jogadores do time manauara, alheio a estas situações o bicolores ficaram com a faca e o queijo nas mãos na busca pela vaga para as disputas da semi-final, BICOLOR NA ÁREA,…………

– O QUE ESTA ACONTECENDO – O time vem dando respostas dentro de campo mais o torcedores vem deixando a desejar nas arquibancadas, mais uma vez a fiel torcida decepcionou sua equipe, veja só que a torcida tem toda razão de estar INVOCADA COM A SONOLENTA DIRETORIA DO CLUBE, mais a fiel não pode e nem deve descontar esta raiva em sua equipe, QUE PUBLICO É ESTE : RENDA: R$ 20.850,00
PAGANTES: 692
CREDENCIADOS: 609
TOTAL: 1301

Depesas: R$ 19.283,32
Líquido do Paysandu: R$ 1,566,68

– HOJE É DIA DE LEÃO – O Leão azul paraense começa hoje sua marcha rumo a semi-final da Copa Verde, a equipe paraense terá pela frente um velho conhecido e rival das antigas o Nacional de Manaus, para esta partida Charles Guerreiro, técnico azulino, relacionou os seguintes atletas que estão concentrados para a partida de daqui a pouco.
Relacionados:
Goleiros: Fabiano e Mayki Douglas

Zagueiros: Carlinho Rech, Max, Rogélio e Rubran.

Laterais: Levy, Alex Ruan, Diogo Silva e Rodrigo Fernandes.
Volantes: Dadá, Jhonnatan e Ilaílson
Meio-campistas: Ratinho, Eduardo Ramos, Athos e Thiago Potiguar.
Atacantes: Val Barreto, Leandro Cearense e Zé Soares.
É HORA DE MAIS UMA VEZ O FENÔMENO AZUL FAZER A DIFERENÇA NAS ARQUIBANCADAS,……………….

– PAPÃO ANUNCIA MAIS UM ATACANTE- Jô é o mais novo contratado do Paysandu Sport Club. A notícia foi divulgada no dia de ontem, pela assessoria do clube.
O jogador estava disputando o Campeonato Paulista pelo time Paulista de Jundiaí, e também já representou os times Novo Hamburgo, Chapecoense-SC e o Cruzeiro-RS.
O clube irá receber o novo jogador nesta quinta-feira (27), onde assinará contrato com a diretoria do time, este jogador não poderá jogar a copa verde, pois a diretoria perdeu o prazo para as inscrições de novos jogadores, DURMA COM UM BARULHO DESSES,………

– A HISTÓRIA DO CONFRONTO – O Remo desde 2005 não enfrenta um clube do Amazonas em uma partida oficial a ultima vez foi no campeonato brasileiro da Série C de 2005. O Leão Azul perdeu por 1 a 0 para o próprio Nacional, no Mangueirão, mas avançou na competição, pois venceu em Manaus pelo placar de 2 a 0 no jogo de ida.
As duas equipes se enfrentam pela 29ª vez na história. O Remo leva vantagem nos números. São 14 vitórias azulinas, 4 empates e 10 vitórias do Nacional.
Contudo, nos confrontos recentes contra equipes do Pará, o Naça levou a melhor: Série C 2005 contra o Remo, no Mangueirão (1 a 0); amistoso contra o Paysandu em 2013, em Paragominas (3 a 2); vitória que eliminou o Águia de Marabá, no estádio Zinho de Oliveira pela Copa do Brasil de 2013 (2 a 1), AGORA É CONTIGO LEÃO,………….

– ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE, DOA A QUEM DOER, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

27 de fevereiro de 2014 at 3:29 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 27.2.14

POSITIVO – OAB-PA aumentou para seis seu Circuito de Corridas e Caminhadas, com a inclusão de Castanhal e Tucuruí. Este ano, primeiro será em Marabá (6.4) e último em Tucuruí (9.11). Sucesso!

NEGATIVO – Um absurdo esse acordo para venda de meia entrada e entregue de gratuidades no Mangueirão, castigando esses segmentos: convite à farra de cambistas (meia) e desistência dos velinhos.

Lá e Cá

Remo e Nacional-AM jogarão hoje pela 29ª vez. São 14 vitórias azulinas, 10 amazonenses, 4 empates, 39 gols do Leão daqui e 29 do Leão baré.

Aliás, nos últimos quatro jogos no Pará o Nacional ganhou todos: 2005, Série C, 1×0 no Remo (Mangueirão); em 2013, 3×2 no Paysandu amistoso em Paragominas e, 2×1, no Águia (eliminado), em Marabá, Copa do Brasil.

Ingressos para Nacional x Remo, na Arena da Amazônia, dia 9.3, a 50 reais a arquibancada e 25 meia (13 mil lugares). Outros 7 mil para operários, colaboradores e convidados.

Jogador que se contunde e passa por cirurgia durante o contrato num clube pode ser liberado quando se recupera. Muitas vezes falta é coragem para fazer isso e jogam para escanteio o custo benefício.

Paysandu demorou e perdeu recontratação de Bartola (Ânderson Costa) para o Atlético Sorocaba. Agora, foi o meia Leandro, do Comercial de Ribeirão Preto, antes anunciado e contratado pelo São Caetano.

Continuam jogando gasolina nas diferenças de Charles Guerreiro e Waltinho, no Remo. Momento não é para isso!

Associação de Triatletas de Mosqueiro (ASTRIM) já se preparando para temporada de 2014, ao comando do professor Sílvio Rodrigues.

Na Copa BR de Futebol Feminino a Tuna sentiu peso de adversário mais forte e perdeu para o Vitória-PE de 3×1. Escore bom aqui será 2×0 para garantir classificação.

Segunda feira, 3.3, inauguração do SPACEBBALL, na rodovia Mário Covas 575, próximo da Independência (91-32459946), com 5 quadras, espaço para SHOWBOLL e bar temático. Vai bombar na Copa.

AP campeã do Torneio Cidade de Belém de Boliche da 1ª divisão (Maurício Schuster) e, 2ª divisão (Ivan Leão).

HOMENAGEM – Jerônimo Coelho dos Santos, o Jerônimo, ex- lateral (hoje ala) do futsal do Imperial, Seleções Estudantil e Universitária do Pará nos anos 80. É delegado de polícia na Unidade do Jurunas.

27 de fevereiro de 2014 at 12:36 pm Deixe um comentário

BOLA PRA FRENTE – Cláudio Guimarães – 26.2.14

POSITIVO – Agência Central dos Correios vendendo em média 100 selos do Centenário do Paysandu por dia. Foi a maior tiragem de selos de um clube brasileiro: 360 mil.

NEGATIVO – Que Remo e Paysandu esperam de Arrabal e Leandro Silva que não os liberam? São essas coisas que u não entendo!

Lá e Cá

TV Interativa confirma Nacional x Remo (Copa Verde) dia 9.3, na Arena da Amazônia. FIFA decidirá hoje se capacidade será de 9 mil como quer o Órgão Gestor da Copa ou 22 mil, desejo do Governador do AM.

1º turno de 2014 teve 58.347 torcedores e receita de R$ 470.258,56 a menos que 2013. Primeiros três RE x PA do ano passado registraram público de 103.937 e deste ano 63.634 (Data Japa). A refletir!

Paysandu parece não ter priorizado a Copa Verde, tanto que contratação de um meia e dois atacantes (um que jogue pelas beiradas) acontecerá até sexta, mas para o Estadual e Série C.

Caso a enchente em Marabá atinja 11 m jogo Gavião x Paysandu sairá do Zinho Oliveira; se Governador do AP apresentar documento e valor da cota fixa, Paysandu vai pedir ao STJD 2 jogos da Série C no Zerão.

Se Paysandu e Remo tiverem de decidir em dois jogos a vaga à final da Copa Verde, sendo maturado também o super-clássico do dia 30.3 (2º turno do Parazão) para Macapá-AP.

Novo Ginásio Serra Freire (Remo) será reaberto dia 8.3; jogo Remo x Independente do dia 14.3 (Parazão) adiado a pedido dos azulinos; toda cúpula da FPF e funcionários ontem no churrasco remista.

Árbitro Wilson Luiz Seneme-FIFA-SP fez do RE x PA seu último jogo, encerrando a carreira. Tem 43 anos, é preparador físico e vai integrar o Comitê de Arbitragem da CONMEBOL.

Diogo Silva, Rogélio e André vão ter de mostrar muito serviço para voltar a ganhar posição de Levy, Rech e Dadá, no Remo; técnicos Charles Guerreiro (Remo) e Mazolla Jr (Paysandu) priorizam seus times com 3 volantes.

Força do Governador Omar Aziz-AM para mandar o jogo Nacional x Remo na Arena Amazônia: tem canal direto com a FIFA e é o governador melhor avaliado do Basil. Só isso!

HOMENAGEM – Paulo Sérgio Montenegro Vieitas, o Paulo Russo, ex- volante do Paysandu do infantil, juvenil, aspirante ao profissional nos anos 70-80. É empresário de restaurante em Manaus-AM e gráfica em Belém.

26 de fevereiro de 2014 at 12:47 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 26.02.14

Papão estreia de verdade na Copa

O adversário é pouco conhecido, não tem jogadores badalados, mas merece o respeito que o futebol amazonense tradicionalmente inspira. Relativamente jovem (é de 1971), o Princesa do Solimões cumpre excelente campanha no certame baré, está invicto há várias partidas e tem um estilo de jogo audacioso. É o adversário do Paissandu hoje à noite no estádio Jornalista Edgar Proença, em jogo válido pela segunda fase da Copa Verde.
Competição de tiro curto, disputada simultaneamente com o Parazão, a Copa Verde tem o encanto de classificar para a Copa Sul-Americana. Dos 16 clubes disputantes, Paissandu e Remo estão entre os favoritos, mas emergentes como o Princesa não podem ser subestimados. Exemplos como o da Copa do Nordeste do ano passado, vencida pelo Campinense (que bateu o ASA de Arapiraca na final), estão aí mesmo para servir de alerta.
Depois de uma jornada estafante no domingo, na decisão do primeiro turno do Parazão, o Paissandu volta a campo com o desafio de estabelecer uma vantagem de gols que permita decidir em Manacapuru (AM) sem maiores atropelos. Terá o retorno de jogadores ausentes no clássico, como Aírton e Pablo, mas continuará sem Ricardo Capanema no meio-de-campo e pode ter o desfalque importante de Djalma, o motorzinho do time.
A postura taticamente bem definida do Paissandu ao longo do certame paraense mostrou-se valiosa no primeiro cruzamento da Copa Verde, quando encarou um dos times mais modestos do torneio, o semi amador Náutico-RR. A passagem pelo clube roraimense foi arrasadora, 11 a 2 no resultado agregado.
Contra o Princesa, porém, o Papão começa de fato a encarar adversários de respeito. Para isso, precisará contar com a ofensividade que sempre brota contra oponentes que saem pro jogo. Pela maneira como o Princesa costuma atuar, espaços devem aparecer para o contragolpe veloz da equipe paraense, quase sempre puxados pelos laterais e também por Pikachu, agora definitivamente um meia-atacante.
O torcedor, convocado a comparecer e apoiar no difícil horário das 22h, precisa entender apenas que o Princesa não tem muito a ver com o Náutico. O duelo tende a ser equilibrado, pois a competição começa de verdade agora para o Paissandu.

Mapa da mina do Princesa

Sobre o jogo desta noite, o leitor Hideraldo Lima repassa algumas dicas para o técnico Mazola Junior e alerta para os riscos representados pelo Princesa do Solimões. “Sou militar da Aeronáutica, moro em Manaus há quatro anos e sou leitor assíduo do DIÁRIO. Acompanho o futebol amazonense e foi divulgado aqui que o treinador da equipe afirmou que, apesar de saber da força do Paysandu jogando em casa, com o apoio da torcida, não mudará a sua forma de atuar, ofensiva. Segundo ele, deve manter o mesmo time que está invicto na temporada e conseguiu a classificação para as semifinais do 1º turno do Campeonato Amazonense”.
Segundo Hideraldo, o ponto vulnerável do Princesa é o centro da defesa, onde os dois zagueiros Lídio e He-Man são apenas medianos. “Eles devem jogar com um volante de marcação, que é o Rondinelli, e três meias armadores, que são Delciney, Fininho e Michel. Na frente, Charles, atacante alto e rápido, e Marinelson, artilheiro do time”.

As agruras do Sócio Bicolor

Fábio Braga, torcedor do Papão, pede que a diretoria organize melhor o atendimento do Programa Sócio Bicolor. Além da bagunça na entrada dos torcedores no Mangueirão, o programa não avisou que os sócios teriam que pegar o ingresso na Curuzu até 12h de sábado. “Soube apenas na tarde de sábado que teria que apanhar o ingresso na Curuzu. Não sei qual a razão de, na hora do cadastro, eles pedirem o endereço de e-mail, pois não usam para informar o sócio. Acontece que, na hora de entrar no estádio, vi várias pessoas entrando somente com a carteirinha de sócio. E aí, como fica a situação? Resumo da história: gastei R$ 40,00 (quase o valor da mensalidade) por uma falta de informação do clube”.

Uma campanha por Aysha

O drama da menina Aysha, de 8 anos, que sofre de leucemia, foi exposto publicamente no último domingo por ocasião do Re-Pa. Fã do atacante Val Barreto, ela conseguiu realizar o sonho de falar com seu ídolo. Sem dúvida, é uma grande oportunidade para que o jogador e a torcida remista demonstrem seu espírito de solidariedade, abrindo uma campanha de ajuda à família de Aysha, que depende de um transplante para obter a cura.
A ideia foi sugerida pelos torcedores Moacir e Dario, funcionários da Visão do shopping Pátio Belém. Ambos lembraram o que Vandick, ainda como jogador, fez pela menina Jéssica, há alguns anos.
Fica a dica.

26 de fevereiro de 2014 at 12:19 pm Deixe um comentário

Chumbo-Grosso – Paulo Fernando – 25.02.14

– MAIS DIRETO IMPOSSÍVEL – O técnico Mazolla jr. Do Paysandu após a perda do primeiro turno para o maior rival mandou um recado direto a SONOLENTA diretoria bicolor, o comandante técnico bicolor disse com todas as letras que precisa de qualidade principalmente no meio campo, e que para ser campeão tem que ter um elenco e não onze jogadores, ACORDA VANDICK, JÁ NÃO BASTA O REBAIXAMENTO PARA SÉRIE C,…………….

– O PÉ QUENTE – Não é novidade para ninguém que a chegada de Agnaldo de Jesus o seu Boneco ao Baenão deu a equipe Remista a motivação e o sangue tão cobrado pela torcida Remista, ESTE TEM IDENTIDADE COM A NAÇÃO AZULINA, PARABÉNS SEU BONECO,…………….

– COISAS DO PARÁ – Aqui no nosso futebol sócio torcedor não aparece no borderô da partida, em Belém do Pará já teve um estádio que quando só tinha um lado construído apanhava 60 mil pessoas, aqui é uma terra que ganha 600 reais por mês tem sítio, hotel, carro do ano, moto importada, e ainda de quebra faz-se lipoaspiração na maior cara de pau sem ter onde cair morto(a), SE GRITAR PEGA LADRÃO, NÃO FICA UM MEU IRMÃO, SE GRITAR PEGA LADRÃO,……………………

– SINAL AMARELO PARA A DUPLA RE X PA – Remo e Paysandu que fiquem bem ligados nos próximos jogos da Copa Verde, os dois gigantes do futebol do Pará vão ter pela frente as equipes do Amazonas pela frente, Nacional e Princesa do Solimões vão cruzar o caminho dos paraenses, é bom lembrar que além dos adversários tem toda uma rivalidade em jogo, NADA DE MOLEZA, TEM QUE ENTRAR MORDENDO E JOGANDO SÉRIO,……

– BELA ATITUDE – Quem foi ontem a representação do Paysandu Sport clube viu uma bela atitude de alguns torcedores do clube, no momento em que os jogadores subiram o túnel para treinar foram surpreendidos pelos aplausos vindos das arquibancadas, sempre digo que o torcedor não é bobo, e que quem foi ao mangueirão no domingo viu um time guerreiro e lutando até o ultimo minuto pelo título, É ISSO TORCEDOR QUANDO TEM QUE COBRAR COBRA, E QUANDO TEM QUE APLAUDIR E DAR FORÇA TAMBÉM ESTÁ LÁ,………………….

– ESCREVO ESTA COLUNA PARA QUEM GOSTA DA VERDADE, DOA A QUEM DOER, FUI IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

25 de fevereiro de 2014 at 1:03 pm Deixe um comentário

Coluna do Gerson Nogueira – 25.02.14

Sobre a nobre arte de torcer

Um grupo de torcedores surpreendeu jogadores e funcionários do Paissandu ao aparecer no clube, ontem, para saudar o time e reafirmar apoio incondicional. É preciso entender que isso aconteceu no dia seguinte à perda do primeiro turno para o grande rival. Outra demonstração explícita de amor e compreensão foi vista depois do próprio clássico de domingo. Quando os jogadores deixavam o campo foram aplaudidos pela torcida bicolor.
São gestos como esses que permitem acreditar que o futebol paraense trilha o caminho certo, pelo menos quanto aos torcedores mais participativos e solidários. Indiferentes às paixões destemperadas que abundam nas redes sociais, com diatribes e insultos endereçados a adversários, os verdadeiros desportistas se comportam com fleuma e superioridade.
Perder jogos ou campeonatos é coisa normal em futebol. Acontece com todo mundo, mais dia menos dia. Revoltar-se contra isso é, além de perda de tempo, puro desequilíbrio. Quem gosta do esporte verdadeiramente não se prende a miudezas do gênero. Vitória, empate e derrota. Não há como escapar a esse destino. E não existe time no mundo – não inventaram ainda – absolutamente invencível.
Alguns foram particularmente brilhantes. Real Madri de Di Stéfano, Honved de Puskas, Santos de Pelé, clubes que passaram um bom tempo sem conhecer o sabor de uma derrota. Só que, um belo dia, a casa caiu e foram derrotados. Acontece.
A compreensão acerca da insustentável leveza do futebol é um dos sentimentos mais bonitos que o torcedor pode desenvolver. Não pode ser um acomodado, que aceita a derrota e renuncia à ideia de vitória. O céu é o limite. Todos querem ver seus times sempre vitoriosos. Como isso é impossível, resta a humildade. Entender que não há time imbatível não diminui ninguém; pelo contrário, eleva.
Da mesma forma, a arte de torcer implica em ter jogo de cintura, flexibilidade e espírito esportivo para suportar as brincadeiras, que se ampliaram expressivamente na era da internet. Quem não tiver sangue frio e nervos de aço, não sobreviverá aos novos tempos digitais. Os fracos apelam para a ofensa gratuita, a intolerância e os xingamentos. Não merecem ser chamados de torcedores de verdade. São pequenos demais para fazer jus a essa denominação tão nobre.

A última arbitragem

A propósito da mui comentada arbitragem do clássico, o amigo e professor Cássio de Andrade destaca um aspecto pouco abordado. “O futebol paraense teve o privilégio de assistir ontem a despedida do árbitro Wilson Luiz Seneme. A qualidade técnica esbanjada no jogo transformou sua atuação no canto de cisne da arbitragem nacional. O provincianismo mequetrefe e o passionalismo clubístico criaram um clima de desonra após o jogo em relação a esse grande profissional do apito. Parabéns, Seneme, pela aula de arbitragem ministrada no gramado do Mangueirão”.

Mazola na marca do pênalti

Transcrevo a análise do leitor Júlio César Aires sobre o trabalho de Mazola Junior, do Paissandu. “Acho bastante engraçado o técnico dando entrevistas com aquele ar rompante, típico de técnicos vindos do eixo sul e sudeste. Lembra outro loroteiro chamado Giba, que após ter feito uma campanha de recuperação com o Remo foi muito supervalorizado”, observa, criticando a louvação que parte da imprensa faz ao treinador: “Pelo amor de Deus, ele pegou o time com uma espinha dorsal pronta, pois Matheus, Pikachu, Pablo, Vanderson, Capanema, Djalma, Zé Antonio e Héliton eram figuras presentes em boa parte dos jogos da Série B do ano passado”.
“Mais interessante de tudo é vê-lo dando entrevista, como se fosse Guardiola ou Mourinho. Faça-me o favor, esse senhor nunca ganhou nada! Na temporada passada foi eliminado vergonhosamente pelo mesmo Paissandu, quando técnico no Sport, inclusive sendo goleado historicamente dentro de casa. Seu maior feito foi conseguir livrar o Cuiabá do rebaixamento, vencendo apenas um jogo, em meio a seis, salvo engano. Seus times atuam quase sempre com três volantes, privilegiando o contra-ataque. Na final do turno, seu time não fez sequer uma jogada trabalhada, passou 90 minutos alçando bolas na área”.
Para Júlio César, Mazola não passa de “um bom de papo, que distribui alguns elogios, ganhando assim simpatizantes. Ou será que existe outro motivo para não contestar um técnico que não vence um jogo de time profissional (o Náutico não é) a cinco ou seis rodadas? E olha que nem estou mencionando os erros de arbitragem que sempre ajudam os dois grandes do Estado, principalmente quando atuam em seus domínios”.
Apesar de entender as críticas do torcedor, estou no rol dos que aprovam o trabalho de Mazola, que conseguiu dar conjunto a um time desconjuntado e sem um organizador no meio-de-campo. Levou o Papão à decisão do turno, sem derrota para o rival até aqui. Tem méritos.

25 de fevereiro de 2014 at 1:00 pm Deixe um comentário

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